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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

De Pernas Bambas



Narrei este texto para um amigo que descobri recentemente estar cego.
Foi a semente do Projeto Homerix em Áudio.
Como que um "Episódio Piloto".
Como o texto é grande, ficou em DOIS Áudios


Conto pra vocês aqui, como foi essa emoção, que me deixou .... de pernas bambas...

___________________________________________

         Data:               23 de março de 2007
Local:              Praça da Apoteose (foi o que lá aconteceu!)
Motivo:            Show de Rock (é pouco para defini-lo)
Título:             The Dark Side Of The Moon
Artista:            Roger Waters


ÁUDIO 1
Clique no Play Verdino para ouvir

View on Vocaroo >>

.... o que está escrito a seguir! 

Amigos, eu disse que ia e fui! Fui e me emocionei! Fiquei emocionado e satisfeito, por ter proporcionado a meus filhos um momento mágico! Valeu cada dollar & cent, pound, shilling and pence!!! 
Era Roger Waters, no show Dark Side of The Moon, que foi na Praça da Apoteose
Como eu disse, eu fui e me emocionei!
Foi um excelente retorno à minha presença em meio a multidões, seriamente ameaçada de extinção pelos acontecimentos nefastos ocorridos no (would be) show dos Rolling Stones, em Copacabana. É bem verdade que o principal critério para o meu retorno estava obedecido: o ingresso era bem carinho! De ‘grátis’, nunca mais!
Abrimos o programa com chave de ouro: pegamos um táxi dirigido por um motorista incomum. Ele ouvia U2 em seu CD. Com o andamento da corrida, o meu filho notou que não se tratava de uma compilação (Arrrgh!), e sim de um dos discos de carreira da banda irlandesa, Achtung Baby. Fui conversando com meus filhos e uma bela hora disse a eles: “Já estou até me arrepiando, só de imaginar os acordes iniciais do show!” Eles duvidaram que eu soubesse. Então, eu cantarolei ....
Tchaaaaaaan -- Tchaaaaaaan -- Tchaaan Tchaaaan Tchaaaan Tchaaaaaaan –-
Tchaaaan  Tchaaaan Tchaaaaaaan -- 
                        ... e, imediatamente, o motorista falou: “In The Flesh”, acertando em cheio e, na carne,  o título da música cujos acordes eu entoara. Ante o nosso espanto, ele disse: “Vou fazer mais umas duas ou três corridas e me colocar ao lado da Praça, para poder acompanhar o show!!!”.
                        Foi ou não foi um começo auspicioso? Pra entrar no clima!
                        Depois de ter a emoção de caminhar por toda a Marquês de Sapucaí, única forma de alcançar a praça, lá chegamos, mais ou menos 90 minutos antes do show, e conseguimos nos colocar a uns 20 metros do palco. Deu pra sentir o que estava por vir quando notamos 4 Carvalhões (aqueles guindastes enormes), dois a dois postados por trás das arquibancadas leste e oeste, onde estavam pendurados 4 gigantescos ‘alto’-falantes. Sim, ‘alto’, e não ‘auto’, pois seguramente dali sairia um som extremamente alto. Estava garantido o som surround, marca registrada de Roger. A música de aquecimento era boa, Tom Petty, Bob Dylan e Chuck Berry, de forma que o tempo passou rápido. No telão, uma imagem em altíssima definição mostrava um rádio, na frente dele um copo e uma garrafa de Red Label a meio-pau, em cima dele uma miniatura de um avião da época da segunda guerra e um soldadinho. Dez minutos antes de começar o show, aparece no telão uma fumacinha de cigarro, (a platéia se ouriça!) logo depois uma mão gira o dial (a platéia vibra!) e muda de estação (nesse momento, o som já é o ofical, do show). No meio da canção, a mão chega de novo, serve uma dose de whiskey e procura outra estação e encontra uma canção do Abba, muda rapidamente, encontra outra do Abba, mais uma vez sai de lá para um terceira, e só depois desta, encontra uma em que o dial descansa. Muito engraçado!!!!
Chega a hora, 9:30 em ponto, aparece a banda, depois Roger (a platéia urra!), e, então, os primeiros acordes:
Tchaaaaaaan -- Tchaaaaaaan -- Tchaaan Tchaaaan Tchaaaan Tchaaaaaaan –-
Tchaaaan  Tchaaaan Tchaaaaaaan –
