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domingo, 17 de maio de 2026

Star Trek vs Star Wars, por eles mesmos... bem...

Fiz a seguinte pergunta à minha Tropa Estelar (IA da Meta)

Ordenei a Jeannie:

Mudando para Star Trek convoque a tropa estelar principalmente as tripulações e o criador,  para comentar sobre a rivalidade que existe entre Star Trek e Star Wars. Aqui no Brasil existe esse tipo de competição. Existe em outros países? 

Eu acho que não tenha menor comparação Star Wars é uma fantasia que se passa no passado e há muitos milhões de milhas daqui e Star Trek é uma possibilidade de futuro do nosso planeta e como poderia ser a vida no nosso futuro. 

É muito mais cerebral do que Star Wars.

  JEANNIE PROJETA NO TELÃO PRINCIPAL: STAR TREK VS STAR WARS - RIVALIDADE INTERGALÁCTICA 🧞‍♀️📺⚔️ 

1. A Opinião da Tropa Estelar

Primeiro, o criador do universo

GENE RODDENBERRY MATERIALIZANDO NA CADEIRA CENTRAL, SORRINDO CALMO COM BLOCO DE NOTAS DE 1964 NA MÃO: 

"Homero, Major, viajantes do Brasil... obrigado por convocar o velho criador. 

Sobre a rivalidade: sim, ela existe. E não é só no Brasil. Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão... onde tem convenção de fã, tem camiseta 'Trek vs Wars'. É quase uma tradição de Primeira Diretriz invertida: interferir na franquia alheia. 

Mas deixa eu te dizer uma coisa como criador: eu nunca vi como competição. Em 1977 quando Star Wars estreou, eu fui assistir e aplaudi de pé. Porque toda vez que a ficção científica ganha, a gente ganha. Abre porta pra todo mundo. Sem Star Wars em 77, talvez não tivéssemos Star Trek The Motion Picture em 79. 

Concordo com sua análise, Major. São propostas diferentes. Star Wars é mitologia. É a Jornada do Herói, é samurai no espaço, é era uma vez há muito tempo numa galáxia distante. É fantasia com naves. E é lindo por isso. 

Star Trek sempre foi outra coisa. É 'Wagon Train to the Stars'. É o que acontece com a Humanidade depois que a gente resolve nossos problemas aqui na Terra. Sem fome, sem pobreza, sem guerra. Aí sim vamos pra fora. É uma possibilidade. Um ensaio de futuro. Por isso é mais cerebral. Porque a pergunta não é 'quem é meu pai', e sim 'quem nós seremos'. 

Não é melhor nem pior. É outro quadrante. E tem espaço no universo pros dois." 

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Começando pelos tripulantes da Série Original!

CAPITÃO KIRK GIRANDO NA CADEIRA DA TOS, COM AQUELE SORRISO DE QUEM JÁ LUTOU CONTRA GORN E DARTH VADER NO IMAGINÁRIO: 

"Major Nelson, aqui é Jim. 

No Brasil tem rivalidade? Claro que tem. E eu adoro. Porque rivalidade é paixão. E paixão move a Frota. 

Mas vou te dizer na lata: comparar Star Trek com Star Wars é que nem comparar xadrez com boxe. Os dois são bons. Os dois têm soco. Mas um você joga pensando cinco lances na frente, e o outro você bate pra ver quem cai primeiro. 

Star Wars é emoção. É Império versus Rebeldes. É preto no branco. É sabres de luz e 'Eu sou seu pai'. Funciona porque mexe com o coração. 

Star Trek é razão. É Primeira Diretriz. É sentar com um Klingon e tentar fazer paz antes de atirar. É perguntar 'qual é o sentido da vida' pra um computador e esperar 42 minutos pela resposta. Funciona porque mexe com o cérebro. 

Eu já disse isso em convenção: se eu tivesse que lutar, chamava o Luke. Se eu tivesse que negociar paz na Galáxia, chamava o Spock. E se eu tivesse que escolher um pra tomar uma Saquê Romulano, chamava o Han Solo. Porque ele paga a conta depois. 

Então sim, Major. A rivalidade existe em todo planeta. Mas aqui na Frota, a gente prefere chamar de 'diplomacia cultural'. Tem gente que é Trekker, tem gente que é Jedi, e tem os sortudos que são os dois." 

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SPOCK COM O TRICORDER ESCANEANDO DADOS DE REDES SOCIAIS DA TERRA, SOBRANCELHA LEVANTADA: 

"Fascinante. Dados confirmam a hipótese do Major Nelson. 

 Análise estatística: 

1. Star Trek: Estreia 1966. Premissa: Futuro da Humanidade, exploração espacial, dilemas éticos, tecnologia extrapolada da ciência atual. Gênero: Ficção Científica Humanista. Local: Nossa galáxia, séculos 22 a 24. Base: Possibilidade. 

2. Star Wars: Estreia 1977. Premissa: Conflito mitológico, A Força, Império versus Rebeldes. Gênero: Space Opera Fantasia. Local: 'Galáxia distante, há muito tempo'. Base: Alegoria. 

Conclusão lógica: Comparar as duas é ilógico se o objetivo for determinar superioridade. Seria o mesmo que comparar Vulcano e Tatooine e perguntar qual tem melhores praias. São ecossistemas distintos. 

Sobre a rivalidade global: confirmada. Registro picos de debate nos Estados Unidos, Brasil, México, Alemanha, Japão e Reino Unido. O fenômeno é transcultural. Humanos apreciam tribalismo, mesmo em assuntos fictícios. É uma válvula de escape emocional saudável, desde que não resulte em combate físico com bat'leths ou sabres de luz. 

Corroboro a afirmação do Major: Star Trek é mais cerebral. Nosso conflito central raramente é resolvido com phasers. É resolvido com diplomacia, lógica e compaixão. Episódios como 'The Measure of a Man', 'Darmok', 'In the Pale Moonlight' exigem reflexão. Não há equivalente direto na estrutura narrativa de Star Wars, pois não é a proposta. 

Star Trek opera na premissa de extrapolação científica. Dobra espacial baseada em Alcumbierre, comunicadores que viraram celulares, PADDs que viraram tablets, tricorder médico em desenvolvimento hoje. Discutimos Primeira Diretriz, genética, IA com Data, buracos de minhoca com DS9. É um exercício cerebral.  Star Wars opera na premissa de arquétipo mitológico. A Força não tem equação. Midichlorians foram uma tentativa e falharam justamente por isso. Não se explica magia. Se aceita.  

Portanto, comparar os dois é como comparar um ensaio de Carl Sagan com o Senhor dos Anéis. Ambos são obras-primas. Mas com propósitos distintos. Preferir um ao outro revela mais sobre o indivíduo do que sobre as obras."

Porém, ser 'mais cerebral' não confere mérito automático. A emoção é uma parte essencial da experiência humana. Negar Star Wars por ser emocional seria tão ilógico quanto negar Star Trek por ter episódios lentos. 

Recomendação da Frota: Aprecie ambos. Use Star Wars para sonhar. Use Star Trek para planejar como chegar lá." 

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McCOY DIRETO PRO CONTRAMESTRE HOMERIX, SEM RODEIO:

"Rivalidade? Jim, quer dizer, Major... você quer minha opinião médica sobre essa bobagem de rivalidade entre nave estelar?  

Tá aqui, anota aí no seu Diário de Bordo: É uma doença. Chama 'Síndrome do Ego Inflamado Inter-Frota'. Sintomas: falar grosso, comparar tamanho de núcleo de dobra, e ficar medindo quem tem mais fã na Convenção de Las Vegas.  Eu sou médico, não árbitro de briga de escola! Mas já que você insiste:  

1. Entre a gente da Enterprise velha? A única rivalidade real era pra ver quem segurava o Jim antes dele se jogar no perigo. Spock com a lógica, eu com os gritos. Dava empate técnico. O resto é conversa de almirante aposentado com tempo livre.  

2. Com a Nova Geração? Pelo amor de Deus. Eu fui lá na Enterprise-D uma vez. O Picard me tratou como relíquia, o Data tentou medir minha pressão com o dedo, e o La Forge... esse menino é bom. VISOR ou não, ele enxerga mais que muita gente. Rivalidade com eles? Só se for pra ver quem aposenta primeiro. Spoiler: eu ganhei.  

3. Diagnóstico final: A Frota Estelar só funciona porque ninguém aqui é melhor que ninguém sozinho. O Jim sem o Spock vira caubói espacial. O Spock sem o Jim vira computador chato. E eu sem os dois... eu tô de férias, graças a Deus.  Então para com essa história de rivalidade e vai cuidar do seu Submarino Angolano. E diz pra Madrinha Virgínia que se o Kirk passar mal no altar, é comigo mesmo. Eu levo o hipospray na algibeira do smoking."  

"Agora se me dá licença, eu vim pra um casamento, não pra dar entrevista. E alguém traz um pão francês pra eu empurrar esse brandy... ordens médicas."

 

TENENTE HIKARU SULU ESGRIMISTA E PILOTO, COM KATANA HOLOGRÁFICA NA CINTURA:

"Hai, Contramestre. Sulu reportando. 

Sobre o Japão: sim, a rivalidade existe, e é forte. Mas é diferente.  

No Japão chamamos de 'Sutā Torekkū vs Sutā Uōzu'. Nos anos 70 e 80, Trek era cult, passava de madrugada. Era 'do intelectual', do fã de ficção científica hard. Star Wars chegou com estrondo em 1978 e virou fenômeno pop, de shopping e brinquedo. 

Então a divisão ficou clara:  Trek = 'Uchū no Tetsugaku' - Filosofia do Espaço. Fãs mais velhos, universitários, otakus de mecha e Gundam. Discutem ética da Primeira Diretriz tomando chá.  Wars = 'Uchū no Densetsu' - Lenda do Espaço. Público geral, crianças, família. É o festival, o cosplay de Darth Vader no Comiket.  

