sábado, 9 de maio de 2026

OUÇA e LEIA - O George Indiano chegando sem viajar

Olá, viajantes do Submarino Angolano

Aqui é Homero Ventura direto do Brasil!

A carreira de George Harrison nos Beatles

O George Indiano – Parte 2

Início de Within You Without You

Within You Without You foi a única participação autoral de    George em Sgt. Pepper’s! Desta vez, não há nadinha dos demais Beatles, apenas músicos indianos, que provocaram uma sessão inusitada em Abbey Road, com tapetes no chão para os músicos, luz baixa, motivos indianos nas paredes e muito incenso! John esteve lá só para assistir. Voltando ao cerne indiano, além da cítara e tambura, que George tocou, havia um tocador de tabla, outro de swarmandal, uma espécie de harpa indiana e, fundamental para o efeito, dois dilrubas, um mix de violino e violoncelo indiano, tocado com arco, que acompanha a voz de George ao longo de toda a canção.

Som do dilruba acompanhando a voz de George...

Foi difícil o ensaio até se chegar à segurança de que poderiam começar a gravação. Os instrumentistas não eram profissionais, não existia esse negócio de viver da música indiana, antes de George Harrison. Os músicos eram padeiros, motoristas, faxineiros, que trabalhavam de dia e tocavam de noite!

Agora, o magnífico verso instrumental

Verso Instrumental magnífico

George é considerado um herói nacional da música indiana, jamais antes havia se dado tamanho destaque à cultura indiana como naquele Verão do Amor de 67. Ah, sim, George Martin compôs arranjos de violinos e violoncelos ocidentais, que entram no segundo verso, seguem na sessão instrumental, e em breves entradas até o final.

Orquestra de George Martin! 

Foi grande a dificuldade de colocar músicos ocidentais tocando música oriental, indo muito além das 12 notas tradicionais. Foi fundamental para o sucesso a orientação do George Beatle ao George Maestro, perfeito link entre as duas culturas.  Aliás, esta foi a última sessão de gravação de Sgt. Peppers's, e foi sem a presença de nenhum outro Beatle. E o dia seguiu cansativo, com George adicionando toques de cítara na sessão instrumental, e muito importante, o seu vocal solo, cuja voz cansada de um dia atarefado encaixou perfeitamente no clima da séria canção, cheia de mensagens para o mundo.

São 3 versos e dois refrões, todos diferentes entre si, nas letras, com o requinte de que a melodia do Verso 1 nunca mais é repetida, pois os Versos 2 e 3 vêm com alteração na melodia, afinal, George é um Beatle. Uma breve passagem pela origem da canção: foi num retiro na casa do amigo Klaus Voorman (baixista alemão que fez a ilustração da capa de Revolver) em que os dois casais amigos passaram longas horas conversando sobre a filosofia que George aprendera naquele período indiano, após as quais George se sentou a um harmônio, e quatro palavras vieram à mente, acompanhadas de quatro notas: "We were talking...", que era realmente o que eles vinham fazendo, mas ficou nisso! De volta à casa, começou a escrever o resto, mas o título veio num telefonema de sua cunhada, que lera em um livro de um autor indiano: "Life goes on within you and without you",  a vida contiua, dentro de você e sem você. Sempre achei intrigante o título, porque Within não é antônimo de Without, que seria With, sendo Out o verdadeiro antônimo da palavra. E foi isso que fez Jenny, a cunhada, ligar para George. 

No Verso 1,  ele diz "falávamos das pessoas que se escondem em ilusões, que é melhor que descubram a verdade, antes que seja tarde, antes de morrerem".

Vocal 1º Verso acompanhado de tambura

We were talking About the space between us all…

And the people who hide themselves behind a wall of illusion

Never glimpse the truth

Then it's far too late

When they pass away

 

No segundo verso, com melodia igual mas que se altera no final, indo lá no alto, entra o amor "que todos deveríamos compartilhar", finalizando com a principal mensagem da canção "com nosso amor, podemos salvar o mundo!".

O final 2º Verso...

(With our love)

With our love we could save the world

If they only knew

Vem o primeiro refrão, onde ele chama as pessoas a "perceberem que tudo está ao seu alcance, sem a ajuda de ninguém", finalizando com o título da canção "veja que você é realmente muito pequeno, e a vida flui dentro de você e sem você".

