domingo, 9 de agosto de 2026

Colégio Santista - Fator crítico de sucesso

Hoje, Dia dos Pais
Dia de lembrar do meu colégio da infância e adolescência!
...texto de 2011...
...agora com Áudio meu...
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Ou quase...  
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Colégio Santista - Fator Crítico de Sucesso
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1964
1975
Viva o Facebook!

Graças à sua existência e abrangência, e à dedicação e mobilização de alguns, estou tendo oportunidade de reviver um passado que parecia distante: minha educação básica, do princípio ao fim no Colégio Santista, tradicional instituição marista da minha cidade, Santos, fundado em 1904.

A coisa começou com a publicação no mural de um colega, de uma foto daqueles tempos, e foi crescendo aos poucos, em princípio, com os poucos amigos daquele colega convidando como amigos outros que conhecia, de outras turmas. Mas tudo se organizou mesmo quando alguém descobriu que se podia formar um grupo aberto no Facebook. Daí, foi, e tem sido, uma febre. E foi, e tem sido, um tal de pessoas puxarem pela memória, e testarem se outros que não viam há 35 ou 40 anos e só se lembravam do nome, estavam já cadastrados, e se não estivessem, era um tal de chamar: "Entra no Facebook você também!". Viramos todos garotos propaganda da rede social de Mr. Zuckerberg.

Quando escrevi este texto em 2011, estávamos prestes a celebrar o 1.000º inscrito .... e a 300ª foto. Como é legal relembrar os cabelos que usávamos, as calças boca-de-sino e os paletós xadrez das festas. Mas o mais legal e tocante são as memórias que aquelas fotos suscitam, as lembranças dos professores e os irmãos maristas que nos educaram e nos formaram bons cidadãos. Muitos que já se foram, e uns poucos que ainda estão conosco. Irmãos e professores que levaram a sério o lema do beato Marcelino Champagnat, o fundador da ordem marista: "Educar é formar bons cristãos e virtuosos cidadãos; para educar uma criança é preciso amá-la" Toda escola, adaptando ou eliminando a menção religiosa, deveria se pautar por essas palavras. O Santista fez isso com a gente, direitinho.
 
Sendo um colégio religioso, era rígido o suficiente para prover valores morais firmes a seus alunos, com educação séria, o que o tornava muito concorrido, e fazia as famílias da cidade fazerem grande esforço para matricularem seus filhos e mantê-los lá. Famílias que pressionaram muito para que o privilégio da boa educação fosse estendido ao sexo oposto. Em 1970, o colégio adaptou-se aos tempos modernos e admitiu a presença feminina, após 65 anos como um tradicional colégio de meninos! Eu estava lá nessa transição revolucionária. Recebemos, ao que me lembre, muito bem, as meninas no nosso convívio.

Lá passei 12 ótimos anos de minha vida, Primário, Ginásio e Científico, como assim era chamado, bem mais romântico que hoje. E foram 12 anos (o normal seriam 11), de 1964 a 1975, pois não tive idade para fazer o exame de Admissão ao Ginasial, e tive que fazer o 5º Ano, coisa que tinha naquela época. É que entrei no 1º ano do Primário com tenros 6 aninhos, veja que coisa fofa lá em cima, à esquerda (HeHeHe). Que saudade da lancheirinha! O ponto alto da hora do lanche, que hora tão feliz, era desenroscar aquela garrafa de plástico e tomar aquele suquinho de qualquer coisa com leve gosto de plástico, e desembrulhar o papel alumínio, para comer aquele misto-frio (ou sanduíche de atum) maravilhoso!! Mais tarde, quando aposentei a lancheirinha, a corrida pelo enorme pátio para ver quem chegava na frente, na fila da lanchonete.   E tinha a banda, que disputava e ganhava de outras escolas, com evoluções memoráveis. E tinha os desfiles de 6 de setembro, em que marchávamos ao som da banda marcial, com impecáveis fardas brancas e quepes. Em alguns anos eu até ia à frente, empunhando uma espada maneiríssima, como se diz hoje. E tinha a rotina de perfilar ante  bandeiras e cantar o Hino do Brasil e, sim, o Hino Do Colégio, três estrofes das quais a segunda me lembro até hoje, inteirinha. Muito legal! 


Memórias que não se apagam!!!