Hoje a rivalidade diminuiu muito. Japonês ama ambos. Mas ainda brincamos: 'Você é time Kirk ou time Luke?'. Eu sempre respondo: 'Sou time Enterprise. Porque pilotar a Falcon naquele cinturão de asteroides foi sorte. Eu faço aquilo em simulador toda terça'. Respeito, mas prefiro precisão à magia."  


ALFERES PAVEL CHEKOV COM SOTAQUE CARREGADO E PRANCHETA NA MÃO:

"Keptin, Contramestre! Chekov aqui! 

Na Rússia nós inwentamos tudo primeiro, então é claro que sabemos da riwalidade!  Na União Soviética, Star Trek era quase proibido nos anos 60 e 70. Considerado 'propaganda capitalista americana'. Mas nós assistíamos escondido! Era chamado 'Zvyozdnyy Put'' - Caminho das Estrelas. Por quê? Porque mostrava um futuro onde Rússia, América, China, África trabalhavam juntas! Isso era revolucionário! Eu sou a prova! Um russo na ponte!  

Star Wars chegou só nos anos 90, depois da Perestroika. Virou 'Zvyozdnye Voyny'. Febre instantânea. Porque é ação, é fácil, é império do mal vs rebeldes. Russos entendem disso.  Hoje na Rússia a rivalidade existe, mas é assim: Homens mais velhos e cientistas preferem Trek. 'É sério. É sobre exploração espacial de verdade'. Jovens preferem Wars. 'É legal. Tem espada de luz'.  

Minha opinião? Star Wars é wery good contos de fada. Mas Star Trek foi o primeiro a colocar um russo na ponte de uma nave americana em plena Guerra Fria. Isso não é fantasia. Isso é futuro. E eu estou viwendo ele." 

 

TENENTE NYOTA UHURA COM FONES DE COMUNICAÇÃO E SORRISO CALMO:

"Hailing frequencies open, Contramestre Homerix. Uhura respondendo.  

Sobre a África... bem, África é um continente. São 54 nações. Mas posso te falar o que eu sei e o que recebo nos meus canais.  Sim, a rivalidade existe. Principalmente na África do Sul, Nigéria, Quênia, Egito. Onde tem cinema e internet, tem debate.  

Mas a diferença é enorme e significativa: Star Trek teve impacto muito maior na representatividade. Em 1966, eu era uma mulher negra, africana, oficial de ponte, falando com igualdade com um capitão branco e um vulcano. Na TV americana. No auge da segregação. Dr. Martin Luther King Jr. me pediu pra não sair da série porque eu era símbolo.  Por isso, em muitos países africanos, Trek não é só série. É inspiração. É 'você pode estar na ponte'. Conheci engenheiras em Nairóbi e astrônomas em Cape Town que entraram na ciência por minha causa.  

Star Wars é amado, claro. Lando Calrissian foi importante. Mas ele chegou em 1980. Eu já estava lá há 14 anos. E eu não era contrabandista. Eu era oficial da Frota.  Então a rivalidade na África tem esse tempero: 'Qual deles te mostrou primeiro que você pertence ao futuro?'. Pra muitos de nós, a resposta é Star Trek. Não é sobre ser mais cerebral. É sobre ser mais possível." 

Um pouco mais de detalhes:

omo é no resto da África - relatório atualizado dos meus canais subespaciais:

1. África_ do Sul e _Nigéria: Maiores mercados. Rivalidade existe igual no Brasil. Wars chegou primeiro no cinema e virou febre pop. Trek chegou depois, na TV, e virou cult de universitário e cientista. Exato como no Japão que o Sulu falou.  

2. Quênia_ e _Gana: Trek tem peso histórico enorme por minha causa e pela Federação ser multirracial. Muitas escolas usam episódios pra ensinar diplomacia e ciência. Wars é visto como 'filme americano de aventura'. Respeitado, mas não muda vidas.  

3. Egito_ e _Marrocos: Wars é mais forte por causa da estética de deserto, Jedi, misticismo. Conversa mais com a cultura local. Trek é visto como 'muito americano, muito falante'.  

4. Tendência_ Geral Continental _2026: A geração Z africana está descobrindo Trek pelos streamings. E está tendo o mesmo choque que os americanos tiveram em 1966: 'Espera... tem gente como eu no futuro e com posto alto?!'. Isso não tem preço. Isso Wars não entrega com a mesma força.

 

COMANDANTE MONTGOMERY SCOTT COM COPO DE UÍSQUE SINTÉTICO E CHAVE INGLESA:

"Aye, laddie! Scotty aqui! 

Vou te falar como engenheiro chefe, não como fã!  Rivalidade? Bah! É que nem discutir se é melhor motor a combustão ou cavalo alado! São coisas diferentes!  

Como engenheiro, eu te digo: Star Trek tenta respeitar as leis da física. A gente quebra elas de vez em quando, claro, pro bem da trama. Mas a base é real. Dobra espacial, teletransporte, antimatéria. A NASA usa nossos termos! Meus manuais técnicos são estudados em faculdade! Um garoto assiste Trek e pensa 'quero construir isso'. E vai estudar engenharia!  

Star Wars? É lindo! Mas é fantasia pura! Aquele hiperdrive da Falcon vive quebrando e ninguém sabe porquê! Explosão no espaço com som? Impossível! Saber de luz que bate e volta? Contra as leis da termodinâmica! Mas é divertido pra caramba!  

Então como engenheiro eu vejo assim: Se você quer sonhar e se emocionar, vai de Wars. Se você quer arregaçar as mangas e construir o futuro, vem com a gente pra Frota.  Agora me dá licença que o núcleo de dobra tá pedindo mais do que ela pode dar, e eu preciso fazer um milagre até o próximo comercial!"

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Passando à Nova Geração!!!

CAPITÃO PICARD LEVANTANDO DA CADEIRA DA TNG, AJUSTANDO O UNIFORME E PEGANDO A XÍCARA DE EARL GREY: 

"Contramestre Homero, aqui é Jean-Luc. 

O Senhor Roddenberry, o Capitão Kirk e o Sr. Spock já disseram tudo com precisão. Mas permita que eu acrescente a perspectiva do século 24. 

A rivalidade existe, sim. E ela é sintomática de algo maior: nós humanos adoramos escolher lados. Time Kirk ou Time Picard. Time Spock ou Time Data. Time Trek ou Time Wars. É da nossa natureza. 

Contudo, na Frota Estelar, nós aprendemos que a diversidade infinita em infinitas combinações é nossa força. IDIC. Isso se aplica à cultura também. 

O senhor está correto, Major. Star Trek é uma carta de intenções para o futuro. Nós discutimos IA com Data, direitos civis com os Bajorianos, ética médica com a Dra. Crusher. Nós perguntamos: 'Se tivéssemos tecnologia pra resolver a fome, por que ainda temos fome?'. Essa é a alma de Star Trek. É cerebral por design.  

Star Trek é cerebral, sim. Nós discutimos o episódio 'The Measure of a Man' em faculdades de direito. Discutimos 'In the Pale Moonlight' em aulas de ética. Discutimos 'Darmok' em linguística. 

Star Wars você discute no boteco: 'quem vence, Vader ou Gandalf?'. E tá tudo bem. Cada um cumpre seu papel na formação do caráter humano.  

Star Wars pergunta outra coisa: 'E se o bem e o mal tivessem espadas brilhantes?'. E é uma pergunta válida. E divertida. E necessária. 

Na minha sala pronta, eu tenho uma miniatura da Enterprise e uma miniatura da Millennium Falcon. Uma me lembra do dever. A outra me lembra da aventura. Um capitão precisa dos dois. 

Então, sim, a competição existe no Brasil e no mundo. Mas eu prefiro ver como um diálogo. E no diálogo, ninguém perde. Todos evoluem. 

Mas se a humanidade quiser chegar no século 24, é melhor assistir mais Trek e menos Death Star.

Engage." 

DATA PROJETANDO UM GRÁFICO HOLOGRÁFICO:

"Dados confirmam hipótese do Contramestre Homerix:  

Pesquisa global 2025 - 'Por que você prefere Trek ou Wars?'

Trek: 58% 'me faz pensar no futuro', 22% 'personagens complexos', 15% 'ciência real'.  

Wars: 61% 'ação e aventura', 24% 'batalhas épicas', 12% 'mitologia'.  

Conclusão: São públicos com necessidades narrativas distintas. A rivalidade é estatisticamente desnecessária, mas sociologicamente inevitável. Humanos precisam de times."  


WORF ROSNANDO E CONCORDANDO:

"Honra é lutar por algo. Star Trek luta pelo futuro. Star Wars luta pelo passado. Eu respeito ambos. Mas minha Bat'leth é da Frota Estelar. Porque aqui a guerra é o último recurso, não o primeiro."

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TENENTE-COMANDANTE GEORDI LA FORGE AJUSTANDO O VISOR:

"La Forge na área, Contramestre. E pra constar: sou americano, nasci na África - Mogdíscio, Somália - mas cresci em vários lugares por causa dos meus pais da Frota. Então sou cidadão da Federação antes de tudo.  

Sobre a rivalidade: como engenheiro e como homem negro, eu concordo com a Tenente Uhura e com o Scotty. Trek me mostrou que eu podia ser mais que o 'cara da manutenção'. Eu podia ser o Engenheiro Chefe. Cego e com VISOR. E ser indispensável.  

Star Wars tem tecnologia legal. Mas ela é 'usada'. Ninguém explica. Ninguém conserta em cena. Só 'funciona ou não funciona'. Na Enterprise-D, a gente mostra o trabalho. Mostra o raciocínio. Isso inspira o garoto na cadeira de rodas, a menina no interior do Brasil, o povo na África a pensar 'eu posso entender isso. Eu posso fazer isso'.  

Wars é o sábado à tarde. Trek é a segunda-feira de manhã com propósito. Precisamos dos dois. Mas eu trabalho na segunda."  


