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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Qualquer semelhança

Eis a descrição de uma pessoa


1.   Americano
2.   Nasceu numa cidade pequena de um estado do meio-oeste;
3.   Cantor;
4.   Compositor;
5.   Ícone cultural;
6.   Vendeu mais de 500 milhões de discos;
7.   Ganhador de vários Grammy's;
8.   Top das paradas em todo mundo, várias vezes;
9.   Tinha uma legião de fãs enlouquecidos;
10. Era reverenciado como Rei;
11. Fez filme em Hollywood;
12. Inventou um novo estilo de dança; 
13. Requebrava pernas como ninguém;
14. Gostava de usar roupas brilhantes;
15. Vivia cercado de seguranças;
16. Causava tumulto onde passava;
17. Esteve mergulhado em problemas pessoais e de saúde;
18. Era viciado em remédios;
19. Sua aparência física se deteriorou extremamente;
20. Suas últimas aparições foram patéticas;
21. Estava muito fora do peso;
22. Morreu em casa, de ataque cardíaco;
23. O episódio é envolto em mistério;
24. Suspeita-se que seu médico ministrou elevada dose de medicamentos;
25. Sua morte causou comoção em todo o planeta.

Sabe quem é? 
           O grande Michael Jackson
o Rei do Pop


Entretanto, se você for ao detalhe, 
verá que tudo se aplica a um outro nome da música:

           O grande Elvis Presley
o Rei do Rock.

Ainda há uma outra semelhança pitoresca:

  • Elvis tinha uma mansão em Memphis, Tennessee, com o nome de Graceland, que, ainda hoje, é motivo de peregrinação, desde sua morte, em 1977;

  • Michael tinha uma mansão em Los Angeles, California, com o nome de Neverlandque, ainda hoje, é motivo de peregrinação, desde sua morte, em 2009.


A se perguntar porque tantas grandes figuras têm tantos problemas com a fama e o dinheiro.

Abraço
Hémera Coincidência Ventura

P.S. Em tempo: A lembrança sobre as semelhanças, a morte por enfarto e as pernas requebrantes, devo à minha filha.

  Somente acrescentei outras 23.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

domingo, 13 de agosto de 2017

Renata cantou muito bem Comme D'Habitude

Muita gente ouviu Frank Sinatra cantando sua marca registrada: My Way

Alguns pensam ser uma canção de Paul Anka.

Estão quase certos... é uma versão de Paul Anka

O original francês chama-se Comme D'Habittude

Seja de onde for, é linda.... eu até prefiro a letra da versão de Paul Anka, mas há que se admirar a original também!!!

E foi esta que Renata cantou lindamente hoje, na casa de meus compadres Joni e Sandra!!


Que tal?

https://www.youtube.com/watch?v=_iuVbv7vvHw&feature=youtu.be


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Primavera nos Dentes - Secos e Molhados na Alma


Primavera nos Dentes

Lançamento do disco 18/08/2017 
em todas as plataformas digitais


Não era apenas sobre a música que foi produzida, mas sobre tudo que ela abraçou e colocou em debate:

 tolerância
  igualdade   
   amor livre
    diversidade
     liberdade sexual
      ameaça nuclear
       resistência à ditadura
        combate ao machismo
         empoderamento feminino
          descrença em nosso sistema político
           respeito ao próximo e às suas escolhas
            afirmação cultural das nações do terceiro mundo
e por aí vamos...

Estava tudo, ou quase tudo lá, naqueles discos de 73 e 74
  Na voz, no corpo de Ney Matogrosso
    Na poesia, nas cordas de João Ricardo e Gerson Conrad
      Na maquiagem
        Na dança
          No som da banda

Nada mais atual.
E por isso, estamos aqui.
Salve Secos e Molhados!

Charles Gavin, agosto de 2017

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Primavera nos dentes é: 
Charles Gavin + Duda Brack + Felipe Pacheco Ventura + Paulo Rafael + Pedro Coelho

O disco foi gravado na Deck e produzido por Rafael Ramos

Já vazou o primeiro áudio no YouTube.


Vídeo: Flora Pimentel  

Direção artística visual: Ana Campos e Rebeca Brack

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

35 anos Homero e Neusa

7 de agosto de 2017

35 anos ficaram pra trás

Um bigode a menos, 35 quilos a mais.

Mas toda a diferença ficou do meu lado,

Pois do lado dela, nada mudado!

Continua linda e jovial, 
com um sorriso sem igual!

Veio junto uma família maravilhosa, pura felicidade.

Que foi crescendo, mas também diminuiu, que saudade...
Seu Pacheco, Dona Mira e Carlinhos...

