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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Vamos ao Teatro?

Numa pausa de meus relatos oscáricos, enquanto não vejo os outro quatro indicados a Melhor Filme, deixo aqui registradas minhas duas incursões teatrais, ainda pré-carnavalescas.
Antes de prosseguir, aqui estão os 3 posts cinematográficos
Agora, Vamos ao Teatro!!!

Nossa retomada começou com 'Minha Vida em Marte', escrita e atuada por Mônica Martelli. Mônica foi uma surpresa que apareceu no 'mercado',em 2005. Fez um monólogo 'Homens São de Marte e É Pra Lá Que Eu Vou' que ficou 10 anos em cartaz. O sucesso começava no genial título. Pra quem não se lembra, “Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus”, foi um livro de sucesso mundial do americano John Gray, que abordava as diferenças naturais entre homens e mulheres em suas reações e comportamentos. Eu li e achei que o autor passou um estágio aqui em casa. Na peça, ela encarnava Fernanda, uma mulher separada, de 35 anos, e as agruras para se conseguir um novo amor. Na trilha do sucesso, vei um filme homônimo, que foi a maior bilheteria nacional de 2014, e uma série na GNT. Nas horas vagas, ela é uma (ótima) co-apresentadora de Saia Justa.

Agora, Mônica compartilha sua vida em Marte!!  Ela conta como é a vida de Fernanda, que agora tem 45 anos (na peça) e uma filha, e conta é essa vida de casada com Tom. Sensacional, mais uma vez, fez um cenário legal, muda o figurino em cena, com criatividade, toma uma aguinha de vez em quando, e nos faz rir, e muito! Não percam!! Está em cartaz no Teatro das Artes até o final de março!!!

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Depois veja aqui o meu resumo do oura experiência que tive, que publiquei no Facebook

Imperdível! Um musical sobre os anos 60, mas sem diálogos cantados... só músicas famosos que estão perenes em nossa memória. "60 Década de Arromba". Sensacional. Sorriso permanente no rosto, por vezes ampliado ao nível de gargalhada e outras vezes elevado a -1, com algumas lágrimas. Vai ano a ano daquela década, mostrando imagens dos acontecimentos com músicas de fundo tocada por músicos, clássicos e populares muito competentes! Pontos altos: Barbie&Ken, Mary Poppins, Marylin Monroe, os retirantes chegando a Brasília, a Jovem Guarda, enfim... e olha, tem muito cantor bom por aí... todos eles poderiam estar no The Voice. E os figurinos? 

Mais de 3 horas de show, que não cansam um segundo. 
Está passando no Teatro Net, na Siqueira Campos. Até março!!!

#60docmusical
#venha708090

Os hashtags acima foram recomendados por eles, o segundo é porque o sucesso foi tanto, que eles já pensaram em fazer o mesmo para as décadas seguintes, e anunciaram que a próxima já está no forno e deve estrear ainda em 2018. Resta saber se eles vão usar a mesma forma, de chamar um astro de verdade, que participou da época. Aqui, foi Vanderléa, que participa da segunda metade, cantando seus sucessos. E aqui, por incrível que pareça, foi um motivo para alguns nem se animarem a conhecer o projeto. Vocês vêem que eu nem mencionei no resumo pra não afastar eventuais chatos! Ela está ótima, 71 anos e muito bem! Viva Vanderléa!



domingo, 11 de fevereiro de 2018

In the Oscar Mood - Part III

Seguindo meus relatos sobre o Oscar 2018... os outros dois, nos links abaixo
http://blogdohomerix.blogspot.com.br/2018/02/in-oscar-mood-part-i.html
http://blogdohomerix.blogspot.com.br/2018/02/in-oscar-mood-part-ii.html

Começo este com o episódio mais inusitado desta temporada. Ridley Scott (diretor de Alien, Gladiador e outros) resolveu reviver um histórico episódio, o seqüestro do neto de John Paul Getty em 1973, que ficou mais notório ainda porque o avô se recusou a pagar o resgate, e o neto acabou tendo sua orelha decepada, quem viveu a época se lembra e, por se tratar de história, é um spoiler que me permito revelar. Era o filme `Todo o Dinheiro do Mundo`. Chamou para encarnar o multibilionário o grande Kevin Spacey (Seven, K-Pax, Beleza Americana, e outros), teve que envelhecê-lo, afinal Getty já passava dos oitenta à época, dirigiu o filme todo, soltou os trailers, e estava pronto para exibi-lo quando estourou o escândalo: Spacey, assumido homossexual há tempos, foi acusado de assédio por um colega da indústria e, como é comum acontecer, outros acabaram dizendo que houve outras ocasiões. Nesta época de caça ás bruxas, o filme estaria condenado ao boicote mundial, então Scott decidiu, bombasticamente: VAMOS TROCAR GETTY! Vejam só!!