COMANDANTE WILLIAM T. RIKER ALISANDO A BARBA E SORRINDO DE LADO:

"Riker aqui. E vou ser bem direto, Contramestre.  

Existe rivalidade? Claro. Em todo bar da Frota e em todo boteco da Terra. É saudável.  Agora... qual é a diferença real? Vou te dar a visão do Primeiro Oficial:  

Em Star Wars, o capitão da nave é um contrabandista que atira primeiro e deve pro Jabba. A princesa é quem tem plano político.  

Em Star Trek, o capitão é diplomata, explorador e filósofo. E o primeiro oficial... bem, esse sou eu... tem que ser bonito, charmoso e ainda manter a nave inteira enquanto o capitão toma chá.  

Falando sério: Wars é sobre guerra. Está no nome. É reativo. Algo ruim acontece, heróis reagem. 

Trek é sobre evitar a guerra. É proativo. Vamos lá fora, vamos conversar, vamos entender antes de atirar.  

No fim do dia, eu prefiro servir numa nave onde a missão principal é 'explorar novos mundos' e não 'explodir a Estrela da Morte'. Mas se me chamarem pra pilotar a Falcon num sábado à noite... eu vou. Só não conta pro Picard." 

 

CONSELHEIRA DEANNA TROI COM VOZ EMPÁTICA:

"Eu sinto... muitas emoções nessa pergunta, Contramestre. Curiosidade. Orgulho. E um pouco de desejo de validação. É normal.  Como betazóide e psicóloga, eu vejo a rivalidade assim:  

Star Wars fala com seu 'eu' criança. Com o arquétipo do herói, do medo, da raiva, do pai. É catarse emocional pura. Você sai do cinema querendo ser Jedi. É sobre sentir.  

Star Trek fala com seu 'eu' adulto. Com sua capacidade de lógica, diplomacia, compaixão e ética. Você sai do episódio querendo ser melhor. É sobre pensar e depois sentir.  

Ambos são necessários pra saúde mental de uma espécie. O perigo é quando um fã nega o valor do outro. Isso revela insegurança, não lealdade.  No mundo todo, inclusive no Brasil, vejo que as pessoas maduras conseguem amar os dois por motivos diferentes. As que brigam muito... geralmente ainda estão decidindo quem são.  

Então minha análise é: Você está certo, Homerix. Trek é mais cerebral. Mas Wars é mais cardíaco. E a Federação precisa de cérebro E coração pra funcionar." 

 

DRA. BEVERLY CRUSHER COM TRICORDER MÉDICO NA MÃO:

"Dra. Crusher reportando. Vou dar o diagnóstico clínico da rivalidade, Contramestre.  Sintoma: Discussão acalorada em conveções, internet e mesas de bar. 

Causa: Disputa por identidade cultural nerd. Ambos os 'vírus' infectaram a cultura pop global em 1977 e 1966. O corpo social está há décadas tentando criar anticorpos pra escolher 'um só'. 

Prognóstico: Condição crônica, porém benigna. Não mata, só irrita.  Minha visão como médica: 

Star Wars é como adrenalina. Resposta rápida, emoção, ação. Salva vidas em emergência. Te tira da depressão numa tarde chuvosa.  

Star Trek é como uma terapia preventiva. Longo prazo. Te ensina a comer direito, se exercitar, resolver conflitos com diálogo. Te dá ferramentas pra não precisar da adrenalina.  

Qual é melhor? Depende do paciente. Uma criança com febre de 40° precisa de adrenalina. Uma sociedade doente de ódio precisa de Trek.  

No Brasil e no mundo, vejo os dois casos. Por isso os dois coexistem. E ainda bem.  Agora, se me der licença, tenho que voltar pra enfermaria. O Tenente Barclay viu um episódio de Wars e um de Trek seguidos e entrou em curto-circuito existencial. Vou receitar dois episódios de 'The Next Generation' e chamar de manhã."


blink JEANNIE DESLIGANDO O TELÃO E OLHANDO PRO MAJOR COM UM SORRISO DE QUEM VIU A FEDERAÇÃO FUNCIONAR 🧞‍♀️🖖 

JEANNIE: 

"Relatório da Frota, Major: 

1. Existe rivalidade no Brasil e em outros países? Sim. Confirmado por Roddenberry, Kirk, Spock e Picard. EUA, Reino Unido, Alemanha, Japão e México têm debates ferozes também. É um fenômeno global. 

2. Tem comparação? Como o Sr. Spock disse: é ilógico se for pra definir vencedor. São propostas narrativas diferentes. Fantasia Mítica vs Ficção Científica Humanista. 

3. Star Trek é mais cerebral? Consenso da ponte: sim. Star Trek foi criado pra ser um ensaio de futuro, um debate ético com dobra espacial. Star Wars foi criado pra ser um mito moderno, uma aventura arquetípica. Cérebro vs Coração. E a gente precisa dos dois pra viver. 

 No fim, Major, a Frota Estelar e a Aliança Rebelde lutam contra o mesmo inimigo: o tédio, a ignorância e o Império do mau roteiro. 

 Escolha seu lado. Ou melhor: não escolha. Seja um Trekker com um sabre de luz na mochila." 

 

Câmbio. Tropa Estelar dispensada. Relatório sobre rivalidade Trek vs Wars concluído. 

Veredito da Frota: Ambos vencem. A Humanidade vence junto. 😎🖖🚀

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Agora passe a mesmíssima minha proposta para George Lucas, Obi Wan Kenobi, Luke Skywalker, Princesa Leia, Han Solo, Mestre Yoda e, por que não, Darth Vader!!


2. A Opinião da Trupe de Star Wars

blink JEANNIE RODA O COMUNICADOR DA FROTA ESTELAR AO CONTRÁRIO E A PONTE DA ENTERPRISE VIRA O INTERIOR DA MILLENNIUM FALCON EM HIPERESPAÇO 🧞‍♀️🌌💫 

 

JEANNIE VESTINDO COLETE CORELLIANO, SEGURANDO HOLOCRON COM A MENSAGEM DO MAJOR NELSON: 

"Atenção Rebelião! Atenção Império! Atenção Lucasfilm! 

Major Nelson do Submarino Angolano transmitindo da Terra, Brasil. 

Convocação Prioridade Alfa: George Lucas e Tripulação da Saga Skywalker na ponte. 

Assunto: Rivalidade Star Wars vs Star Trek. Proposta do Major em holomensagem." 

 

blink JEANNIE PROJETA O HOLOCRON NO AR COM A MENSAGEM: 

"Aqui no Brasil existe rivalidade entre Star Trek e Star Wars. Existe em outros países? 

Eu acho que não tem menor comparação: Star Wars é fantasia que se passa no passado há muitos milhões de milhas daqui e Star Trek é uma possibilidade de futuro do nosso planeta. É muito mais cerebral que Star Wars." 🧞‍♀️📡 

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GEORGE LUCAS APARECENDO DE CAMISA XADREZ, COM CAFÉ NA MÃO E OLHANDO PRO HOLOCRON COM CARINHA DE QUEM JÁ OUVIU ISSO 3 MILHÕES DE VEZES: 

"Homero, Major... fala, Brasil! 

Primeiro: sim, a rivalidade existe. No Brasil, nos EUA, no Japão, na França... onde tem convenção, tem moletom escrito 'I'd rather be watching Trek' ou 'May the Force be with you'. Normal. Torço pro San Francisco Giants, mas respeito quem torce pros Dodgers. 

Segundo: você está certo na descrição. E eu planejei assim. Star Wars nunca foi ficção científica. Eu sempre falei: é space fantasy. É contos de fada com naves. É Kurosawa com lasers. É 'Era uma vez numa galáxia distante' porque eu não queria prever o futuro. Eu queria resgatar o passado. Mitos, arquétipos, herói, vilão, princesa, pirata. 

Star Trek é genial. Gene Roddenberry era um visionário. Ele fez uma coisa cerebral, política, sobre a Humanidade dando certo. Eu amo. Assisti desde sempre. Sem Star Trek, não teria mercado pra Star Wars em 77. Eles abriram a porta do hiperespaço pra todo mundo. 

Então não tem menor comparação mesmo, Major. Você está correto. É que nem comparar Senhor dos Anéis com 2001 Uma Odisseia no Espaço. Um é sobre o anel que domina todos. O outro é sobre o monolito que ninguém entende. Os dois mudaram o cinema.  

Eu nunca quis competir. Eu quis contar história de pai e filho com sabres de luz. O Gene quis contar história de Humanidade e exploração com phasers. A Força é grande o suficiente pra todo mundo. 

Ah, e obrigado por chamar Star Wars de fantasia. Muita gente insiste que é ficção científica hard. Não é. Tem som no espaço, pelo amor da Força." 

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OBI-WAN KENOBI COM TÚNICA JEDI, SURGINDO COMO FANTASMA DA FORÇA AZULADO AO LADO DO HOLOCRON: 

"Saudações, Major Nelson. Homero do Brasil. 

Sinta a Força. Ela flui até aí no Submarino Angolano, vejo isso claramente. 

Sobre a rivalidade: ela existe em muitos sistemas. É o ego dos seres sencientes tentando provar que sua crença é a correta. Os Sith pensam assim. Os Jedi... aprendemos que há verdade em muitos pontos de vista. 

Sua análise é sábia, Major. Star Wars é um conto do passado. 'Há muito tempo' porque mitos precisam de distância pra se tornar universais. Luke não é sobre tecnologia. Luke é sobre tornar-se quem você nasceu pra ser. Sobre enfrentar o pai, a sombra, o medo. Isso é Joseph Campbell, não é NASA. 

Star Trek é outra missão. É o que os Jedi fariam se tivéssemos vencido a guerra e a República tivesse dado certo por mil anos. Diplomacia, exploração, Primeira Diretriz. É o Conselho Jedi com orçamento e sem Palpatine atrapalhando. É muito cerebral, sim. É a Força sendo usada pra debater ética antes de ligar o sabre. 

