domingo, 16 de agosto de 2026

O Projeto By Homerix - 17 Canções


PBH Song Count: 17
Este Projeto By Homerix não tem qualquer fim lucrativo. 
Tem caráter meramente lúdico.
Serve apenas ao intuito de mostrar que sempre é possível fazer versões fiéis das canções dos Beatles, com  métrica e rima adequadas ao efeito.
Os áudios aqui veiculados foram gravados e editados em ambiente amador por sobre instrumental extraído das canções originais.
Eles são destinados ao público leitor do Blog do Homerix, e NÃO DEVEM ser veiculados em qualquer ambiente público no Brasil.

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O Projeto By Homerix tem a intenção de produzir versões plausíveis de todas as canções originais lançadas pelos Beatles... dentre elas, algumas que tiveram já versões livres em português, porém a maioria delas sem NADA A VER com o original.

É um projeto HOMÉRICO, em ambos os sentidos da palavra. A dificuldade de se encaixar a objetividade da língua inglesa, povoada de monossílados, em versões na nossa língua, onde di, tri, e polissílabos imperam, e ainda com rimas, sempre que possível, nos mesmos lugares em que ELES rimaram, tem sido e vai continuar a ser um belo desafio. Outro desafio será, às vezes, cantar no mesmo tom da canção, afinal quem nasceu pra Homerix não pode pleitear o alcance de um John, Paul ou George.... Ringo vai ser mais fácil, hehehehe!!

Estou adorando a ideia!!!

Vou deixá-las registradas aqui...

E começo com a última delas, a de Nº 17

Dpeois, quando chegar a 18ª, eu passo a 17ª para a ordem cronológica.


17. Tronco Norueguês (Ela se foi), que fiz para Nowregian Wood (This Bird Has Flown)

(Lennon/McCartney, LP Rubber SoulDec.1965,  LP Rubber Soul, Brasil, Mar1966),

  • Na letra, consegui perto de 95% de correspondência com a letra original, com as adaptações necessárias da métrica. Gostei especialmente de deixar em aberto o final!
  • Na música, não tive dificuldade de acompanhar o tom de John, mas chegou na hora da ponte, tive que fazer a harmonia uma oitava abaixo da que Paul fez, mas ficou bom
  • Não há versões conhecidas de Norwegian Wood em português, e eu até entendo por quê, afinal não é fácil, não foi mesmo fácil!
Eis aqui minha versão:
https://blogdohomerix.blogspot.com/2026/08/projeto-by-homerix-tronco-noruegues-ela.html

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Vamos à Ordem Cronológica Histórica do Projeto By Homerix!

A primeira canção a merecer essa atenção foi I Need You de George Harrison. Eu estava a produzir o áudio sobre ela, sua gravação, suas entranhas, quando de repente surgiu sua Ponte em Português... ficou muito bom... vi que levava jeito pra coisa... compus o resto da letra.

Estava plantada a semente...

1. Preciso de Ti, que fiz para I Need You

(George Harrison, LP HELP!, Ago.1965, Dez.1965 Brasil),

Apenas a 2ª  de 21 canções que George compôs durante a carreira dos Beatles, e que foi para o Lado A, do LP e para o filme de mesmo nome. E ele teria mais uma no Lado B do LP. Exibida em 7 de junho de 2025 no Submarino Angolano.

Houve no Brasil uma versão boa, Te Adoro, de 1966, com os .Golden Boys.

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/projecto-by-homerix-preciso-de-ti-ouca.html

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2. No Anoitecer, que fiz para The Night Before 

(Lennon/McCartney, LP HELP!, Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil)

Adorei a solução para o nome, até mais poética!!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/09/no-anoitecer-versao-homerix-para-night.html 

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3. Ocê Gosta Muidimim, que fiz para You Like Me Too Much 

(George Harrison LP HELP!, Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil)

Aqui a 2ª canção de George num mesmo álbum. A obsessão em colocar a fala igualzinha em português fez-me recorrer ao mineirês, ali no refrão que não é refrão, e depois extrapolei para o resto da versão, especialmente ao descrever que a moça "cascô fora"!!!!!!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/ouca-e-leia-oce-gosta-muidi-mim-by.html 

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4. Tu Tens que Esconder Teu Amor, que fiz para You've Goto To Hide Your Love Away 

(Lennon/McCartney LP HELP!, Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil)

Aqui, fiquei até constrangido em ter uma versão tão pesada logo em seguida à versão em mineirês, que ficou superdivertida.

