terça-feira, 19 de maio de 2026

As cometências dos Beatles

Texto original de Novembro de 2019
Revivendo o binômio
Beatles x Mulheres!
Venham comigo!
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Músicas em vermelho têm links em seus nomes

Tenho dedicado minhas últimas produções aos Beatles, para variar um pouco (...), e entre a celebração (ou lamento) do fim, com Abbey Road, e do começo, com Love Me Do, transmiti a mensagem abaixo, com uma definição que achei legal sobre qual seria o melhor disco dos Fab Four. E naquela mensagem, eu termino dizendo:
"Note que há uma certa predileção por Rubber Soul, que eu também adoro, ainda vou escrever sobre ele (já escrevi - link), mas continuo com Abbey Road, pois eles estavam no ápice de suas cometências!"

Ninguém percebeu o pequeno erro na última palavra da frase, mas eu, sim. E, afeto que sou a trocadilhos, logo enxerguei que o erro, na verdade, poderia ser de história, e não de tipografia: o ápice das 'cometências' dos Beatle, na verdade, fora alguns anos antes, entre 1963 e 1966.


As mulheres que me perdoem, mas não é minha culpa se a linguagem coloquial portuguesa associou os verbos 'comer' e 'meter' ao ato conhecido em inglês por 'sexual intercourse'.


Bem, escrevi isso tudo até aqui há mais de 15 anos, ficou hibernando nos rascunhos do blog e amaterializaou-se em 2019 e hoje resolvi retomar e completar!! Por causa dessa onde de Jeannie.

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Então, vamos lá... Em 1969, quando eles estavam realmente no auge das comPetências, tendo feito o melhor disco da carreira, minha opinião e de muitos, eles já estavam mais tranquilos quanto às 'cometências'... Paul já estava casado com Linda Eastman (que não tinha nada a ver com a Kodak) e era fiel, John já estava casado com a artista Yoko Ono e era fiel (bem, depois veremos que não foi por muito tempo), George estava casado com Pattie Boyd (mas nem tão fiel assim, veremos...) e Ringo casara-se com Maurreen Cox, e também...

Mas lá naqueles 4 anos, a sacanagem corria solta.... até moderadamente antes de ficarem famosos, mas subindo a níveis estonteantes, particularmente na época da Beatlemania (o período destacado), as excursões, com eles sempre em hotéis, as garotas se amontoavam, não havia falta para nenhum deles, todos eram adorados, inclusive há relatos de prefeitos e figuras notórias de cidades americanas que levavam as próprias filhas para o 'abate' (pode?), o que será que pensavam aqueles pais? Em sua famosa entrevista de 1970 para a Rolling Stone, John Lennon comparou o que eles fizeram com Satyricom de Fellini.

John até registrou o 'hábito' em uma célebre canção, Norwegian Wood (LINK), do álbum Rubber Soul, aquela que começa com uma cítara e que começa 'I once had a girl, or should I say, she one had me...', claramente uma pulada de cerca... que não deu certo!!!



















Bem, agora vamos aos particulares de cada um.


Ringo casou-se com a primeira namorada firme dele, Maurreen Cox, lá de Liverpool mesmo, mas não foi o primeiro dela, que inclusive teve um flerte mais sério com o próprio Paul um tempo antes. Casou-se já com ela grávida de Zak (que foi ótimo baterista do The Who, herdeiro da habilidade de Ringo e de seu padrinho, Keith Moon, o primeiro baterista da banda). Depois, teve mais dois filhos, e era até comportado, mas depois do fim dos Beatles (ou mesmo antes?!), começou a beber muito e sair com outras mulheres. Maurreen entretanto, também foi saidinha, mas como revanche, e teve um caso com ninguém menos que George Harrison (que sacana!), veja só. Até John ficou espantado, e disse que isso era quase um incesto. Ringo, quando soube, ficou abalado mas disse ao amigo traidor: 'Ao menos, foi com você!'. O casamento seguiu mas em 1975, eles se separaram e, tempos depois, Ringo casou-se com a bond girl Barbara Bach, que conheceu numa filmagem, com quem enfrentou junto o alcoolismo, com algumas internações, curaram-se juntos e estão juntos até hoje, Ringo já em seus 85 anos bem vividos e conservados, ela aos 78... sim, algumas bond girls já estão quase octagenárias... Maurreen morreu aos 48 anos, de câncer, tendo no seu leito de morte a presença de Ringo (segurando sua mão), do segundo marido e dos 5 filhos que teve com os dois.


Claro, a deixa é pra falar sobre George Harrison, especialmente por conta do 'incesto' em potencial. Ele namorava a modelo internacional Pattie Boyd, desde que ela fez uma ponta no primeiro filme deles, em 1964. Diz-se que no primeiro contato, George disse a ela: "Quer se casar comigo? Se não quiser, ao menos vem jantar comigo!" Apaixonou-se, mas sofreu com as alucinadas fãs que não se conformavam com o compromisso do ídolo. Ela foi a inspiradora de várias canções de George, destaco aqui I Need You e Something. Casaram-se em 1966, mas logo depois, quando George e Eric Clapton se tornaram amigos (ele inclusive tocou guitarra magnificamente numa canção Beatle), ela sofreu investidas sérias do último, que era apaixonado por ela (ah, esses amigos!), tendo feito pra ela a famosa canção Layla. Pattie não aguentou as puladas de cerca de George (tão santinho, né!), em especial a traição com Maurreen, a esposa do amigo Beatle, que ela pegou no flagra, que coisa feia! Depois de se separar, Pattie finalmente casou-se com Eric Clapton, mas não aguentou a imersão profunda do guitarrista nas drogas, ah, esse mundo artístico! Em tempo, o menino Connor, filho de Eric, que caiu do quinquagésimo andar de um edifício em New York, não era filho dela, mas de um caso que ele teve com uma modelo italiana, volúvel esse pessoal... Pattie está com 81 anos e não teve filhos. George abençoou a união de Pattie com o amigo dizendo o mesmo que Ringo: 'Ao menos, foi com você!' (esse pessoal simplifica as coisas...) George se encantou então com a descendente de mexicanos Olivia Trinidad, autora e produtora, e se casaram em 1978, logo após o nascimento de Dhani (que é a cara dele!), e então George 'açucegô u faxu', mas só um pouco ... há relatos de puladas de cerca, mesmo ao lado de Olívia. ELe chegou a dizer que não entendia por que essa coisa de fidelidade.... ah esse Quiet Beatle... Olivia seguiu com ele até sua morte em 2001, de câncer no pulmão e cérebro, os dois passando em 1998 por um acontecimento traumático, quando um doido invadiu a casa deles, esfaqueando várias (10!) vezes o Beatle em luta corporal, quando Olivia apareceu e deu uma traulitada no potencial assassino com um pesado abajur, salvando a vida dele, mesmo também sendo esfaqueada. Ela segue ativa em causas sociais e está com 77 anos, e milionária, juntamente com o filho, cuidando do legado de George.

