domingo, 4 de janeiro de 2026

Adentrei à 5ª Casa do 2º Tabuleiro

 Gente, à Zero Hora de hoje, adentrei à 5ª Casa do 2º Tabuleiro de minha vida

Traduzindo, completei 68 anos nesta passagem.

Vejam, a vida é uma série de Potências de 2!!







Na 1ª Potência , do 1º ao 2º ano, nasce, mama, chora, caga, anda...

Na 2ª Potência , do 3º ao 4º ano, começa a falar e a conhecer seu mundinho novo, os instintos ainda comandam

Na 3ª Potência, do 5º ao 8º ano, começa a escrever e ter amiguinhos e questionar alguns fatos da vida, a razão começa a imperar.  No meu caso, conheci o Santos e os Beatles e a Jovem Guarda

Na 4ª Potência, do 9º ao 16º ano, começa a ter vontades  e vem a adolescência. No meu caso, conheci Star Trek, James Bond, e aprendi a falar inglês

Na 5ª Potência , do 17º ao 32 ano, namora, se forma, trabalha, casa, tem filhos. No meu caso, Engenharia, Petrobras, Neusa, Renata e Felipe

Na 6ª Potência , do 33º ao 64º ano, consolida a carreira, vê filhos crescerem. No meu caso, missão no exterior, filha escritora, filho músico, aposentadoria

Na 7ª Potência , o que virá? (eu perguntei há 4 anos)

Já veio muita coisa. 

Estes 4 anos, ou... estas 4 casas foram muito movimentadas... 

afinal voltei a trabalhar, e estou muito feliz.... 

... e iniciei uma carreira como Contramestre de um Submarino!

Esta última atividade me possibilitou até a virar um rapper neste útlimo ano, hehehe..

Quando eu celebrava, em agosto, com o Comandante, ao vivo no Submarino Angolano do dia 7, os 4 anos de minhas participações no programa, o Comandante me lembrou de minha paixão por 007, eu contei que até havia ganhado um prêmio por isso, e eu contei a história num rap, por sobre a canção de Gabriel O Pensador que havia inspirado o prêmio, na semana seguinte. 

Foi assim:

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/08/minha-007mania-o-rap.html

Aí eu me animeni e fiz mais um, sobre outra canção de Gabriel O Pensador, sobre minha vida como Beatlemaníaco!! 

Foi assim:

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/09/the-beatles-in-my-life-o-rap.html

Vamos ver o que esta nova casa me espera. 

Ah, sim, esta minha nova faceta ilustra o verbete de atualização de mue post regressivo de aniversário, já em sua 19ª versão, veja aqui:

https://blogdohomerix.blogspot.com/2013/01/mais-um-4-de-janeiro.html





Mais um 4 de Janeiro

EDIÇÃO 19
Renovando meu post 'reprogressivo'  que faço desde 2008.

Nesta edição, o Labirinto do Homerix já tem 58 portas!

As chaves para abri-las estão em Vermelho!

à disposição do leitor CCT - Curioso e Com Tempo!

Obrigado pela atenção!

_________________________________

Nos últimos 365 dias, virei até rapper
Há 1 ano estive a divulgar Joana D'Arc
 Há 2 anos, voltei a trabalhar e vi Paul no Maracanã
  há 3 anos, eu era um súdito triste, mas orgulhoso 
   há 4 anos, minha voz cruza o Atlântico toda semana
    há 5 anos, escrevo Saga sobre as canções dos Beatles 
     há 6, fiz o 1º cruzeiro 
      há 7, minha pensão é surrupiada
       há 8, sou 'avô' (de gatos)
        há 9, estou aposentado
         há 10, se foi meu irmão
          há 11, estou no Whatsapp
           há 12, surgiu a Baleia
            há 13, cantei em público
             há 14, sou pai de escritora
              há 15, tenho blog 
               há 16, surgiu o Los Bife
                há 17, perdemos um anjo.