Ter feito o 5º ano certamente frustrou aos meus pais, pois viram seu filho perder um ano em sua evolução escolar, profissional, de forma irrecuperável. Frustrou a mim, pois perdi a convivência com amigos queridos, especialmente o Magalhães, grande sujeito, que já se foi, que era com quem mais brincava, com quem mais competia pelo 1º lugar, perdendo eu sempre. Mas agora, olhando por um amplo espectro, não fosse assim, e eu não teria conhecido o Cid e o Zé Marques, meus colegas de Científico, com quem eu jogava sueca, na garagem da casa do primeiro, e não teria conhecido a Neusa, aos 20 anos de idade, sua vizinha, que de vez em quando se juntava a nós (ela também estudou no Santista, mas só nos anos de Científico, e na turma de Medicina, eu na de Engenharia). E ela não teria sido a minha 1ª namorada, e não teríamos nos casado, e eu não estaria feliz com ela até hoje, e com nossos queridos filhos Renata e Felipe.

Enfim, assim é o destino!!!

Felizmente, quando a conheci, já não ostentava a cabeleira da foto da direita, que usei em meu último ano no Colégio Santista. Ela me diz hoje que se tivesse me conhecido daquele jeito, teria pensado mal de mim, e nem teria percebido o meu sorriso, que a conquistou (palavras dela...). A cabeleira foi trocada pela careca de calouro, aos 18 anos, quando fui um dos 6 santistas a entrar na Escola Poltécnica da USP. Essa configuração hexagonal repetiu-se outras duas vezes em minha vida: fui um dos 6 politécnicos a entrar como estagiário na Petrobras, e um dos 6 estagiários a se formarem engenheiros de petróleo designados para a área internacional da empresa.

Tudo o que consegui começou naqueles 12 anos de ensino básico e virtuoso, seguiu com estudo e dedicação, claro que associado a oportunidade e sorte. Mas aquela base está presente em cada ato meu como cidadão, que prezo muito, e que consegui, junto com Neusa, passar a meus filhos.

Infelizmente, essa ventura (!) não está mais disponível às famílias santistas. O Colégio Santista, berço de tanta gente importante e conceituada, não existe mais! A mãe dele (como a piada) subiu no telhado quando, em 1987, os maristas se mudaram, e a administração mudou de mãos. A educação começou a ter uma tendência mais socialista e esquerdizante, e os pais foram, naturalmente, tirando seus filhos da escola. Nos tempos áureos, chegou a ter 1800 alunos. Foi minguando, minguando, até que, em 2009, tinha pouco mais de 400, e foi estatizada pela prefeitura. Dizem eles que continuarão as tradições da escola, mas acho difícil, sem os valores da causa marista.

Publicando este post no Dia dos Pais, saúdo a todos os que auxiliaram na formação do cidadão que sou, mas devo declarar também que o pai que sou, foi devido à educação que tive, que o  pai que tive pôde proporcionar a mim, mantendo-me, em todo meu ensino básico, no tradicional Colégio Santista.

Obrigado, pai!!!

E estendido a todos os pais, 
especialmente àqueles que se preocupam 
"em deixar filhos melhores para o mundo".


Parabéns, também, aos eternos 
títeres que me formaram no Colégio Santista
Nilo, Farid, Silvestre, Eliza, Wilma, Dulce, Regina, Fernando, Lobo, Maria Helena, Cordella, Bóris, Buzo, Adilson, Maria Alice, Nilde, Marlene, etc, etc, etc, etc...




Homero Agradecido Ventura

sábado, 8 de agosto de 2026

OUÇA e LEIA - A Gênese da Capa de Abbey Road - Minha 1ª Participação no Submarino Angolano

         

Por que não vamos lá fora e atravessamos a rua?
disse um suheito a seus amigos, há  57 anos, neste 8 de agosto.

Essa pergunta, aparentemente bobinha e sem sentido, teria caído em esquecimento total e absoluto se fossem outros o lugar, os personagens envolvidos na cena, e o que aquele ato simples de atravessar a rua representaria para o mundo da música.

         O lugar:           Estúdios da EMI, em Londres
         O dia:              8 de agosto de 1969
         O sujeito:        Ringo Starr
         Seus amigos:   John Lennon, Paul McCartney e George Harrison 
         A proposta:      Atravessar em fila indiana a Abbey Road,
                                 ter o movimento registrado em fotografia,
                           e ter a fotografia estampada na capa 
do último disco dos Beatles,
                                 na minha opinião, o melhor de todos eles,
                                 não sem motivo, o mais vendido de sua carreira 