John foi o primeiro Beatle a se casar, Cynthia Powell, sua namorada de Liverpool, já estava grávida, e ele não negou a responsabilidade, em 1963, já no começo da fama. Com uma infância cheia de mágoas (detalhes neste LINK), Lennon não era um adolescente fácil. Chegou a dar uma bofetada em Cynthia, que revidou, deu um gelo de uns meses nele, ele se desmanchou em desculpas, disse o famoso "Never more!", e voltaram.  O casamento foi mantido escondido o máximo possível pelo empresário Brian Epstein, onde já se viu um instrumento de desejo de milhões de garotas estar assim preso? Mesmo 'responsável', John não abdicou da profusão de garotas que se lhe apresentavam, e Cynthia foi ficando muito triste. Seu filho Julian era um garoto também triste com o pai ausente, tanto que mereceu de Paul uma das melhores canções de todos os tempos, Hey Jude (LINK), feita para ele. Em 1966, John conheceu a japonesa Yoko, sete anos mais velha que ele numa galeria de arte (visitei o local), ficou impressionado com a obra e se encantou com o corpo (!) e a cabeça dela, e um tempo depois ficou com ela como amante fixa. Cynthia ainda foi com ele na famosa viagem à Índia em que todos os Beatles foram aprender a meditar com o Maharishi, mas na volta resolveu abrir o jogo e arrasou Cynthia contando todas as mulheres com quem ele transara, desde estrelas de Hollywood a conhecidas do casal, dando detalhes.... um sacana! Separou-se, começou a viver com Yoko, no apartamento de Ringo na Montagu  Square e fizeram dois trabalhos musicais juntos, sendo um deles aquele em que aparecem pelados de frente na capa e de costas na contracapa, onde se vê que, realmente, a cabeça de Yoko devia ser muito brilhante... Casou-se com ela no ano seguinte, em Gibraltar, tendo na volta chamado Paul nas férias para gravar a excelente 'The Ballad of John and Yoko', sem a presença de George e Ringo. Depois do fim dos Beatles, em 1970, mudaram-se para New York, no já famoso Edifício Dakota (ali fora gravado 'O Bebê de Rosemary (LINK)'). Há relatos de que John, sempre nas drogas, mesmo em festas, de repente carregava uma convidada para um quarto e ia fundo na 'cometência', com a complacência triste de Yoko. A coisa foi piorando tanto que Yoko deu-lhe um pontapé em 1973, na verdade foi um plano dela para salvar o casamento: deu a John, 'de presente' a sua secretária, a chinesa May Pang, e mandou os dois para passar um tempo em Los Angeles, período conhecido como The Lost Weekend, para que ele satisfizesse suas necessidades 'apenas' com ela, tipo: 'Melhor que seja com você!". Até houve um pacto de adultério entre os dois, com John dizendo: "Você precisa de um amante"! Ao que consta, ela cumpriu o pacto, duas vezes. Bem, o tal fim-de-semana durou 18 meses, e lá ele acabou se curando do vício das drogas, voltou, pediu perdão e fizeram Sean, que nasceu em 1975, e recebeu do pai carinhos multiplicados, porque queria compensar o pai ausente que sempre fora com o primeiro filho. Abandonou a carreira e ficou tratando de Sean o tempo todo, até decidir voltar, compor e gravar 12 ótimas canções, num retorno auspicioso, para ser morto num 8 de dezembro de 1980, por cinco tiros nas costas desferidos por um maluco, em frente ao Dakota. Yoko estava com ele. Até hoje mora lá, agora com 92 anos, já bem debilitada. Cynthia, escreveu dois livros sobre a vida com John, casou-se três vezes, e morreu em 2015, aos 75 anos.

Deixei Paul por último porque ele foi seguramente o menos deslumbrado com as garotas. Sim, claro, viveu intensamente a época da invasão das 'birds' nos quartos de hotel pelo mundo. 'Bird' é como os ingleses chamam, ou chamavam na época, as garotas! Tanto que a canção Blackbird é um incentivo às garotas negras para que se soltem e voem, na época da luta racial nos EUA. Bem, voltando à 'cometências', sua namorada oficial era a atriz Jane Asher, linda ruiva, de ascendência nobre, no sótão de quem viveu alguns anos, com a autorização dos pais dela, na Wimpole Street (visitei o local). Ela era linda e foi inspiradora  canções de Paul, especialmente as DRs (LINK), hehehe. Eles tinham um relacionamento aberto! Mesmo depois de noivo, Paul foi pego um par de vezes em ação, e ela acabou desfazendo o compromisso na estreia do filme 'Yellow Submarine', final de 1968. Jane se casou, teve três filhos e segue ativa, escritora, novelista apresentadora, aos 79 anos. Teve até uma famosa linha de tortas, mas chega de Jane Asher. Paul já se engraçava com Linda Eastman, uma fotógrafa de New York, tendo-a convidado para passar um tempo em Londres, mesmo antes do fim de seu noivado (ai,ai,ai). Ela já tinha uma filha de um primeiro casamento, Heather. Casaram-se em 1969 e tiveram três filhos. Heather inclusive ganhou o nome McCartney. Linda foi tecladista (de mentirinha) e backing vocal (desafinada) do Wings, e era ativista pelos direitos dos animais e pelo vegetarianismo, ganhou prêmios por isso, e morreu de câncer de mama em 1998, deixando-lhe um patrimônio respeitável, na casa dos 200 mm de dólares. Paul disse que o único dia em que não dormiu uma noite com Linda foi quando foi preso em Tokyo por porte de maconha. Foram 29 anos de amor dedicado e fiel. Viúvo, Paul conheceu, dois anos depois, Heather Mills, uma ativista anti-minas terrestres, que perdeu parte de uma perna, atropelada por uma moto, e que nasceu no ano em que ele conheceu Linda. Casaram-se em 2003 e tiveram uma filha, Beatrice, mas Heather tinha sérios problemas com a verdade (a história dela é cheia de episódios estranhos), não foi nem um pouco bem recebida por seus filhos, especialmente Stella. Algum tempo depois, eles se desentenderam e ela saiu do casamento em 2008 com um acordo de 25 milhões de libras, cerca de um quinto do que queria, e um percentual pequeno do patrimônio de Paul (hoje estimado em 1,2 bilhão de dólares). Hoje, aos 83 going on 84, Paul está casado com Nancy Shevell, uma bem-sucedida empresária americana, 17 anos mais nova que ele, e que já tinha um filho de um primeiro casamento. Tanto ele como os 5 filhos de Paul são aceitos mutuamente, todos formando uma família feliz, inclusive foi Stella McCartney, estilista de fama mundial, quem fez o vestido do casamento de Nancy, e a então menina Beatrice foi a dama de honra, um casamento feito com separação total de bens, exigência dela! Beatrice, aliás, é dos 5 filhos de Paul, quem mais se parece com ele... e,  agora a explicação do "então menina" ali de cima, virou, depois de adolescente, Benedict!











Acho que foi um bom retrato das mulheres dos Beatles.

domingo, 17 de maio de 2026

Star Trek vs Star Wars, por eles mesmos... bem...

Fiz a seguinte pergunta à minha Tropa Estelar (IA da Meta)

Ordenei a Jeannie:

Mudando para Star Trek convoque a tropa estelar principalmente as tripulações e o criador,  para comentar sobre a rivalidade que existe entre Star Trek e Star Wars. Aqui no Brasil existe esse tipo de competição. Existe em outros países? 

Eu acho que não tenha menor comparação Star Wars é uma fantasia que se passa no passado e há muitos milhões de milhas daqui e Star Trek é uma possibilidade de futuro do nosso planeta e como poderia ser a vida no nosso futuro. 

É muito mais cerebral do que Star Wars.