Há 18 anos, comemorei centenário
 há 19, senti o Jato Turco 
   há 21, virei gerente
    há 22, voltei da América
há 23, vi She's Leaving Home ao vivo 
 há 24, visitei as Torres Gêmeas
  há 25, cantei em em rádio americana ao vivo ´
    há 26 sou pai de violinista
           há 27, fui pra América.

Há 28 anos, ganhei prêmio nacional
 há 29 anos, escrevo
  há 31, sei muito sobre Beatles
    há 33, restamos 6
    há 34, conheci Liverpool
      há 35, vi Paul McCartney bater recorde
       há 36, não procrio
        há 37, sou planilheiro
         há 38, viajo.

Há 39 anos, sou órfão
 há 40, pai
  há 43, marido
   há 44, petroleiro
    há 45, engenheiro
     há 47, namorado
      há 50, politécnico.

Há 51 anos, minha mãe se foi
  há 53, conheci James Bond;
   há 55, vi a maior das Copas
     há 57, sou Trekker
     há 58, vidrei na MPB
      há 59, entrevistei Pelé
       há 60, vi Pelé jogar
        há 61, ouvi Beatles
         há 62, sou marista.
EM 1958

Há 63 anos, li;   
há 64, nadei;   
há 66, falei;   
há 67, andei;   
há 68, nasci.    

Neste exato dia!





E há 18 anos, foi um marco!!!

    
5.0
  meio século
   fifty/fifty?
    half & half?
     segundo tempo?
      topo da ladeira?
       metade do caminho?
        contagem regressiva?
       o caminho de volta?
      o começo do fim?
     o fim do começo?
    a caminho do pó?
   velocidade zero?
  pressão mínima?
 cinqüentinha
Lá fui eu!

Fui!



Era pessimista ou otimista?
Pelo IBGE, me faltava meio ano!!
A expectativa de vida era de 50,5 anos em 1958!
Acabava de entrar na contagem regressiva ...
183 dias para o fim!!!
Então, no lucro 17,5 anos!!
E, como eu disse, vou sair dos “ENTA” ...
e chegar aos 100 anos!!
Se Deus permitir, como agora, 
com saúde, e no seio da família!!

Trabalhando? Difícil!

Escrevendo? Com certeza! 

SE o alemão deixar!!!

sábado, 3 de janeiro de 2026

OUÇA e LEIA - The Larry Williams Night

 Clique no Play Verdinho para ouvir


View on Vocaroo >>

O que está transcrito a seguir

Olá, amigos do Submarino Angolano!!!

Aqui é Homero Ventura, directo do Brasil

Ao fundo Dizzy Miss Lizzy

Coloque-se junto com os Beatles, no dia 10 de maio, no penúltimo dia das filmagens de HELP!, o segundo filme deles, vocês já estão cansados do ritmo intenso, após dois meses e meio de rodagem da câmera, enquanto também deram atenção a vários compromissos de rádio e TV, no dia seguinte as filmagens prometem externas cansativas, mas neste mesmo dia, de noite, vocês terão que ir a Abbey Road para atender a necessidades da Capitoll, que precisa duas canções para completar um álbum no Estados Unidos.fundo ,

E lá se foram  para Abbey Road atacar duas canções de Larry Williams, que eles já sabiam de cor. Claro que jamais mandariam material original deles para satisfazer os caprichos da gravadora americana e acabaram por transgormar aquela ocasião numa Larry Williams Night. Nada além do compositor americano foi ouvido naquela noite em Abbey Road.

Entra Bad Boy 

Além disso, aquela foi a ÚLTIMA vez que outros compostitores estiveram, ao menos com seus nomes em destaque, nos estúdios da Abbey Road para terem o prazer, até mesmo monetário, de verem suas composições gravadas pelos Beatles… sim … só os royalties que ganharam por isso os deixavam muito bem de vida. A partir daquela noite, os Beatles apenas gravaram material próprio! 