Tive dificuldades, tanto na voz grave.... difícil buscar a nota mais baixa, assim como foi difícil atingir a nota suprema da voz aguda, tive que recorrer ao falsete!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/youve-got-to-hide-your-love-away-john.html 

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E agora, as duas apresentadas no sábado 25, último do mês de outubro, não por acaso, duas das versões que mais me incomodavam, há 60 anos, ou quase, por sua incompatibilidade com a letra original!

5. Até O Fim, que fiz para I Should Have Known Better 

(Lennon/McCartney, LP A Hard Day's Night!, Jul.1964 UK - Jan.1965 Brasil)

Posso dizer que salvei a Menina Linda (Renato e Seus Blue Caps, Jan.1965) daquele tarado. Sei que Renato Barros admitidamente nada sabia de inglês, mas decerto poderia ter evitado fazer aquele hino à pedofilia. Hoje, jamais seria gravada!!!

Na minha versão, fiquei feliz em como traduzi o sentimento do rapaz, que parecia enfeitiçado pela garota, envolvido que estava pela magia do seu beijo. Namorava uma bruxinha do amor, e não sabia!!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/ate-o-fim-by-homerix-lennon.html

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6. Não Quer Saber Mais De Mim que fiz para Ticket To Ride 

(Lennon/McCartney, LP A Hard Day's Night Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil),

A original conto a  história do rapaz que perde sua garota.

O tal Anthony Middleton, que com esse nome devia saber algum inglês, poderia bem ter feito algo melhor do que aquela ficção do sujeito levando seu "broto" à praia, ao Corcovado, ao cinema, mas tinha Gente Demais (The Youngsters, Jan.1966) pra namorar. 

Na minha versão, conto a história do rapaz que  está vendo seu amor indo embora, tenta convencê-la do contrário, mas vê que "já era" e que ela nã "não tá mais nem aí" pra ele, aliás fiquei bem feliz de usar estas duas expressões no vernáculo popular brasileiro!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/nao-quer-saber-mais-de-mim-by-homerix.html 

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7. Diga-me O Que Vê, que fiz para Tell Me What You See

(Paul McCartney, LP HELP!, Ago.1965, cmpacto duplo em Jan.1966 Brasil),

Aqui, fui buscar a solução para uma das rimas numa palavra pouco comum (léu), mas confesso que tive problema no vocal. Primeiro, a harmonia vocal de Paul estava além de meu alcance vocal, então eu preferi fazer a harmonia na 2ª voz na oitava menor, mais grave. Ficou estranho, sei, mas foi o que se pôde fazer. E então, nessa oitava mais baixa, eu tinha dificuldade de alcançar a gravíssima primeira nota dos versos, daí pedi ao Felipe que usasse o Auto Tune, aquela ferramenta que não deixa os cantores cantarem desafinados!!! 

Não houve no Brasil versão para Tell Me What You See. Eis a minha:  

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projecto-by-homerix-diga-me-o-que-ve.html 


8. Tu Vais Perder Teu Bem, que fiz para You´re Going to Lose That Girl

(John Lennon, LP HELP!, Ago.1965, Dez.1965 Brasil),

Na letra, investi em várias licenças poéticas, mas sempre mantendo o sentido da letra original... isso possibiltou ampliar as possibilidades do duelo vocal de Jonh com Paul/George (a-do-rei o "Depois não diga que eu não avisei!") e colocar um pitoresco conjunto de rimas em Ó (só - bocó - pó - dó). No vocal, gravei 3 vozes, mas não consegui fazer a harmonia de Paul lá no alto, então o fiz na oitava mais grave! 