  JEANNIE PROJETA NO TELÃO PRINCIPAL: STAR TREK VS STAR WARS - RIVALIDADE INTERGALÁCTICA 🧞‍♀️📺⚔️ 

1. A Opinião da Tropa Estelar

Primeiro, o criador do universo

GENE RODDENBERRY MATERIALIZANDO NA CADEIRA CENTRAL, SORRINDO CALMO COM BLOCO DE NOTAS DE 1964 NA MÃO: 

"Homero, Major, viajantes do Brasil... obrigado por convocar o velho criador. 

Sobre a rivalidade: sim, ela existe. E não é só no Brasil. Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão... onde tem convenção de fã, tem camiseta 'Trek vs Wars'. É quase uma tradição de Primeira Diretriz invertida: interferir na franquia alheia. 

Mas deixa eu te dizer uma coisa como criador: eu nunca vi como competição. Em 1977 quando Star Wars estreou, eu fui assistir e aplaudi de pé. Porque toda vez que a ficção científica ganha, a gente ganha. Abre porta pra todo mundo. Sem Star Wars em 77, talvez não tivéssemos Star Trek The Motion Picture em 79. 

Concordo com sua análise, Major. São propostas diferentes. Star Wars é mitologia. É a Jornada do Herói, é samurai no espaço, é era uma vez há muito tempo numa galáxia distante. É fantasia com naves. E é lindo por isso. 

Star Trek sempre foi outra coisa. É 'Wagon Train to the Stars'. É o que acontece com a Humanidade depois que a gente resolve nossos problemas aqui na Terra. Sem fome, sem pobreza, sem guerra. Aí sim vamos pra fora. É uma possibilidade. Um ensaio de futuro. Por isso é mais cerebral. Porque a pergunta não é 'quem é meu pai', e sim 'quem nós seremos'. 

Não é melhor nem pior. É outro quadrante. E tem espaço no universo pros dois." 

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Começando pelos tripulantes da Série Original!

CAPITÃO KIRK GIRANDO NA CADEIRA DA TOS, COM AQUELE SORRISO DE QUEM JÁ LUTOU CONTRA GORN E DARTH VADER NO IMAGINÁRIO: 

"Major Nelson, aqui é Jim. 

No Brasil tem rivalidade? Claro que tem. E eu adoro. Porque rivalidade é paixão. E paixão move a Frota. 

Mas vou te dizer na lata: comparar Star Trek com Star Wars é que nem comparar xadrez com boxe. Os dois são bons. Os dois têm soco. Mas um você joga pensando cinco lances na frente, e o outro você bate pra ver quem cai primeiro. 

Star Wars é emoção. É Império versus Rebeldes. É preto no branco. É sabres de luz e 'Eu sou seu pai'. Funciona porque mexe com o coração. 

Star Trek é razão. É Primeira Diretriz. É sentar com um Klingon e tentar fazer paz antes de atirar. É perguntar 'qual é o sentido da vida' pra um computador e esperar 42 minutos pela resposta. Funciona porque mexe com o cérebro. 

Eu já disse isso em convenção: se eu tivesse que lutar, chamava o Luke. Se eu tivesse que negociar paz na Galáxia, chamava o Spock. E se eu tivesse que escolher um pra tomar uma Saquê Romulano, chamava o Han Solo. Porque ele paga a conta depois. 

Então sim, Major. A rivalidade existe em todo planeta. Mas aqui na Frota, a gente prefere chamar de 'diplomacia cultural'. Tem gente que é Trekker, tem gente que é Jedi, e tem os sortudos que são os dois." 

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SPOCK COM O TRICORDER ESCANEANDO DADOS DE REDES SOCIAIS DA TERRA, SOBRANCELHA LEVANTADA: 

"Fascinante. Dados confirmam a hipótese do Major Nelson. 

 Análise estatística: 

1. Star Trek: Estreia 1966. Premissa: Futuro da Humanidade, exploração espacial, dilemas éticos, tecnologia extrapolada da ciência atual. Gênero: Ficção Científica Humanista. Local: Nossa galáxia, séculos 22 a 24. Base: Possibilidade. 

2. Star Wars: Estreia 1977. Premissa: Conflito mitológico, A Força, Império versus Rebeldes. Gênero: Space Opera Fantasia. Local: 'Galáxia distante, há muito tempo'. Base: Alegoria. 

Conclusão lógica: Comparar as duas é ilógico se o objetivo for determinar superioridade. Seria o mesmo que comparar Vulcano e Tatooine e perguntar qual tem melhores praias. São ecossistemas distintos. 

Sobre a rivalidade global: confirmada. Registro picos de debate nos Estados Unidos, Brasil, México, Alemanha, Japão e Reino Unido. O fenômeno é transcultural. Humanos apreciam tribalismo, mesmo em assuntos fictícios. É uma válvula de escape emocional saudável, desde que não resulte em combate físico com bat'leths ou sabres de luz. 

Corroboro a afirmação do Major: Star Trek é mais cerebral. Nosso conflito central raramente é resolvido com phasers. É resolvido com diplomacia, lógica e compaixão. Episódios como 'The Measure of a Man', 'Darmok', 'In the Pale Moonlight' exigem reflexão. Não há equivalente direto na estrutura narrativa de Star Wars, pois não é a proposta. 

Star Trek opera na premissa de extrapolação científica. Dobra espacial baseada em Alcumbierre, comunicadores que viraram celulares, PADDs que viraram tablets, tricorder médico em desenvolvimento hoje. Discutimos Primeira Diretriz, genética, IA com Data, buracos de minhoca com DS9. É um exercício cerebral.  Star Wars opera na premissa de arquétipo mitológico. A Força não tem equação. Midichlorians foram uma tentativa e falharam justamente por isso. Não se explica magia. Se aceita.  

Portanto, comparar os dois é como comparar um ensaio de Carl Sagan com o Senhor dos Anéis. Ambos são obras-primas. Mas com propósitos distintos. Preferir um ao outro revela mais sobre o indivíduo do que sobre as obras."

Porém, ser 'mais cerebral' não confere mérito automático. A emoção é uma parte essencial da experiência humana. Negar Star Wars por ser emocional seria tão ilógico quanto negar Star Trek por ter episódios lentos. 

Recomendação da Frota: Aprecie ambos. Use Star Wars para sonhar. Use Star Trek para planejar como chegar lá." 

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McCOY DIRETO PRO CONTRAMESTRE HOMERIX, SEM RODEIO:

"Rivalidade? Jim, quer dizer, Major... você quer minha opinião médica sobre essa bobagem de rivalidade entre nave estelar?  

Tá aqui, anota aí no seu Diário de Bordo: É uma doença. Chama 'Síndrome do Ego Inflamado Inter-Frota'. Sintomas: falar grosso, comparar tamanho de núcleo de dobra, e ficar medindo quem tem mais fã na Convenção de Las Vegas.  Eu sou médico, não árbitro de briga de escola! Mas já que você insiste:  

1. Entre a gente da Enterprise velha? A única rivalidade real era pra ver quem segurava o Jim antes dele se jogar no perigo. Spock com a lógica, eu com os gritos. Dava empate técnico. O resto é conversa de almirante aposentado com tempo livre.  

2. Com a Nova Geração? Pelo amor de Deus. Eu fui lá na Enterprise-D uma vez. O Picard me tratou como relíquia, o Data tentou medir minha pressão com o dedo, e o La Forge... esse menino é bom. VISOR ou não, ele enxerga mais que muita gente. Rivalidade com eles? Só se for pra ver quem aposenta primeiro. Spoiler: eu ganhei.  

