-

sexta-feira, 29 de julho de 2016

A Guerra do Vietnam

Em uma fase sem muita produção, nada como perenizar um belo texto de um amigo.
Neste caso, uma utilidade pública: O que foi a Guerra do Vietnam?
Recomendo ler este resumo rápido, caceteiro e preciso!
E descobrir onde é a Conchinchina!
by Fernando Ramos
_____________________________________________



Vietnam - julho de 2016

A Indochina era a denominação do antigo império francês no sudeste asiático. Englobava os atuais países do Vietnam (ou Vietname, como se dizia na França), Laos e Camboja. O Vietnam na costa leste, e o Laos (mais ao norte) e Camboja (mais ao sul) no interior da península, fazendo fronteira a oeste com a Tailândia. Em uma denominação mais ampla, a Indochina poderia englobar também a Tailândia e a Malásia, mais ao sul, indo até o território de Cingapura, na extremidade sul da península.

A Indochina francesa, Vietnam, Laos e Camboja, esteve sob domínio francês até pouco antes da II Guerra Mundial, quando toda a península foi ocupada por tropas japonesas, que ocuparam também as Filipinas e as ilhas da Malásia e Indonésia.

Após o término da guerra, com a retirada das tropas japonesas, os nacionalistas vietnamitas que lutaram (ou mantiveram resistência) contra os japoneses, direcionaram os esforços para alcançar a libertação de sua terra do domínio francês, que tentou se restabelecer no antigo território. Assim, iniciou-se mais uma guerra de libertação entre 1946 e 1954, agora contra as tropas francesas. Em maio de 1954, os franceses foram finalmente vencidos na batalha de Dien Bien Phu, e se retiraram da península indochinesa, concedendo a independência ao Laos e ao Camboja. O Vietnam foi dividido em Norte e Sul, o primeiro sob o comando de Ho Chi Minh, e o do Sul, sob o imperador Bao Dai. O império do Vietnam do Sul também foi conhecido como Conchinchina.

Para quem viu a peça da Broadway Miss Saigon, numa das canções mais marcantes, ao final da peça, o "engineer" cantava como ele sobrevivera àquela época. Com o pai morto, na batalha de Dien Bien Phu, ele, criança, tinha como trabalho levar homens para sua pequena cabana para dormir com sua mãe. E ensinava que o perfume encobria a podridão. Isto é o que ele aprendera com os franceses.

O acordo de paz, na retirada dos franceses, estabelecia que haveria uma eleição em julho de 1956, para reunificar o Norte e o Sul. Por enquanto, permaneciam dois governos diferentes, um comunista ao norte e um capitalista ao sul, com uma zona desmilitarizada entre os dois. Os cidadãos do Sul e do Norte eram livres para emigrar para onde se sentissem melhor. Apavorados com o comunismo do norte, cerca de um milhão de cidadãos norte-vietnamitas emigraram para o Sul, contra cerca de 90 mil sul-vietnamitas que fizeram o caminho inverso. Alguns outros, muitos mais, iriam fazer o trajeto rumo ao norte, mas o governo de Ho Chi Minh manteve no Sul de 5 a 10 mil células de simpatizantes para permitir uma futura insurreição.

Nenhum dos dois lados tinha interesse na eleição de julho de 1956, com medo de a perderem. Ela não se realizou. No Sul, Bao Dai foi deposto por um líder católico, Diem, comprometido com os Estados Unidos. Diem reprimiu seitas locais e o budismo, e perseguiu nacionalistas e comunistas, o que acabou provocando a união deste dois grupos na Frente de Libertação Nacional (FLN), que depois foi denominada pelos americanos de Vietcong, unindo as palavras de Vietnam e comunistas.

Em dezembro de 1956, as células mantidas no Sul pelo Norte comunista começaram a praticar atentados. Em 1957, 400 funcionários sulistas foram assassinados, registrando-se uma onda de violência contra formadores de opinião, como professores, funcionários da saúde e proprietários de terras. Em 1958, os comunistas assassinaram cerca de 20% dos prefeitos ou de líderes de pequenas comunidades. E em 1959, iniciou-se a sublevação armada com os comunistas invadindo o Sul através da trilha denominada Ho Chi Minh.