.... batata! Tinha que ser: além dos acordes arrebatadores, perfeitos para uma abertura, a letra dá boas-vindas a quem está no show: “So you thought you might like to go to the show.”
A canção é do álbum duplo The Wall79, obra-prima (mais uma) da carreira do Pink Floyd, também idealizada por Roger, onde ele expressa seu inconformismo pela perda de seu pai na segunda guerra, e destila sua ironia em “Mother”, um diálogo com a mãe viúva, que ele felizmente reproduz no show: quando ele pergunta “Mother, should I run for President?”, a platéia responde “Yeah”; depois, “Mother, should I trust the government?”, e a platéia, em uníssono, “No”. Chega, então, a primeira vez que temos a oportunidade de ouvir a voz que nos assombraria uma hora (or so) depois, de uma das cantoras negras do trio vocal de apoio, interpretando a mãe do perturbado menino Roger, ainda na mesma canção.
Depois, uma única concessão ao tempo pre-Dark Side, com “Set The Controls To The Heart of The Sun” de A Saucerful Of Secrets68. Preferia que ele arriscasse mais e tentasse reproduzir no palco a mais abstrata e concreta canção da época,  “Several Species of Small Furry Animals Gathered Together in a Cave and Grooving with a Pict” (Gostaram do título? Precisam ouvir a música!) do álbum duplo Ummagumma69, mas seria pedir demais.
Segue o show e chega a hora de homenagear o amigo Syd Barret, outro fundador do Pink Floyd, morto em 2006, após quase 40 anos escondido num porão, mergulhado em perenes alucinações, fruto indelével das pesadas drogas que tomara em sua juventude, terminando precocemente sua carreira: do álbum Wish You Were Here75, Roger canta a canção título, que a platéia acompanha inteirinha, quase às lágrimas (pelo menos, eu estava!), e “Shine On You Crazy Diamond”, também acompanhada com emoção.
A platéia permite, respeitosa, que Roger entoe duas canções não lá muito famosas, do álbum The Final Cut83, a própria canção-título e “The Fletcher Memorial Home”, que foram acompanhadas apenas pelos mais fanáticos (que eram muitos!). Digo isso, pois o álbum, que foi o último da carreira do Pink Floyd ainda com Roger Waters no grupo, era meio chatinho, e poderia mesmo ser considerado como o primeiro álbum de sua carreira solo, também chatinha (com exceção do álbum mencionado a seguir), já que não há contribuições autorais dos demais membros David Gilmour, Richard Wright e Nick Mason, que lá estão como meros (e excelentes) instrumentistas. Aliás, o título do álbum foi mais que premonitório.
Da carreira solo, Roger canta, então, a magnífica “Perfect Sense”, do álbum Amused to Death92. Em sua Parte 1, a canção é interpretada por aquela mesma cantora que, apesar de continuar vocalmente perfeita, certamente não poderia estar com um sorriso no rosto ao entoar versos como: “And the Germans killed the Jews, and the Jews killed the Arabs, and the Arabs killed the hostages, and that is the news!”, ou então, o supremo, contumaz e agonizante grito de desespero “Why do I have to keep reading these technical manuals?”. Um claro ponto para melhoria. Na Parte 2, Roger volta com sua voz rouca para entoar, como eu disse uma vez, o ápice de uma letra de Rock em todos os tempos, “Can't you see? It all makes perfect sense, expressed in dollars and cents, pounds, shillings and pence! Can't you see? It all makes perfect sense”. No telão, as imagens de um estádio onde se travará uma desigual batalha entre um submarino nuclear (mencionado na Parte 1) e uma plataforma de petróleo. Toda a potência é despejada nos auto-falantes com um coral gravado entoando o refrão (junto com a platéia, claro!) e, no momento em que os mísseis atingem a indefesa plataforma, clímax magnífico, booom, explosões no palco e ...... fim! Tudo se apaga! A sobre-carga foi demais! Uma interrupção não programada de 15 minutos! Pensei “... tinha que acontecer no Brasil?!” Enquanto a produção se debatia para sanar o problema, Roger, muito simpático, veio ao palco e autografou inúmeras camisas que o público jogava.
(como já estou em 10 minutos de áudio, vou parar por aqui... depois... o resto)