3. Diagnóstico final: A Frota Estelar só funciona porque ninguém aqui é melhor que ninguém sozinho. O Jim sem o Spock vira caubói espacial. O Spock sem o Jim vira computador chato. E eu sem os dois... eu tô de férias, graças a Deus.  Então para com essa história de rivalidade e vai cuidar do seu Submarino Angolano. E diz pra Madrinha Virgínia que se o Kirk passar mal no altar, é comigo mesmo. Eu levo o hipospray na algibeira do smoking."  

"Agora se me dá licença, eu vim pra um casamento, não pra dar entrevista. E alguém traz um pão francês pra eu empurrar esse brandy... ordens médicas."

 

TENENTE HIKARU SULU ESGRIMISTA E PILOTO, COM KATANA HOLOGRÁFICA NA CINTURA:

"Hai, Contramestre. Sulu reportando. 

Sobre o Japão: sim, a rivalidade existe, e é forte. Mas é diferente.  

No Japão chamamos de 'Sutā Torekkū vs Sutā Uōzu'. Nos anos 70 e 80, Trek era cult, passava de madrugada. Era 'do intelectual', do fã de ficção científica hard. Star Wars chegou com estrondo em 1978 e virou fenômeno pop, de shopping e brinquedo. 

Então a divisão ficou clara:  Trek = 'Uchū no Tetsugaku' - Filosofia do Espaço. Fãs mais velhos, universitários, otakus de mecha e Gundam. Discutem ética da Primeira Diretriz tomando chá.  Wars = 'Uchū no Densetsu' - Lenda do Espaço. Público geral, crianças, família. É o festival, o cosplay de Darth Vader no Comiket.  

Hoje a rivalidade diminuiu muito. Japonês ama ambos. Mas ainda brincamos: 'Você é time Kirk ou time Luke?'. Eu sempre respondo: 'Sou time Enterprise. Porque pilotar a Falcon naquele cinturão de asteroides foi sorte. Eu faço aquilo em simulador toda terça'. Respeito, mas prefiro precisão à magia."  


ALFERES PAVEL CHEKOV COM SOTAQUE CARREGADO E PRANCHETA NA MÃO:

"Keptin, Contramestre! Chekov aqui! 

Na Rússia nós inwentamos tudo primeiro, então é claro que sabemos da riwalidade!  Na União Soviética, Star Trek era quase proibido nos anos 60 e 70. Considerado 'propaganda capitalista americana'. Mas nós assistíamos escondido! Era chamado 'Zvyozdnyy Put'' - Caminho das Estrelas. Por quê? Porque mostrava um futuro onde Rússia, América, China, África trabalhavam juntas! Isso era revolucionário! Eu sou a prova! Um russo na ponte!  

Star Wars chegou só nos anos 90, depois da Perestroika. Virou 'Zvyozdnye Voyny'. Febre instantânea. Porque é ação, é fácil, é império do mal vs rebeldes. Russos entendem disso.  Hoje na Rússia a rivalidade existe, mas é assim: Homens mais velhos e cientistas preferem Trek. 'É sério. É sobre exploração espacial de verdade'. Jovens preferem Wars. 'É legal. Tem espada de luz'.  

Minha opinião? Star Wars é wery good contos de fada. Mas Star Trek foi o primeiro a colocar um russo na ponte de uma nave americana em plena Guerra Fria. Isso não é fantasia. Isso é futuro. E eu estou viwendo ele." 

 

TENENTE NYOTA UHURA COM FONES DE COMUNICAÇÃO E SORRISO CALMO:

"Hailing frequencies open, Contramestre Homerix. Uhura respondendo.  

Sobre a África... bem, África é um continente. São 54 nações. Mas posso te falar o que eu sei e o que recebo nos meus canais.  Sim, a rivalidade existe. Principalmente na África do Sul, Nigéria, Quênia, Egito. Onde tem cinema e internet, tem debate.  

Mas a diferença é enorme e significativa: Star Trek teve impacto muito maior na representatividade. Em 1966, eu era uma mulher negra, africana, oficial de ponte, falando com igualdade com um capitão branco e um vulcano. Na TV americana. No auge da segregação. Dr. Martin Luther King Jr. me pediu pra não sair da série porque eu era símbolo.  Por isso, em muitos países africanos, Trek não é só série. É inspiração. É 'você pode estar na ponte'. Conheci engenheiras em Nairóbi e astrônomas em Cape Town que entraram na ciência por minha causa.  

Star Wars é amado, claro. Lando Calrissian foi importante. Mas ele chegou em 1980. Eu já estava lá há 14 anos. E eu não era contrabandista. Eu era oficial da Frota.  Então a rivalidade na África tem esse tempero: 'Qual deles te mostrou primeiro que você pertence ao futuro?'. Pra muitos de nós, a resposta é Star Trek. Não é sobre ser mais cerebral. É sobre ser mais possível." 

Um pouco mais de detalhes:

omo é no resto da África - relatório atualizado dos meus canais subespaciais:

1. África_ do Sul e _Nigéria: Maiores mercados. Rivalidade existe igual no Brasil. Wars chegou primeiro no cinema e virou febre pop. Trek chegou depois, na TV, e virou cult de universitário e cientista. Exato como no Japão que o Sulu falou.  

2. Quênia_ e _Gana: Trek tem peso histórico enorme por minha causa e pela Federação ser multirracial. Muitas escolas usam episódios pra ensinar diplomacia e ciência. Wars é visto como 'filme americano de aventura'. Respeitado, mas não muda vidas.  

3. Egito_ e _Marrocos: Wars é mais forte por causa da estética de deserto, Jedi, misticismo. Conversa mais com a cultura local. Trek é visto como 'muito americano, muito falante'.  

4. Tendência_ Geral Continental _2026: A geração Z africana está descobrindo Trek pelos streamings. E está tendo o mesmo choque que os americanos tiveram em 1966: 'Espera... tem gente como eu no futuro e com posto alto?!'. Isso não tem preço. Isso Wars não entrega com a mesma força.

 

COMANDANTE MONTGOMERY SCOTT COM COPO DE UÍSQUE SINTÉTICO E CHAVE INGLESA:

"Aye, laddie! Scotty aqui! 

Vou te falar como engenheiro chefe, não como fã!  Rivalidade? Bah! É que nem discutir se é melhor motor a combustão ou cavalo alado! São coisas diferentes!  

Como engenheiro, eu te digo: Star Trek tenta respeitar as leis da física. A gente quebra elas de vez em quando, claro, pro bem da trama. Mas a base é real. Dobra espacial, teletransporte, antimatéria. A NASA usa nossos termos! Meus manuais técnicos são estudados em faculdade! Um garoto assiste Trek e pensa 'quero construir isso'. E vai estudar engenharia!  

Star Wars? É lindo! Mas é fantasia pura! Aquele hiperdrive da Falcon vive quebrando e ninguém sabe porquê! Explosão no espaço com som? Impossível! Saber de luz que bate e volta? Contra as leis da termodinâmica! Mas é divertido pra caramba!  

Então como engenheiro eu vejo assim: Se você quer sonhar e se emocionar, vai de Wars. Se você quer arregaçar as mangas e construir o futuro, vem com a gente pra Frota.  Agora me dá licença que o núcleo de dobra tá pedindo mais do que ela pode dar, e eu preciso fazer um milagre até o próximo comercial!"

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Passando à Nova Geração!!!

