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terça-feira, 25 de abril de 2017

Ó só o perigo, amigo!!!

Eu não querendo participar do desafio das 9 Verdades e 1 Mentira, por não achar que ia ficar sem graça, olha só da minha esposa Neusa!

Eis o que ela coletou num rápido passeio em suas memórias!!!

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Por insistência da minha família, resolvi entrar na brincadeira!!!!
Vamos ver quem acerta: 9 verdades e 1 mentira!!!
  1. Já dei uma martelada na cabeça de uma amiga quando criança.
  2. Já dei creolina para outra amiga beber. Ela foi parar no Pronto-Socorro.
  3. Elas são minhas melhores amigas até hoje.
  4. Já pedi esmola com amigas na rua para comprar bala dizendo que era para ajudar uma casa de caridade que tinha no meu bairro, até pedirmos para o próprio diretor da entidade e sermos desmascaradas.
  5. Já tive polícia, bombeiro e ambulância na porta de casa após ter sumido. Eu estava assistindo tudo do fundo da minha garagem.
  6. Já ganhei medalha por bom comportamento na escola.
  7. Já fui considerada a melhor cantora do Coral do Conservatório Musical de Santos.
  8. Já fui apaixonada por um professor.
  9. Já fui arremessada de bicicleta para o meio da pista da Praia de Santos por uma porta assassina.
  10. Por insistência do meu marido, grávida de 7 meses, soltei um rojão que saiu pela culatra, quase atingindo a minha barriga. Fui parar no Pronto-Socorro com a mão queimada.
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Ó SÓ AONDE FUI AMARRAR MEU BURRINHO!!


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Uma história de construção e de corrupção

De braços dados com o poder
    Odebrecht usou seu estilo de negócios para dar escala e eficiência ao sistema de 'operações estruturadas'