O 1º refrão

Try to realise it's all within yourself

No one else can make you change

And to see you're really only very small

And life flows on within you and without you

O Verso 3, com melodia igual ao 2, ele alerta as "pessoas que ganham o mundo e perdem suas almas, elas não sabem, elas não podem ver", talvez num recado aos próprios companheiros), e conclui inquirindo "Você é uma delas?".

No refrão final, ele conclama  todos a buscarem a paz na mente, que tudo está ao nosso alcance.

When you've seen beyond yourself then you may find

Peace of mind is waiting there

And the time will come when you see we're all one

And life flows on within you and without you

George estava verdadeiramente elevado, espiritualmente.

Bem, os Beatles não tocavam mais nada ao vivo e, se tocassem, jamais tocariam Within You Without You, evidentemente!

A canção toda .... viaje!

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The Inner Light é a mais linda das canções indianas que George compôs na época dos Beatles

 George declama 'Sem sair de casa, eu posso conhecer o mundo inteiro. Sem olhar pela minha janela, eu posso conhecer os caminhos que levam ao paraíso"  

 Eu usei o verbo 'declamar' porque trata-se de um poema chinês musicado. A letra foi deliberada e assumidamente adaptada do livro Tao Te Ching, escrito por Lao Tsu, antes de Cristo! Na verdade, ele canta 'você', mas no original era 'eu', no primeiro refrão, mas muda para o original no segundo...

Vocal do 1º Verso...

Without going out of my door

I can know all things on earth

Without looking out of my window

I could know the ways of heaven

The farther one travels

The less one knows

The less one really knows

 

Sua imaginação pode levá-lo aonde você quiser. O que se pode atingir no seu 'eu interior', ver sem olhar, chegar sem viajar. Indicativo da Meditação Transcendental a que haviam sido recentemente apresentados.

Mais instrumental

A canção foi, inclusive, gravada na Índia, em Bombaim (hoje, Mumbai), sendo a única canção Beatle gravada fora da Europa. Foi em 12 de janeiro de 68, enquanto George gravava a trilha sonora do filme Wonderwall.

Trechos da gravação em Mumbai, com instruções de George

Ouça, então, esta lista dos inusitados instrumentos indianos que tocaram. Apenas eles tocaram e se ouvem neste clássico dos Beatles!

o sarod

o tabla,

o pakhavaj

o surbahar

o santur

o shehnai

o tar sahnai

o dholak, harmonium

o e  sitar

Esta última, a nossa conhecida cítara. Desses, apenas a cítara, a tabla (indianos) haviam sido usados nas outras canções 'indianas' de George (Love You To e Within You Withput You). Nelas, conhecemos também o tamboura e o swarmandhal. Na volta para Londres, em 6 e 8 de fevereiro, três Beatles estavam disponíveis para acrescentar vocais.    

 

Arrive without travelling (George dobrado)

See all without looking (George)

Do all without doing (e aí é George, John e Paul)

Foi a primeira vez que George teve a distinção de um compacto! Ela foi o Lado B de Lady Madonna. Em minha opinião, The Inner Light é a mais linda das 3 canções 'indianas' que George compôs na época dos Beatles. Tanto que foi a escolhida, do gênero, para constar na homenagem que lhe fizeram, um ano após sua morte, no Concert for George, com a presença de Anoushka Shankar, filha de Ravi,  o mentor do compositor em assuntos indianos, Dá pra sentir o clima daquele extraordinário show do Albert Hall. O enorme retrato de George abençoando, a viúva Olívia ali sentada ao lado do padrinho Ravi Shankar, recepcionando Jeff Lynne, grande amigo de George, que faria o vocal. É pra se ter uma ideia da grandiosidade de uma cítara bem tocada, além daquela encantadora flautinha encantadora de naja, um Shehnai. Sensacional! Quem conseguir ver, dá pra se ter uma rápida visão do filho de George, Dhani, de branco, tocando o harmônio, e fazendo um backing vocal.

The Inner Light do Concert for George

Como última informação, The Inner Light também é o nome de um episódio de Jornada nas Estrelas - Nova Geração,

Trilha sonora do episódio.

... nomeado e inspirado na canção de George. Nele, o Capitão Picard está imerso em descobertas de sua mente! Bastante apropriado! Ademais, o que os tripulantes da Enterprise fazem no futuro é 'arrive without travelling', não é? Chegar sem viajar!!! 