Houve no Brasil uma versão de You're Goint To Lose That Girl, do nosso valoroso Renato e Seus Blue Caps. Foi em 1966 e chamou-se Meu Primeiro Amor. Como já se vê pelo nome, não houve a preocupação em manter a fidelidade à letra original. Na gravação, nota-se que modificam a ponte, o solo da guitarra está mais fraquinho, mas está valendo!!! Renato Barros e seu grupo foram muito importantes para a Jovem Guarda!!. 

Eis a minha:  

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projeto-by-homerix-tu-vais-perder-teu.html


10. HELP!, que fiz para HELP!

(Lennon/McCartney, LP HELP!, Ago.1965, Dez.1965 Brasil),

Na introdução, mantive a interjeição de socorro em inglês, mas na letra, traduzi pro AJUDE e SOCORRA. 

No áudio, ADOREI foi fazer as harmonias de Paul e George, ponto alto da canção. Desta vez não tive qualquer dificuldade, claro que usando o registro baixo de minha voz, sem aventuras lá no alto!!! 

Não consegui encontrar nenhuma outra versão de HELP! em português 

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projeto-by-homerix-te-ama-ouca-e-leia.html 


11. Te Pego, que fiz para I'll Get You

(Lennon/McCartneysingleAgo.1963, Jul.1964 no LP Beatles Again, Brasil),

Na letra, adorei pegar o "Te Pego no Final", apesar de ter uma conotação mais sexual por aqui do que o o Get you da original.

No áudio, foram 4 vocais meus, o John Base, o Paul grave, o Paul Agudo e o George na ponte. Tive que me esgoelar para fazer o Paul Agudo, mas foi o que deu pra fazer. DEixei porque ficou diverido ver meu esforço!!

Não tenho noção se houve versão dela no Brasil

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/12/projeto-by-homerix-te-pego-ouca-e-leia.html


12. Encontrei um Rosto, que fiz para I've Just Seen A Face

(Paul McCartneyLP HELP!, Ago.1965, Jun.1974 Brasil re-edição HELP Origina),

Não tive maiores esforços para cantar, nem para buscar a traduçºao, não tem nenhum ponto de destaque

Houve duas versões dela no Brasil: 

  1. Bitkids, uma banda de meninos, meninos mesmo, o mais velho tinha 17 anos, que apareceu em 1995 e sumiu dois anos depois. Gravaram apenas um disco, com capa imitando With The Beatles, e entre as canções, a maioria versões de Beatles estava Mary
  2. E  descobri ainda uma outra, de 1999, de uma banda chamada Tequila Baby, um punk rock chamado Caindo, bem doidinho!

Nenhuma delas tinha nada a ver com a original, mas estamos aí para corrigir

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/12/projeto-by-homerix-ive-just-seen-face.html

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13. Ontem, que fiz para Yesterday

(Paul McCartneyLP HELP!, Ago.1965, e apenas em Out.1966, no Brasil, num compacto duplo juntamente com outras 3 canções do HELP! original),

Na letra, procurei, como sempre, deixar o máximo obediente à letra original... tive dificuldade justamente na frase final, I Believe in Yesterday, mas foi o que pude fazer.

Já na cantoria, tive que apelar. Não consegui cantar em Fa Maior, o tom de Paul. Minha oitava grave não atingiu a gravidade do início, e minha oitava aguda ficava horrorosa para atingir a agudice de Paul. Então, Felipe produziu um instrumental em Sol Maior, e eu cantei naminha oitava grave, mesmo assim, foi difícil. 

Houve uma boa versão de Yesterday, no Brasil, que foi cantada por Agnaldo Timóteo, feita pelo grande versionista Rossini Pinto!