    RENATA AGOSTINI
    DE SÃO PAULO

    O ano de 2006 caminhava para o final quando Marcelo Odebrecht chamou Hilberto Mascarenhas Silva à sua sala no Centro Empresarial Villa Lobos, em São Paulo. Tinha a ele uma proposta: montar uma área para gerenciar os pagamentos de propina da empreiteira.
    Há quatro anos no comando da construtora, Marcelo se preparava para assumir a presidência do grupo e precisava de alguém de confiança para a área, considerada central nos negócios da companhia. Próximo da família e com 30 anos de firma, Hilberto era o nome ideal.
    A profissionalização do setor de propina era, aos olhos de Marcelo, uma necessidade. Desde o início da década, o conglomerado triplicara o faturamento. Para manter o ritmo dali em diante, em sua visão, seria preciso pagar muito dinheiro, a muitos políticos, de forma eficiente e segura.
    Hilberto cumpriu a missão. Montou um setor de propina "padrão Odebrecht", como se diz dentro da empresa. E a companhia prosperou. As receitas aumentaram de R$ 24 bilhões em 2006, ano da gênese do setor, para R$ 132 bilhões em 2015, quando Marcelo foi preso pela Polícia Federal.
    Desnudado pela Lava Jato, o esquema de corrupção empresarial da Odebrecht mostrou-se colossal o maior já descoberto no mundo, nas palavras do governo americano. À luz dos depoimentos da cúpula do grupo, revelou-se quase tão antigo quanto a própria empresa, que cresceu ancorada em contratos públicos e no estreito contato com o poder.
    RUMO AO PODER
    A Odebrecht foi fundada em Salvador em 1944 por Norberto Odebrecht, um descendente de alemães que herdara uma endividada construtora de seu pai. Graças à Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), criada em 1959 por Jucelino Kubitschek para financiar, sobretudo, obras de infraestrutura na região, expandiu-se Pernambuco.
    A expansão ao Sudeste veio com a ajuda de outra estatal, a Petrobras. No fim dos anos 1960, já na ditadura militar, a Odebrecht levou o contrato de construção da sede da petroleira no Rio. Vieram então as obras do aeroporto do Galeão, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da usina nuclear de Angra.
    A Odebrecht formava assim seu portfólio na chamada construção pesada. Com ele, veio o portfólio brasiliense. Em 1978, Norberto foi levado a depor na CPI aberta no Senado para investigar supostas irregularidades no acordo nuclear entre Brasil e Alemanha.
    Mas o grupo baiano não pertencia ainda ao pelotão das grandes empreiteiras. Para entrar de verdade nesse grupo, que dividia o dinheiro grosso das obras públicas no país, Norberto atuou em duas frentes nos anos 1980.
    Com auxílio do governo militar, angariou contrato em Angola. Começava a atividade internacional da empreiteira. No Brasil, comprou a CBPO, então uma das principais construtoras do país, e a Tenenge, com experiência em obras do setor de energia.
    A empresa prosperou nos governos José Sarney e Fernando Collor, quando já detinha relação privilegiada com a classe política nacional.
    Sob o comando de Emílio Odebrecht, filho de Norberto, foi enredada no esquema de PC Farias e no escândalo dos Anões do Orçamento. A esta Folha em 1994, Emilio disse até já ter pago propina no passado, mas negou que a empresa cometesse irregularidades como comprar um ministro de Collor.
    O grupo seguiu. Aproveitando as privatizações feitas por Itamar Franco, aumentou sua presença no setor petroquímico, no que daria origem à Braskem hoje, graças à intervenção do governo Lula, a principal empresa do grupo.
    No governo de Fernando Henrique Cardoso, com quem Emílio cultivou relação próxima e amigável, continuou a prosperar. Ao fim da década de 1990, ostentava o posto incontestável de maior empreiteira do país, com braços em celulose, mineração, exploração de petróleo e concessões.
    O grande salto veio mesmo na era petista. Após driblar uma crise financeira que a obrigou a se desfazer de fatias em empresas como a Veracruz Celulose e a CCR, a Odebrecht iniciou uma fase de crescimento acelerado.
    As grandes obras inauguradas pelo governo Lula, com quem Emílio tinha grande proximidade, e o crédito farto dos bancos públicos eram a oportunidade. O novo sistema de propina montado sob a batuta de Marcelo garantiria que a Odebrecht a agarrasse.
    SOCIEDADE DE CONFIANÇA
    Ao assumir o comando do grupo em 2009, Marcelo multiplicou os pagamentos de propina e caixa dois. De largada, eles dobraram. A disparada foi impulsionada pela decisão de descentralizar o fluxo da propina.
    Até 2008, quando estava na presidência da construtora, os pagamentos só eram feitos com sua autorização. Ao assumir o conglomerado, deu autonomia a ao menos seis executivos do alto escalão para autorizá-los junto ao setor de propina as negociações dos valores com os agentes públicos eram feitas livremente pelos funcionários.
    Ao delegar aos seus mais fiéis subordinados as decisões, Marcelo seguia um dos princípios basilares da Odebrecht, transcritos em 1983 por seu avô, Norberto, numa série de três livros e repetidos à exaustão aos funcionários da empresa nas décadas seguintes.