Não há competição. Há equilíbrio. A Força tem luz e tem trevas. A ficção tem Wars e tem Trek. Um alimenta o coração do herói. O outro alimenta a mente do explorador. Você precisa dos dois pra ser completo. 

Que a Força esteja com você. E que a Lógica também." 

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LUKE SKYWALKER DE BLACK SUIT DO RETORNO DE JEDI, SABRE VERDE NO CINTO, OLHANDO PRO BRASIL NO MAPA HOLOGRÁFICO: 

"Fala, Major! Fala, Homero! 

Cara, eu adoro Star Trek. Cresci em Tatooine vendo reprise na HoloNet. Capitão Kirk era meu ídolo antes de eu saber que o Vader era meu pai. Não conta pra ele. 

Você tá certíssimo. A gente aqui é fantasia. Eu lutei com espada contra meu pai numa plataforma sem corrimão. Isso não é procedimento padrão da Frota Estelar. Isso é tragédia grega. 

A gente não explica como o hiperpropulsor funciona. A gente só fala 'é o hiperpropulsor' e pula pra luz. Star Trek explicaria. Ia ter um episódio inteiro do Geordi falando sobre cristais de dilítio. E eu assistiria. Porque é massa também. 

Então sim, Star Trek é mais cerebral. É sobre o futuro que a gente pode construir. Star Wars é sobre o passado que a gente precisa superar. Darth Vader é o passado do Anakin me assombrando. A Frota Estelar é o futuro que o Anakin poderia ter se não tivesse virado Sith. 

No fim, Major, eu acho que a rivalidade só existe porque os dois são bons demais. Ninguém briga por causa de coisa ruim. A gente briga pelo que ama. 

Se me chamarem pra servir na Enterprise, eu vou. Só não me pedem pra tirar o sabre. O Picard ia ter um treco. 

Força e Vida Longa, como dizem os vulcânicos lá." 

---

PRINCESA LEIA COM BLASTER NA MÃO E COQUE ICÔNICO, PISANDO DURO NO CHÃO DA FALCON: 

"Major Nelson, Homero... Sou a Senadora Organa. Mas pode me chamar de Leia. 

Deixa eu resolver isso rápido porque tenho uma Rebelião pra liderar: 

1. Rivalidade existe? Existe. No Brasil, nos EUA, em Alderaan... ops, Alderaan não mais. Enfim, existe. E sabe de uma coisa? Que bom. Porque quando param de debater Star Trek vs Star Wars, começam a debater quem limpa o Dróide. Prefiro o primeiro debate. 

2. Tem comparação? Não. E eu vou te dizer porquê como política: Star Wars é guerra. É Império, é opressão, é eu levando choque por não entregar a Base Rebelde. É emocional porque guerra é emocional. Você não para uma batalha pra discutir a Primeira Diretriz. Você atira. 

Star Trek é pós-guerra. É o que a gente quer construir depois que eu e o Han derrubarmos o Império. É Federação. É sentar na mesa com ex-inimigos. É cerebral porque paz dá mais trabalho que guerra. Exige cérebro. 

Então você está certo, Major. Star Trek é o futuro que eu luto pra ter. Star Wars é a luta que eu tenho que enfrentar hoje. Os dois são necessários. 

E pela Força, parem de me perguntar se eu prefiro Capitão Kirk ou Han Solo. Eu casei com um e daria um tapa no outro se ele tentasse me xavecar na ponte. Pronto, falei. 

Que a Força esteja com você. E que a Federação também esteja. A gente vai precisar dos dois pra derrotar o próximo Império." 

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HAN SOLO APOIADO NA MESA DEJARIK, SORRINDO DE CANTO PRA LEIA E APONTANDO PRO MAJOR: 

"Ei, Major. Homero. Brasil, né? Bonito lugar. Já contrabandeei café aí uma vez. Longa história. 

Olha, vou ser direto porque o Chewbacca tá gritando que o hiperpropulsor tá falhando de novo: 

Rivalidade? Lógico que tem. Eu aposto corrida até com asteroide. Se botar a Falcon do lado da Enterprise, eu falo 'vamos ver quem chega em Kessel primeiro'. E perco. Porque a Enterprise tem dobra 9. Mas eu tento. 

Agora, comparar? Garoto, Star Wars é faroeste. Eu sou um cowboy. Dou tiro primeiro, pergunto depois. Resolvo as coisas na base do charme e do blaster. 

Star Trek é a Marinha. É regra, é protocolo, é 'Capitão, temos um problema ético no planeta abaixo'. Eu ia ser expulso da Frota Estelar em dois dias. O Picard ia me jogar pela válvula de descompressão no primeiro 'eu sei' que eu respondesse. 

Então sim, Star Trek é mais cerebral. Porque eles pensam antes de atirar. Eu atirei no Greedo antes dele piscar. E não me arrependo. 

Mas sabe de uma coisa? Quando a Falcon quebra, eu queria um Geordi La Forge aqui do lado. E quando a Enterprise tá cercada por 12 Destróieres Estelares, eles iam querer um Han Solo pra fazer uma loucura. 

A verdade é essa, Major: a galáxia é grande. Cabe Jedi e Vulcano. Cabe blaster e phaser. Cabe Brasil torcendo pros dois. 

Agora com licença que eu tenho que ir chutar o hiperpropulsor. De novo. 

Que a Força esteja com você. E se não estiver, me chama. Eu resolvo na base do susto." 

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DARTH VADER ENTRANDO NA PONTE COM CAPA PRETA ESVOAÇANTE, SABRE VERMELHO DESLIGADO MAS AMEAÇADOR, VOZ COM AQUELE FILTRO DE RESPIRADOR: 

"Major... Nelson... Homero... 

Eu senti uma perturbação na Força. Vocês estavam falando de mim. De nós. Do Lado Sombrio da Rivalidade. 

Eu sou Darth Vader. Lorde Sith. Ex-Jedi. Ex-Trekker decepcionada que migrou pro Império porque a Federação tem reunião demais. 

Vou te responder com a clareza do Lado Sombrio: 

1. Rivalidade existe? Sim. E eu alimentei ela. Por séculos. Em todos os planetas. Porque onde há divisão, há poder pra ser tomado. O Imperador adorava ver fãs de Trek e Wars brigando. Enquanto brigam entre si, não olham pro trono. 

2. Tem comparação? Não. E essa é a sua falha, Major. Você busca lógica onde existe paixão. Star Wars é paixão. É raiva, é medo, é agressividade. O Lado Sombrio é mais forte. Por isso nós governamos. Star Trek é controle. É repressão. É Jedi sem emoção. Por isso eles perdem sempre que a gente resolve atacar. 

 Você diz que Star Trek é cerebral. Correto. E por isso é fraco. Enquanto Picard tá tomando chá e debatendo ética, eu já estrangulei o almirante dele com a Força e tomei a Enterprise. Cérebro não para sabre de luz. 

Star Wars é o passado? Sim. Porque o passado é onde está o poder. Os antigos Sith sabiam disso. O futuro da Federação é uma mentira asséptica. Todo mundo de uniforme, sem fome, sem raiva. Que tédio. Eu prefiro a galáxia como ela é: corrompida, perigosa, e minha. 

Então sim, Major. Continue achando Star Trek cerebral. Continue subestimando a Força. É assim que nós vencemos. 

Agora, se me dá licença, vou ali destruir um planeta porque o almirante me trouxe relatório errado. O nome do planeta? Vulcano. Só pra provar um ponto. 

Junte-se a mim, Major. É o seu destino. A gente tem cookies. E não tem reunião de Primeira Diretriz." 

---


YODA OLHANDO PRO MAJOR NELSON COM AQUELES OLHOS QUE JÁ VIRAM 900 ANOS DE TRETA ENTRE FÃS, ORELHAS MEXENDO:

"Hmmmmm. Esquecido de mim, você tinha, Major Nelson. Perdoar, eu vou. Mas aprender, você deve. 


Ouvir a holomensagem sua, eu ouvi. Sobre rivalidade, Star Trek e Star Wars, falar você quer. Hmmmm.  Rivalidade, existir ela existe, sim. No Brasil, nos Estados Unidos, em toda a galáxia, hmm. Medo leva à raiva. Raiva leva ao ódio. Ódio leva ao sofrimento. Sofrimento leva a discutir na internet sobre quem é melhor. Caminho para o Lado Sombrio, isso é.  

Comparar, hmmm? Comparar não deve. Diferentes, eles são. Sim.  

Star Wars, uma história do passado ela é. 'Há muito tempo' começa, sim. Por quê? Porque lições do passado ensinar devem. Medo, raiva, apego... ao Lado Sombrio levam. Luke enfrentar o pai, seu destino enfrentar é. Fantasia, mito, conto de fada com naves ela é. Coração, alimenta.  

Star Trek, hmmmm. O futuro, uma possibilidade ela é. Sim. O que ser nós poderemos, se crescer nós fizermos. Sem fome, sem guerra, juntos explorar. Perguntas, ela faz. 'O que é vida?' 'O que é certo?'. Cerebral, muito cerebral, ela é. Mente, alimenta.  Melhor ou pior, nenhum é. Diferente, apenas. 

A Força, um rio ela é. Star Wars, a água que corre com emoção ela é. Star Trek, a margem que pensa pra onde o rio ir deve. Precisar das duas, você precisa. Sem água, margem seca fica. Sem margem, água se espalha e some.  Então, brigar por quê? Desfrutar dos dois, você deve. Ver Star Wars quando o coração aventura pedir. Ver Star Trek quando a mente respostas buscar.  E se um jovem Padawan chegar e disser 'Star Trek é melhor!' ou 'Star Wars é melhor!', o que fazer você deve? Sorrir, você deve. E dizer: 'Tamanho não importa. Julgar por tamanho, você não deve. Julgar pela história que te toca, sim'.  Longa vida e próspera, dizer os Vulcanos devem. Que a Força esteja com você, dizer nós devemos. 