Eis aqui minha versão:

https://blogdohomerix.blogspot.com/2026/04/projecto-by-homerix-ontem-ouca-e-leia.html  


14. É Só Amor, que fiz para It's Only Love

(John Lennon, LP HELP!, Ago.1965, e apenas em Out.1966, no Brasil, num compacto duplo juntamente com outras 3 canções do HELP! original),

Na letra, procurei, como sempre, deixar o máximo obediente à letra original... só que não cumpri a promessa de rimar nas mesmas posições que o autor... era imposs´vel encontrar fonemas em português para as 26 ocorrências de "ai" em inglês... aliás nem tentei, mas procurei ser... plausível no significado!

Já na cantoria, foi tranquilo, usei meu modo grave e deu certo, nem precisei do falsete no final. 

Não encontrei registro de versão brasileira oficialmente gravada para It's Only Love

Eis aqui minha versão:
https://blogdohomerix.blogspot.com/2026/04/projecto-by-homerix-e-so-amor-ouca-e.html


15. Te Ama, que fiz para She Loves You

(Lennon/McCartney, single, Ago.1963, Jul.1964 no LP Beatles Again, Brasil),

Da letra, gostei de algumas soluções e palavras que são menos usadas, como mazela, fariseu e até mesmo escambau, esta última uma gíria, bem colocada. Foi o que deu pra fazer... hehe 
No áudio, tive dificuldade de fazer o agudo de Paul, então fiz a 1ª voz na mesma base da 2ª, que é John quem faz. Fiquei feliz em acertar a 6ª de Sol (Mi), que George entoava no 4º Sim, estendido, da introdução e do final.
Falei pro Felipe afinar e ele disse que não precisou, estava certinho

                     Não encontrei qualquer versão no Brasil

Eis aqui minha versão:

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projeto-by-homerix-te-ama-ouca-e-leia.html 


16. Salve Tua Cabeça, que fiz para Run FOr Your Life

(Lennon, LP Rubber Soul, Dec.1965,  LP Rubber Soul, Brasil, Dez.1966),

Fiz versão bem fiel, assustadora, e ainda inventei novo verso. Minha AI resistiu em fazer a análise!!
No áudio, o vocal foi tranquilo e adorei fazer as harmonias de Paul e George
Teve versão no Brasil, muito ruim, de Renato e Seus Blue Caps, chamada de Dona do Meu Coração
Eis aqui minha versão:
https://blogdohomerix.blogspot.com/2026/07/projeto-by-homerix-salve-tua-vida-ouca.html

sábado, 15 de agosto de 2026

Projeto By Homerix -Tronco Norueguês (Ela se foi) - OUÇA e LEIA


Este Projeto By Homerix não tem qualquer fim lucrativo. 
Tem caráter meramente lúdico.
Serve apenas ao intuito de mostrar que sempre é possível fazer versões fiéis das canções dos Beatles, com  métrica e rima adequadas ao efeito.
Os áudios aqui veiculados foram gravados e editados em ambiente amador por sobre instrumental extraído das canções originais.
Eles são destinados ao público leitor do Blog do Homerix, e NÃO DEVEM ser veiculados em qualquer ambiente público no Brasil.


Aqui minha versão de 

Norwegian Wood (This Bird Has Flown) 
(by Lennon & McCartney)

Clique no Play Verdinho pra ouvir


O que está escrito a seguir!!

As letras, a original dos Beatles e versão do Homerix

Aqui, 

  • Na letra, consegui perto de 95% de correspondência com a letra original, com as adaptações necessárias da métrica. Gostei especialmente de deixar em aberto o final!
  • Na música, não tive dificuldade de acompanhar o tom de John, mas chegou na hora da ponte, tive que fazer a harmonia uma oitava abaixo da que Paul fez, mas ficou bom
  • Não há versões conhecidas de Norwegian Wood em português, e eu até entendo por quê, afinal não é fácil, não foi mesmo fácil!

Clique no Play Verdinho para ouvir

 E siga a versão logo abaixo

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"Norwegian Wood (This Bird Has Flown)" … “Tronco Norueguês (Ela se foi)”
LEnnon/McCartney ... Homerix

I once had a girl… Eu tive um xodó
Or should I say… mas só que não
She once had me… ela a mim

She showed me her room… Num quarto burguês
Isn't it good… Tronco de lei!
Norwegian wood… Norueguês!