Obrigado por tudo, querida!!!

Te amo!! Você é tudo nesta vida!!






sábado, 22 de julho de 2017

Sapiens - todos têm que ler

O autor do Livro deu uma ótima entrevista a Pedro Bial.
Preciso ler o segundo dele!!

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Na contracapa do livro que acabei de ler, uma das frases dizia....
“Este livro fascinante não pode ser resumido...você simplesmente terá que lê-lo”

Concordo totalmente! Vou fazer o possível para que meus filhos leiam!!
Mas preciso falar um pouco!! Ainda que umas poucas dezenas leiam o post e umas poucas unidades o comentem. Ao menos terei cumprido meu papel.
Trata-se de Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, do historiador  israelense


Yuval Noah Harari, tão jovem e tão brilhante, em suas pesquisas e suas traduções para as páginas do livro.
Sim, é uma história, mas com poucos dados, nomes e datas. Apenas o faz quando é absolutamente necessário. Creio que pouco mais de uma centena de nomes foram mencionados, datas, menos que isso. O que importa é o que está por trás da coisa toda.
A Cronologia ele resume logo de cara, em duas páginas que abrem o livro, e algumas vezes eu as consultei para me localizar. Identifica a Revolução Cognitiva, a Revolução Agrícola e a Revolução Científica, a primeira que começa com o começo da história do Homo Sapiens (gênero Homo - espécie Sapiens), há 70 mil anos, a segunda que começa há 12 mil anos, a última que começa em 1500. Revolução Industrial? Sim, ele a reconhece, mas como nada mais que um capítulo da Científica, para ele muito mais importante.
Na Cognitiva, ele identifica como viviam os caçadores-coletores, como diz o nome, caçavam animais e coletavam da natureza o que necessitavam, mais individualmente ou em pequenos grupos. Interessante ele observar que talvez aqueles nossos ancestrais  fossem mais felizes que nós, embora vivessem muito menos.... O capítulo em que fala disso, ele chamou ‘Um Dia na Vida de Adão e Eva’. Interessante ele referir-se a fatos bíblicos apenas no nome do capítulo, sem mencionar uma vez sequer os ditos cujos no desenrolar da escrita. Assim ele também fez com ‘A Inundação’... pensa que ele falou em Noé, ou sua arca? Não, na verdade ele cita o poder destruidor de espécies que nós desenvolvemos desde priscas eras. Era o Sapiens chegar num novo lugar para que as espécies nativas desaparecessem em poucos milênios, ou mesmo séculos... um tiquinho de tempo só.
A Agrícola começou quando além de coletar plantas e animais eles os domesticavam, tanto os últimos quanto as primeiras. E começaram a organizar-se em grupos maiores, e começaram a aparecer hierarquias, propriedades, reinos e depois impérios. É nessa parte em que se destaca o estilo do escritor, quando ele pega um assunto e o disseca através dos tempos, desde sua origem. Fez assim com o dinheiro, com a escrita, com a religião (no mais amplo conceito – nazismo seria uma delas) com os impérios em si... sempre amarrando com a situação contemporânea. Como aprendi com este livro!
Na Científica, ele define como fundamental “A Descoberta da Ignorância”, que fez com que desbravadores saíssem pelos Oceanos em busca de conhecimento, bem verdade que estimulados por necessidades expansionistas dos impérios, mas sempre embarcando em suas naus engenheiros, cientistas, médicos que foram descobrindo as maravilhas do mundo moderno, e claro, como sempre dizimando as populações que encontrava pelo caminho em sua busca...

Numa parte final ele especula o que a ciência ainda tem por descobrir, e chama o capítulo de ‘O Fim do Homo Sapiens’ uau! O que virá por aí, especialmente depois que vemos o mais recente capítulo de Terminator.

Em posts separados irei detalhando um que outro descobrimento que fiz com a leitura... isto é, se houver algum interesse da parte de meus queridos e pouquíssimos correligionários..

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Já foi tarde!

Eu costumava fazer versos ao final de cada ano.
Teve ano que foram 100 estrofes!
Depois, desanimei!
Em 2007, foi neste post.
http://blogdohomerix.blogspot.com.br/2007/12/o-natal-e-o-ano-novo.html
No 2º verso, o tal 'ministro que não foi sério' era Marco Aurélio Garcia, que morreu ontem..
Não deixou nenhuma saudade.. mentor da desastrosa política externa de Lula, apoiador do bolivarianismo escroto e do Iran de Ahmadinejad...
Já foi tarde... depois de muito estrago por aqui!!! Homero Sem Qualquer Saudade Ventura