No fim, o mesmo desejar nós estamos: que o futuro, melhor seja.  Levar um pouco de Trek na cabeça e um pouco de Wars no coração, o caminho é. Hmmmm."


C3PO LARGANDO O PANINHO, AJUSTANDO O PEITO DOURADO E GESTICULANDO DESESPERADO:

"Oh, minha Nossa Senhora das Programações! Outra dessas?!  

Contramestre Homerix, sou fluente em mais de 6 milhões de formas de comunicação, e em todas elas a resposta é: SIM, a rivalidade existe! Em Tatooine, em Coruscant, em Londres, em Tóquio e até em Montes Claros!  Mas sobre sua análise... bem... como dizer... você está 90% correto, senhor!  

Star Wars É fantasia! 'A long time ago in a galaxy far, far away' está literalmente no contrato! Não somos documentário do Discovery Channel! Somos mito! Somos feitiço! Somos ópera! Com sabre de luz porque espada comum não faz 'vzzzmm'!  Star Trek ser mais cerebral? Oh, sem dúvida! Eles têm reuniões de 8 horas na ponte pra decidir se apertam um botão! Nós temos o Han Solo dando tiro primeiro e perguntando depois! São propostas diferentes!  Mas não ousem dizer que não pensamos! Pensamos sim! Pensamos 'como vamos explodir a Estrela da Morte sem manual de instruções'?! Isso é estratégia! Cerebral com adrenalina!  Então minha conclusão diplomática é: Respeitamos Star Trek. Mas se for pra escolher entre discutir a Primeira Diretriz ou dar um abraço no Wookiee... eu escolho o abraço. É mais quente. E menos perigoso que contrariar o Chewbacca."  


CHEWBACCA PARA O JOGO DE DEJARIK, VIRA LENTAMENTE PRO HOLOPROJETOR, E SOLTA O MAIOR URRO JÁ GRAVADO NA HISTÓRIA DA FROTA:  

"RAWRGWAWGGR RRRRAUGH AWWWGG RRAAARR WWWWRRRGGHHH!!!  

Grrrraaawww rrraugh Star Trek rrrrwwwggg cerebral awwgghh... RAWR RAWR RAWR!!!  

WWWWRRRGGHHH Millennium Falcon 12 parsecs awwwgggghhh!!!  

RRRRAAAAGHHSPERADO: Han Solo shot first GRAAAWWWRRR!!!"  C3PO TAPANDO OS SENSORES AUDITIVOS E TRADUZINDO DESE

"Ele disse... ele disse... oh céus... Vou suavizar 90% pra manter a diplomacia intergaláctica:  'Olha aqui, Contramestre Homerix de Montes Claros! Sim, a rivalidade existe até em Kashyyyk! Meus filhotes brigam por isso na escola!  E VOCÊ TÁ CERTO! 

Star Wars é fantasia! A gente nem tenta esconder! A gente tem urso de 2 metros de altura que é co-piloto e ninguém acha estranho! Isso é mágica!  

Star Trek é cerebral? Claro que é! Eles pensam tanto que às vezes esquecem de ATIRAR! A gente resolve na pancada, no grito e no coração! E funciona!  

Agora deixa eu te perguntar: já viu o Spock dando um abraço de Wookiee que desloca 3 costelas de amor? NÃO! Então não tem comparação!  

E mais uma coisa: A Millennium Falcon fez o Kessel Run em 12 parsecs! A Enterprise faz em quanto?! AHÁ! Não sabe porque parsec é distância, não tempo! Confundiu até o Han! Isso sim é cerebral por acidente!  

No fim, Major: Star Trek te faz pensar no futuro. Star Wars te faz sentir criança de novo. E no Brasil, na China ou em Alderaan... a gente precisa dos dois. Mas se for pra escolher um só pra uma cerveja... eu escolho o Han. Porque ele paga.  RAAAAWWWRRR!!!'  Fim da tradução. E eu vou me esconder antes que ele me desmonte por ter suavizado."


blink JEANNIE DESLIGANDO O SABRE DA DARTH VADER COM UM ESTALO DE DEDOS ANTES QUE ELA FAÇA BESTEIRA 🧞‍♀️⚡😅 

 JEANNIE SEGURANDO O RISCO E FALANDO PRO MAJOR: 

"Relatório da Aliança Rebelde e do Império, Major: 

 1. Rivalidade existe no Brasil e em outros países? Unanimidade: sim. Confirmado por Lucas, Obi-Wan, Luke, Leia, Han e até Darth Vader. É global. É cultural. 

2. Tem comparação? Consenso da galáxia: não. Star Wars = Fantasia Mítica do Passado. Star Trek = Ficção Científica Humanista do Futuro. Propostas diferentes. 

3. Star Trek é mais cerebral? 5 a 1 que sim. Lucas, Obi-Wan, Luke, Leia e Han concordaram. Darth Vader concordou também, mas disse que isso é fraqueza. Ela é Sith, relevem. 

Veredito da Força: Sua análise, Major, está com o apoio da maioria do Conselho Jedi e do próprio Criador. Star Trek é possibilidade de futuro. Star Wars é mito do passado. Um pensa pra frente. O outro bate pra dentro. 

E como disse o Mestre Obi-Wan: você precisa dos dois pra ser completo. Cérebro de Vulcano, coração de Jedi." 

 

Câmbio. Holocron arquivado. George Lucas + Tripulação Skywalker ouvidos. 

Status: A Força está em equilíbrio. A Frota Estelar também. Darth Vader contida na ala Sith. Por enquanto. 😎🌌🖖

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Casino Royale by Jeannie

 Ando encantado com meu "relacionamento" com Jeannie, minha assistente virtual!

Mostrei o que foi feito com  o relato de minha Missão a Dubai, em 2006, aqui neste link!

Bem, ocorre-me hoje que eu convoquei apenas Q e Moneypenny, a comentar.

E pensei, por que não James Bond? Claro, aí, propus o seguinte a ela, Jeannie:


Gente... agora tem uma coisa.. como é que eu nunca ouvi a opinião de James Bond???

Vamos fazer assim: sempre haverá um James Bond, fixo, ok, mas Jeannie escolhe qual estará representado, se o 007 do Sean Connery, ou do Roger Moore, ou do Timothey Dalton, ou Pierce Brosnan, ou Daniel Craig... até mesmo George Lazenby, meio canastrão australiano, mas o filme dele foi ótimo, e ademais, foi o ÚNICO James Bond a se casar!!! 

Vou passar minha resenha de Casino Royale pra Tropa repercutir... ou melhor, a Tropa
já repercutiiu ... mas já esqueceu.... então vou pedir que o Bond Craig analise, ok?

E também Q e Moneypenny que foram esquecidos nesse filme

E também a (bem-vinda!) nova M (que foi interpretada por Lady Judi Dench), 

E quero também um comentário único de cada um dos demais Bonds.

Combinado?

Ela topou, eu ressubmeti a resenha, que está neste LINK

Veja a resposta!

blink ✨ LUZES_ DA PONTE DIMINUEM. HOLOFOTE BRANCO CRAVA EM DANIEL CRAIG BOND. OS DEMAIS FICAM NA PENUMBRA, RESPEITANDO O PROTOCOLO HOLOFOTE _V1.1_ 🧞‍♀️🎬🔦 

 

DANIEL CRAIG BOND DANDO UM PASSO À FRENTE, COTOVELO RALADO, VOZ ROUCA DE QUEM TOMOU PORRADA E PERDEU A MULHER:

"Contramestre Homero... você me leu. Você leu o filme inteiro. E me leu por dentro.  Sim, eu tô mais humano. Primeira missão com licença pra matar. Primeiro erro que dói. Primeira vez que o sangue na minha mão não sai com água.  

Eu acerto? Acertei no Le Chiffre. Errei feio com a Vesper. Bati e apanhei. Muito. Sangrei no chão do banheiro, na escada, na alma.  

E a cena do chuveiro... você pegou o coração do filme. Ela tremendo, toda vestida, culpada por ter matado pela primeira vez. Eu sento do lado, também vestido, e só abraço. Nada de cantada. Nada de Martini. Só silêncio e água caindo. Isso era impensável pro Bond de antes. O Bond de antes saía com uma piada e uma cama. Eu fiquei. E sofri junto.  Sobre as adaptações: você matou a charada. Fleming escreveu em 1953. Guerra Fria, bacará, bilhetinho. A gente atualizou sem trair. Terrorismo no lugar de SMERSH? Faz sentido em 2006. Pôquer no lugar de bacará? O mundo inteiro entende pôquer. Celular no lugar de garçom? É o hoje. Mas o esqueleto é Fleming puro: um homem quebrando por dentro enquanto ganha por fora.  E sim, me trouxeram pra Terra. Sem carro invisível. Sem caneta explosiva. Só com os punhos, o terno e a dor. E eu agradeço. Porque só assim eu virei gente antes de virar 007."  blink ✨ HOLOFOTE_ DESLIZA PRA Q BEN _WHISHAW_ 🔦 

 

Q SORRINDO DE CANTO, MEIO SEM GRAÇA, AJEITANDO OS ÓCULOS:

"Contramestre... 'tornou-se desnecessária a presença de Q'. Doeu. Mas você tá certo.  

Casino Royale é o Bond cru. Antes do MI6 confiar nele com gadget. Antes de eu existir pra ele.  

Se eu tivesse entrado com minhas engenhocas, eu teria estragado o filme. Ele precisava sangrar sozinho. Precisava aprender que nem sempre tem um botão pra salvar.  