Estava a maior banda do mundo envolta em dúvidas sobre a capa e até mesmo sobre o nome do disco que estavam acabando de gravar. E era um disco especial, todos sabiam, John, nem tanto. Eles vinham de uma experiência que consideraram frustrada, o Projeto Get Back, em que haviam embarcado numa ideia de volta às origens, e até abandonado a batuta de George Martin, o grande produtor e mentor de seus discos até então. Só eles mesmos para ficarem frustrados com aquilo que viria a se tornar o último disco LANÇADO dos Beatles, que acabou levando o nome de Let It Be. Fiz questão de enfatizar o particípio qualificativo acima, para distingui-lo de GRAVADO, que é o que se aplica àquele disco sobre o qual pairava a dúvida da capa, e sobre o qual, aliás, não vou falar aqui, deixo para falar à época do aniversário de seu lançamento, em setembro. Quem faz aniversário agora é a foto da capa, e é sobre ela que versa este pequeno ensaio.
     Estava praticamente combinado que eles voltariam a aparecer na capa, como somente haviam deixado de fazer no último LP de estúdio, o famoso The Beatles, conhecido como Álbum Branco, pela total ausência de cor, inclusive no nome, que aparecia em alto relevo. Afora aquele álbum, todos os demais traziam a imagem deles na capa, fosse em foto ou desenho, e era bom para registrar as mudanças de visual do grupo: naquele verão de 1969, John, Ringo e George ostentavam grande cabeleira, e grossas barbas. Somente Paul, que nunca foi adepto do estilo cabelão, sempre optou por um visual mais comportado, estava de cara limpa, sem barba ou bigode. 
Restava saber aonde tirar a foto. Por uns bons dias, pensou-se em chamar o álbum de Everest, muito devido a uma marca de cigarros fumados incessantemente pelo engenheiro de som Geoff Emerick (que ganharia o Grammy por seu magnífico trabalho naquele disco). E chegou-se a fazer planos para ir ao próprio Everest para tirar a foto, mas a produção seria muito complicada. Dinheiro não era problema, mas acabaria atrasando o cronograma de lançamento do disco. Pensando bem, até que o local seria bastante apropriado, pois era o topo do mundo, exatamente aonde os Beatles se encontravam: no topo do mundo do entretenimento, não havia ninguém mais poderoso que eles.
Num belo dia, Ringo , em sua genial simplicidade, fez a proposta título. Discutia-se o nome e a capa do último disco, e como seria sua capa, ideias pululavam, além do Everest acima mencionado, Pirâmides do Egito, Coliseu,  mas Ringo não estava querendo arriscar-se em lugares exóticos, que o obrigariam a comer feijão enlatado de novo, como fez na Índia, e soltou um: “Oh, come on!! Let’s cross the street and call it Abbey Road!!”. Aquele disco seria o último dos Beatles e aquela capa, a mais famosa capa de disco de todos os tempos, ao custo de poucas centenas de libras. 

Proposta aceita,
foi convocado o fotógrafo Iain Mcmillan, que estava de plantão, e saíram do estúdio. A produção teve alguma dificuldade para parar o trânsito, o fotógrafo subiu em uma pequena escada e tirou meia dúzia de fotos. Paul escolheu a que mais lhe agradou. Estava decidida e realizada mais uma capa Beatle. E o disco foi também nomeado Abbey Road, em homenagem à casa que os abrigara nos últimos sete anos, palco de muitas revoluções musicais. E o Estúdio também mudos seu nome para Abbey Road Studios.
A capa de Abbey Road ficou mundialmente famosa. O inocente fusca bege à toa, ganhou notoriedade imediata e começou a passar de mão em mão de colecionadores. Chegou a valer dezenas de milhares de libras, e hoje está no museu da Volkswagen, na Alemanha.
Desde o fim dos Beatles, todo santo dia, ao menos uma pessoa, às vezes dezenas, preferencialmente em grupos de quatro, repete a coreografia da capa, com pé trocado do 3º, que normalmente está descalço, e tudo o que tem direito. Entre elas, o mané aqui! Estive lá pela primeira vez em 1992. Só que como eu estava sozinho, tive que esperar por outros três manés para acompanhar-me na jornada e um 5º mané para tirar a foto. E retornei algumas vezes: por menos tempo que eu tivesse, fosse apenas uma escala do voo de ida ou de volta, eu pegava a Jubilee Line do metrô, descia na estação St. James Wood e repetia a coreografia.

E deixava, sempre, minha mensagem no muro dos estúdios da EMI. Claro que nunca encontrava a mensagem anterior: aquele local virou ponto de registro do amor pelos Beatles. Cada centímetro quadrado de sua tinta branca é preenchido com declarações, poemas, citações de letras, Beatles 4ever, fulano esteve aqui, sicrano ama beltrana, e coisas do gênero.  A velocidade de preenchimento é enorme: a cada três meses, o muro tem que ser pintado, para começar uma nova série de pichamentos, totalmente legais e autorizados!