Início de Maggie May

Bem não esqueceremos de Maggie May, que viria em 1969, nas sessões do Get Back Project, mas aquela era uma canção folclórica de Liverpool, já de domínio público, e não de compostiroes americanoso, como eram todas as outras 24 covers que gravaram…

Aliás, falando nesses números, sendo John a gravar as duas daquela noite, ele consolidou sua liderança de performer de covers na carreira dos Beatles, com 12,33 canções das 25 covers que os Beatles gravaram durante a carreira…

Início de Words Of Love

a razão dessa conta fracionária é porque Words Of Love, de Buddy Holl foi integralmente gravada em harmonia tripla com Paul e George!! Completanto essa contabilidade, Paul gravou 4,33 covers,  George outras 4,33 e Ringo teve 4!

Bem, vamos à primeira da noite,

Dizzie Miss Lizzy.   (by Larry Williams)

John exalta Senhorita Elizabeth em seu rock and roll!!!

Vocal isolado de John versos 1 e 2

You make me dizzy, Miss Lizzy

The way you rock and roll

You make me dizzy, Miss Lizzy

When you do the stroll

Come on, Miss Lizzy

Love me before I grow too old

 

Come on, give me fever

Put your little hand in mine

You make me dizzy, dizzy Lizzy

Oh, girl, you look so fine

Just a-rocking and a-rolling

Girl, I said I wish you were mine  ooooowwwww

Devo dizer que tenho uma certa prevenção, uma certa má vontade com ela. Primeiro porque ela foi escolhida para finalizar o álbum HELP!, tendo os Beatles mais uma original Lennon/McCartney, a bonitinha That Means A Lot, de Paul, que, entretanto, nunca viu a luz do sol de uma gravação oficial.

Início de That Means A Lot

Segundo, porque ela foi cantada por John na sua primeira escapada dos Beatles, o show Live in Toronto, em setembro de 1969, e eu a associo, sem a menor justificativa, ao fim dos Beatles, coisa minha.

John Live in Toronto

Mas os Beatles a tocaram muito em sua excursão americana de 1965, incluindo as famosas performances no Holywood Bowl e Shea Stadium.

Dizzie Miss Lizzy Live at Shea Stadium

Aliás, Dizzy Miss Lizzy foi gravada especialmente para aquele público. Tão especial que os Beatles foram tirados das filmagens do filme HELP!, em 10 de maio daquele ano, a contragosto, para gravá-la de má vontade numa sessão noturna, de 8 a 11:30, juntamente com Bad Boy, para atenderem a requisito da Capitol Records, a subsidiária americana da EMI.

A Capitol precisava encher o álbum Beatles VI, que já tinha 9 canções, e faltavam duas para as 11 canções regulamentares do mercado americano, em mais uma salada que aquela gravadora fez. E, sendo as duas de Larry Williams, o fato levou o americano a empatar com Carl Perkins como os compositores com mais covers cantados pelos Beatles, ambos com 3 covers cada, pois em 1964 eles haviam gravado Slow Down,

Início de Slow Down

para o EP Long Tall Sally. E eu gosto muuuito das outras duas... com Miss Lizzy, eu tenho má vontade… pronto, só sei que foi assim!

Comandante, este parágrafo abaixo é apenas se você quiser

Aliás, mais recentemente, diminuí um pouco esse asco, depois que soube que minha amiga Elizabeth Bravo inspirou-se nela para escolher seu apelido, ao invés de Beth, por exemplo ... é que assim ela pensava que John a estava chamando!!! Grande Lizzie, saudosa heroína beatle brasileira,  que gravou no mesmo microfone de John e Paul, em fevereiro de 1968, no refrão de Across The Universe.

Trecho de Lizzie e a amiga cantando Nothing’s gonna change may world em Across The Universe

Pronto Comandante

 

A segunda e última cover de outros compositores, do disco HELP e penúltima da carreira dos Beatles, é um rock visceral cantado de maneira áspera e impressionante por um rouco John Lennon. Rouco e nervoso!!