Santo teletransporte!!!

Beam me up, Georgie!!! 

A canção inteira... The Inner Light

No próximo capítulo, o George Maduro!

Até lá!


sexta-feira, 8 de maio de 2026

O Creme Compensa?

  Alguma sugestão?
Atualizando aqui um de meus melhores posts......
ATENÇÃO, última atualização em 2018

Li a transcendental pergunta do título na capa de uma revista feminina. Tenta resolver uma dúvida cruel do universo feminino: 'uso creme rejuvenescedor ou creme hidratante'. Crucial! Sempre procuro colocar algum humor no que escrevo, então apreciei muito o trocadilho. Aliás, nem sei se trata-se de um trocadilho, apenas originou-se de uma questão famosa que, com apenas a mudança de uma letra, transportou-se da ótica jurídica para a ótica estética. Brilhante!
Assim como brilhante foi a campanha dos mercados Hortifruti, espalhada em outdoors por toda a cena carioca entre 2006 e 2009, acho. Todos devem ter visto, e sentem falta de, ao menos um deles. Eram geniais! Também acho não tratar-se de trocadilhos, sim paródias de títulos de filmes. 
Começou com 'Tomates Verdes Fritos', neste caso repetindo ipsis litteris o título de um filme real magnífico que, aliás, deve ter servido de inspiração, pois depois começaram a parodiar com verduras em 'E O Coentro Levou', 'A Hortaliça Rebelde',  e o incrível 'A Incrível Rúcula', passando por legumes como em ‘O Quiabo Veste Prada', '9 1/2 Cebolas de Amor', Batatas do Caribe' e ‘A Outra Alface’, e chegando às frutas com 'Kiwi Bill' ou 'Limão Impossível I'.  Tudo com imagens estilizadas do horti-astro principal tendo a ver com o tema do filme, e um sub-texto bem irônico. Uma obra de arte.                  
Cabe aqui uma ilação sobre o efeito de uma propaganda. Alguém vai mudar um hábito porque gosta ou deixa de gostar de um anúncio? Vai mudar de marca de pasta de dente, por causa dos belos dentes de uma atriz ou do cenário maravilhoso em que ela os mostra? Talvez eu já tenha me influenciado por algum anúncio de alguma novidade tecnológica, um produto novo, algo inovador. Nada mais que isso! Não passei a comprar mais BomBril por causa da estupenda campanha que durou mais de 25 anos através da imagem inconfundível de seu 'garoto'- propaganda (agora garotas), e também não teria deixado de comprar se não tivesse gostado. Aliás, como é que uma simples palha de aço gerou uma campanha tão poderosa?
No caso do Hortifruti, eu sou usuário eventual do mercado que, como diz o nome, vende hortifrutigranjeiros, na verdade, virou um mini-mercado, que é um acessório aos produtos principais. Eu ia, mormente quando chovia, o que impossibilitava a ida à feira, pela facilidade do estacionamento. Veio a campanha, que eu adorei, mas ela não conseguiu fazer com que eu aumentasse minha freqüência de comparecimento ao local. Creio que ela deve ter tido algum efeito, especialmente a quem ainda não conhecia o estabelecimento.
Os supermercados também andam investindo em propaganda. É difícil não guardar as chamadas do ‘Guanabaara, tuudo por vocÊ!!!!’ ou do ‘Mundiaal, o menor preçU total!!’ e 'aquela senhora dizendo 'SuperMarket é PREÇO!!'. Mas as campanhas são comuns, meio breguinhas, e apenas anunciam as ofertas. Já o Prezunic investiu melhor, chamou um locutor engraçado que conta pequenas histórias bem-humoradas antes de anunciá-las, usualmente clamando pela fome do cliente, muito forte no rádio, chegou à TV. Aqui, também, não foi pela propaganda que passei a ser cliente, mas sim, porque abriu uma unidade bem perto de casa, é claro, bem-iluminado, confortável, limpo, tem ótimo estacionamento e atendimento. E nada disso é ‘vendido’ no comercial.
Eu gostaria muito de ter acesso aos dados do “recall” das diversas campanhas, termo que define o retorno da propaganda junto ao público-alvo e, em última análise, o quanto a campanha rendeu em termos de aumento de faturamento de quem a contratou. Ou seja, se valeu a pena pagar aquelas brilhantes mentes para elaborar aquelas mirabolantes idéias. Mas isto deve ser coisa muito bem guardada, penso.
Bom, haja bom “recall” de sua genial campanha ou não, o Hortifruti poderia mantê-la por muito tempo, mas acabou logo, mas de vez em quando volta. A mente poderia viajar e imaginar muitas outras combinações interessantes. Só na esfera de James Bond fariam uma festa: poderíamos começar com ‘007 - Os Espinafres São Eternos’, e seguir com, ‘007 - O Homem com a Acerola de Ouro’, ‘007 Contra o Rabanete da Morte’, ‘007 - Somente para Seus Alhos’,  ‘007 - O Agrião Que Me Amava’, ‘007 – O Almeirão Nunca Morre’ e terminar com o moderno ‘007 - Pepino Royale’.
Poderia seguir com outros clássicos e reviver uma Mrs. Robinson vegetariana em ‘A Primeira Couve de Um Homem’, um James Dean vegetando em ‘Aipim Caminha a Humanidade’, ou lembrar Michael Douglas e Glen Close ativados pelo aroma em ‘Açafrão Fatal’, ou ainda Robert de Niro em ‘Nabo do Medo’, atormentando uma família carnívora com seu protrudente legume. 