Eisenhower enviou conselheiros militares americanos, sem, contudo, enviar tropas de combate. Kennedy ampliou o envio de ajuda e os conselheiros militares passaram de 700 para cerca de 12 mil, em 1962, ainda assim sem o envio de tropas combatentes.

Em 1963, três meses antes do assassinato de Kennedy, o líder do Vietnam do Sul, Diem, sofre um golpe militar e é executado. Kennedy resiste, contudo, a enviar tropas mas libera o envio de helicópteros e de boinas verdes para auxiliar as tropas do Sul.

Lyndon Johnson, empossado após a morte de Kennedy, envia soldados. Um caso mal explicado, em agosto de 1964, do ataque de dois destróieres americanos no golfo de Tonkin por lanchas torpedeiras norte-vietnamitas "vira" a opinião pública americana em favor do envio de tropas. Cabe lembrar que o ataque japonês a Pearl Harbor e o estopim da guerra Estados Unidos x Espanha no início do século passado (guerra que deu aos USA o domínio sobre Cuba e Filipinas, antes espanholas) com a explosão de um navio americano ancorado em um porto cubano também se encontram envoltos em certa nuvem de dúvidas.

Um ataque norte-vietnamita à base dos marines enseja o início do bombardeio americano a posições norte-vietnamitas e vietcongs. No início de 1965, as tropas americanas eram de 3.500 homens (naquela época ainda não existiam marines mulheres). Ao final do ano, as tropas já contavam com 200 mil. Junto com os Estados Unidos, entraram em guerra  Austrália, Nova Zelândia, Coréia do Sul, Tailândia e Filipinas. Canadá e Reino Unido, tradicionais aliados americanos, recusaram-se a participar. O Brasil recebeu solicitação  americana de colaboração, mas também se recusou.

Em 1967, Van Thieu, era o novo líder sul-vietnamita. Neste mesmo ano, em outubro, ocorreu a primeira grande manifestação contra a guerra, nas escadarias do Pentágono.

Em 1968, os norte-vietnamitas e vietcongs lançaram uma nova ofensiva no ano novo lunar chinês (TET), tentando surpreender o adversário, assim como árabes fizeram ao iniciar uma guerra no feriado judeu do Yon Kippur. Apesar dos americanos terem contra-atacado e vencido a batalha do TET (aliás os americanos não perderam nenhuma batalha da guerra), eles perderam a batalha pela opinião pública. O general Westmoreland, comandante em chefe, foi substituído. Johnson desistiu de tentar a reeleição. Neste mesmo ano, foram iniciadas, secretamente, conversações para por fim à guerra.

Em 1969, morre em Hanói o líder Ho Chi Minh. No Camboja, o príncipe Norodom Sihanouk manteve o país neutro, mas permitia que tropas norte-vietnamitas passassem por seu território. Sihanouk foi deposto por Lon Nol, favorável aos USA, que lançaram, junto com o Vietnam do Sul uma ofensiva contra as tropas norte-vietnamitas no Camboja, arrastando este país para a guerra.

Em 1971, Austrália e Nova Zelândia se retiram da coalisão. Em 1972, os dois candidatos à presidência americana (McGovern, democrata, e Nixon, republicano) prometiam o fim da guerra. No entanto, Nixon, diante da intensificação dos ataques norte-vietnamitas, ordenou o bombardeio de Hanói e do porto de Haiphong. Mas em janeiro de 1973, Nixon, pressionado pela maioria democrata no Congresso, suspende as operações americanas no Vietnam. O Vietnam do Sul mantém a guerra contra o Vietnam do Norte sozinho, mas em 1973 sofre o baque da crise do petróleo e da economia. O Vietnam do Norte rompe o cessar-fogo e fustiga cada vez com mais intensidade as posições sulistas.

Em 1974, Ford é eleito e, frente ao avanço do norte-vietnamita, pede ao Congresso a liberação de fundos para ajudar o Vietnam do Sul, o que lhe é negado. O Vietnam do Sul está, a partir deste momento, irremediavelmente perdido. Em abril de 1975, Saigon é cercada. Pouco antes, Van Thieu foge para Taiwan, indo depois para os Estados Unidos.