Convocou um senhor quase aposentado, já com Oscar no bolso, que aceitou o desafio: o Sr. Christopher Plummer, o inesquecível Capitão Von Trapp de 'A Noviça Rebelde', aliás, muito mais adequado ao papel. Refilmaram as cenas, que não chegavam a 10, para isso recontratando as locações de filmagem e os atores que contracenavam om o magnata a peso de ouro, vocês podem imaginar, fez tudo em um mês e meio, e transformou o filme, de potencial boicotado a Oscarizado, afinal, o grande ator recebeu uma indicação a Melhor Ator Coadjuvante (a mãe do neto, vivida por Michele Williams, e o negociador do resgato, vivido por Mark Wahlberg, são os principais). Não sem, contudo, mais um escândalo na produção: Wahlberg ganhou 1,5 milhão de dólares pela extensão, Williams ficou sabendo, botou a boca no trombone, e ele acabou doando seu cachê a uma instituição de apoio a assediados.

A indicação de Plummer é a única possibilidade de Oscar do filme, aliás, ele é o mais velho ser humano indicado na história da Academia, aos 88 anos! Aliás (2), ele nasceu no mesmo ano da 1ª Cerimônia de entrega dos Oscar. Ele já é o mais velho ganhador de Oscar, por um papel também coadjuvante, em 2012. Se ganhar, bate seu próprio recorde. Ele está verdadeiramente espetacular, mas acabou não levando o Globo de Ouro, o que pode ser indicativo de que não levará também o Oscar.

Ah, sim, o filme!! São tantas as side stories, que ainda nem falei!!! Vale muito a pena, é tenso ver na tela a evolução dos acontecimentos. É legal ver um pouco da história do maior bilionário de todos os tempos, afinal, Getty foi o responsável pela descoberta de petróleo da Arábia Saudita, e ele já era riquíssimo quando descobriu, e era tanto petróleo que ele tinha pra transportar que 'teve' que inventar o super-petroleiro!! Enfim, é interessante ver na tela uma história que tanto marco, especialmente o momento da 'ear reduction', como li num site desses por aí. O roteirista, que se baseou num livro sobre os herdeiros de Getty, acaba modificando alguns pontos da história para dar mais emoção, isso sempre acontece, mas o resultado é bom!

Uau, este foi o filme que mereceu mais linhas até agora.

Passo para uma surpresa na lista. O filme 'Corra' passou aqui em meados do ano passado, vi o trailer, mas não me animei a vê-lo! Aí, recentemente, leio a coluna do Raphael Montes que dá uma geral dos indicados e menciona o filme como um mix  que 'começa como suspense, se torna terror e, ao final, se revela uma ficção científica', e foi o filme que ele mais gostou em 2017! Pronto, liguei o radar, e descobri que apenas uma sala ainda passava, no Downtown, e lá fomos, família e visitas. O filme é realmente espetacular, e merece as indicações a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atos e Melhor Roteiro Original! Lembra do grande sucesso de Sidney Poitier, 'Adivinhe Quem vem Para o Jantar', lá da década de 1960, que conta a história de um negro que é apresentado pela namorada branca aos pais dela? Pois e´, pare por aí! É só aí a semelhança!! O desenrolar dos acontecimentos é surpreendente, o ator, Daniel Kaluuya, para mim desconhecido, dá um show, especialmente na cena da hipnose. Aliás, nunca sente à frente de um hipnotizador, não aceite qualquer argumento!!





O dia em que a música morreu

PASSOU 3 DE FEVEREIRO E EU ME ESQUECI DE LEMBRAR!!!