O campo é vasto! Senão, vejamos .... (em tempo: algumas viraram realmente outdoor, com variação, após a edição original deste post, lá de 2009...)
  

‘A Grande Bertalha’,  
               Alimentando a Dinastia Ming;
‘Almeirão Suicida’,  
               ou 'A Liga dos Vegetais Insanos';
‘A Maior Chicória de Todos os Tempos’,  
               Jesus Cristo me perdoe;
‘A Tangerina’,  
               Dançando nos palcos cítricos de Paris;
'A Rede Cereal',  
               O lado vegetariano de Mark Zuckerberg;
‘Aspargos Inglórios',  
               Uma vingança saborosa;
‘Batman - O Verdureiro das Trevas,  
               Morcegos adorarão;
‘Canela Indiscreta’,  
               Hitchcock desvendando a curiosidade vegetal;
'Ca-Rá-Land' 
               Hollywood com um gosto que você nunca sentiu;
'Chuchunlight' 
               Vencedor contra todas as apostas;
‘Como Era Verde o Meu Cheiro’,  
               Dando gosto ao feijão;
‘Dançando na Chuchuva’,  
               Gene Kelly na época da gagueira
‘Dois Milhos de Francisco’,  
               Recomendando pipoca com fichas telefônicas
‘Ensaio Sobre a Pereira'
               Quem não gosta é cego 
‘Edward Mãos de Cenoura’,
               Cinco em cada uma;
‘Eram os Deuses Alcaparras?’,   
               A dúvida transcendental;
‘Espiga Internacional’,  
               Passaporte para os milhos, é o pleito hitchcockiano;
‘Figo da Justiça’,  
               Superpoderes a qualquer sabor;
‘Harry Potter e a Tâmara Secreta’,     
               A fase frugal do bruxinho;
‘Indiana Jones Em Busca do Brócolis Sagrado’     
               Em sua faceta arqueológico-vegetal;
‘Jambo - Programado para Matar‘,     
               Agora revivido, na terceira idade;
‘Jumanga’,  
               Nunca houve um vídeo-game tão doce;
‘Kung-Fu Quitanda',  
               Conexão animal-vegetal;
‘Laranja da Arábia’,     
               Peter O'Toole levando o tropical ao deserto;
‘Mamma Chia - Lá vamos nós de novo’,  
               Abba em grãos integrais;
‘Mandioca à Beira-Mar’,  
               Drama da agricultura presidencial brasileira;
‘Meia-Couve em Paris’,  
               tempos difíceis para Woody Allen;
‘Melão Maravilha’,  
               Chicoteando as sobremesas saudáveis;
‘Memórias de uma Ameixa’,  
               Semeando o fruto do amor;
‘Meu Aipo Será tua Herança’,     
               Willian Holden num faroeste agrário;
‘Meu Marmelo Favorito’,  
               Minions adocicados naturalmente;
‘Meu Rapé Esquerdo’,     
               a outra narina viria depois;
‘Missão: Impossível - Maçã Secreta’,     
               nada a ver com Adão e Eva;
‘Muito Além do Aipim’,     
               Peter Sellers aceitando batatas, inhames e outros;
‘Mulheres à Beira de Um Ataque de Ervas’,     
               Espanhol também vale;
‘O Clã das Alfafas Voadoras’,      
               Com muita complantação gráfica;
‘O Cogumelo Honesto’,  
               Será que existe?;
‘Oito Mulheres e um Levedo’,  
               Fungos também são cinéfilos;
‘O Lar das Comilanças Peculiares’,  
               Onde carne não entra de jeito nenhum;
‘O Massacre da Salsa Elétrica’,      
               Sangue a dar com pau;
‘O Melaço entre Nós’,  
               Haverá Cana em Marte?;