Os sul vietnamitas iniciam uma fuga desesperada. Muitos morrem em barcos improvisados. Calcula-se em 2 milhões o número de vietnamitas que saíram do país. Dos que ficaram, muitos foram enviados para campos de reeducação. Não em um quadro tão dantesco quanto o ocorrido com toda a intelectualidade cambojana (leia-se qualquer um que tivesse uma cultura mínima), enviada aos mortíferos campos de reeducação do Kmer Vermelho e seu líder Pol Pot, comunistas, apoiados pela China, que tomaram o controle do Camboja. Pol Pot, reedita a política de Mao de reeducação do povo, eliminando todos os que ousavam pensar, ou tinham capacidade para tanto, apoiando-se em fanáticos comunistas seu governo. Estima-se em 1,4 milhão o número de cambojanos mortos pelo sanguinário partido. No Laos, os comunistas também tomaram o poder. 

Finda a guerra, o Vietnam, reunificado sob o domínio comunista, sofre os efeitos da guerra, com sua economia arrasada e os campos destruídos pelas bombas Napalm e pelo agente laranja. É apoiado pela União Soviética, o que causa o afastamento da China, que concentra sua ajuda ao Camboja. Em 1979, o Kmer Vermelho é derrubado no Camboja por tropas vietnamitas, causando uma retaliação chinesa, que invade o Vietnam mas que, depois de tomar algumas cidades, declara-se vencedor do conflito e retira-se.

Dentre os estrangeiros envolvidos na luta, os Estados Unidos chegaram a enviar para a guerra, ao longo dos tempos, quase três milhões de tropas, dos quais contam-se 58 mil mortos e 300 mil feridos. A Coréia do Sul contou cinco mil mortos e 11 mil feridos e a Austrália 500 mortos e três mil feridos. Tailândia, Nova Zelândia e Filipinas tiveram cerca de 400 mortos, somados.

Dentre os locais, foram mortos 180 mil soldados sul-vietnamitas, 900 mil norte-vietnamitas e cerca de dois milhões de civis vietnamitas. Cambojanos e laocianos mortos foram cerca de outros dois milhões.

Em 1977, Carter anistiou os americanos que desertaram, que puderam, assim, voltar ao seu país, para encontrá-lo modificado pelo movimento hippie, pelo movimento feminista e pelos Panteras Negras, que propugnavam por uma ação mais agressiva contra o racismo, em contraponto ao pacifismo pregado por Martin Luther King, assassinado em 1968. Os Estados Unidos, desde então, encontram-se no divã, tentando entender e sublimar seu fracasso nesta guerra, onde, como se disse, não perderam nenhuma batalha, a não ser as próprias certezas.  
   

quarta-feira, 27 de julho de 2016

É Pique É Pique É Pique É Pique É Pique


Este post foi visualizado 30 vezes ontem
Hora de republicá-lo...
----------------------------------------------------------
Uma grande amiga minha, a Kátia, a Bonfa para os amigos, tem um blog em que registra suas atividades profissionais e suas viagens. Ela é designer e usa seus talentos com muita criatividade! É só visitar o blog dela, pra entender do que eu estou falando: http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/

O motivador deste meu post é um post dela, sobre uma empresa chamada É PIQUE, que faz festas personalizadas, e a Kátia foi contratada para criar sua identidade visual!! Uma maravilha!! Chega lá pra ver!!!

E eu gostei também do nome da empresa!!! Afinal, a minha chegada ao Rio, há mais de 30 anos, veio acompanhada com um choque cultural. Veja o comentário que fiz ao post dela!!
----------------------------------------

Eu, além de ter achado tudo muito gracinha, adorei o nome da linha!!
    É Pique!!
    Kátia, você é carioca?
    Como é que você canta?
    Até hoje, só ouvi cantarem assim, aqui:
        " E pra Fulano NADA?? TUDO!!   Então coméquié?
          É BIGUE, é BIGUE, é BIGUE, é BIGUE, é BIGUE..."
             Vou verificar coméquié!!!
    Abraço e parabéns, como sempre, pela criatividade!!!
----------------------------------------
Quando compareci às primeiras festas aqui no Rio, meu sorriso se dissipava ao perceber que eu cantava diferente dos demais. Depois acabei me acostumando, mas nunca procurei saber o motivo!