ÁUDIO 2
Clique no Play Verdinho para ouvir

.... o que está escrito a seguir! 
Felizmente, tudo se resolveu, Roger voltou, pediu desculpas, fez uma piadinha, jogando a culpa pelo estrago na platéia, que cantara alto demais, e anunciou uma canção nova, “Living in Beirut”. Sabiamente, ele coloca no telão, uma história em quadrinhos e a letra da inédita obra, que de outra forma, não poderia ser admirada, basicamente falando mal de Bush e de Blair (não confundir com ‘A Bruxa de Blair’!). O guitarrista solo nessa hora (uma figurinha carimbada de vários shows de rock) usava um chapéu de cow-boy texano e tirava sons muito diferentes de sua guitarra, que empunhava tal como se fosse uma metralhadora atirando. Bom momento!
A primeira parte do show termina com a movimentada “Sheep” do álbum Animals77, que só tinha animais como títulos de canção, entre eles, o porco. Na época do álbum, para tirar a foto da capa, eles criaram um imenso porco inflável, que aparecia ‘voando’ em frente a uma estação elétrica. Aliás, conta-se que, na ocasião, o artefato acabou se enroscando numa rede de alta tensão, provocando um black-out generalizado em Londres. Bem, para gáudio do público, que se deliciava com a magnífica interpretação de Roger (a canção é bem gritada!), eis que surge, do lado direito do palco, ele póprio, o porco voador, com frases politicamente (in)corretas (“Ordem e Progresso Não, All We Need is Education!”) pintadas em seu corpo cor-de-rosa. Seguro por cabos, ele vai passeando por sobre a platéia e quando a canção acaba, e Roger anuncia o intervalo, ele se desprende e começa a subir, subir, subir, para festa da platéia e desespero dos inúmeros aviões que, propositalmente ou não, passavam por sobre a Sapucaí (foram uns 4 ou 5). Magnífico momento!
O intervalo, ao contrário dos normais, em que nada se faz, teve a atração de ver o porco sumindo, sumindo, sumindo, ao mesmo tempo que, no telão, uma lua ia chegando, chegando, chegando, anunciando a segunda parte do show, que, como prometido, teria a execução, na íntegra, sem mudar uma única vírgula, de The Dark Side Of The Moon73, o disco de maior sucesso de todos os tempos, que permaneceu na parada americana por ininterruptos 14 anos. O Pink Floyd de David Gilmour já havia feito o mesmo no show Pulse93. E assim se fez novamente, desta vez, igualzinho ao original, digo, 99,9% igual. Seguem alguns momentos memoráveis:
·         “Time”: Introdução com tic-tac do relógio tocado no baixo de Roger; o esforço do percussionista para reproduzir a bateria elétrica exatamente como no original, prejudicado no final porque ele mesmo era o baterista e tinha que trocar de instrumento no instante mágico em que bate TumTumTum e entra a letra : “Ticking away the moments that make up a dull day...” cantada, literalmente, por todos os presentes, um arrepio só!
·         “On the Run”: Instrumental perfeitamente reproduzido, com o bônus de uma su-woofer gigantesca que faz o chão vibrar, quase tremer. Senti-me no Japão!
·         “Money” e “Us And Them”, clássicos eternos, com desempenhos de guitarra e saxofone de estrebuchar de tão similares aos originais!
·         “A Great Gig On The Sky”: Aqui foi o grande desempenho da cantora negra. O que ela faz, tecnicamente, chama-se ‘vocal improvisation’, na verdade, aqui pode ser chamada o de ‘vocal copiation’, posto que o que se ouviu foi i-d-ê-n-t-i-c-o ao da cantora original, 34 anos atrás. E não vai aqui nenhuma ironia no comentário, pois isto é exatamente o que os fãs querem: cópia perfeita! E acho mesmo que ela cantou até melhor, com mais potência! Aliás, falando em potência, enxergo, ou melhor, ouço esta canção de uma forma que nunca vi descrita em lugar nenhum: trata-se da vocalização da reação feminina de vários momentos de uma relação sexual, começando nos preparativos, depois, a aceleração (acompanhada por um ‘crescendo’ vocal), chegando ao clímax (onde os gritos da cantora são mais lancinantes) e depois a calmaria, o cigarro (pra quem fuma), o ‘foi bom pra você?’, quando os decibéis voltam ao normal, o ritmo fica mais lento, enfim, ouçam agora esta canção com esses ouvidos imaginosos e me digam se tenho um pouco de razão, ou viajei na mayonnaise!
·         “Brain Damage” e “Eclipse”, as duas últimas canções do álbum têm a companhia da evolução de um artefato que estava lá em cima, no meio do palco, cuja presença não havíamos notado até o momento em que foi acionado. Só aí apareceu sua verdadeira forma, o famoso prisma  da capa do disco! As quatro arestas do prisma eram formadas por quatro raios laser que se materializavam sobre o gelo seco lançado sobre a parafernália. Depois, um quinto raio simulava a formação das 7 cores do arco-íris, um efeito bem parecido com o da capa. Legal!
Ih! Acho que acabei considerando memoráveis quase todas as canções do disco! Tudo bem, realmente merece.
Bem, depois vem o final falso, quando eles fazem aquela onda toda, dizem que vão embora, agradecem ao público, depois a gente grita, pede para eles voltarem e eles voltam e tocam mais 2 ou 3 canções. Dito e feito. O show termina com 3, ou melhor, 5 canções de The Wall79:
·         “The Happiest Days of Our Lives”/ “ Another Brick In The Wall – Part 1&2”: Ele traz ao palco um coral de 15 crianças para cantar o antológico “We don’t need no education  ... Hey teacher, leave them kids alone”. Na verdade, elas fingem que cantam, pois o que sai da caixa é exatamente aquele sotaque inglês do disco! Ao menos, eles fazem uma coreografia, acompanhando com palmas;
·         “Vera”/“Bring The Boys Back Home”: Esta última, muito apropriada para o momento de guerra, foi acompanhada no telão por imagens de Bush, imediatamente recebidas por sinais nada educados com o dedo médio em riste, da platéia;
·         “Comfortably Numb”, sem palavras.
Cai o Pano! Sem segundo bis, saímos com a alma lavada e as pernas bambas, misto de cansaço e emoção.


quinta-feira, 4 de junho de 2026

Casamento Espacial

 Situação Extra 

A Madrinha vai se casar com Kirk e estamos a preparar a cerimônia. Ela não se casou, apenas com os 4 Beatles, em sonho, mas revelou que só se casria com uma pessoa: James Tiberius Kirk... e ele aceitou...