‘O Pepino do Poseidon’,     
               Estava estragado, pode ter causado o acidente;
‘O Planeta dos Maxixes’,     
               Lembrando o saudoso Charlton Heston;
‘O Poderoso Agrião’,     
               Dando um tempero mafioso na tradicional rabada;
‘O Primeiro Inhame do Resto de Nossas Vidas’,     
               Nova dieta de Demi Moore;
‘Onde os Nabos Não Têm Vez’,     
               para ser bastante atual;
‘Os Bons Cerejeiros’,     
               Robert De Niro doce como nunca;
‘Os Dez Condimentos’,     
               Charlton Heston abrindo mares temperados;
‘Os Frutos Também Amam’,  
               Como negar sentimento a eles?;
‘Os Pimentões da Galáxia’,  
         Audaciosamente temperando onde nenhum legume jamais esteve;
‘O Sal é Para Todos’,  
               Gregory Peck com pressão baixa;
‘O Segredo de Seus Alhos’,  
               Argentino entre cabeças e dentes;
‘Ovos Vorazes’,  
               Jovens Galináceos lutando pela vida;
‘Palmitos no Espaço – O Filme’,      
                muito melhor foi a série da TV;
‘Páprica Mortífera’,     
                tempero também é hortifruti, já dizia Mel Gibson;
’Pitanga Negra’,     
                A nova fruta de Wakanda;
‘Procura-se um Amor que Goste de Repolhos‘,      
                churrasquinho romântico, jamais;
‘Quanto Mais Tapioca Melhor‘,     
                estrelado pelo ministro, nada idiota;                  
‘Quem Tem Medo de Endívia Wolf’,     
                revivida pela nariguda Nicole Kidman;
‘THOR - RepolhoroK’,  
               O vegetal do Mal Supremo;
’Um Cará Silencioso’,     
               Vegetais alienígenas cegos e aterrorizantes;
’Um Coco Que cai’,     
                Hitchcock em sua fase baiana;
‘Uva Negra’,      
                Michael Douglas especialista em vinhos japoneses;
‘Vagem Fantástica’,      
                Explorando os intestinos do corpo humano;
‘Vegetais Fantásticos e Onde Habitam’,  
               Em um Hortifruti perto de você;
‘Vicky Nectarina Barcelona',  
               Woody Allen mais ácido que nunca;
‘Victor ou Chicória’,     
                Não resisiti a repetir a hortaliça.
E agora, promovi, de Comentário a corpo do post, as sugestões de Oswaldo Pereira, um gajo que já passou dos 85 mas segue firmíssimo em sua imaginação!
A NABIÇA REBELDE
             Com Julie Andrews, em homenagem ao saudoso capitão Von Trapp
OS FRUTOS TAMBÉM AMAM
            Também conhecido como "Shane" (ou será Shame..)
RASTROS DE ÓLEO
            John Wayne escorregando na maionese
POR UM PUPUNHADO DE DÓLARES
            Western spaghetti ao sugo
ATRAS DA GALINHA VERMELHA
            Um bando de soldados assando no espeto
NADA DE OVO NO FRONT
            Sem omeletes nas trincheiras
O QUEIJO DA MULHER ARANHA
            Sonia Braga para seu deleite
ROQUEFORT (ROCKY IV)  
            Stallone já cheirando mal...
.... isto, sem falar no óbvio ‘A Laranja Mecânica’, também prontinho pra usar no out-door, com seu verdadeiro nome.
Bem, é bom parar por aqui, senão daqui a pouco, chegaremos aos filmes ainda não existentes, como ‘A Bertalha da Portelinha’, muita calma nessa hora.
Que a Horta esteja com você!!!! 


OUÇA e LEIA - O George Indiano chegando sem viajar

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