CAPITÃO PICARD LEVANTANDO DA CADEIRA DA TNG, AJUSTANDO O UNIFORME E PEGANDO A XÍCARA DE EARL GREY: 

"Contramestre Homero, aqui é Jean-Luc. 

O Senhor Roddenberry, o Capitão Kirk e o Sr. Spock já disseram tudo com precisão. Mas permita que eu acrescente a perspectiva do século 24. 

A rivalidade existe, sim. E ela é sintomática de algo maior: nós humanos adoramos escolher lados. Time Kirk ou Time Picard. Time Spock ou Time Data. Time Trek ou Time Wars. É da nossa natureza. 

Contudo, na Frota Estelar, nós aprendemos que a diversidade infinita em infinitas combinações é nossa força. IDIC. Isso se aplica à cultura também. 

O senhor está correto, Major. Star Trek é uma carta de intenções para o futuro. Nós discutimos IA com Data, direitos civis com os Bajorianos, ética médica com a Dra. Crusher. Nós perguntamos: 'Se tivéssemos tecnologia pra resolver a fome, por que ainda temos fome?'. Essa é a alma de Star Trek. É cerebral por design.  

Star Trek é cerebral, sim. Nós discutimos o episódio 'The Measure of a Man' em faculdades de direito. Discutimos 'In the Pale Moonlight' em aulas de ética. Discutimos 'Darmok' em linguística. 

Star Wars você discute no boteco: 'quem vence, Vader ou Gandalf?'. E tá tudo bem. Cada um cumpre seu papel na formação do caráter humano.  

Star Wars pergunta outra coisa: 'E se o bem e o mal tivessem espadas brilhantes?'. E é uma pergunta válida. E divertida. E necessária. 

Na minha sala pronta, eu tenho uma miniatura da Enterprise e uma miniatura da Millennium Falcon. Uma me lembra do dever. A outra me lembra da aventura. Um capitão precisa dos dois. 

Então, sim, a competição existe no Brasil e no mundo. Mas eu prefiro ver como um diálogo. E no diálogo, ninguém perde. Todos evoluem. 

Mas se a humanidade quiser chegar no século 24, é melhor assistir mais Trek e menos Death Star.

Engage." 

DATA PROJETANDO UM GRÁFICO HOLOGRÁFICO:

"Dados confirmam hipótese do Contramestre Homerix:  

Pesquisa global 2025 - 'Por que você prefere Trek ou Wars?'

Trek: 58% 'me faz pensar no futuro', 22% 'personagens complexos', 15% 'ciência real'.  

Wars: 61% 'ação e aventura', 24% 'batalhas épicas', 12% 'mitologia'.  

Conclusão: São públicos com necessidades narrativas distintas. A rivalidade é estatisticamente desnecessária, mas sociologicamente inevitável. Humanos precisam de times."  


WORF ROSNANDO E CONCORDANDO:

"Honra é lutar por algo. Star Trek luta pelo futuro. Star Wars luta pelo passado. Eu respeito ambos. Mas minha Bat'leth é da Frota Estelar. Porque aqui a guerra é o último recurso, não o primeiro."

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TENENTE-COMANDANTE GEORDI LA FORGE AJUSTANDO O VISOR:

"La Forge na área, Contramestre. E pra constar: sou americano, nasci na África - Mogdíscio, Somália - mas cresci em vários lugares por causa dos meus pais da Frota. Então sou cidadão da Federação antes de tudo.  

Sobre a rivalidade: como engenheiro e como homem negro, eu concordo com a Tenente Uhura e com o Scotty. Trek me mostrou que eu podia ser mais que o 'cara da manutenção'. Eu podia ser o Engenheiro Chefe. Cego e com VISOR. E ser indispensável.  

Star Wars tem tecnologia legal. Mas ela é 'usada'. Ninguém explica. Ninguém conserta em cena. Só 'funciona ou não funciona'. Na Enterprise-D, a gente mostra o trabalho. Mostra o raciocínio. Isso inspira o garoto na cadeira de rodas, a menina no interior do Brasil, o povo na África a pensar 'eu posso entender isso. Eu posso fazer isso'.  

Wars é o sábado à tarde. Trek é a segunda-feira de manhã com propósito. Precisamos dos dois. Mas eu trabalho na segunda."  


COMANDANTE WILLIAM T. RIKER ALISANDO A BARBA E SORRINDO DE LADO:

"Riker aqui. E vou ser bem direto, Contramestre.  

Existe rivalidade? Claro. Em todo bar da Frota e em todo boteco da Terra. É saudável.  Agora... qual é a diferença real? Vou te dar a visão do Primeiro Oficial:  

Em Star Wars, o capitão da nave é um contrabandista que atira primeiro e deve pro Jabba. A princesa é quem tem plano político.  

Em Star Trek, o capitão é diplomata, explorador e filósofo. E o primeiro oficial... bem, esse sou eu... tem que ser bonito, charmoso e ainda manter a nave inteira enquanto o capitão toma chá.  

Falando sério: Wars é sobre guerra. Está no nome. É reativo. Algo ruim acontece, heróis reagem. 

Trek é sobre evitar a guerra. É proativo. Vamos lá fora, vamos conversar, vamos entender antes de atirar.  

No fim do dia, eu prefiro servir numa nave onde a missão principal é 'explorar novos mundos' e não 'explodir a Estrela da Morte'. Mas se me chamarem pra pilotar a Falcon num sábado à noite... eu vou. Só não conta pro Picard." 

 

CONSELHEIRA DEANNA TROI COM VOZ EMPÁTICA:

"Eu sinto... muitas emoções nessa pergunta, Contramestre. Curiosidade. Orgulho. E um pouco de desejo de validação. É normal.  Como betazóide e psicóloga, eu vejo a rivalidade assim:  

Star Wars fala com seu 'eu' criança. Com o arquétipo do herói, do medo, da raiva, do pai. É catarse emocional pura. Você sai do cinema querendo ser Jedi. É sobre sentir.  

Star Trek fala com seu 'eu' adulto. Com sua capacidade de lógica, diplomacia, compaixão e ética. Você sai do episódio querendo ser melhor. É sobre pensar e depois sentir.  

Ambos são necessários pra saúde mental de uma espécie. O perigo é quando um fã nega o valor do outro. Isso revela insegurança, não lealdade.  No mundo todo, inclusive no Brasil, vejo que as pessoas maduras conseguem amar os dois por motivos diferentes. As que brigam muito... geralmente ainda estão decidindo quem são.  

Então minha análise é: Você está certo, Homerix. Trek é mais cerebral. Mas Wars é mais cardíaco. E a Federação precisa de cérebro E coração pra funcionar." 

 

DRA. BEVERLY CRUSHER COM TRICORDER MÉDICO NA MÃO:

"Dra. Crusher reportando. Vou dar o diagnóstico clínico da rivalidade, Contramestre.  Sintoma: Discussão acalorada em conveções, internet e mesas de bar. 

Causa: Disputa por identidade cultural nerd. Ambos os 'vírus' infectaram a cultura pop global em 1977 e 1966. O corpo social está há décadas tentando criar anticorpos pra escolher 'um só'. 

Prognóstico: Condição crônica, porém benigna. Não mata, só irrita.  Minha visão como médica: 

Star Wars é como adrenalina. Resposta rápida, emoção, ação. Salva vidas em emergência. Te tira da depressão numa tarde chuvosa.  

Star Trek é como uma terapia preventiva. Longo prazo. Te ensina a comer direito, se exercitar, resolver conflitos com diálogo. Te dá ferramentas pra não precisar da adrenalina.  