         Quem tiver dúvidas sobre o fenômeno, pode ir ao site da EMI, e procurar a imagem: há uma câmara permanentemente ligada, registrando a movimentação aquela faixa de pedestres. Pode estar vazia agora, mas não demora muito e aparece alguém atravessando e fazendo pose.


         E se for a Londres, não deixe de pagar o seu micofazer a peregrinação ao santuário!!!

Um abraço do Homerix


OUÇA e LEIA - Uma chance de ver Ringo com tudo pago - Cláudio Teran


 Todo Domingo é Total, das 7 às 9 da manhã, na Rádio Assunção Cearense!!! 

https://620am.com.br/

É Cláudio Teran quem comanda!!!

Mas todo Sábado é Cabal, pois Cláudio Teran nos conta as Beatles News, no Programa Submarino Angolano da LAC Luanda, às 13 horas BSB, 17 horas LDA!

Hoje, tem Beatles e também Ringo

Clique no Play Verdinho

para ouvir

E leia a seguir!

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Uma chance de ver Ringo com tudo pago

Alô amigos e amigas, Cláudio Teran chegando, direto de Fortaleza, Ceará, Nordeste do soberano Brasil para mais uma participação no Submarino Angolano.

Beatles News. Beatles ao cair da tarde nas ondas da sua LAC FM. Vamos mergulhar

 Entra Wait - instrumental - com The Beatles  

Em termos práticos o Box de luxo do Rubber Soul tem três versões da mesma coisa, e isso é criticado por quem entende que não haveria necessidade desse relançamento, mas começamos as Beatles News com uma opinião pessoal do Mergulhador.

Cultuamos uma banda que encerrou as atividades em 1970, mas continua firme como uma das mais importantes senão a mais importante de todos os tempos. É certo que o colecionismo de mídia mudou na era digital, mas para quem não tem mais como receber criações novas e inéditas da sua banda, restam os relançamentos.

Então ter de volta o Rubber Soul repaginado, é sim, importante. Óbvio que sempre haverá quem critique ou até reclame. Normal. Faz parte. Ninguém é obrigado a comprar uma mídia física, mas ter um novo lançamento é sempre agradável para quem realmente é fã, então bem vindo o novo Box do Rubber Soul. 

Entra Norwegian Wood - Take 1 - com The Beatles  

Entre as diversas análises sobre este relançamento expostas na mídia mundial, uma das mais relevantes destaca as inovações no processo de gravação. Rubber Soul foi gravado em novos equipamentos recém chegados a Abbey Road, que exigiram dos técnicos, adaptações para fazer a captação dos sons produzidos.

Vem daí a sonoridade diferenciada do álbum em relação aos anteriores.

Entra You Won't See Me- Instrumental - com The Beatles  

Os mais atentos notaram a ausência de uma versão alternativa para You Won’t See Me. Esta canção de autoria de Paul McCartney foi gravada durante uma sessão noturna em modo maratona no dia 13 de Novembro de 1965. Foi uma das últimas produzidas para o álbum e teve apenas dois takes registrados.

Brian Epstein e a EMI tinham pressa em finalizar Rubber Soul. A estratégia era aproveitar o período natalino para vender o novo disco dos Beatles, por isso Rubber Soul chegou às lojas dos EUA e reino Unido no comecinho de dezembro de 1965.

‘You Won’t See Me’ foi concluída rapidamente. A letra aborda a relação de Paul e Jane Asher. De alguma maneira, ele reclama da dificuldade em ver a namorada, que também vivia atarefada com compromissos profissionais. A música chegou pronta ao estúdio, Paul tocou piano e John e George criaram a harmonia vocal. O take 1 não é completo, serviu apenas de guia para o take 2 onde a música foi finalizada.

Com duração de 3 minutos e 22 segundos, ‘You Won’t See Me’ foi a canção com duração mais longa registrada pelos Beatles até então. A ausência de uma versão alternativa no novo Box foi porque não tem quase nada nos arquivos. Quando a faixa ficou pronta em seu take 2, Paul apenas acrescentou o contrabaixo.

Entra You Won't See Me- com Renato e Seus Vlue Caps  

‘You Won’t See Me’ foi um sucesso no Brasil na versão criada por Renato & Seus Blue Caps com o título “Até o Fim” estouro nas rádios em seu tempo. Os Beatles nunca a consideraram para os palcos, mas Paul a resgatou na turnê de 2004 ao tocá-la em público pela primeira vez.

Entra You Won't See Me- ao vivo com Paul McCartney

A edição mais recente da revista MOJO, apresenta um olhar exclusivo sobre a nova versão expandida de "Rubber Soul". A publicação com os Beatles na capa conta a história por trás do que é considerado a primeira obra-prima dos "Fab Four".