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Muito provavelmente, o título acima lhe cause alguma curiosidade, não mais que isso. O que será que o autor vai querer dizer com isso?
Talvez, ao traduzi-lo para o inglês, e a coisa virar ‘The Day The Music Died’, você revirará sua memória profunda, se tiver idade suficiente para isso, e lembrar-se-á de uma canção da década de 70.
Se você tiver uma memória acima da média e algum conhecimento musical, lembrará que o trecho é parte de um grande sucesso de um certo Don McLean, chamado ‘American Pie’, e até lembrará um pouco da letra 
‘But something touched me deep inside
The day the music died
So bye-bye, Miss American Pie
Drove my chevy to the levee,  But the levee was dry
And the good old boys were drinking whiskey and rye
Singing, this’ll be the day that I die
this’ll be the day that I die'
Ok, ok, você já está de bem com Alzheimer, aliás, bem distante do alemão. E tem conhecimento musical, tudo bem, mas, você realmente sabe o que Don McLean quis dizer com aquela ‘alguma coisa que tocou fundo em seu ser’? Sabe?  Muito bem!!!! Passou no teste, e seu conhecimento musical, e mais ainda da história do rock’n roll, é muito acima da média!! É certo que saber a qual acontecimento Don McLean concedeu a distinção de ser culpado pelo assassinato, ou pela morte súbita, da música, pode ser tachado de cultura inútil, pode não lhe acrescentar muita coisa. Entretanto, se você não tem a menor idéia do que se trata, acho que agora tem, no mínimo, uma ponta de curiosidade por saber, não tem?
Se me permite, eu conto pra você!!!
O tal dia é 3 de fevereiro de 1959: faz, pois, quase 60 anos que a música morreu, segundo o ‘historiador’ Mclean. Portanto, é motivo para mais um daqueles ‘entaniversários’, como eu defini em artigo recente. Nas primeiras horas daquele dia, um pequeno avião, que partira havia poucos minutos de uma cidade do Estado de Iowa, para outra no Estado de Dakota do Norte, mais precisamente Fargo (todas localidades americanas), espatifou-se no chão, matando o piloto e seus três passageiros: um certo Ritchie Valens, um certo Buddy Holly e um certo Big Bopper, os dois primeiros cantores de sucesso na época, o último, um DJ bem famoso que também gravou algumas canções. Qual deles, você acharia merecedor da alcunha? Provavelmente, Big Bopper seria obscuro demais, eu mesmo não o conhecia até saber da história do verdadeiro culpado, mas talvez você pudesse apontar o dedo para Ritchie Valens, caso lembrasse que aquele venezuelano era o cantor da eterna ‘La Bamba’. Mas você erraria! A cumplicidade desses dois foi importante, mas o verdadeiro ‘matador’ se chamava Buddy Holly.
Aquele americano nascido em Lubbock, Texas, tinha então meros 22 anos de idade, e havia começado a fazer sucesso pouco mais de um ano antes. Muito prematura sua partida deste plano. Porém, o pouco que deixou foi o suficiente para influenciar muita gente boa pelo mundo do rock. E ele o fazia muito simplistamente. Sua banda, The Crickets, tinha uma composição minimalista: guitarra, que ele mesmo tocava, um contrabaixo daqueles grandes, enormes, e bateria. Ele era também o vocalista e o compositor de todas as músicas. As marcas que deixou foram, porém, maximalistas, se é que existe o termo.
O mundo da música sofreu, mas muita gente boa usou algumas lições do astro que fora embora tão inesperadamente. The Beatles, mais especificamente, John Lennon e Paul McCartney, reconhecem ter baseado um certo número de suas canções no estilo simples, ao mesmo tempo arrojado de Buddy Holly. Simples, pelo número de acordes das canções, três, no máximo quatro acordes eram suficientes para dar o recado; arrojado, pelas variações de ritmo no meio da canção, pela bateria às vezes difícil de ser copiada, pelas harmonias vocais, pelos arranjos em piano e violino (que ele também tocava bem!), pelas letras bem elaboradas, e, finalmente, pelo ‘soluço’ vocal, figura que Buddy usava para ressaltar o centro de sua idéia. O ‘hiccup’ era sua marca registrada, assim como os óculos de aro grosso tipo ‘nerd’, inseparáveis, míope em alto grau que era.
Para se ter uma idéia da influência de Holly, o nome da mais famosa banda de todos os tempos nasceu de uma homenagem à banda dele, The Crickets, ou ‘Os Grilos’. John pensou nisso quando sugeriu The Beetles, ou ‘Os Besouros’, para logo depois trocar o segundo ‘e’ por ‘a’, num jogo vocal, um duplo sentido com o termo ‘beat’, que significa batida. Buddy Holly, entretanto, já estava presente na história beatle, antes mesmo do termo nascer: na primeira vez em que John, Paul, George Harrison e Pete Best (o então baterista) entraram em algo parecido com um estúdio, para gravar algo parecido com um disco, o fizeram com ‘That’ll Be The Day’, um dos maiores sucessos de Holly. Era um acetato de baixa qualidade, cujo Lado B tinha uma composição de Paul e George, chamada ‘In Spite Of All The Danger’, a única McCartney/Harrison da história, que, entretanto, nunca viu a luz de uma gravação oficial.
Felizmente, eles registraram sua admiração por Buddy Holly em disco de verdade, com um cover de ‘Words of Love’, uma balada em que puderam mostrar toda a magnífica harmonia vocal com 3 vozes, que eles faziam tão bem, no disco ‘Beatles For Sale, de 1964.
Antes deles, no mesmo ano, os Rolling Stones também prestaram sua homenagem a Buddy, e se deram muito bem: gravaram a ótima ‘Not Fade Away’ em compacto, o que veio a se constituir em enorme sucesso da banda, então iniciando, afinal foi o primeiro disco deles a atingir o número 3 da parada britânica. Ela é cantada (e dançada) por Mick Jagger e seus jurássicos companheiros de ruga’n roll ainda hoje.
O culto a Buddy Holly rendeu produções em Holywood. Primeiro, com um filme sobre sua história, que recebeu alguns Oscars musicais, e uma indicação a melhor ator para Gary Busey, que encarnou o quatro-olhos de forma magistral, parecia estar possuído pelo seu espírito. Depois, o grande Coppola dirigiu Kathleen Turner e Nicolas Cage em ‘Peggy Sue Got Married’, que rendeu a ela outra indicação ao Oscar. ‘Peggy Sue’ foi um grande sucesso de Buddy, e teve até continuação com outra canção ‘Peggy Sue Got Married’, e a história dela foi inspiração para o filme
Mais importante ainda, rendeu um super musical, Buddy – The Buddy Holly Story, que ficou em cartaz por longos 13 anos, direto, no West End (a Broadway de Londres), além de uns outros tantos na Broadway (o West End de New York) e em outras cidades americanas, sempre com lotações esgotadas. Quando eu o assisti, em Londres, lá no balcão super superior, o lugar mais baratinho disponível, achei interessante um cartaz que dizia, aos espectadores do setor, algo como: “Fineza vibrar com comedimento, pois tememos que a estrutura do balcão onde você se encontra não agüente o ritmo dos movimentos que certamente você vai querer realizar. Pular, por favor, jamais!” Logo depois, eu senti na pele o motivo do anúncio. O teatro vinha abaixo. Um sucesso fenomenal.
Contabilizando os royalties daqueles grandes sucessos, estava ninguém menos que Sir Paul McCartney, ele mesmo, que de tanto gostar de Buddy Holly, comprara os direitos sobre suas composições, em 1976. Gostou tanto daquela decisão que sugeriu ao amigo Michael Jackson que fizesse algo do gênero. Michael, ainda lúcido à época, aceitou o conselho do amigo e comprou os direitos sobre as canções de um certo grupo inglês, razoavelmente conhecido ... The Beatles!