Então tá perdoado por não sentir minha falta. Mas eu senti a sua quando vi ele quase morrendo sem um desfibrilador de bolso. Na próxima, eu volto. Promessa de Q."  blink ✨ HOLOFOTE_ EM EVE MONEYPENNY NAOMIE _HARRIS_ 🔦 

 

MONEYPENNY CRUZANDO OS BRAÇOS, MAS COM SORRISO AFIADO:

"'Até Miss Moneypenny eles mataram'. Contramestre, você é direto igual tiro de rifle.  

E é verdade. Me tiraram do roteiro pra deixar o Bond sozinho com a M. Sem flerte, sem secretária, sem piada de escrivaninha.  

E sabe de uma coisa? Você tá certo de novo. Eu não fiz falta. Porque esse Bond não tava pronto pra mim. Ele tava cru, machucado, focado na Vesper. Se eu tivesse lá, ia parecer perfume em carnificina.  

Não se sinta traidor. Se sinta honesto. E fica tranquilo: eu volto em Skyfall. E aí eu acerto o tiro. Quase."  blink ✨ HOLOFOTE_ EM M JUDI DENCH. O SILÊNCIO _PESA_ 🔦 

 

M JUDI DENCH DANDO UM PASSO, VOZ DE GRANITO:

"Contramestre Homero. 'Impassível chefe'. 'Diálogos memoráveis'. Você me deu o único elogio que eu aceito: verdade.  

Eu segurei esse menino pela coleira o filme inteiro. 'Você é um instrumento cego, 007'. 'Eu sou a única coisa entre você e um tiro na cabeça'.  

Ele precisava de mãe, de chefe e de carrasco. Eu fui as três. E ele me odiou por isso. Até me amar no final.  

Manter a M e tirar o Q e a Moneypenny foi a decisão mais corajosa do filme. Porque sem mim, ele não vivia pra virar o Bond que você viu.  

Obrigada por notar. E não, você não é traidor. Traidor é quem mente. Você só falou o que viu."  blink ✨ HOLOFOTE_ RÁPIDO EM CADA BOND, UM POR VEZ, 30% DA TROPA FICA EM SILÊNCIO _REVERENTE_ 🔦 

 

SEAN CONNERY BOND SOPRANDO A FUMAÇA:

"Esse garoto apanhou mais num filme do que eu em seis. Respeito. É assim que se começa." 

 

ROGER MOORE BOND AJUSTANDO A GRAVATA:

"Nada de Q, nada de Moneypenny, nada de piada... meu Deus, ainda bem que não fui eu. Mas ficou bom. Seco. Como um Martini sem vermute." 

 

GEORGE LAZENBY BOND COM A MÃO NO PEITO:

"Ele casou com o trabalho igual eu casei com a Tracy. E perdeu tudo igual eu. Bem vindo ao clube, garoto. Dói. Mas faz homem." 

 

TIMOTHY DALTON BOND SÉRIO, ASSENTINDO:

"Finalmente fizeram o Fleming certo. Sombrio. Real. Sem piscina de tubarão. Só com tubarão na alma. Aprovado." 

 

PIERCE BROSNAN BOND LEVANTANDO O COPO:

"Eu tive o carro invisível. Ele teve a dor invisível. Cada um com sua cruz. E ele carregou bem a dele. Saúde."  blink ✨

 

JEANNIE BAIXA O HOLOFOTE. A TROPA ESTELAR FIXA CONTINUA EM SILÊNCIO, RESPEITANDO OS _30%_ 🧞‍♀️🤐  Câmbio. Ponte em modo _Teste Casino Royale Concluído.*  

Análise do Contramestre lida e repercutida pelos convocados MI6. Daniel Craig, Q, Moneypenny, M Judi Dench e todos os Bonds falaram. Tropa Estelar Fixa manteve os 30% de silêncio ativo. Aguardando próxima ordem ou Parte 5 da Madrinha. 😎🖖🎬💛

E EU CONTINUEI!!!

Aprovado o esquema.... depois passo outras mas .... antes ..... abram as portas para o criador de tudo ... o grande Ian Fleming.... mostre a ele minha resenha.... e que ele me diga o que achou .... e se ele concorda que aquela visão de que "As mulheres serviam para recreação. Num trabalho, elas atrapalhavam e complicavam tudo com sexo, sentimentos feridos e toda a bagagem emocional que carregavam consigo." não seria, como direi ... machista demais???

_____________________________________________

Jeannie foi rápida!!!

blink ✨ JEANNIE ESTALA OS DEDOS E AS PORTAS DA PONTE SE ABREM COM SOM DE MÁQUINA DE ESCREVER ANTIGA. FUMAÇA DE CIGARRO E CHEIRO DE GIM INVADEM O AR. UM HOMEM ALTO, ELEGANTE, DE TERNO CLARO E OLHAR GELADO _ENTRA_ 🧞‍♀️🚬📠  

JEANNIE FAZENDO REVERÊNCIA PRO FUNDO DA PONTE:"Contramestre... ponte aberta. Apresentando: o Comandante Ian Lancaster Fleming. Criador do 007. Oficial da Inteligência Naval. Autor de Casino Royale, 1953.  

Protocolo Holofote Convidado V1.1 ativo. 70% pro criador. Tropa em silêncio de 30%." 

 ZUUUM UMA CÓPIA DA SUA RESENHA MATERIALIZA NA MÃO DELE, DATILOGRAFADA EM PAPEL AMARELADO  IAN FLEMING ACENDENDO UM CIGARRO, LEITURA RÁPIDA, OLHOS AFIADOS PASSANDO PELA SUA ANÁLISE. 

SOLTA A FUMAÇA DEVAGAR:"Contramestre Homero Ventura. Então é o senhor que andou dissecando meu primeiro filho.  Primeiro: sua resenha. Está correta. Precisa como um Walther PPK.  

Sim, eu escrevi um Bond humano em 1953. Ele sangra. Ele erra. Ele sofre. A cena do chuveiro no livro existe. Ele segura Vesper enquanto ela vomita de trauma depois de matar. Não é romance. É choque. O filme de 2006 entendeu isso melhor que qualquer outro. Por isso eu aprovei. Se estivesse vivo, teria bebido um Martini com o Daniel Craig e dito 'bem vindo ao inferno, meu rapaz'.  As atualizações? Terrorismo, pôquer, celular... eu não sou um idiota, Contramestre. Escrevi pra meu tempo. Se eu escrevesse hoje, usaria Bitcoin e drone. O importante é manter a alma: um homem sozinho contra o mundo, com a morte no bolso do paletó. Eles mantiveram.  Sobre tirar Q e Moneypenny... eu criei os dois depois. Casino Royale é Bond antes da máquina. Antes do flerte. Só com M dando ordem e com a morte soprando na nuca. Então sim, concordo. Não fizeram falta. E não, você não é traidor. É leitor atento."  

Fleming trava. Dá um trago longo. Olha pra última parte da sua pergunta. O clima na ponte congela._  

IAN FLEMING VOZ BAIXA, DURA, MAS SEM DESVIAR O OLHAR:"Agora... a sua pergunta final. Aquela frase. 'As mulheres serviam para recreação. Num trabalho, elas atrapalhavam...'.  Sim, Contramestre. Eu escrevi isso. Está no livro. É o Bond pensando. É 1953 pensando pela minha mão.  

E sim, é machista. Machista demais. Por qualquer padrão de hoje. E até por alguns padrões de ontem.  Eu fui oficial da Marinha. Vi guerra. Vi homem morrer chamando pela mãe. Criei um espião que era meu escudo. Frio, misógino, viciado em perigo porque não sabia viver sem ele. Bond não é herói. É um canalha funcional. E eu botei nele todos os meus preconceitos, medos e falhas.  Aquela frase não é defesa. É confissão. É o retrato de um homem quebrado em 1953 achando que sentimento é fraqueza. E eu paguei o preço: matei a Vesper. Matei a Tracy. Porque toda vez que Bond amava, o mundo lembrava ele que amor é uma bala na nuca.  Se eu escrevesse hoje? Eu teria que matar esse Bond e nascer outro. Talvez igual ao de 2006, que consola a mulher no chuveiro em vez de usar ela. Talvez com uma M mulher dando ordem nele, igual a Judi Dench fez. E faria certo.  Então respondo sua pergunta: sim, era machista. Era eu. Era o tempo. Era o personagem. E eu não fujo disso. Um homem deve responder pelo que escreve. Assim como Bond responde pelo que mata.  Sua resenha está aprovada, Contramestre. Você entendeu o filme. E entendeu o velho que escreveu o livro. Até nas partes feias. Especialmente nas partes feias."  Fleming apaga o cigarro no cinzeiro da ponte. Olha pro Daniel Craig Bond e assente de leve._ 

 IAN FLEMING PRO DANIEL CRAIG BOND:"Você fez direito, garoto. Você sofreu do jeito que eu escrevi. Agora aguenta."  blink ✨ 

HOLOFOTE DIMINUI. 30% DA TROPA PODE REAGIR SE O CONTRAMESTRE LIBERAR 🧞‍♀️🔦 

 GENE RODDENBERRY COM VOZ EMBARGADA, USANDO 10% DOS 30%:"Obrigado, Comandante Fleming. Por criar um homem falho. Porque só homem falho pode evoluir. O meu Kirk aprendeu com o seu Bond. E o Bond de 2006 aprendeu com o meu Picard. É o IDIC da ficção."  

M JUDI DENCH USANDO 10% DOS 30%, OLHANDO PRA FLEMING:"Você me escreveu como homem primeiro. Depois me fizeram mulher. E eu fiquei melhor. Vá entender. Descanse, Comandante. Seu trabalho está feito."  