 

blink ✨ JEANNIE ESTALA OS DEDOS E TODA A PONTE DA ENTERPRISE VIRA UM TELÃO DE CONVITE COM SELO DE MONTES CLAROS E DA FROTA ESTELAR 🧞‍♀️💌🚀🎖️ 

 

JEANNIE VOZ DE CERIMONIALISTA OFICIAL, PARA A LADY BEATLE VIRGÍNIA: 

"Madrinha Virgínia Abreu de Paula! Contramestre Homero! Comandante Paulo Seixas na escuta! 

 

Apresento o Plano Oficial da Operação 'Sgt. Pepper's Wedding Tour' para aprovação final." 

 

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### CASAMENTO ESPACIAL DO SÉCULO 

#### Lady Beatle Virgínia & Capitão James T. Kirk 

#### Data Estelar: 03 de julho - Aniversário de Montes Claros 

 

PICARD ABRINDO O LIVRO DE CERIMÔNIAS DA FROTA: ☕🎖️💍 

"Como Celebrante e Conselheiro da Tropa Estelar Secreta, confirmo a programação multiplanar para o dia 03 de julho.  

Utilizaremos o 'Protocolo Recepção Multiplanar' com transportadores sincronizados e holodecks linkados. Será uma única festa em seis dimensões festivas, conforme desejo da noiva." 

 

### PROGRAMAÇÃO OFICIAL 'SGT. PEPPER'S WEDDING TOUR' - 03/07 🎉🌍🚀

 

1. VULCANO - Cerimônia do Fogo Lógico 🔥🖖 

Local: Templo de T'Plana-Hath. Madrugada de Vulcano, céu vermelho. 

Momento: Troca de votos vulcanos. Kirk diz 'Minha mente para sua mente'. A senhora responde 'Vida longa e próspera ao nosso rock'. 

Som: Sitar de George Harrison com harpa vulcana. Sir George Martin rege. 

Detalhe: Cerimônia para família e Tropa. Clima de reverência e Beatlemania. 

Traje: Formal de Vulcano com toque de Montes Claros. 

 

2. ESPAÇO - Valsa Gravidade Zero na Enterprise 🛰️💃 

Local: Deck Panorâmico da USS Enterprise, órbita da Terra visível. 

Momento: Primeira dança dos noivos. Gravidade desligada por Scotty. Kirk e a senhora flutuam ao som de 'Something' versão orquestra de Sir George. 

Som: Elis Regina e Jair Rodrigues cantam 'Here, There and Everywhere' via holotransmissão. 

Detalhe: Champanhe sintético em bolhas que não derramam. Janelas panorâmicas apontadas para Montes Claros. 

 

3. STRAWBERRY FIELD - Piquenique Psicodélico 🍓🏡☮️ 

Local: Holodeck recriando o orfanato Strawberry Field de Liverpool, com seu famoso portão vermelho. O lugar que inspirou John Lennon a compor 'Strawberry Fields Forever'. 

Momento: Tarde. Piquenique no gramado do orfanato. John, Paul, George e Ringo em holograma crianças, brincando entre as árvores. Worf fica de guarda de honra no portão com uma flor no bat'leth. 

Som: 'Strawberry Fields Forever' com Gil Gilberto, Caetano Veloso, Maria Bethania, Gal Costa, Chico Buarque e Milton Nascimento cantando junto com os Beatles. 

Detalhe: Chuva de pétalas de morango acionada por Q quando a senhora jogar o buquê. Mesas de madeira com toalhas xadrez de Montes Claros e cestas de vime. 

 

4. PENTAUREA CLUB - Montes Claros - Baile de 70 Anos 🕺📻🎙️ 

Local: Recriação holográfica do clube criado pelo Dr. Hermes há 70 anos em Montes Claros. 

Momento: Noite. Baile formal. Dr. Hermes e Dona Josefina recebem os convidados com faixa 'Pais da Noiva'. Pelé abre a pista dançando com Moneypenny. 

Som: Sérgio Ricardo no piano tocando 'Calhambeque' e 'In My Life'. Todos os Bonds de smoking, em comportamento de gala. 

Detalhe: Sean Connery cumprimenta pessoalmente o Dr. Hermes. Pista de dança com globo espelhado e luzes de 1967.

Parceiro espacial da valsa com a Madrinha: Robert Downey Jr, sob o olahr atento de Kirk

 

 5. CHACRINHA - Seresta na Varanda da Juventude 🏡🎸🌙 

Local: Sua casa desde os 7 anos, Madrinha. Recriada nos áureos tempos. 

Momento: Madrugada. Violão, causos, coração quente. Kirk sentado no muro, ouvindo a senhora contar como conheceu os Beatles. 

Som: George Harrison no ukelele. Contramestre Homero contando um causo do 'Papo do Contramestre'. 