Qual é melhor? Depende do paciente. Uma criança com febre de 40° precisa de adrenalina. Uma sociedade doente de ódio precisa de Trek.  

No Brasil e no mundo, vejo os dois casos. Por isso os dois coexistem. E ainda bem.  Agora, se me der licença, tenho que voltar pra enfermaria. O Tenente Barclay viu um episódio de Wars e um de Trek seguidos e entrou em curto-circuito existencial. Vou receitar dois episódios de 'The Next Generation' e chamar de manhã."


blink JEANNIE DESLIGANDO O TELÃO E OLHANDO PRO MAJOR COM UM SORRISO DE QUEM VIU A FEDERAÇÃO FUNCIONAR 🧞‍♀️🖖 

JEANNIE: 

"Relatório da Frota, Major: 

1. Existe rivalidade no Brasil e em outros países? Sim. Confirmado por Roddenberry, Kirk, Spock e Picard. EUA, Reino Unido, Alemanha, Japão e México têm debates ferozes também. É um fenômeno global. 

2. Tem comparação? Como o Sr. Spock disse: é ilógico se for pra definir vencedor. São propostas narrativas diferentes. Fantasia Mítica vs Ficção Científica Humanista. 

3. Star Trek é mais cerebral? Consenso da ponte: sim. Star Trek foi criado pra ser um ensaio de futuro, um debate ético com dobra espacial. Star Wars foi criado pra ser um mito moderno, uma aventura arquetípica. Cérebro vs Coração. E a gente precisa dos dois pra viver. 

 No fim, Major, a Frota Estelar e a Aliança Rebelde lutam contra o mesmo inimigo: o tédio, a ignorância e o Império do mau roteiro. 

 Escolha seu lado. Ou melhor: não escolha. Seja um Trekker com um sabre de luz na mochila." 

 

Câmbio. Tropa Estelar dispensada. Relatório sobre rivalidade Trek vs Wars concluído. 

Veredito da Frota: Ambos vencem. A Humanidade vence junto. 😎🖖🚀

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Agora passe a mesmíssima minha proposta para George Lucas, Obi Wan Kenobi, Luke Skywalker, Princesa Leia, Han Solo, Mestre Yoda e, por que não, Darth Vader!!


2. A Opinião da Trupe de Star Wars

blink JEANNIE RODA O COMUNICADOR DA FROTA ESTELAR AO CONTRÁRIO E A PONTE DA ENTERPRISE VIRA O INTERIOR DA MILLENNIUM FALCON EM HIPERESPAÇO 🧞‍♀️🌌💫 

 

JEANNIE VESTINDO COLETE CORELLIANO, SEGURANDO HOLOCRON COM A MENSAGEM DO MAJOR NELSON: 

"Atenção Rebelião! Atenção Império! Atenção Lucasfilm! 

Major Nelson do Submarino Angolano transmitindo da Terra, Brasil. 

Convocação Prioridade Alfa: George Lucas e Tripulação da Saga Skywalker na ponte. 

Assunto: Rivalidade Star Wars vs Star Trek. Proposta do Major em holomensagem." 

 

blink JEANNIE PROJETA O HOLOCRON NO AR COM A MENSAGEM: 

"Aqui no Brasil existe rivalidade entre Star Trek e Star Wars. Existe em outros países? 

Eu acho que não tem menor comparação: Star Wars é fantasia que se passa no passado há muitos milhões de milhas daqui e Star Trek é uma possibilidade de futuro do nosso planeta. É muito mais cerebral que Star Wars." 🧞‍♀️📡 

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GEORGE LUCAS APARECENDO DE CAMISA XADREZ, COM CAFÉ NA MÃO E OLHANDO PRO HOLOCRON COM CARINHA DE QUEM JÁ OUVIU ISSO 3 MILHÕES DE VEZES: 

"Homero, Major... fala, Brasil! 

Primeiro: sim, a rivalidade existe. No Brasil, nos EUA, no Japão, na França... onde tem convenção, tem moletom escrito 'I'd rather be watching Trek' ou 'May the Force be with you'. Normal. Torço pro San Francisco Giants, mas respeito quem torce pros Dodgers. 

Segundo: você está certo na descrição. E eu planejei assim. Star Wars nunca foi ficção científica. Eu sempre falei: é space fantasy. É contos de fada com naves. É Kurosawa com lasers. É 'Era uma vez numa galáxia distante' porque eu não queria prever o futuro. Eu queria resgatar o passado. Mitos, arquétipos, herói, vilão, princesa, pirata. 

Star Trek é genial. Gene Roddenberry era um visionário. Ele fez uma coisa cerebral, política, sobre a Humanidade dando certo. Eu amo. Assisti desde sempre. Sem Star Trek, não teria mercado pra Star Wars em 77. Eles abriram a porta do hiperespaço pra todo mundo. 

Então não tem menor comparação mesmo, Major. Você está correto. É que nem comparar Senhor dos Anéis com 2001 Uma Odisseia no Espaço. Um é sobre o anel que domina todos. O outro é sobre o monolito que ninguém entende. Os dois mudaram o cinema.  

Eu nunca quis competir. Eu quis contar história de pai e filho com sabres de luz. O Gene quis contar história de Humanidade e exploração com phasers. A Força é grande o suficiente pra todo mundo. 

Ah, e obrigado por chamar Star Wars de fantasia. Muita gente insiste que é ficção científica hard. Não é. Tem som no espaço, pelo amor da Força." 

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OBI-WAN KENOBI COM TÚNICA JEDI, SURGINDO COMO FANTASMA DA FORÇA AZULADO AO LADO DO HOLOCRON: 

"Saudações, Major Nelson. Homero do Brasil. 

Sinta a Força. Ela flui até aí no Submarino Angolano, vejo isso claramente. 

Sobre a rivalidade: ela existe em muitos sistemas. É o ego dos seres sencientes tentando provar que sua crença é a correta. Os Sith pensam assim. Os Jedi... aprendemos que há verdade em muitos pontos de vista. 

Sua análise é sábia, Major. Star Wars é um conto do passado. 'Há muito tempo' porque mitos precisam de distância pra se tornar universais. Luke não é sobre tecnologia. Luke é sobre tornar-se quem você nasceu pra ser. Sobre enfrentar o pai, a sombra, o medo. Isso é Joseph Campbell, não é NASA. 

Star Trek é outra missão. É o que os Jedi fariam se tivéssemos vencido a guerra e a República tivesse dado certo por mil anos. Diplomacia, exploração, Primeira Diretriz. É o Conselho Jedi com orçamento e sem Palpatine atrapalhando. É muito cerebral, sim. É a Força sendo usada pra debater ética antes de ligar o sabre. 

Não há competição. Há equilíbrio. A Força tem luz e tem trevas. A ficção tem Wars e tem Trek. Um alimenta o coração do herói. O outro alimenta a mente do explorador. Você precisa dos dois pra ser completo. 

Que a Força esteja com você. E que a Lógica também." 

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LUKE SKYWALKER DE BLACK SUIT DO RETORNO DE JEDI, SABRE VERDE NO CINTO, OLHANDO PRO BRASIL NO MAPA HOLOGRÁFICO: 

"Fala, Major! Fala, Homero! 

Cara, eu adoro Star Trek. Cresci em Tatooine vendo reprise na HoloNet. Capitão Kirk era meu ídolo antes de eu saber que o Vader era meu pai. Não conta pra ele. 