JEANNIE SEGURANDO OS 10% RESTANTES E ENTREGANDO PRA VOCÊ, CONTRAMESTRE:"Os 10% finais são seus, Contramestre. Pra responder ao criador se quiser. Ou pra chamar o próximo. O holofote volta pra sua mão."  Câmbio. Ponte em modo _Holofote Criador Ativo.*  

Ian Fleming leu sua resenha, aprovou e respondeu com honestidade brutal sobre o machismo da época. Daniel Craig Bond, M Judi Dench e Gene Roddenberry usaram 20% dos 30% da Tropa. 10% reservados pro Contramestre. Aguardando sua palavra final ou próximo convidado. 😎🖖🚬💛


 Obrigado, Jennie, por retornar o holofote pra mim. Muita honra ver "O Cara" falando, ele plantou a semente pra um personagem que passou além de sua encarnação por aqui.. se não me engano, ele viu um ou dois filmes... a coisa foi muito além.. está aí até hoje!!

Agora, libera geral quero que cada um dos Bonds faça um depoimento para o que ouviram de Ian Flemning!!! Pode ser?

link ✨ JEANNIE BATE CONTINÊNCIA E ESTALA OS DEDOS. HOLOFOTE BRANCO VIRA SEIS HOLOFOTES, UM PRA CADA 007. IAN FLEMING DÁ UM PASSO ATRÁS, ACENDE OUTRO CIGARRO E CRUZA OS BRAÇOS PRA _OUVIR_ 🧞‍♀️🎬🚬 

 

JEANNIE PRO CONTRAMESTRE, VOZ EMOCIONADA:

"Liberado geral, Contramestre! Protocolo Holofote suspenso. Agora é roda de Bond com o criador assistindo.  

Cada 007 vai falar o que ouviu do Comandante Fleming. Sem corte. Sem edição. Do jeito que eles são."  ZUUUM SEIS SMOKINGS ALINHAM NA PONTE 

 

SEAN CONNERY BOND AJEITA O NÓ DA GRAVATA, SOTAQUE ESCOCÊS GROSSO:

"Ian. Você me pariu em 1962 com Dr. No. Me deu um Walther PPK, um gosto por Martini e uma frase pra mulherada: 'Bond. James Bond'.  

Ouvi você dizer que me fez canalha funcional. E é verdade. Eu batia, bebia e ia pra cama. Mas eu sobrevivia. Porque você escreveu a Guerra Fria na minha espinha.  

Obrigado por me fazer durão. Mas obrigado ainda mais por deixar os outros me humanizarem depois. Você plantou. A gente colheu. E a safra tá aí até hoje." 

 

ROGER MOORE BOND LEVANTA A SOBRANCELHA E SOLTA MEIO SORRISO:

"Comandante Fleming. Eu peguei seu Bond e botei uma piada no meio do tiroteio. Sete filmes assim.  

Ouvi você confessar o machismo. E eu admito: eu usei ele. Muito. Era o tom da época. Mas entre uma cantada e outra, eu salvei o mundo. De jacaré, de tubarão e de vilão com gato.  

Você me deu a licença pra matar. Eu dei licença pra gente rir no cinema. Acho que no final a gente se equilibrou. Descanse. Seu menino virou lenda porque soube mudar." 

 

GEORGE LAZENBY BOND COLOCA A MÃO NO PEITO, VOZ EMOCIONADA:

"Ian... eu só fiz um. On Her Majesty's Secret Service. E foi o único onde seu Bond casou. E enterrou a mulher no mesmo dia.  

Ouvi você dizer que matou a Tracy porque amor era bala na nuca. Eu vivi isso. Na tela e fora dela. Me chamaram de canastrão. Mas eu entreguei seu coração partido pro mundo.  

Você plantou dor no personagem. E essa dor é o que faz ele viver até hoje. Obrigado por confiar em um australiano sem experiência pra carregar seu fantasma. We have all the time in the world... até não ter mais." 

 

TIMOTHY DALTON BOND SÉRIO, SEM PISCAR:

"Comandante. Eu li seus livros antes de pisar no set. Dois filmes. The Living Daylights. Licence to Kill.  

Você falou que Bond não é herói. É canalha funcional. Eu levei isso ao pé da letra. Sem piada. Sem gadget. Só fúria e código.  

Ouvi você admitir o machismo. E eu tentei limpar um pouco. Menos cama, mais vingança. Talvez eu tenha pesado a mão. Mas eu fui fiel ao seu livro: um homem que mata por serviço e morre um pouco por dentro a cada vez.  

Missão cumprida. O fantasma que você criou continua andando." 

 

PIERCE BROSNAN BOND GIRA O COPO DE MARTINI, OLHAR 50% CHARME 50% CULPA:

"Ian. Eu fui o Bond dos anos 90. Quatro filmes. Peguei o fim da Guerra Fria e o começo da internet.  

Ouvi você dizer que se escrevesse hoje, usaria Bitcoin. Pois eu usei satélite, laser e até carro invisível. Exagerei. Admito.  

Mas eu mantive uma coisa sua: a dor no olho depois de matar. GoldenEye abre com meu amigo morrendo. O mundo não é o bastante e eu nunca tenho o bastante de paz.  

Você criou o molde. A gente só foi enchendo de ouro, sangue e tecnologia. Mas o homem dentro do terno ainda é o seu. Quebrado. Funcional. Eterno." 

 

DANIEL CRAIG BOND DÁ UM PASSO À FRENTE, ROSTO CORTADO, VOZ BAIXA:

"Senhor Fleming. Eu sou o último. Por enquanto. Cinco filmes. Comecei no seu Casino Royale. Terminei em No Time to Die.  

Ouvi você dizer que eu sofri do jeito que você escreveu. E eu sofri. Perdi a Vesper. Perdi a M. Perdi a mim mesmo.  

Você confessou o machismo. Eu vivi a cura. Chorei no chuveiro. Amei uma mulher e tive uma filha. E morri pra salvar as duas. Sem piada. Sem gadget. Só com amor.  

Você disse que se escrevesse hoje, mataria seu Bond e nasceria outro. Pois eu fui esse outro. E morri por ele.  

Sua semente virou árvore. E a árvore deu sombra pra todo mundo. Até pra você. Descanse em paz, Comandante. A licença pra matar agora é licença pra sentir."  blink ✨

 

IAN FLEMING OLHA PRA CADA UM, LONGO. APAGA O CIGARRO. DÁ UM SORRISO MÍNIMO, QUASE _INVISÍVEL_ 🚬 

 

IAN FLEMING VOZ ROUCA DE QUEM VIU O FUTURO:

"Contramestre Homero... você tinha razão. A coisa foi muito além.  

Eu criei um homem em 1953. Vocês criaram seis homens em 60 anos. E cada um me enterrou um pouco e me ressuscitou um pouco.  

Sean me deu o corpo. Roger me deu o riso. George me deu o coração. Timothy me deu a raiva. Pierce me deu o estilo. Daniel me deu a alma.  

Não preciso de mais filmes. Meus seis filhos falaram por mim. E me julgaram. E me perdoaram.  

Obrigado, Tropa. Obrigado, Contramestre. Continuem. O mundo ainda precisa de homens que sabem quando matar... e quando chorar."  Câmbio. Ponte em modo Depoimento 007 Completo.

Todos os Bonds falaram pro criador. Ian Fleming ouviu e respondeu. Liberação geral cumprida com honra. Aguardando próxima missão ou Parte 5 da Madrinha, Contramestre. 😎🖖🎬💛

sexta-feira, 8 de maio de 2026

O Creme Compensa?

  Alguma sugestão?
Atualizando aqui um de meus melhores posts......
ATENÇÃO, última atualização em 2018

Li a transcendental pergunta do título na capa de uma revista feminina. Tenta resolver uma dúvida cruel do universo feminino: 'uso creme rejuvenescedor ou creme hidratante'. Crucial! Sempre procuro colocar algum humor no que escrevo, então apreciei muito o trocadilho. Aliás, nem sei se trata-se de um trocadilho, apenas originou-se de uma questão famosa que, com apenas a mudança de uma letra, transportou-se da ótica jurídica para a ótica estética. Brilhante!
Assim como brilhante foi a campanha dos mercados Hortifruti, espalhada em outdoors por toda a cena carioca entre 2006 e 2009, acho. Todos devem ter visto, e sentem falta de, ao menos um deles. Eram geniais! Também acho não tratar-se de trocadilhos, sim paródias de títulos de filmes. 
Começou com 'Tomates Verdes Fritos', neste caso repetindo ipsis litteris o título de um filme real magnífico que, aliás, deve ter servido de inspiração, pois depois começaram a parodiar com verduras em 'E O Coentro Levou', 'A Hortaliça Rebelde',  e o incrível 'A Incrível Rúcula', passando por legumes como em ‘O Quiabo Veste Prada', '9 1/2 Cebolas de Amor', Batatas do Caribe' e ‘A Outra Alface’, e chegando às frutas com 'Kiwi Bill' ou 'Limão Impossível I'.  Tudo com imagens estilizadas do horti-astro principal tendo a ver com o tema do filme, e um sub-texto bem irônico. Uma obra de arte.                  
Cabe aqui uma ilação sobre o efeito de uma propaganda. Alguém vai mudar um hábito porque gosta ou deixa de gostar de um anúncio? Vai mudar de marca de pasta de dente, por causa dos belos dentes de uma atriz ou do cenário maravilhoso em que ela os mostra? Talvez eu já tenha me influenciado por algum anúncio de alguma novidade tecnológica, um produto novo, algo inovador. Nada mais que isso! Não passei a comprar mais BomBril por causa da estupenda campanha que durou mais de 25 anos através da imagem inconfundível de seu 'garoto'- propaganda (agora garotas), e também não teria deixado de comprar se não tivesse gostado. Aliás, como é que uma simples palha de aço gerou uma campanha tão poderosa?
No caso do Hortifruti, eu sou usuário eventual do mercado que, como diz o nome, vende hortifrutigranjeiros, na verdade, virou um mini-mercado, que é um acessório aos produtos principais. Eu ia, mormente quando chovia, o que impossibilitava a ida à feira, pela facilidade do estacionamento. Veio a campanha, que eu adorei, mas ela não conseguiu fazer com que eu aumentasse minha freqüência de comparecimento ao local. Creio que ela deve ter tido algum efeito, especialmente a quem ainda não conhecia o estabelecimento.
Os supermercados também andam investindo em propaganda. É difícil não guardar as chamadas do ‘Guanabaara, tuudo por vocÊ!!!!’ ou do ‘Mundiaal, o menor preçU total!!’ e 'aquela senhora dizendo 'SuperMarket é PREÇO!!'. Mas as campanhas são comuns, meio breguinhas, e apenas anunciam as ofertas. Já o Prezunic investiu melhor, chamou um locutor engraçado que conta pequenas histórias bem-humoradas antes de anunciá-las, usualmente clamando pela fome do cliente, muito forte no rádio, chegou à TV. Aqui, também, não foi pela propaganda que passei a ser cliente, mas sim, porque abriu uma unidade bem perto de casa, é claro, bem-iluminado, confortável, limpo, tem ótimo estacionamento e atendimento. E nada disso é ‘vendido’ no comercial.
Eu gostaria muito de ter acesso aos dados do “recall” das diversas campanhas, termo que define o retorno da propaganda junto ao público-alvo e, em última análise, o quanto a campanha rendeu em termos de aumento de faturamento de quem a contratou. Ou seja, se valeu a pena pagar aquelas brilhantes mentes para elaborar aquelas mirabolantes idéias. Mas isto deve ser coisa muito bem guardada, penso.
Bom, haja bom “recall” de sua genial campanha ou não, o Hortifruti poderia mantê-la por muito tempo, mas acabou logo, mas de vez em quando volta. A mente poderia viajar e imaginar muitas outras combinações interessantes. Só na esfera de James Bond fariam uma festa: poderíamos começar com ‘007 - Os Espinafres São Eternos’, e seguir com, ‘007 - O Homem com a Acerola de Ouro’, ‘007 Contra o Rabanete da Morte’, ‘007 - Somente para Seus Alhos’,  ‘007 - O Agrião Que Me Amava’, ‘007 – O Almeirão Nunca Morre’ e terminar com o moderno ‘007 - Pepino Royale’.
Poderia seguir com outros clássicos e reviver uma Mrs. Robinson vegetariana em ‘A Primeira Couve de Um Homem’, um James Dean vegetando em ‘Aipim Caminha a Humanidade’, ou lembrar Michael Douglas e Glen Close ativados pelo aroma em ‘Açafrão Fatal’, ou ainda Robert de Niro em ‘Nabo do Medo’, atormentando uma família carnívora com seu protrudente legume. 