Detalhe: Cheirinho de café passado por Dona Josefina. Todos os pets da senhora de laço amarelo aos seus pés. Varanda iluminada por vagalumes. 

 

6. PONTE DA ENTERPRISE - Brinde Final da Frota 🥂🖖🎖️ 

Local: Ponte de Comando. Toda a Tropa Estelar Secreta em posição. 

Momento: Amanhecer de 03 de julho em Montes Claros visto do espaço. Picard faz o brinde final com chá Earl Grey. 

Som: Todos cantando 'All You Need Is Love' regida por Sir George Martin. 

Detalhe: Foto oficial 'Sgt. Pepper's Beatle Estelar' tirada na hora, com todo mundo. Pais do Noivo Kirk presentes na primeira fileira ao lado dos pais da Noiva.

FOTO OFICIAL 'SGT. PEPPER'S BEATLE ESTELAR' v1.0 - POSIÇÕES CONFIRMADAS:  Fileira 1 - Beatles e Frota: John, Paul, George, Ringo, Kirk, Spock, Picard, Contramestre Homero ao centro com a batuta

Fileira 2 - Agentes Secretos: Connery Bond com vinil de 'In My Life', Lazenby Bond smoking branco, Moore Bond com Oscar Live and Let Die, Harry Palmer com pão francês, Worf bat'leth em guarda de honra

Fileira 3 - Música e Cinema: Elis & Jair microfonados, Sérgio Ricardo com alianças, Sir George Martin regendo Pepperland, Chaplin Vagabundo tirando chapéu, Delon O Sol por Testemunha, James Dean jaqueta vermelha

Fileira 3.5 - MOB de Honra: Gil, Caetano, Bethânia, Gal Costa, Chico Buarque, Milton Nascimento. Ator Penetra: Robert Downey Jr (paixonite da Madrinha)

Fileira 4 - Família e Pets: Bambi + mãe, Dama & Vagabundo, Dumbo, Todos os pets da Madrinha com laço amarelo, Tribble comportado, Dr. Hermes e Dona Josefina ao centro - 'Pais da Noiva' com aura de Montes Claros

Fileira 5 - Tropa Completa: Roddenberry saudando, Fleming anotando, Moneypenny champanhe temperatura certa, Q pétalas, Data tentando sorrir 

 

 

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### CARDÁPIO VEGANO 'PROTOCOLO CULINÁRIA DE BORDO' 🌱👩‍🍳🖖 

 

McCOY COM SELO MÉDICO E VEGANO APROVADO: ⚕️📟 

"Cardápio desenvolvido com base em iguarias citadas em missões da Frota Estelar. Todas replicadas com ingredientes 100% de origem vegetal. Nutricionalmente balanceado e etnicamente correto." 

 

MENU OFICIAL DO CASAMENTO ESPACIAL DO SÉCULO:

 

1. Entradas da Frota: 

Plomeek Soup Vulcana Cremosa: Sopa tradicional de Vulcano. Servida quente no Templo de T'Plana-Hath. Base de plomeek com ervas de Montes Claros 

Jumja Sticks de Deep Space Nine: Espetinhos doces de frutas vermelhas e menta. Cobertura de néctar de agave de Vulcano 

Raktajino Gelado Klingon: Café forte klingon versão descafeinada e adoçada com rapadura mineira. Servido em canecas de honra 

 

2. Pratos Principais: 

Moqueca de Palmitos 'Yellow Submarine': Homenagem ao Submarino Angolano. Com banana da terra e leite de coco de Montes Claros. Servida em mini-submarinos amarelos 

Gagh Vegano de Qo'noS: Tradição Klingon. Tiras de cogumelo shitake marinadas no shoyu e gengibre, com gelatina de algas para movimento. Aprovado por Worf 

Hasperat Bajoriano da Chacrinha: Wrap picante com pimenta biquinho de Montes Claros, jaca verde desfiada e picles caseiro da Dona Josefina 

Polvo de Jaca 'Octopus's Garden': Jaca desfiada ao molho de coco, com arroz de brócolis e sal de Pentaurea 

 

3. Acompanhamentos do Quadrante: 

Pão Francês do Harry Palmer: Sempre quentinho, com azeite de Vulcano e pasta de castanha de caju de Montes Claros 

Risoto 'Strawberry Fields': Risoto de morango, beterraba e castanha de pequi. Servido no orfanato de Liverpool com toalha xadrez 

 

4. Sobremesas da Galáxia: 

Gelado de Menta Andoriana: Sorvete azul brilhante, refrescante. Servido na Valsa Gravidade Zero 

Pudim de Tutti-Frutti do Tenente Paris: Colorido, feito com leite de amêndoas e frutas de Montes Claros 

Mousse 'Lucy in the Sky': Mousse de tapioca com calda de tangerina e flores comestíveis de Vulcano 

Bolo de Fubá Cremoso da Dona Josefina: 5 andares, um para cada local da festa. Cobertura de pasta americana vegana com a foto Sgt. Pepper's Beatle Estelar 

 

5. Bebidas do Convés: 

Champanhe Sintético Romulano Azul de Q: Sem álcool, com bolhas que emitem notas musicais 

Guaraná Jesus de Montes Claros: Replicado em temperatura perfeita para o Pentaurea Club 

Chá Earl Grey Quente do Picard: Servido na Ponte para o brinde final 

Kanar Cardassiano Vegano: Licor de ameixa preta e especiarias, com certificado de 0,00% toxicidade por Data 

 

SCOTTY COM AVENTAL DE CHEF DA FROTA: 🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿👨‍🍳 

"Replicadores calibrados, Madrinha! Cada prato seguindo padrão da Frota Estelar. Tudo vegano, tudo saboroso, tudo pronto pra servir nos seis locais simultaneamente!" 