She asked me to stay… Pediu preu ficar
And she told me to sit anywhere… E pra sentar em qualquer lugar
So I looked around… Olhei ao redor
And I noticed there wasn't a chair… Mas notei:  “cadeira não há”


I sat on a rug… Eu sentei no chão
Biding my time… Tempo voou
Drinking her wine… Vinho rolou

We talked until two… E horas depois
And then she said… Ela falou:
"It's time for bed"… Sono chegou!

She told me she worked in the morning… Disse que cedo trabalhava
And started to laugh… E passou a rir
I told her I didn't… Eu disse que não
And crawled off to sleep in the bath… E à banheira eu fui pra dormir

And when I awoke… Quando eu acordei
I was alone… Estava só
This bird had flown… Ela se foi

So I lit a fire… Um fogo se fez
Isn't it good… Tronco de Lei!
Norwegian wood… Norueguês!

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OUÇA e LEIA - O 3º Olho de George Harrison - by Cláudio Teran

 


É Cláudio Teran quem comanda a Beatles News!!


Clique no Play Verdinho

para ouvir

E leia a seguir!

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O 3º Olho de George Harrison

 Entra A Hard day's Night com a Orquestra de George Martin  

 Alô amigos e amigas. Cláudio Teran chegando, direto de Fortaleza, Ceará, Nordeste do Brasil, batendo ponto em mais uma edição das Beatles News para o Submarino Angolano.

Beatles em novidades. Beatles ao cair da tarde nas ondas da sua LAC FM. Então vamos mergulhar

 Entra Meat Free Monday com Paul McCartney

Paul McCartney recomendou o documentário ecológico ‘Eating Our Way to Extinction’ (Comendo Até a Extinção) em tradução livre. Ele destacou que o filme está disponível gratuitamente no You Tube e seu roteiro ressalta a importância da alimentação para lidar com a crise climática atual. Quem quiser ver o ouvir o filme, bora lá. Está disponível em 20 idiomas.

 Entra Greece, instrumental com George Harrison  

Olivia Harrison tem compromissos agendados para Outubro nos EUA. Dia 6 em New York e dia 8 em Los Angeles. Na Brooklin Academy of Music Opera House, será entrevistada por Martin Scorcese. Em Los Angeles, outro cineasta, Cameron Crowe vai conversar com ela sobre o novo livro de fotografias de George Harrison. Detalhe: ingressos já estão a venda. 

E o que esperar de, The Third Eye: Early Photographs. É um livro que reúne fotografias pessoais feitas por George Harrison entre os anos de 1963 e 1969. A edição está programada para chegar às livrarias em 6 de outubro nos Estados Unidos e em 8 de outubro no Reino Unido.

Segundo a curadoria presidida por Olivia Harriron o livro propõe um novo olhar sobre os Beatles e resgata um tempo em que o jovem George Harrison carregava uma câmera Pentax e registrava momentos que normalmente escapavam das lentes dos fotógrafos profissionais: viagens, bastidores, férias, brincadeiras e situações íntimas do cotidiano da banda.

São mais de 200 fotografias, muitas delas publicadas pela primeira vez, em preto e branco e em cores, além de imagens extraídas de filmes registrados em Super 8mm. O material acompanha os Beatles desde Liverpool até a explosão mundial da Beatlemania, passando por lugares como Estados Unidos, Austrália, Paris, Índia, Tahiti entre outros destinos.

Quem teve acesso às prévias do livro diz que é justamente aí que está a importância de The Third Eye. George não fotografava os Beatles como um jornalista ou um fotógrafo contratado. Ele era um deles. Então sua câmera registrava John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e o próprio George em momentos de descontração, longe dos palcos.

E bem longe das poses cuidadosamente construídas para a imprensa.