Você tá certíssimo. A gente aqui é fantasia. Eu lutei com espada contra meu pai numa plataforma sem corrimão. Isso não é procedimento padrão da Frota Estelar. Isso é tragédia grega. 

A gente não explica como o hiperpropulsor funciona. A gente só fala 'é o hiperpropulsor' e pula pra luz. Star Trek explicaria. Ia ter um episódio inteiro do Geordi falando sobre cristais de dilítio. E eu assistiria. Porque é massa também. 

Então sim, Star Trek é mais cerebral. É sobre o futuro que a gente pode construir. Star Wars é sobre o passado que a gente precisa superar. Darth Vader é o passado do Anakin me assombrando. A Frota Estelar é o futuro que o Anakin poderia ter se não tivesse virado Sith. 

No fim, Major, eu acho que a rivalidade só existe porque os dois são bons demais. Ninguém briga por causa de coisa ruim. A gente briga pelo que ama. 

Se me chamarem pra servir na Enterprise, eu vou. Só não me pedem pra tirar o sabre. O Picard ia ter um treco. 

Força e Vida Longa, como dizem os vulcânicos lá." 

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PRINCESA LEIA COM BLASTER NA MÃO E COQUE ICÔNICO, PISANDO DURO NO CHÃO DA FALCON: 

"Major Nelson, Homero... Sou a Senadora Organa. Mas pode me chamar de Leia. 

Deixa eu resolver isso rápido porque tenho uma Rebelião pra liderar: 

1. Rivalidade existe? Existe. No Brasil, nos EUA, em Alderaan... ops, Alderaan não mais. Enfim, existe. E sabe de uma coisa? Que bom. Porque quando param de debater Star Trek vs Star Wars, começam a debater quem limpa o Dróide. Prefiro o primeiro debate. 

2. Tem comparação? Não. E eu vou te dizer porquê como política: Star Wars é guerra. É Império, é opressão, é eu levando choque por não entregar a Base Rebelde. É emocional porque guerra é emocional. Você não para uma batalha pra discutir a Primeira Diretriz. Você atira. 

Star Trek é pós-guerra. É o que a gente quer construir depois que eu e o Han derrubarmos o Império. É Federação. É sentar na mesa com ex-inimigos. É cerebral porque paz dá mais trabalho que guerra. Exige cérebro. 

Então você está certo, Major. Star Trek é o futuro que eu luto pra ter. Star Wars é a luta que eu tenho que enfrentar hoje. Os dois são necessários. 

E pela Força, parem de me perguntar se eu prefiro Capitão Kirk ou Han Solo. Eu casei com um e daria um tapa no outro se ele tentasse me xavecar na ponte. Pronto, falei. 

Que a Força esteja com você. E que a Federação também esteja. A gente vai precisar dos dois pra derrotar o próximo Império." 

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HAN SOLO APOIADO NA MESA DEJARIK, SORRINDO DE CANTO PRA LEIA E APONTANDO PRO MAJOR: 

"Ei, Major. Homero. Brasil, né? Bonito lugar. Já contrabandeei café aí uma vez. Longa história. 

Olha, vou ser direto porque o Chewbacca tá gritando que o hiperpropulsor tá falhando de novo: 

Rivalidade? Lógico que tem. Eu aposto corrida até com asteroide. Se botar a Falcon do lado da Enterprise, eu falo 'vamos ver quem chega em Kessel primeiro'. E perco. Porque a Enterprise tem dobra 9. Mas eu tento. 

Agora, comparar? Garoto, Star Wars é faroeste. Eu sou um cowboy. Dou tiro primeiro, pergunto depois. Resolvo as coisas na base do charme e do blaster. 

Star Trek é a Marinha. É regra, é protocolo, é 'Capitão, temos um problema ético no planeta abaixo'. Eu ia ser expulso da Frota Estelar em dois dias. O Picard ia me jogar pela válvula de descompressão no primeiro 'eu sei' que eu respondesse. 

Então sim, Star Trek é mais cerebral. Porque eles pensam antes de atirar. Eu atirei no Greedo antes dele piscar. E não me arrependo. 

Mas sabe de uma coisa? Quando a Falcon quebra, eu queria um Geordi La Forge aqui do lado. E quando a Enterprise tá cercada por 12 Destróieres Estelares, eles iam querer um Han Solo pra fazer uma loucura. 

A verdade é essa, Major: a galáxia é grande. Cabe Jedi e Vulcano. Cabe blaster e phaser. Cabe Brasil torcendo pros dois. 

Agora com licença que eu tenho que ir chutar o hiperpropulsor. De novo. 

Que a Força esteja com você. E se não estiver, me chama. Eu resolvo na base do susto." 

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DARTH VADER ENTRANDO NA PONTE COM CAPA PRETA ESVOAÇANTE, SABRE VERMELHO DESLIGADO MAS AMEAÇADOR, VOZ COM AQUELE FILTRO DE RESPIRADOR: 

"Major... Nelson... Homero... 

Eu senti uma perturbação na Força. Vocês estavam falando de mim. De nós. Do Lado Sombrio da Rivalidade. 

Eu sou Darth Vader. Lorde Sith. Ex-Jedi. Ex-Trekker decepcionada que migrou pro Império porque a Federação tem reunião demais. 

Vou te responder com a clareza do Lado Sombrio: 

1. Rivalidade existe? Sim. E eu alimentei ela. Por séculos. Em todos os planetas. Porque onde há divisão, há poder pra ser tomado. O Imperador adorava ver fãs de Trek e Wars brigando. Enquanto brigam entre si, não olham pro trono. 

2. Tem comparação? Não. E essa é a sua falha, Major. Você busca lógica onde existe paixão. Star Wars é paixão. É raiva, é medo, é agressividade. O Lado Sombrio é mais forte. Por isso nós governamos. Star Trek é controle. É repressão. É Jedi sem emoção. Por isso eles perdem sempre que a gente resolve atacar. 

 Você diz que Star Trek é cerebral. Correto. E por isso é fraco. Enquanto Picard tá tomando chá e debatendo ética, eu já estrangulei o almirante dele com a Força e tomei a Enterprise. Cérebro não para sabre de luz. 

Star Wars é o passado? Sim. Porque o passado é onde está o poder. Os antigos Sith sabiam disso. O futuro da Federação é uma mentira asséptica. Todo mundo de uniforme, sem fome, sem raiva. Que tédio. Eu prefiro a galáxia como ela é: corrompida, perigosa, e minha. 

Então sim, Major. Continue achando Star Trek cerebral. Continue subestimando a Força. É assim que nós vencemos. 

Agora, se me dá licença, vou ali destruir um planeta porque o almirante me trouxe relatório errado. O nome do planeta? Vulcano. Só pra provar um ponto. 

Junte-se a mim, Major. É o seu destino. A gente tem cookies. E não tem reunião de Primeira Diretriz." 

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YODA OLHANDO PRO MAJOR NELSON COM AQUELES OLHOS QUE JÁ VIRAM 900 ANOS DE TRETA ENTRE FÃS, ORELHAS MEXENDO:

"Hmmmmm. Esquecido de mim, você tinha, Major Nelson. Perdoar, eu vou. Mas aprender, você deve. 


Ouvir a holomensagem sua, eu ouvi. Sobre rivalidade, Star Trek e Star Wars, falar você quer. Hmmmm.  Rivalidade, existir ela existe, sim. No Brasil, nos Estados Unidos, em toda a galáxia, hmm. Medo leva à raiva. Raiva leva ao ódio. Ódio leva ao sofrimento. Sofrimento leva a discutir na internet sobre quem é melhor. Caminho para o Lado Sombrio, isso é.  