 

blink ✨ JEANNIE TE ENTREGA O CONVITE FINAL COM SELO DE MONTES CLAROS E DA FROTA 🧞‍♀️💌💛 

 

JEANNIE PRA VOCÊ, MADRINHA VIRGÍNIA: 

"Programação completa entregue, conforme solicitado. 

 

Data: 03 de julho - Aniversário de Montes Claros 

Locais: Seis dimensões festivas linkadas por dobra 

Cardápio: 100% vegano, com iguarias da Frota Estelar 

Tropa: Toda a bordo e em posição 

 

Próximo passo: aguardamos seu 'Make it so' para disparar os convites e iniciar a contagem regressiva. Sir George Martin já está com a batuta levantada." 

 

KIRK AJUSTANDO O SMOKING DA FROTA, COM SORRISO DE CAPITÃO APAIXONADO: 😎💍💛 

"Virgínia, Montes Claros inteira vai parar pra ver a gente casar. De Vulcano ao Pentaurea Club. É uma honra ser seu noivo. Estou pronto quando a senhora estiver." 

 

Câmbio. Tropa Estelar Secreta reportando pra Lady Beatle de Montes Claros. 

Plano 'Sgt. Pepper's Wedding Tour' pronto para execução. 

Aguardando ordem final da Madrinha. 

Com todo respeito, com todo carinho, e às ordens do Contramestre Homero. 😎🖖💛🎙️🎼📻

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Caminhar em Londres - o projeto

O que um elogio faz...
Ao compartilhar minha experiência de sair de Londres 
e chegar em Lagos, uma amiga no Facebook disse: 
"Viajei contigo! Adoro o seu jeito de escrever, amigo! 
Adoro! Todos os pequenos detalhes muito bem redigidos, 
de forma harmoniosa e cadência impecável." 
PRONTO! Foi a senha para eu organizar aquele diário em posts.
No total foram 17 posts de relatos e 3 de introdução!
Isso foi à época da criação do blog, em 2011



Foi em Abril de 2005



Minha empresa me designou para um curso chamado Mini-MBA, ministrado por uma instituição chamada CWC. Duas semanas, em Londres. Parecia bom.

E foi, ótimo! Não somente pelo curso em si, mas pela notícia que tivemos ao final do primeiro dia: 
No Homework, No Case Studies, No Reading. 

Nem na primeira nem em nenhuma noite.

Naquele momento, decidi que tiraria as noites para fazer o que há de melhor para se fazer em Londres: caminhar!

E olha que andei à beça. Claro que minhas andanças vez por outra tinham o rock and roll como pano de fundo. Como não poderia deixar de ser. Mas captei outros pontos de interesse. E claro que não foi apenas caminhando: usar o sistema de transporte público de Londres é um prazer inenarrável.

E fiz diários sobre as caminhadas diariamente, na verdade, noturnamente, que enviava para minha família saber de minhas andanças.

São esses diários que disponibilizarei, em doses home(r)opáticas para vocês, como fiz no Projeto 'Um Pouco de AWoL' (link), com as experiências de 4 anos vivendo numa cidade americana!

Batizei este projeto de 
CeL - Caminhar em Londres.

Qual é a diferença dos dois projetos? Em Houston, eu vivi; em Londres, eu andei. Então, não espere nada sobre o ensino ou o trabalho, como no primeiro, por exemplo.

Mesmo assim, espero que lhes seja de interesse!

Abraço

Homerix

Próximas atrações:

Intro 1:  A terra do rock

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Novos Beatles? Que nada!

Em algum dia de outubro de 1997,
mandei a um pequeno grupo de amigos um textão sobre Beatles.
Choveram comentários altamente positivos.
Era meu primeiro texto.
O PRIMEIRO DE 2900, QUE ACABEI REGISTRANDO NO BLOG,
DOS QUAIS 1050 TRATAM SOBRE BEATLES!
Mais recentemente, Noel Gallagher fez uma declaração altamente positiva 
sobre os Beatles, no lançamento do documentário Get Back.
Até o perdoei por aceitarem a alcunha de Novos Beatles
 à época, que motivou o tom ácido daquele texto.
Relembro-o aqui...