Encontrei!!!
    As inúmeras variações regionais explicam a evolução do “pique” para o “big” – e não o contrário. Matéria assinada por Fabrício Marques na revista “Pesquisa Fapesp”, em agosto de 2004, traz uma série de situações geradas ao redor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Em dois parágrafos, também revela a origem dos versos não-identificados do nosso bom e velho “parabéns”. De acordo com o texto:
        O bordão “é pique é pique, é hora é hora, rá-tim-bum”, incorporado no Brasil ao Parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas (como a faculdade também era chamada) da década de 1930. “É pique” era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como “pic-pic” porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo. “É hora” era um grito de guerra de botequim: nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja – era o tempo necessário para a bebida refrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: “É meia hora, é hora, é hora, é hora”.
        “Rá-tim-bum” , por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade – e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome. O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic (que criou o sanduíche Bauru graças a outro estudante de Direito, Casemiro Pinto Neto), com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum”.
______________________________
Difícil acreditar não é mesmo? 

Mas eu já li a mesma explicação em algumas fontes!!!
 
E fiquei feliz em confirmar que o original É PIQUE!!! 

É BIGUE a diferença!!

Homerix Seguindo Na Cultura Inútil Ventura

sábado, 23 de julho de 2016

Up Yours Mrs. Upchurch

 Mandei esta carta em 25 de março de 2003 para uma certa juíza da imigração americana
Morávamos em Houston, e os vistos de Dona Zulmira e Carlinhos haviam vencido
Fiz um pleito de renovação que foi recusado por aquela senhora
Escrevi esta carta explicativa
Acho que faltou desenhar, porque ela recusou novamente, dizendo:
"Mrs. Pacheco and her son should leave the USA immediately!"
Ignorei solenemente, e pensei no título do post, mas fiquei quieto
(Quem não sabe o significado, procure 'Up Yours' no Google imagens)
E continuamos nos USA até o final de minha missão, nove meses depois....
 


Um pouco da história deles está neste link:
_____________________________
Your Honor Mrs. Upchurch
I come back with the case of my in-laws Zulmira and Antonio Carlos Pacheco. I’m sure you remember our case. What I’m not sure is if you fully understood the peculiarities of our case. I will try to respond some of the arguments of your Decision to Deny letter. First let me state that, not being a lawyer and not being a native English speaker, I shall not use the correct wording, so I apologize for that. Also I grant I will not pay an expensive lawyer to defend their pleas so I would kindly ask you to consider the arguments below.
Yes, my application for renewal of their immigration status was untimely and I have no excuse for that, unless you consider that extreme dedication to work and minimum time allotted for private issues can play a role in an excuse.
You say that Antonio Carlos should file himself an application. Here resides the most important reason for my plea. In my letter I thought I was clear on presenting his condition: he is physically and mentally handicapped! He can not talk, he can not walk, he has to be fed, he has to be bathed, he uses diapers most of the time, we use a patient lifter to help transfer him from bed to wheelchair, to couch, to toilet seat, because he is 140-pounds-heavy, too much for the 79-year-old lady. His mental age is 11 months, which is the age he suffered the encephalitis I mentioned in my application letters. I hope that the definition of child can be revised after you read this letter and see the attached photos, taken recently. It cannot be a cold age limit situation.
The life of Mrs. Zulmira has been fully dedicated to the care of Antonio Carlos. As you know he is now 48-years-old. She never worked outside she never learned another idiom so she could not understand a single word of your letter to her. He and her son are in the United States not for temporary business or for temporary pleasure, as you clearly state in your letter. They are here because they have no other option. How my wife wished she had another sister or brother to adequately take care of them in Brazil! She could not let her peculiar familiar condition put in risk the opportunity of our lives, so she decided to bring them to this land of opportunity. The only way of doing that was to grant them the B2 visas. The consulate officer in Rio de Janeiro granted that the renewal of their immigrant condition would be a question of paper work, and so it happened on the first times, when you kindly granted the first extensions.
You say that they “… must make immediate arrangement to depart the US.” I am shocked with that statement. We are not that normal family who can go everywhere anytime, to board planes, trains, or other regular means of transportation. We cannot go to Brazil to renew their visas and come back in a blink of eyes like others can. The mobilization / demobilization of Antonio Carlos is extremely difficult. The day we came to America was the most nervous day of my life. The expectations of how could we move him from wheelchair to the plane seats, the doubt about how would he behave during  the flight, the possibility of him to poop during the flight, the fear of his screams bothering other passengers. Finally, God helped us and protected us so we could travel without any major glitches.  But I cannot imagine other trip with him other than the definitive trip back to Brazil.
The reasons stated in last paragraph makes the option of traveling to a “third country” to grant some new visas unthinkable. Neither on Mrs. Pacheco wildest dreams, she dreamed of staying in a second country, furthermore in a third country. She had full certainty that she would never step in a plane, given her son’s condition. And the only country to deserve this condition was the United States of America. My company, Petrobras, a state oil company, has offices in Angola, Argentina, Bolivia, Colombia, Nigeria and UK. Only the USA could be a safe harbor for a family like mine, with mild social problems, large neighborhoods and plenty of conditions to treat eventual medical problems. Even UK was out of question due to their miserable weather. That’s why when this slot opened here in Houston we decided to come, whatever the obstacles our condition could offer.
So I am filing this motion to reconsider the denied application and paying the required $110 fee. We have no new facts to present. Our condition is the same as ever. Just I feel I have explained better this time. Their presence in this country will never put the jobs or lives of anyone in risk. They never leave home. We could easily keep them quietly here until the time to go back with never bothering you with these applications. But it is not our way. We insist on being legal. Also, we are inviting you and other INS officers, as we did on our last letter, to come to our home and verify personally the veracity of our words.
Additionally, I must mention that I did not go through the articles, lines, titles, parts and sections stated on your letter due to the reasons expressed on first paragraph. Furthermore, I truly believe our case cannot be only judged by the law, but it does need to be judged also by the heart.
My permission to stay in the USA as stated on the attached petition is until August 23rd 2003. That is the date we are requiring to extend the non-immigrant status of Zulmira Galvao Pacheco and Antonio Carlos Galvao Pacheco
My best regards
Homero Ventura
Agreed in full with all that was above said
Zulmira Galvão Pacheco