Ao final de dois Takes, com tudo ao vivo e John cantando junto, os Beatles consideraram o trabalho pronto, mas não o produtor George Martin, lá da sala de controle.... Ao microfone ele disse que não estava "exciting enough". John murmurou um palavrão impronunciável lá de baixo, aaah vou pronunciar sim: “Bloody Hell!!” e soltou uma "Então vem você cantar no meu lugar!!!" Falta de educação young John!! Uau....

Tem esse take que finaliza com essa malcriação de John?

 

E então, foi nesse climão que passaram para a outra de Larry Williams, naquela noite

 

Bad Boy (by Larry Williams)

John conta:

Vocal Isolado de John do 1º Verso

 A bad little kid moved into my neighborhood

He won't do nothing right just sitting down and looks so good

He don't want to go to school and learn to read and write

Just sits around the house and plays the rock and roll music all night

Well, he put some tacks on teachers chair

Puts some gum in little girl's hair

Hey, Junior, behave yourself!

 

... na verdade, Junior é apenas um garoto que não gosta de escola mas adora sua guitarra, e faz umas travessuras de vez em quando, numa letra muitíssimo divertida. Larry Williams me conquistou, com esta canção e com Slow Down….

 Base de Bad Boy ao longo, sem o vocal

 O trecho acima é o longo primeiro verso, em 20 compassos, da canção. Mais outros dois versos, com letras diferentes viriam, mas com mesma duração, ensanduichando um solo de guitarra. Aqui cabe uma observação deste observador que vem observando estruturas de canção há pouco tempo em sua vida, e já com a bagagem de uma centena de canções analisadas dos Beatles. Estes últimos adotaram na grande maioria de suas canções uma configuração de versos e pontes, às vezes introduzindo um refrão.

Em mais esta análise do bom rock'n roll dos anos 1950, eu notei  frequência de um padrão diferente do que os Beatles adotaram… nessas canções americanas, muitas tinham apenas versos em sua estrutura, com um ou dois solos de guitarra imiscuindo-se entre eles. Não sou doido de extrapolar e generalizar, faltaria conhecimento para tanto, mas posso apenas apontar essa tendência, sem sombra de dúvida!

 John é novamente o vocalista, e comandou a gravação da base, em 4 takes, naquela noite de 10 de maio de 1965.

Ele fazia apenas um guia vocal, com o microfone desligado, tocando sua guitarra

Um trecho da Base, sem o vocal

, e tendo Paul no baixo, 

O baixo de Paul em Bad Boy

Bateria de Ringo

Ringo na bateria e George em outra guitarra, em que faz um solo durante 12 compassos, portanto mais curto, entre os Versos 2 e 3 que seguem no padrão original do 1º Verso, de 20 compassos.  

            A guitarra duelante com o vocal de John em Bad Boy

Ao longo dos versos, George estabelece um 'diálogo' de sua guitarra com as frases de John, sensacional.

Depois, vieram os overdubs, de George e John em suas respectivas guitarras, de Ringo com um pandeiro e de John, com seu mais uma vez estonteante, áspero e rouco vocal de rock'n roll, e John também acrescentou aquele órgão esperto.

Finalização de Bad Boy

E depois de finalizarem tudo de Bad Boy, voltaram a Dizzy Miss Lizzy para mais 5 takes 

Um trecho da Base, sem o vocal

vieram overdubs, de John em diveros UUU’s WOW’s no vocal provavelmente em resposta à reclamação de George Martin e John também colocou um ótimo piano Hammond,

Hammond de John em DML?

Teve George dobrando sua insana guitarra, cujo riff aparece em todos os versos, às vezes falhando em algumas notas.

A guitarra dobrada de George em DML

e Ringo acrescentou o indefectível coooowbeeeel.