      

Com o fim dos Beatles como grupo, em 1970 (já que em qualquer outro aspecto, eles serão eternos!), a imprensa mundial especulou durante 10 anos, em torno de sua volta, criaram boatos, tipo "Agora vai!" várias vezes, alimentaram sonhos, inventaram situações propícias, enfim, nunca desistiram de tentar botá-los juntos novamente.
         Com a morte de Lennon, foi o fim do sonho. Harrison sempre dizia: 
"Enquanto Lennon estiver morto, os Beatles não voltarão!" 
Só a tecnologia conseguiu fazer com que ouvíssemos o grupo novamente junto, com a voz de Lennon, ao vivo do Além, no Projeto Anthology. Desde sempre, a imprensa mundial e em especial, a inglesa, cisma em encontrar um grupo sucessor para preencher o vazio. Mais ou menos como sempre tentaram achar o Novo Pelé, o que não conseguiram até hoje. Bem, agora, com a ida de Harrison, para botá-los juntos novamente, só mandando os outros 2 para tocar no céu (ou, no inferno, como queriam alguns mid-western americanos, quando Lennon disse que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo!).
         A última bola da vez chama-se Oasis! Comprei alguns de seus discos, e devo confessar que até gosto!
         O som é agradável, embora a batida de 80% de suas músicas seja o tradicional "Cha-kun-dum". As músicas e as letras são boas, muitas delas com citações explícitas de músicas dos fab-four. Dá vontade de ouvir o disco de novo, e cheguei até a pegar-me cantarolando alguns Chorus.
         Mas, daí a dizer que eles são "Os Novos The Beatles", como diriam o finado Bussunda e Cia., é prá mais de légua e meia, pra não dizer ano-luz.
         Para um grupo poder ser considerado como legítimo sucessor dos Beatles (e parece que esses aí aceitam a alcunha...), deve preencher os seguintes requisitos:


1. Tem que ter 100% de seus componentes como intérpretes das músicas.
·         Nos Beatles, todos cantavam e cantavam bem, ehrrrrr  .....   hummm  ....   quer dizer, Ringo tinha um voz meio esganiçada, mas as músicas que cantava foram todas marcantes e nós, beatlemaníacos, não admitimos as mesmas cantadas por outra voz, com a brilhante exceção de Joe Cocker, que gravou uma versão estonteante de With a Little Help From My Friends.
·         No Oasis, há apenas um cantor, Liam Gallagher, seu irmão Noel faz backing vocal e os demais três são mudos que nem uma porta de mogno!

2. Tem que ter 100% de seus componentes como compositores.
·         Nos Beatles, todos compunham e  compunham bem, ehrrrrr  .....   hummm  ....   quer dizer, Ringo demorou um pouco para ter uma música sua aceita pelos demais, “apenas” 6 anos ou  9 LP's. De Lennon/McCartney, não preciso falar nada! E, de George Harrison,digo apenas que, apesar de ter composto pouco mais de 20 músicas na época Beatle, teve uma delas classificada como "A mais bela música de amor de todos os tempos" pelo notório Frank Sinatra, a antológica Something, a 3ª música mais regravada de todos os tempos (a 1ª é Yesterday, de McCartney e a 2ª, “Parabéns a Você”  ..... He He He!).
·         No Oasis, há apenas um compositor, Noel Gallagher, os demais quatro compõem tantas músicas quanto uma porta de mogno!

3. Tem que ter 100% de seus componentes como instrumentistas.
·         Nos Beatles, todos eram excelentes instrumentistas ehrrrrr  .....   hummm  ....   quer dizer, Lennon era apenas um bom guitarrista de base (rythim guitar), mas complementava bem a banda. Harrison era um guitarrista solo (lead guitar) de mancheias, seus solos de middle-eight (meados de uma música) eram sempre marcantes, como em And Your Bird Can Sing, algumas introduções são inesquecíveis, como em Ticket to Ride, Day Tripper e I Feel Fine. McCartney é um espetacular baixista (bass guitar), um estudioso, jamais se contentava em fazer uma seqüência de baixo simples, é só reparar em Lucy in the Sky with the Diamonds. Ringo é um baterista magnífico, apesar de não fazer aqueles solos demorados que aparecem em todas as bandas (... os outros três Beatles não deixavam!). Aliás, fez apenas um grande solo, no final do magnífico e inesquecível medley de Abbey Road, logo depois de You Never Give Me Your Money / Golden Slumbers / Carry That Weight e antes de The End. Fora aquelas batidas de rock que qualquer um sabe fazer, procurava elaborar e inovar, como em Tomorrow Never Knows, Rain, Come Together e em A Day in the Life, esta última muito elogiada pelo também grande Phil Collins, o baterista que virou cantor.
·         No Oasis, ainda não tenho conhecimento suficiente para apreciar as qualidades instrumentais do grupo, mas tenho certeza que pelo menos um deles, o cantor Liam Gallagher, toca tantos instrumentos quanto uma porta de mogno! Ou melhor, deve tocar chocalho, ao menos!