    As mais de quinhentas páginas de "Sobreviver, Crescer e Perpetuar" compõem a principal obra da "Tecnologia Empresarial Odebrecht", ou T.E.O. Trata-se de um guia para a cultura da "organização".
    Nelas, o fundador define a Odebrecht como uma "sociedade de confiança". Fazem parte do folclore criado ao redor da T.E.O histórias como a que Norberto só redigia documentos e recados a seus executivos à lápis como prova de confiança.
    Norberto define a Odebrecht como uma sociedade formada por "empresários" e não por empregados. Ele repudiava, por exemplo, o uso do termo gestão, que denotava cuidar de negócios alheios. Para ele, um modismo que atrapalhava o entendimento do que seria "a arte de empresariar".
    Na Odebrecht, todos deveriam considerar o negócio como se seu fosse. O livro prega a "educação pelo trabalho", ou seja, pelo exemplo. Era preciso delegar.
    Esse entendimento é martelado assim que o indivíduo entra na empresa a T.E.O teve mais de dez edições em português, traduções para inglês e espanhol e até uma versão em quadrinhos.
    Os funcionários são "doutrinados" nas palavras do fundador. "É como na Igreja Católica: a missa tem de ser celebrada do mesmo jeito em todos os lugares", disse à Folha um executivo que permanece no grupo.
    Ao ex-ministro da Fazenda de Lula, Antonio Palocci, Marcelo tentou explicar que, por isso, não "lidava" com doações a campanhas municipais, só
    com as presidenciais. "Pela nossa governança era até complicado entrar nessa questão, pois eu poderia estar interferindo nas decisões dos executivos", falou em um de seus depoimentos à Lava Jato.
    O setor de propina tinha governança. Na lógica da Odebrecht, era um instrumento para se fazer negócios. Uma ferramenta que Marcelo estava confortavelmente disposto a usar.
    Antes da criação do departamento de "Operações Estruturadas", nome lustroso da área de Hilberto Mascarenhas, os pagamentos eram feitos essencialmente por meio de doleiros e somavam de US$ 60 milhões a US$ 70 milhões por ano, segundo depoimento do executivo às autoridades.
    Em 2013, a divisão tinha seis executivos em sua estrutura e contabilizava US$ 750 milhões distribuídos em propina e caixa dois, em contas no exterior ou em malas de dinheiro no Brasil, para políticos e agentes públicos de todos os matizes.
    Era uma pequena fração do faturamento da empresa, mas a escalada parecia fora de controle. "É suicídio", disse Hilberto a Marcelo, segundo relato do executivo.
    O empresário não deu ouvidos. Estava onde almejara estar. Apoiada pelo governo, a Odebrecht havia chegado aos R$ 100 bilhões de faturamento e a 23 países, tinha quase 200 mil empregados em 15 divisões de negócio.
    "Ele entrou numa espiral maluca. Brigava com acionistas em cima, tratava mal executivos de baixo, comprava políticos e os bancos ele seduzia", afirmou um delator à Folha sob a condição de anonimato.
    A boa relação com os bancos era fundamental para os planos do conglomerado, que precisava de cada vez mais dinheiro para bancar seus planos de expansão o Brasil e no exterior. De 2009, quando Marcelo assumiu o grupo, a 2015 a dívida do grupo passou de R$ 14 bilhões para R$ 84 bilhões.
    O crescimento da empresa e da distribuição de propina só pararia com a Lava Jato. É essa conta que os executivos que restaram na empresa passaram a ter de administrar.
    Com a cúpula encarcerada, uma crise de imagem sem precedentes e obras minguando, o grupo empresarial mais poderoso do país te, hoje de lutar para sobreviver.
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    LONGA HISTORIA COM O PODER
    Delações de ex-executivos mencionam cinco ex-presidentes ainda vivos
    JOSÉ SARNEY (1985-1990)
    E mencionado de maneira indireta. Segundo delatores, seu grupo político -representado pelo presidente de uma estatal ferroviária- recebia 1% de contratos da ferrovia Norte-Sul em 2008 e 2009
    FERNANDO COLLOR (1990-1992)
    Dois executivos dizem em delação que Collor recebeu R$ 800 mil de caixa dois em sua campanha ao Senado em 2010. STF determinou abertura de inquérito. Collor não quis se pronunciar
    FERNANDO HENRIQUE CARDOSO (1995-2002)
    De acordo com Emílio Odebrecht, tucano recebeu "vantagens indevidas, não contabilizadas, no âmbito da campanha à Presidência nos anos de 1993 e 1997". FHC disse que só falaria após ler o documento em que é citado, já que as campanhas são antigas.
    LULA (2003-2010)
    É foco de depoimentos de Emílio Odebrecht e de diversos ex-diretores do grupo. Há suspeita de negociação de medida provisória e favorecimentos no sítio de Atibaia. A assessoria do petista diz que "delações não são provas"
    DILMA ROUSSEFF (2011-2016)
    Segundo Marcelo Odebrecht, a petista foi avisada mais de uma vez de que sua campanha teria recebido doações por meio de caixa dois. Ela nega ter tido conhecimento 