Everybody Loves Luna

Eu prometo que vou me policiar, e publicar menos Luna mas, 
convenhamos, fica difícil, né?
Vejam alguns apelos do Facebook



Comentários
Laiany Teixeira Não prometa nada.  Acho que farei o mesmo quando trouxer a minha pra casa kkkkkkkkkkkkk.

Se bobear ainda faço um instagram pra Meribast kkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Responder2 d
Flávia Bajer Mendes Não faça isso. Publica sempre pq eu amo essa gata! Rs
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Responder2 dEditado
Nádia Lima Luuuuunaaaaa   
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Responder2 d
Antonio Jorge Mendes Continua publicando porque a Gatonilda é sensacional
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Responder2 d
Paulo Henrique Maciel A gente gosta de Luna. Nada de bloqueá-la no Face.
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Responder2 d
Cida Pinho Luna é uma linda
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Responder2 d
Ana Claudia Martins Aninha Publica sempre. Ela é linda !!!
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Responder2 d
Patricia Fraga Irresistível mesmo
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Responder2 d
Isabel Pacheco Paixão explica.
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Responder2 d
Tereza Cristina Brito Esta gata é muito linda bjs da titia Tetê.
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Responder2 d
Alice Barth Eu entendo, ela é linda mesmo!...
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Responder2 d
Lúcia Otero Muito delicinha. Como ficaremos sem notícias da Luna? 😣
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Responder2 d
Zenaide Moreira Luna...Luna...Luna...👏🏼👏🏼👏🏼😻
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Responder2 d
Rosilda Silva 🐈🐈🐈🐈
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Maria Beatriz Rosolem Fernandes Não pode porque ela é linda!
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Responder1 d
Tereza Cristina Brito Luna é linda, e eu quero acompanhar o crescimento e as gracinhas dela, pode mandar sempre eu adoraria está gata. Bjs
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Responder1 d
Patricia Soares Humberto Muller Tá proibido não tirar fotos dela! 😂😂😂
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Responder1 d