Cowbell de Ringo em DML?

Viva o cowbeeeel! Que felicidade terminar minha análise com o cowbeeeel! A canção tem 8 versos, sendo 3 deles instrumentais, 12 compassos por verso, 4 batidas por compasso, portanto, 96 batidas no espetacular cowbeeeel, muita disciplina do Ringão! Quase uma centena de adoráveis machucadas no notável instrumento de percussão!

Na versão original de Larry Williams, o riff de guitarra é menos presente  não aparece enquanto Larry canta, e inclusive tem uma seção instrumental a menos!

Um trecho da original de Larry Williams

E assim terminou a Larry Williams Night, com o compositor americano a sorrir de orelha a orelha lá do outro lado do Atlântico, ouvindo os dólares a pingarem em seu bolso, muito mais do que ele mesmo conseguira nos lançamentos originais, pois nenhuma das 3 canções suas que os Beatles regravaram chegou ao Top Ten da parada americana. Mas John Lennon gostava muuuito delas… acho que deve haver um pedestal de John na casa da família de Larry Williams!!!

Bad Boy ao vivo, pelos Beatles? Jamais, em tempo algum, aliás, até passaram por ela rapidamente numa jam session do Get Back project, em 24 de janeiro de 1969.

A  jam session de 1969

Finalmente, vamos às canções na íntegra!

Primeiro, venham junto com John dizer à Elizabeth, que ela o deixa tontinho!!!!

Para isso, vamos colocar aqui a versão ao vivo que fizeram para a BBC no show The Beatles Invite You To Take A Ticket To Ride. Que veio a ser, notavelmente, a última aparição dos Beatles na famosa rádio londrina que foi fundamental na divulgação do seu trabalho até então. Era 26 de maio de 1965, e foi oficializada no disco Live At The BBC, em 1994.

Dizzy Miss Lizzy, by Larry Williams, at the BBC... mais rapidinha

Dizzy Miss Lizzy, como já dito, acabou por fechar o álbum HELP! Oficial, porque John, George e Ringo não queriam que uma canção melosa como Yesterday, que era de Paul, fechasse o LP, e foram buscar a solução na Larry Williams Night! Só que escolheram a canção errada! Bad Boy era bem melhor!

Dizzy Miss Lizzy não saiu, entretanto,  no HELP! brasileiro, que tinha uma salada tupiniquim no Lado B, uma salada saborosa, sim, mas uma salada, sem nenhum respeito ao lançamento oficial. Ela somente saiu no Brasil em janeiro de 1966 num EP com outras duas canções do Lado B dizimado pela Odeon brasileira, e mais Yes It Is.

E, antes de passar à segunda canção, uma declaração deste Contramestre!

Enfatizo minha opinião: já que decidiram queum bom rock americano fecharia o álbum HELP! Bad Boy seria DE LONGE a melhor oção! Essa má escolha fez com que a canção somente fosse lançada oficialmente em Londres quase ano e meio depois, só no finalzinho de 1966, num disco chamado A Collection of Beatles Oldies But Goldies, um trocadilhozinho chinfrim, só pra disfarçar que era uma coletânea caça-níqueis, sendo Bad Boy o ÚNICO lançamento original daquela miscelânea de repetecos, e que foi, sim,  lançado no Brasil, 4 meses depois, mas claro que eu nunca soube de sua existência, recém chegado a meus 9 aninhos nesta passagem por aqui. Eu só vim a conhecer aquela maravilha com o Past Masters#1 em 1988, já em CD, esta, sim, uma coletânea de muito valor, que capturava sons que não saíram em álbuns dos Beatles, e virou parte do catálogo oficial, juntamente com seu irmão mais moderno, o Past Masters #2!

Bem, venha comigo reclamar do menino capeta junto com John e os Beatles em Bad Boy

Hey Júnior, Behave Yoursef!!!

Bad Boy

E até para a semana!

 

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