    domingo, 23 de abril de 2017

    Vinte e Uns de Abril

    Nessa época, todo ano me lembrava de um  post meu de 6 anos atrás em que falo desta época do ano e seu acúmulo de feriados. Teve ano, aqui no Rio que terça e quinta, dia sim, dia não. Uma festa para a produtividade nacional...

    Sobre o primeiro daqueles 'uns' do título, tinha dois motivos que me marcam. O 21 de abril de minha infância ficou marcado pela imagem de um dentista heróico sendo enforcado e esquartejado, pela Corte portuguesa, e tendo suas partes espalhadas pela cidade e sua cabeça barbuda fincada num poste. Até hoje, a imagem impressiona. Muito boa a novela que levou uma história possível de uma filha dele, no ano passado!

    O 21 de abril adulto veio quando conheci minha primeira e única futura sogra, que faiaanos nesse dia, e que eu celebrava já há 37 anos. Hoje ela faria a bonita idade de 94 anos, sendo 55 de dedicação a um filho doente. Agora, ela está em outro plano. 
    Por essa perda é que eu devo ter esquecido de saudar a sequência...

    De qualquer modo, ela deve ainda gostar de ouvir música. Portanto, maestro, Música Pra Vovó!!! 



    O segundo dos 'uns' também vem da infância, e vem um uma rima histórica: no ano 1500, em 22 de abril, Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil. Ele e os portugueses que lhe seguiram nos impuseram uma colonização de exploração, expatriando nossas riquezas por séculos a fio, que rima com Brasil e Abril. Mas fora isso, fizeram um bom trabalho expandindo nossas fronteiras e criando este país continental e varonil, que rima com os outros três. Em tempo, esse dia nunca foi feriado, mas como  neste ano coincidiu com um sábado, também foi dia de ócio remunerado!

    E o terceiro 'um' também é feriado, mas só aqui no estado do Rio de Janeiro e uns poucos outros estados. Só que hoje é domingo. Sinceramente, muito respeito pela devoção, mas não dá pra admitir que se deixe de trabalhar mais um dia por causa disso. Coisa de deputado vagabundo, assim como a corja que o aprovou...

    O santo guerreiro, que também é venerado na umbanda, como Ogum, é padroeiro de cidades, como Moscou e países,  como Inglaterra, Geórgia, e, claro, Portugal, a inspiração também dos outros dois vinte e uns

    E tem mais o Dia da Terra, o Terra planeta, foi instituído pela ONU em 2009 pela preservação de nosso astro natal.

    Vamos ficando por aqui!

    Um abraço

    Homerix Celebrando o Feriadão mas Trabalhando Ventura

    sábado, 22 de abril de 2017

    Peguei na Mentira

    O desafio da mentira que virou febre no Facebook foi muito legal. Pelo menos 20 amigos meus haviam feito, e eu relutei em fazer o meu, porque via os outros com coisas tão interessantes, estapafúrdias, tantas travessuras, que eram verdades, e eu achava que a minha não sairia legal, porque nunca fui travesso, nunca fiz algo maluco, tive uma vida pacata, poucos amigos, fui bom aluno, era comportado, enfim, achei que ia ser um porre....

    Então, resolvi tentar, e acabou saindo legal.... sempre há coisas incríveis na vida de qualquer pessoa. 

    Olha, saiu melhor que a encomenda!

    Após 100 palpites, o que temos!!
    • 9 das 10 afirmações foram votadas!
    • Minha mentira pareceu plausível para 99 amigos!
    • Minhas verdades pareceram mentiras para Todos-1!
    • Apenas 1 amigo acertou ... em 100!!!
    • O resumo é: NUNCA estive na Oceania!!!

    Vejam a compilação dos resultados!

    Vamos lá, ponto a ponto.

    1. Bati o carro 4 vezes aos 18 anos 
    VERDADE (5ª mais votada)

    Meu valoroso Passat branco, novinho, presente de meu pai quando passei no vestibular da Poli, sofreu comigo.... foram quatro batidas, a última delas no brevíssimo caminho entre a minha República no Butantã e a Faculdade,  na Cidade Universitária, menos de 3 quilômetros distante, por pouco não foi perda total. O mais interessante é que bati, avisei meu pobre pai, que veio de Santos resolver, porque eu estava a caminho de uma prova de Cálculo Numérico, e fui fazer a prova, e fui muito bem, lembro até que tirei 9!