quinta-feira, 7 de julho de 2016

Homenagem a um Guru

Há um ano e meio, estive numa festa sensacional.

COntei sobre ela aqui:
http://blogdohomerix.blogspot.com.br/2014/12/guru-fez-60-anos-e-nos-deu-um-presente.html


Ao final do show, subi ao palco e homenageei meu amigo com uma declaração que ele entenderia 100%, e outros convivas um pouco menos....

A cada nome de música, eu cantarolava o trecho que em que ele aparecia...

Era isto:



I Don't Want to Spoil the Part,

mas eu vou falar!

 Nós Come Together cantar

Happy Birthday to you

With a Little Help From My Friends!

Viemos fazer uma Revolution,
junto com a Blackbird!

Foi uma Long and Winding Road de amor aos Beatles!

Eu posso até Imagine como ele Fell in Love com Sônia!

Quando ele Saw Her Standing There,

Ele pensou She’s a Woman!

Não era uma Day Tripper!

E não era Michelle!
Nem Lovely Rita!

E ele disse Honey Pie,

Agora eu sou Free as a Bird,

mas tô querendo umas Chains!

E disse Help, I need somebody!

E depois Oh, Darling!!
Love, Love Me Do!!
Do You Want to Know a Secret?
I Need You!
I'll Get You!

Vou lhe dar All My Loving!

 I want to Get You into My Life!

 Não quero ter Another Girl!

 Baby It's You!  
Venha ser Meu Bem!!


Mas I'm not Happy Just to Dance with You!
Vamos direto ao ponto!!!
I Want You!!
Why Don’t We Do It In the Road?
Vamos embarcar numa Magical Mystery Tour?
Mas olha lá, hein: Don't Let Me Down
Forget all those Boys.


E ele foi aos pais dela e disse
She’s Leaving Home!
Mas o pai disse You Can't Do That!
 Mas Renato refutou:
Chega de Ob-La-Di, Ob-La-Da!
Agora vamos ser Two of Us!
Sônia vai entrar In My Life!

Vou finalizando: I've Got a Feeling, Renato,
Que você vai se lembrar todas as Things We Said Today!
Pode contar conosco Any Time at All!
Renato, você é Something!
All Together Now?
Parabéns a você!!


  ELE MERECE!!!