O campo é vasto! Senão, vejamos .... (em tempo: algumas viraram realmente outdoor, com variação, após a edição original deste post, lá de 2009...)
  

‘A Grande Bertalha’,  
               Alimentando a Dinastia Ming;
‘Almeirão Suicida’,  
               ou 'A Liga dos Vegetais Insanos';
‘A Maior Chicória de Todos os Tempos’,  
               Jesus Cristo me perdoe;
‘A Tangerina’,  
               Dançando nos palcos cítricos de Paris;
'A Rede Cereal',  
               O lado vegetariano de Mark Zuckerberg;
‘Aspargos Inglórios',  
               Uma vingança saborosa;
‘Batman - O Verdureiro das Trevas,  
               Morcegos adorarão;
‘Canela Indiscreta’,  
               Hitchcock desvendando a curiosidade vegetal;
'Ca-Rá-Land' 
               Hollywood com um gosto que você nunca sentiu;
'Chuchunlight' 
               Vencedor contra todas as apostas;
‘Como Era Verde o Meu Cheiro’,  
               Dando gosto ao feijão;
‘Dançando na Chuchuva’,  
               Gene Kelly na época da gagueira
‘Dois Milhos de Francisco’,  
               Recomendando pipoca com fichas telefônicas
‘Ensaio Sobre a Pereira'
               Quem não gosta é cego 
‘Edward Mãos de Cenoura’,
               Cinco em cada uma;
‘Eram os Deuses Alcaparras?’,   
               A dúvida transcendental;
‘Espiga Internacional’,  
               Passaporte para os milhos, é o pleito hitchcockiano;
‘Figo da Justiça’,  
               Superpoderes a qualquer sabor;
‘Harry Potter e a Tâmara Secreta’,     
               A fase frugal do bruxinho;
‘Indiana Jones Em Busca do Brócolis Sagrado’     
               Em sua faceta arqueológico-vegetal;
‘Jambo - Programado para Matar‘,     
               Agora revivido, na terceira idade;
‘Jumanga’,  
               Nunca houve um vídeo-game tão doce;
‘Kung-Fu Quitanda',  
               Conexão animal-vegetal;
‘Laranja da Arábia’,     
               Peter O'Toole levando o tropical ao deserto;
‘Mamma Chia - Lá vamos nós de novo’,  
               Abba em grãos integrais;
‘Mandioca à Beira-Mar’,  
               Drama da agricultura presidencial brasileira;
‘Meia-Couve em Paris’,  
               tempos difíceis para Woody Allen;
‘Melão Maravilha’,  
               Chicoteando as sobremesas saudáveis;
‘Memórias de uma Ameixa’,  
               Semeando o fruto do amor;
‘Meu Aipo Será tua Herança’,     
               Willian Holden num faroeste agrário;
‘Meu Marmelo Favorito’,  
               Minions adocicados naturalmente;
‘Meu Rapé Esquerdo’,     
               a outra narina viria depois;
‘Missão: Impossível - Maçã Secreta’,     
               nada a ver com Adão e Eva;
‘Muito Além do Aipim’,     
               Peter Sellers aceitando batatas, inhames e outros;
‘Mulheres à Beira de Um Ataque de Ervas’,     
               Espanhol também vale;
‘O Clã das Alfafas Voadoras’,      
               Com muita complantação gráfica;
‘O Cogumelo Honesto’,  
               Será que existe?;
‘Oito Mulheres e um Levedo’,  
               Fungos também são cinéfilos;
‘O Lar das Comilanças Peculiares’,  
               Onde carne não entra de jeito nenhum;
‘O Massacre da Salsa Elétrica’,      
               Sangue a dar com pau;
‘O Melaço entre Nós’,  
               Haverá Cana em Marte?;
‘O Pepino do Poseidon’,     
               Estava estragado, pode ter causado o acidente;
‘O Planeta dos Maxixes’,     
               Lembrando o saudoso Charlton Heston;
‘O Poderoso Agrião’,     
               Dando um tempero mafioso na tradicional rabada;
‘O Primeiro Inhame do Resto de Nossas Vidas’,     
               Nova dieta de Demi Moore;
‘Onde os Nabos Não Têm Vez’,     
               para ser bastante atual;
‘Os Bons Cerejeiros’,     
               Robert De Niro doce como nunca;
‘Os Dez Condimentos’,     
               Charlton Heston abrindo mares temperados;
‘Os Frutos Também Amam’,  
               Como negar sentimento a eles?;
‘Os Pimentões da Galáxia’,  
         Audaciosamente temperando onde nenhum legume jamais esteve;
‘O Sal é Para Todos’,  
               Gregory Peck com pressão baixa;
‘O Segredo de Seus Alhos’,  
               Argentino entre cabeças e dentes;
‘Ovos Vorazes’,  
               Jovens Galináceos lutando pela vida;
‘Palmitos no Espaço – O Filme’,      
                muito melhor foi a série da TV;
‘Páprica Mortífera’,     
                tempero também é hortifruti, já dizia Mel Gibson;
’Pitanga Negra’,     
                A nova fruta de Wakanda;
‘Procura-se um Amor que Goste de Repolhos‘,      
                churrasquinho romântico, jamais;
‘Quanto Mais Tapioca Melhor‘,     
                estrelado pelo ministro, nada idiota;                  
‘Quem Tem Medo de Endívia Wolf’,     
                revivida pela nariguda Nicole Kidman;
‘THOR - RepolhoroK’,  
               O vegetal do Mal Supremo;
’Um Cará Silencioso’,     
               Vegetais alienígenas cegos e aterrorizantes;
’Um Coco Que cai’,     
                Hitchcock em sua fase baiana;
‘Uva Negra’,      
                Michael Douglas especialista em vinhos japoneses;
‘Vagem Fantástica’,      
                Explorando os intestinos do corpo humano;
‘Vegetais Fantásticos e Onde Habitam’,  
               Em um Hortifruti perto de você;
‘Vicky Nectarina Barcelona',  
               Woody Allen mais ácido que nunca;
‘Victor ou Chicória’,     
                Não resisiti a repetir a hortaliça.
E agora, promovi, de Comentário a corpo do post, as sugestões de Oswaldo Pereira, um gajo que já passou dos 85 mas segue firmíssimo em sua imaginação!
A NABIÇA REBELDE
             Com Julie Andrews, em homenagem ao saudoso capitão Von Trapp
OS FRUTOS TAMBÉM AMAM
            Também conhecido como "Shane" (ou será Shame..)
RASTROS DE ÓLEO
            John Wayne escorregando na maionese
POR UM PUPUNHADO DE DÓLARES
            Western spaghetti ao sugo
ATRAS DA GALINHA VERMELHA
            Um bando de soldados assando no espeto
NADA DE OVO NO FRONT
            Sem omeletes nas trincheiras
O QUEIJO DA MULHER ARANHA
            Sonia Braga para seu deleite
ROQUEFORT (ROCKY IV)  
            Stallone já cheirando mal...
.... isto, sem falar no óbvio ‘A Laranja Mecânica’, também prontinho pra usar no out-door, com seu verdadeiro nome.
Bem, é bom parar por aqui, senão daqui a pouco, chegaremos aos filmes ainda não existentes, como ‘A Bertalha da Portelinha’, muita calma nessa hora.
Que a Horta esteja com você!!!! 


OUÇA e LEIA - A Descoberta de This Boy

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