“O resultado é uma espécie de álbum íntimo da maior banda da história do rock — visto por alguém que estava dentro daquele fenômeno”, diz um comunicado distribuído à imprensa no início desta semana.

 Entra Sunshine Life For Me (Sail Away Raymond) com George Harrison  

O título, “The Third Eye” — “O Terceiro Olho”, tem, segundo Olivia Harrison, um significado especial. É como se George oferecesse ao público uma nova maneira de enxergar os Beatles: não apenas através da música, mas através de seu próprio olhar e senso de humor.

O novo livro também inclui textos inéditos de George ao lado das fotografias, uma introdução do escritor irlandês Colm Tóibín e um artigo final do escritor americano George Saunders. Olivia também participa da obra com reflexões sobre o acervo.

Atenção compradores. Uma edição especial de luxo do livro, incluirá uma gravação inédita de George Harrison - em vinil de sete polegadas, além de quatro cópias fotográficas e cartões numerados e assinados por Olivia. E então senhoras e senhores que música seria essa?

 Entra Fear of Flying com George Harrison  

Para brasileiros e angolanos, uma informação especialmente importante: está prevista uma edição em português do Brasil, o que permitirá que esse material chegue também ao público brasileiro em versão traduzida. A edição internacional, entretanto, já aparece em pré-venda para entrega no Brasil, enquanto informações oficiais sobre editora e data específica da edição brasileira ainda não aparecem nos anúncios internacionais consultados.

Um dos Wings vai virar estátua! A ideia é que o guitarrista Henry McCullough, seja homenageado com um memorial permanente em sua cidade natal, Portstewart, no condado de Londonderry, na Irlanda do Norte. A frente dos esforços, Josie, sua esposa por décadas.

 Entra Henry's Blues com Wings

Henry McCullough faleceu em 2016. Foi o único irlandês a se apresentar no Festival de Woodstock em 1969, tocando com Joe Cocker. Participou com Sir Paul McCartney do início do Wings e dos primeiros álbuns da banda. Ele também fez turnês com artistas como Jimi Hendrix e o Pink Floyd. 

 Entra solo de My Love com Wings

"Uma estátua significaria muito, um reconhecimento”, disse a viúva.

 Entra Dig A Pony instrumental com The Beatles

Os Beatles arranjaram uma encrenca com alfaiates de Londres. Eles são contra os planos para transformar o antigo prédio da Apple Records em um museu. Segundo Mark Henderson, da Savile Row Bespoke Association, que representa os alfaiates que trabalham há décadas na vizinhança do futuro museu, a presença dos Beatles vai gerar tumulto.

"Teremos congestionamentos perigosos" e "impacto negativo" para o comércio local. "As calçadas da rua são estreitas e já ficam frequentemente lotadas de visitantes, então a tendência é que isso piores no futuro, então rejeitamos", disse a associação dos alfaiates.

Ela representa marcas como a Edward Sexton, que confeccionava ternos para os Beatles. Inclusive alguns ternos com os quais George Harrison e Paul McCartney aparecem no documentário Get Back, foram encomendados e comprados na Edward Sexton.

Os representantes da categoria apresentaram um documento à Câmara Municipal de Westminster contra o Museu dos Beatles. Além deles, escritórios de representantes comerciais baseados em Saville Row também entraram com ações contra o museu.

Em comunicado, a Apple afirmou que o museu será um ativo cultural local e não apenas um destino turístico. O plano prevê que seja uma plataforma educacional fundamentada na música, na criatividade e na história social. E vai revitalizar a região também.

A Câmara Municipal de Westminster tomará uma decisão oportunamente.

 Entra Ed Sullivan apresentando os Beatles no Shea Stadium

E para fechar nossa participação, uma lembrança de 61 anos antes. No dia 15 de agosto de 1965, os Beatles subiram ao palco do Shea Stadium, um momento histórico, não apenas para os Beatles mas para a música popular. Dizem que o Shea Stadium recebeu 60 mil pagantes naquele 15 de agosto, e a gente vai para o palco do concerto agora, no Mergulhador!!