    2. Já beijei o chão da Abbey Road Studios


    VERDADE (apenas 2 votos)

    Foi em 2005, no primeiro dia de uma viagem de treinamento da Petrobras. Fiz um diário daquela viagem, e contei o episódio neste post



    3. Já dirigi um Charger RT 
    VERDADE (apenas 1 voto)

    Foi em 1978, meu irmão, já com 33 anos, me emprestou seu Dodge Charger RT, uma potência consumidora, fazia 3 KM por litro... nunca me esqueço da subida da Imigrantes, eu indo a 120 km/hora, e pisei fundo e ele ainda cantou pneu...

    4. Já entrevistei Pelé (3ª mais votada)
    VERDADE (Medalha de Prata, com 21 votos )
    Era 1967, eu tinha 9 anos e morava em Santos, Gonzaga, na Washington Luis,  560, Edifício Saint Etiènne, Canal 3, estava na quarta série do Colégio Santista e e encomendaram um trabalho jornalístico, para fazer em dupla. Lembrei de uma coisa interessante. No prédio ao lado, número 558 (a numeração ia de dois em dois), no nono andar do Edifício Agulhas Negras, morava ninguém menos que Pelé. Dei a idéia a meu parceiro, o querido Magalhães, primeiro da classe (eu era o segundo) e fomos, e falamos com o porteiro, que avisou o Rei, que aceitou e marcou uma hora, e lá fomos nós. Pena que não registramos o momento em foto (ah, se fosse hoje!), nem guardamos o texto da entrevista. Foi bom lembrar do querido amigo José Luiz Soares Magalhães, de quem me separei ao final daquele ano, pois tive que fazer quinto ano, por causa da idade, ele era uns meses mais velho, fez Admissão e passou direto para o primeiro colegial. Sempre teve problemas com seus rins, fez Medicina, especializou-se em Nefrologia, salvou muitas vidas, mas não a própria, morreu por complicações renais, felizmente em tempo de fazer uma bela família.

    5. Já estive a dois graus de separação de Paul McCartney
    VERDADE (Ninguém votou)
    Era 1994, dei um jeito de conhecer o empresário de Paul McCartney, Richard Ogden, que era casado com uma brasileira, amiga de uma amigo meu, quando estive em Londres, em missão pela Petrobras. Mas não tive coragem de pedir um encontro... Contei o episódio aqui neste post, em que explicava a teoria dos 6 Graus de Separação:

    6. Já estive nos 5 Continentes
    MENTIRA (Apenas 1 acertou!)
    • Nasci no Brasil, morei nos EUA, e já estive no México, Argentina, Venezuela, Colômbia, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia e até em Cuba
    • Já estive na Europa: Inglaterra, França, Itália, Alemanha, França e até em Portugal
    • Já estive na Ásia: Japão, China, Índia e até Paquistão
    • Já estive na África: Angola, Nigéria, Senegal e até no Chade 
    • Nunca estive na Oceania! 
    7. Já estudei em Salvador
    VERDADE (Apenas 3 votos)
    Depois de formado em Engenharia Civil, fiz o concurso da Petrobras e fiz especialização em Engenharia de Petróleo, em Salvador. Falei sobre isso em alguns posts meus, especialmente neste, de despedida da Petrobras

    8. Meu primeiro banho de mar foi em Guarapari 
    VERDADE (Campeã, com 31 votos)
    Esta pegou muita gente! Sim, nasci em Santos, mas tinha pavor de mar, que só venci em Guarapari, no Espírito Santo. Contei o episódio aqui:


    9. Só fui assaltado uma vez na vida no Brasil 
    VERDADE (Medalha de Prata, com 21 votos)
    A etimologia da palavra Assalto, indica tomada violenta de algo que está em seu poder,  contra a sua vontade. Portanto, a questão era acreditar ou não se eu fui assaltado, de fato, uma única vez. Trata-se de uma verdade!
    Infelizmente, vários foram na linha "Todo brasileiro é assaltado com essa corrupção..." e desperdiçaram a chance de um palpite mais adequado.
    Era 1990, eu ia de ônibus pro trabalho, quando ainda se entrava por trás, estava só quando entrou um negro bêbado armado com uma faca de cozinha, eu não quis resistir e entreguei a aliança de casamento.
    10. Só tive uma namorada 


    VERDADE (4ª mais votada, com 11 votos)
    Sim, verdade, Neusa foi minha primeira, e única namorada, eu era muito tímido, já tinha 20 anos e achava que ia envelhecer com um cachorro como companheiro, quando a conheci, na garagem de um vizinho dela, o Cid, que era meu amigo de Colégio Santista. Jogávamos Sueca, ela se encantou com meu sorriso, e o resto é história!!! Até já havia contado aqui, neste post:

    quinta-feira, 20 de abril de 2017

    Pega na Mentira



    Esta brincadeira pegou no Facebook!!!