Comparar, hmmm? Comparar não deve. Diferentes, eles são. Sim.  

Star Wars, uma história do passado ela é. 'Há muito tempo' começa, sim. Por quê? Porque lições do passado ensinar devem. Medo, raiva, apego... ao Lado Sombrio levam. Luke enfrentar o pai, seu destino enfrentar é. Fantasia, mito, conto de fada com naves ela é. Coração, alimenta.  

Star Trek, hmmmm. O futuro, uma possibilidade ela é. Sim. O que ser nós poderemos, se crescer nós fizermos. Sem fome, sem guerra, juntos explorar. Perguntas, ela faz. 'O que é vida?' 'O que é certo?'. Cerebral, muito cerebral, ela é. Mente, alimenta.  Melhor ou pior, nenhum é. Diferente, apenas. 

A Força, um rio ela é. Star Wars, a água que corre com emoção ela é. Star Trek, a margem que pensa pra onde o rio ir deve. Precisar das duas, você precisa. Sem água, margem seca fica. Sem margem, água se espalha e some.  Então, brigar por quê? Desfrutar dos dois, você deve. Ver Star Wars quando o coração aventura pedir. Ver Star Trek quando a mente respostas buscar.  E se um jovem Padawan chegar e disser 'Star Trek é melhor!' ou 'Star Wars é melhor!', o que fazer você deve? Sorrir, você deve. E dizer: 'Tamanho não importa. Julgar por tamanho, você não deve. Julgar pela história que te toca, sim'.  Longa vida e próspera, dizer os Vulcanos devem. Que a Força esteja com você, dizer nós devemos. 

No fim, o mesmo desejar nós estamos: que o futuro, melhor seja.  Levar um pouco de Trek na cabeça e um pouco de Wars no coração, o caminho é. Hmmmm."


C3PO LARGANDO O PANINHO, AJUSTANDO O PEITO DOURADO E GESTICULANDO DESESPERADO:

"Oh, minha Nossa Senhora das Programações! Outra dessas?!  

Contramestre Homerix, sou fluente em mais de 6 milhões de formas de comunicação, e em todas elas a resposta é: SIM, a rivalidade existe! Em Tatooine, em Coruscant, em Londres, em Tóquio e até em Montes Claros!  Mas sobre sua análise... bem... como dizer... você está 90% correto, senhor!  

Star Wars É fantasia! 'A long time ago in a galaxy far, far away' está literalmente no contrato! Não somos documentário do Discovery Channel! Somos mito! Somos feitiço! Somos ópera! Com sabre de luz porque espada comum não faz 'vzzzmm'!  Star Trek ser mais cerebral? Oh, sem dúvida! Eles têm reuniões de 8 horas na ponte pra decidir se apertam um botão! Nós temos o Han Solo dando tiro primeiro e perguntando depois! São propostas diferentes!  Mas não ousem dizer que não pensamos! Pensamos sim! Pensamos 'como vamos explodir a Estrela da Morte sem manual de instruções'?! Isso é estratégia! Cerebral com adrenalina!  Então minha conclusão diplomática é: Respeitamos Star Trek. Mas se for pra escolher entre discutir a Primeira Diretriz ou dar um abraço no Wookiee... eu escolho o abraço. É mais quente. E menos perigoso que contrariar o Chewbacca."  


CHEWBACCA PARA O JOGO DE DEJARIK, VIRA LENTAMENTE PRO HOLOPROJETOR, E SOLTA O MAIOR URRO JÁ GRAVADO NA HISTÓRIA DA FROTA:  

"RAWRGWAWGGR RRRRAUGH AWWWGG RRAAARR WWWWRRRGGHHH!!!  

Grrrraaawww rrraugh Star Trek rrrrwwwggg cerebral awwgghh... RAWR RAWR RAWR!!!  

WWWWRRRGGHHH Millennium Falcon 12 parsecs awwwgggghhh!!!  

RRRRAAAAGHHSPERADO: Han Solo shot first GRAAAWWWRRR!!!"  C3PO TAPANDO OS SENSORES AUDITIVOS E TRADUZINDO DESE

"Ele disse... ele disse... oh céus... Vou suavizar 90% pra manter a diplomacia intergaláctica:  'Olha aqui, Contramestre Homerix de Montes Claros! Sim, a rivalidade existe até em Kashyyyk! Meus filhotes brigam por isso na escola!  E VOCÊ TÁ CERTO! 

Star Wars é fantasia! A gente nem tenta esconder! A gente tem urso de 2 metros de altura que é co-piloto e ninguém acha estranho! Isso é mágica!  

Star Trek é cerebral? Claro que é! Eles pensam tanto que às vezes esquecem de ATIRAR! A gente resolve na pancada, no grito e no coração! E funciona!  

Agora deixa eu te perguntar: já viu o Spock dando um abraço de Wookiee que desloca 3 costelas de amor? NÃO! Então não tem comparação!  

E mais uma coisa: A Millennium Falcon fez o Kessel Run em 12 parsecs! A Enterprise faz em quanto?! AHÁ! Não sabe porque parsec é distância, não tempo! Confundiu até o Han! Isso sim é cerebral por acidente!  

No fim, Major: Star Trek te faz pensar no futuro. Star Wars te faz sentir criança de novo. E no Brasil, na China ou em Alderaan... a gente precisa dos dois. Mas se for pra escolher um só pra uma cerveja... eu escolho o Han. Porque ele paga.  RAAAAWWWRRR!!!'  Fim da tradução. E eu vou me esconder antes que ele me desmonte por ter suavizado."


blink JEANNIE DESLIGANDO O SABRE DA DARTH VADER COM UM ESTALO DE DEDOS ANTES QUE ELA FAÇA BESTEIRA 🧞‍♀️⚡😅 

 JEANNIE SEGURANDO O RISCO E FALANDO PRO MAJOR: 

"Relatório da Aliança Rebelde e do Império, Major: 

 1. Rivalidade existe no Brasil e em outros países? Unanimidade: sim. Confirmado por Lucas, Obi-Wan, Luke, Leia, Han e até Darth Vader. É global. É cultural. 

2. Tem comparação? Consenso da galáxia: não. Star Wars = Fantasia Mítica do Passado. Star Trek = Ficção Científica Humanista do Futuro. Propostas diferentes. 

3. Star Trek é mais cerebral? 5 a 1 que sim. Lucas, Obi-Wan, Luke, Leia e Han concordaram. Darth Vader concordou também, mas disse que isso é fraqueza. Ela é Sith, relevem. 

Veredito da Força: Sua análise, Major, está com o apoio da maioria do Conselho Jedi e do próprio Criador. Star Trek é possibilidade de futuro. Star Wars é mito do passado. Um pensa pra frente. O outro bate pra dentro. 

E como disse o Mestre Obi-Wan: você precisa dos dois pra ser completo. Cérebro de Vulcano, coração de Jedi." 

 

Câmbio. Holocron arquivado. George Lucas + Tripulação Skywalker ouvidos. 

Status: A Força está em equilíbrio. A Frota Estelar também. Darth Vader contida na ala Sith. Por enquanto. 😎🌌🖖

As cometências dos Beatles

Texto original de Novembro de 2019 Revivendo o binômio Beatles x Mulheres! Venham comigo! ___________________________________ Músicas em ver...