 Entra She's A Woman ao vivo com The Beatles no Shea Stadium

domingo, 9 de agosto de 2026

Colégio Santista - Fator crítico de sucesso

Hoje, Dia dos Pais
Dia de lembrar do meu colégio da infância e adolescência!
...texto de 2011...
...agora com Áudio meu...
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E siga lendo que estou a falar!
Ou quase...  
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Colégio Santista - Fator Crítico de Sucesso
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1964
1975
Viva o Facebook!

Graças à sua existência e abrangência, e à dedicação e mobilização de alguns, estou tendo oportunidade de reviver um passado que parecia distante: minha educação básica, do princípio ao fim no Colégio Santista, tradicional instituição marista da minha cidade, Santos, fundado em 1904.

A coisa começou com a publicação no mural de um colega, de uma foto daqueles tempos, e foi crescendo aos poucos, em princípio, com os poucos amigos daquele colega convidando como amigos outros que conhecia, de outras turmas. Mas tudo se organizou mesmo quando alguém descobriu que se podia formar um grupo aberto no Facebook. Daí, foi, e tem sido, uma febre. E foi, e tem sido, um tal de pessoas puxarem pela memória, e testarem se outros que não viam há 35 ou 40 anos e só se lembravam do nome, estavam já cadastrados, e se não estivessem, era um tal de chamar: "Entra no Facebook você também!". Viramos todos garotos propaganda da rede social de Mr. Zuckerberg.

Quando escrevi este texto em 2011, estávamos prestes a celebrar o 1.000º inscrito .... e a 300ª foto. Como é legal relembrar os cabelos que usávamos, as calças boca-de-sino e os paletós xadrez das festas. Mas o mais legal e tocante são as memórias que aquelas fotos suscitam, as lembranças dos professores e os irmãos maristas que nos educaram e nos formaram bons cidadãos. Muitos que já se foram, e uns poucos que ainda estão conosco. Irmãos e professores que levaram a sério o lema do beato Marcelino Champagnat, o fundador da ordem marista: "Educar é formar bons cristãos e virtuosos cidadãos; para educar uma criança é preciso amá-la" Toda escola, adaptando ou eliminando a menção religiosa, deveria se pautar por essas palavras. O Santista fez isso com a gente, direitinho.
 
Sendo um colégio religioso, era rígido o suficiente para prover valores morais firmes a seus alunos, com educação séria, o que o tornava muito concorrido, e fazia as famílias da cidade fazerem grande esforço para matricularem seus filhos e mantê-los lá. Famílias que pressionaram muito para que o privilégio da boa educação fosse estendido ao sexo oposto. Em 1970, o colégio adaptou-se aos tempos modernos e admitiu a presença feminina, após 65 anos como um tradicional colégio de meninos! Eu estava lá nessa transição revolucionária. Recebemos, ao que me lembre, muito bem, as meninas no nosso convívio.

Lá passei 12 ótimos anos de minha vida, Primário, Ginásio e Científico, como assim era chamado, bem mais romântico que hoje. E foram 12 anos (o normal seriam 11), de 1964 a 1975, pois não tive idade para fazer o exame de Admissão ao Ginasial, e tive que fazer o 5º Ano, coisa que tinha naquela época. É que entrei no 1º ano do Primário com tenros 6 aninhos, veja que coisa fofa lá em cima, à esquerda (HeHeHe). Que saudade da lancheirinha! O ponto alto da hora do lanche, que hora tão feliz, era desenroscar aquela garrafa de plástico e tomar aquele suquinho de qualquer coisa com leve gosto de plástico, e desembrulhar o papel alumínio, para comer aquele misto-frio (ou sanduíche de atum) maravilhoso!! Mais tarde, quando aposentei a lancheirinha, a corrida pelo enorme pátio para ver quem chegava na frente, na fila da lanchonete.   E tinha a banda, que disputava e ganhava de outras escolas, com evoluções memoráveis. E tinha os desfiles de 6 de setembro, em que marchávamos ao som da banda marcial, com impecáveis fardas brancas e quepes. Em alguns anos eu até ia à frente, empunhando uma espada maneiríssima, como se diz hoje. E tinha a rotina de perfilar ante  bandeiras e cantar o Hino do Brasil e, sim, o Hino Do Colégio, três estrofes das quais a segunda me lembro até hoje, inteirinha. Muito legal! 