    Qual destas é mentira?
    1. Bati o carro 4 vezes aos 18 anos
    2. Já beijei o chão da Abbey Road Studios
    3. Já dirigi um Charger RT
    4. Já entrevistei Pelé
    5. Já estive a dois graus de separação de Paul McCcartney
    6. Já estive nos 5 Continentes
    7. Já estudei em Salvador
    8. Meu primeiro banho de mar foi em Guarapari
    9. Só fui assaltado uma vez na vida no Brasil
    10. Só tive uma namorada
    E coloquei como ilustração esta foto minha, que não é verdade, hoje, afinal, é de 15 anos atrás. Uma das 10 afirmações acima é mentira. Coloquei em ordem alfabética para não influenciar... 

    Pega na mentira!!

    Quem ficou atento a meu blog, já mencionei alguns fatos em alguns posts, os quais coloco os links ali embaixo.

    Gostei muito do feedback. Muitos participaram da brincadeira.

    Eis os links. São Cinco. 
    Então, quem quiser chutar com 50% de chances, é só ler!!!


    quarta-feira, 19 de abril de 2017

    Fragmentado estou, estou demais!!


    Pronto!! M.Night Schyamalan está de volta!!!

    Depois de um começo estrondoso, com 'Sexto Sentido' (lembro bem porque foi o primeiro filme que vi em minha missão no exterior) Lá em 1999, e um interessantíssimo 'De Corpo Fechado' e um mediano, mas ainda interessante 'Sinais', entabulou uma série de relativos fracassos, entremeados por um ou outro razoável, como 'A Vila'.

    Agora, acertou em cheio! 'Fragmentado' custou apenas 9 milhões de dólares e já faturou quase 300 milhões mundo afora.

    E é merecido!

    Thriller de intenso suspense, sobre um jovem com múltiplas personalidades, mas não duas ou três, e sim duas três, ou 23 personalidades, conhecemos uma delas no início, quando sequestra três meninas e as leva para seu calabouço, uma instalação abandonada, cheia de quartos. Ao longo, outras 7 delas aparecem, uma delas mulher, e interagem com uma psicóloga, que quer entender o fenômeno, tão intenso que algumas delas têm doenças que outras não têm, diabetes, por exemplo. Uma sabe da outra. O grande problema é a ameaça do surgimento da vigésima quarta, que tem o assustador nome de Besta.

    James McAvoy dá um verdadeiro show, que já o credencia, sem dúvidas, a uma das cinco vagas de indicação a Melhor Ator no Oscar do ano que vem, mesmo sendo um estilo de filme que geralmente, ou posso dizer, nunca, leva seus atores à Academia. Bem, há, veramente, uma exceção, Heath Ledger como o Coringa, que lhe valeu um Oscar póstumo!!

    A música dá um climão fantástico, tenso, e a vítima principal tem uma história triste, contada em flashback, que culmina com uma das melhores cenas.

    No final, uma aparição que tem tudo a ver com a carreira do diretor, aliás, por conta dela, tenho a certeza que ainda conheceremos algumas das outras 14 personalidades de Kevin

    Como sempre, o diretor aparece em uma pontinha, seguindo a linhagem de Hitchcock e Tarantino.

    Prestem atenção quando começam os créditos finais, coisa de gênio, que faz a gente rir, mesmo depois de uma sessão tensa!!

    Aplaudo com vigor!!!

    domingo, 16 de abril de 2017

    Summer of Love - 1967

    Quando anunciei aqui o cinquentenário da foto da capa do disco Sergeant Pepper's Lonely Hearts CLub Band, não estava com a idéia de escrever mais nada sobre o disco que mudou a história da música...

    Claro que mudei de idéia!!