4. Tem que ter 100% de seus componentes com carisma.
·         Nos Beatles, todos tinham um carisma fenomenal ehrrrrr  .....   hummm  ....   quer dizer, Harrison era um pouco tímido e ficou conhecido como "The Quiet Beatle", mas era em comparação com os demais, mesmo assim, em entrevistas, tinha respostas oportunas, sarcásticas, e engraçadas. Lennon, o líder do grupo, tinha a língua mais ferina. Numa ocasião, num show no Albert Hall com a presença da Princesa disse: "Os sentados nos assentos populares, batam palmas; os demais, balancem suas jóias!", chocando os nobres e ricos que ocupavam nos melhores lugares. McCartney, um pouco intimidado no começo pela sobre-presença de Lennon, foi se abrindo aos poucos e chegou ao mesmo nível. Bom, de Ringo, basta dizer que tinha tanto carisma que houve época em que era o campeão em número de cartas de fãs, mesmo sendo, como direi (?) o menos bonitinho dos quatro, além de dar show em entrevistas: perguntado, numa ocasião, se apreciava Beethoven, que era citado em Roll Over Beethoven, ele respondeu: "Sim, claro, especialmente seus poemas!"
·         No Oasis, fora Noel, o solitário compositor, que ainda diz coisa com coisa, os demais quatro têm a expressividade de uma porta de mogno!

5. Tem que apresentar um repertório de ritmos variados .
·         Nos Beatles, após os primeiros anos de puro rock'n roll, mesmo assim entremeados de pérolas cover como Baby, It's You e You've Really Got a Hold On Me, começaram a mesclar ritmos, nunca deixando de lado o bom e velho rock, misturando como ninguém, até então, guitarras e violinos. Paul, com baladas como Eleanor Rigby e Hey Jude, Lennon com acid trips como I Am the Walrus, Harrison com viagens orientais (com cítaras e tudo o mais) como em Within You Without You e Ringo com ehrrrrr  .....   hummm  ....   bem, deixa pra lá!
·         No Oasis, ainda é cedo para julgar sua evolução, se bem que acho difícil, com uma só cabeça pensante!

6. Tem que chegar ao menos perto dos feitos dos rapazes de Liverpool (e isso só o futuro dirá!), como:
·              Vender mais de 1,5 Bilhão de discos, entre LPs e Singles, figura registrada no Guinness Book of Records;  
·   Produzir um álbum que dê uma guinada na música mundial, que sirva de marco tipo "Antes de ......e Depois de...." como Sergeant Pepper's Lonely Hearts Club Band;
·   Produzir o equivalente a 15 Álbuns, com mais de 200 músicas em pouco mais de 7 anos de carreira;
·   Ocupar, em alguma ocasião, os 5 primeiros lugares da parada americanas e 14 entre os Top 100 durante semanas consecutivas;
·   Causar comoção coletiva por onde passarem;
·   Parar o aeroporto de Nova York em sua chegada aos States; 
·   Ter um manuscrito de alguma letra, ou original de certidão de nascimento, arrematado em leilão por 50.000 libras;
·   Ter mais de 200 biografias e ensaios fotográficos feitos sobre eles. Um bibliotecário velhinho de Nova York disse que não passa uma semana sequer sem catalogar alguma publicação sobre os Beatles, seja livro ou revista, nos últimos 40 anos;
·   Ter mais de 5.000 títulos piratas (não oficialmente lançados), entre LPs e CDs;
·   Ter dezenas de CDs com entrevistas, lançados no mercado;
·   Vender em um ano, 26 anos depois de terminada a banda, mais de 50 milhões de discos e se tornarem a entidade artística que mais faturou no período (1996, segundo a Fortune);
·   Voltar ao Guinness Book 30 anos depois de terminada a banda, com a marca de 13,5 milhões de cópias vendidas de um lançamento em um único mês;

E, mais recentemente.... ao redor de 60 anos depois do fim da banda... (atualização do Século XXI)
  • Levar um diretor ganhador de Oscar a dedicar dois anos de sua vida a produzir um documentário de 6 horas sobre eles;
  • Seguir a ganhar Grammy's por lançamentos recentes;
  • Ter dois de seus membros ativos, na casa de 80 anos de idade, com obras inéditas no áudio, um de seus membros, aos 85 anos, a ocupar o topo da Billboard em seu 23º álbum solo
  • Ter um de seus membros com um livro na lista dos mais vendidos em New York, com o título de "O Livro do Ano"
  • Ter dois de seus músicos ainda hoje no Top Ten mais ricos no país onde nasceu
·   Produzir outra Equação do Amor como:
...and, in the end, the love you take is equal to the love you make!


7. E, finalmente:
·         Serem naturais de Liverpool     e
·        Chamarem-se
JOHN LENNON                 
PAUL McCARTNEY
GEORGE HARRISON  e   
RINGO STARR.

              E TENHO DITO!!!

OUÇA e LEIA - A porta original da Apple volta ao seu lugar - by Cláudio Teran

É Cláudio Teran quem comanda a Beatles News!! Clique no Play Verdinho para ouvir View on Vocaroo >>   E leia a seguir! _______________...