Memórias que não se apagam!!!

Ter feito o 5º ano certamente frustrou aos meus pais, pois viram seu filho perder um ano em sua evolução escolar, profissional, de forma irrecuperável. Frustrou a mim, pois perdi a convivência com amigos queridos, especialmente o Magalhães, grande sujeito, que já se foi, que era com quem mais brincava, com quem mais competia pelo 1º lugar, perdendo eu sempre. Mas agora, olhando por um amplo espectro, não fosse assim, e eu não teria conhecido o Cid e o Zé Marques, meus colegas de Científico, com quem eu jogava sueca, na garagem da casa do primeiro, e não teria conhecido a Neusa, aos 20 anos de idade, sua vizinha, que de vez em quando se juntava a nós (ela também estudou no Santista, mas só nos anos de Científico, e na turma de Medicina, eu na de Engenharia). E ela não teria sido a minha 1ª namorada, e não teríamos nos casado, e eu não estaria feliz com ela até hoje, e com nossos queridos filhos Renata e Felipe.

Enfim, assim é o destino!!!

Felizmente, quando a conheci, já não ostentava a cabeleira da foto da direita, que usei em meu último ano no Colégio Santista. Ela me diz hoje que se tivesse me conhecido daquele jeito, teria pensado mal de mim, e nem teria percebido o meu sorriso, que a conquistou (palavras dela...). A cabeleira foi trocada pela careca de calouro, aos 18 anos, quando fui um dos 6 santistas a entrar na Escola Poltécnica da USP. Essa configuração hexagonal repetiu-se outras duas vezes em minha vida: fui um dos 6 politécnicos a entrar como estagiário na Petrobras, e um dos 6 estagiários a se formarem engenheiros de petróleo designados para a área internacional da empresa.

Tudo o que consegui começou naqueles 12 anos de ensino básico e virtuoso, seguiu com estudo e dedicação, claro que associado a oportunidade e sorte. Mas aquela base está presente em cada ato meu como cidadão, que prezo muito, e que consegui, junto com Neusa, passar a meus filhos.

Infelizmente, essa ventura (!) não está mais disponível às famílias santistas. O Colégio Santista, berço de tanta gente importante e conceituada, não existe mais! A mãe dele (como a piada) subiu no telhado quando, em 1987, os maristas se mudaram, e a administração mudou de mãos. A educação começou a ter uma tendência mais socialista e esquerdizante, e os pais foram, naturalmente, tirando seus filhos da escola. Nos tempos áureos, chegou a ter 1800 alunos. Foi minguando, minguando, até que, em 2009, tinha pouco mais de 400, e foi estatizada pela prefeitura. Dizem eles que continuarão as tradições da escola, mas acho difícil, sem os valores da causa marista.

Publicando este post no Dia dos Pais, saúdo a todos os que auxiliaram na formação do cidadão que sou, mas devo declarar também que o pai que sou, foi devido à educação que tive, que o  pai que tive pôde proporcionar a mim, mantendo-me, em todo meu ensino básico, no tradicional Colégio Santista.

Obrigado, pai!!!

E estendido a todos os pais, 
especialmente àqueles que se preocupam 
"em deixar filhos melhores para o mundo".


Parabéns, também, aos eternos 
títeres que me formaram no Colégio Santista
Nilo, Farid, Silvestre, Eliza, Wilma, Dulce, Regina, Fernando, Lobo, Maria Helena, Cordella, Bóris, Buzo, Adilson, Maria Alice, Nilde, Marlene, etc, etc, etc, etc...




Homero Agradecido Ventura

O Projeto By Homerix - 17 Canções

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