    Quando acabei de ler o espetacular livro de Svetlana Aleksiévitch - A guerra não tem rosto de mulher - e passeei pela estante para procurar um próximo livro, eis que piscou pra mim um que eu já havia lido. Cahamava-se Summer of Love. Eram os Beatles me chamando para não deixar aquele feito em branco, ou quase, como estava...

    O autor é George Martin, veja bem, sem o R.R. no meio, daquele outro autor da saga mais espetacular da TV - Game of Thrones, tanto que sua morte (a do primeiro) foi confundida com a do segundo, e todos os fãs da série ficaram apavorados porque ele haveria morrido sem completar a saga. Que gente egoísta! E até acabaram ficando contentes quando perceberam, que era o outro.

    Sua grande maioria nem sabiam da existência do George Martin original, muito menos de sua importância na história da música.

    Para ilustrar, vejam a foto ao lado, especialmente os dizeres que ele colocou como legenda.

    Pois é, George Martin era o primeiro ser humano a ouvir uma música dos Beatles, de 1962 a 1969, nos estúdios da Abbey Road. John e Paul, especialmente, invariavelmente apresentavam a ele suas idéias de canções ao violão (ou piano), às vezes em conjunto ou em separado, como na foto. George e Ringo antes passavam pelo crivo de John e Paul.

    George Martin foi o único produtor que levou a sério o som dos quatro rapazes. Eles haviam peregrinado por todas as principais gravadoras, apenas uma delas (Decca - 1 de janeiro de 1962) chegou a ouvi-los mas detonaram porque 'grupos de guitarras estava com os dias contados'. O empresário Brian Epstein já estava desistindo, quando recebeu um chamado de um engenheiro da HMV (uma das grande lojas de discos), um certo Jim Foy (OBRIGADO!!!!), que estava arquivando o acetato com as gravações, e gostou do som. Chamou um certo Syd Coleman, que se lembrou de um certo George Martin, que tinha um selo na EMI, chamado Parlophone, que gravava discos de comédias ('A que ponto cheguei', pensou Brian). Ele ligou para George, que disse: 'I don't know!', ao que Brian respondeu: 'Eles serão maiores que Elvis!' ... Brian Epstein estava certo... George Martin fez um bom negócio. Depois, houve o encontro, em 6 de junho de 1962, houve a audição (sim, houve a audição!), George ficou encantado pelo carisma dos rapazes, e gostou das canções originais que traziam, especialmente, 'Please Please Me' 'Love Me Do', especialmente da gaita que John tocava nesta última. O resto é História!!!

    A partir daí, Big George (como o chamavam, distinguir de Harrison) produziu 14 dos 15 LP's dos Beatles, dando idéias, mas principalmente traduzindo o que os Beatles queriam para suas músicas, especialmente naquele verão de 1967, em que estavam dedicados somente ao som que faziam, tendo abdicado definitivamente dos shows ao vivo.

    Deverei produzir post sobre algumas da notáveis canções, mas vou ficando por aqui, deixando os primeiro dois parágrafos do livro, apresentando-o.

    Enjoy


    A Mãe de Todas as Delações




    Lá, a mãe de todas as bombas.
    Aqui, a mãe de todas as delações.


    E ainda vêm as filhas: OAS, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa. A coisa vai dobrar!
    3,75 bilhões de dólares. A 5%, são 75 Bi em obras, ou 20 Bi em super-faturamento...

    A cidade pode ser maravilhosa, mas os governantes, vou te dizer uma coisa... Desde 1982, só porcaria!!! Especialmente governadores!
    20 Milhões pra um
    Muitos mais pro outro
    Marilia Barbosa
    ÚLTIMO LANÇAMENTO, já foram "comprados", agora estão sendo "liquidados".
    Quem comprou não compra mais. É o que se espera...
    Marilia Barbosa

    Eu já estou começando a achar 1 MM de reais pouco por aqui, enquanto na Europa, 3 Mil em milhagem já dá cadeia!
    Fico imaginando o pai orgulhoso Emilio explicando a Marcelo lá no começo : é assim, filho, que prosperam nossos negócios!!!
    Imagino quantas vezes o Boris Casoy deve estar se virando para a câmera, e falando, por dia: Isso é uma ver-go-nha!!
    120 milhões para o Mineirinho!!!
    O Mineirão se revira no túmulo!