Os editores também falam de "Little Girl", a demo de John Lennon que MOJO apresenta como ‘música dos Beatles há muito perdida e recém-descoberta’!

Entra Michell - com Pat Labelle

A revista também trás um CD bônus, "Spread The Word! The Soul of The Beatles", com 15 sucessos de R&B que John, Paul, George e Ringo curtiam em 1965. Tem Little Richard, Otis Redding, Ray Charles, Patti Labelle, Wilson Pickett e Larry Williams.

Entra What Goes On - ao vivo com Ringo Starr & His All Star Band

Que tal assistir Ringo Starr e a All-Starr Band gratuitamente e com tudo pago, direto da área vip? E com passagens aéreas e hospedagem gratuitas, direito a comes e bebes e um encontro presencial com Ringo? É um sonho que pode se tornar realidade caso o ouvinte do Submarino Angolano participe de uma promoção especial.

As páginas oficiais de Ringo e da Fundação Lotus abriram inscrições para fisgar os sortudos que serão escolhidos. Participar é simples, basta fazer uma doação em dinheiro para a Lotus Foundation na plataforma www.fandiem.com/ringostarr  

É exigida idade mínima a partir de 18 anos e a promoção está aberta para todo o mundo. Iniciou no dia 4 de Agosto e vai até o dia 13 de setembro. Quanto maior for a doação em dinheiro, maiores serão as chances de ganhar. Quem doar 10 dólares, por exemplo, ganha 100 pontos para concorrer. Quem fizer a doação máxima, no valor de 1.000 dólares, ganha nada menos que 20 mil pontos para a disputa.

Quem vencer, terá três noites em um hotel em New York com direito a acompanhante. Também receberá passagens aéreas ida e volta, dois ingressos Premium para ver o show no Forrest Hills Tennis Stadium - na área vip - e o Crème de La Crème dessa promoção, um encontro presencial com Ringo Starr no backstage!

Entra Think Yourself instrumental com The Beatles

O acesso à área vip por entrada restrita garante aos sorteados, merchandise exclusivo da nova turnê da All-Starr Band. O objetivo da promoção é ajudar a instituição de caridade criada por Ringo Starr e Barbara Bach. A Lotus Foundation financia, apoia e promove projetos de caridade voltados para o bem-estar social.

E contribui em áreas como saúde, bem estar social e recuperação de dependência química. Banca pesquisas de combate ao câncer, paralisia cerebral e diversas outras causas. Que tal um encontro exclusivo com Sir Ringo Starr? Para saber mais acesse a página:  www.fandiem.com/ringostarr , ou as redes sociais do Ringão.

Entra If I Needed Someone com  - ao vivo com The Beatles

Na semana passada, quando falamos das canções do Rubber Soul tocadas ao vivo pelos Beatles, citamos If I Needed Someone, de George Harrison, presente no setlist da tour 1966 e no repertório da turnê solo de George no Japão em 1991.

Alguns ouvintes reclamaram. Ficaram com a impressão de que omitimos a informação de que George tem duas faixas no Rubber Soul. Sim, ocorre que Think For Yourself nunca foi tocada ao vivo. E nós estávamos nos referindo às canções que foram tocadas ao vivo, ou pelos Betles ou nas carreiras solo. No novo Box ouviremos um trecho da sessão de overdubs dos vocais dessa música e as conversas dos Beatles durante a sessão.

Entra Think Yourself - take de papol com The Beatles

Entra Nowhere Man - instrumental com The Beatles

Fechamos com Nowhere Man, ao vivo no dia 24 de junho de 1966. Naquele dia os Beatles fizeram duas apresentações no Circus Krone, em Munique, Alemanha, às 17h15 e mais tarde às 21h00, durante a tour conhecida como Blitztournee.

O segundo show, gravado pelo canal estatal de TV ZDF, registra a ocasião em que os Beatles tocaram debaixo da lona de um Circo! Pedaço clássico da história... 

Entra Nowhere Man - ao vivo  com The Beatles

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Será que estava escrito?


Homerix em Áudio

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O que se segue abaixo
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Será que estava escrito?

Passou mais um 4 de agosto.
Completou 48 anos!!
Pensei no Day After! 
Como terei eu acordado naquela manhã de 5 de agosto de 1978?

Teria dormido bem?

Quase certo que sim, porque dormir mal não faz parte de meu ser.

Mas decerto que devo ter pensado na noite anterior, a do primeiro beijo, na Boate Terraço da Ilha Porchat, para onde eu tinha tomado a coragem de convidar Neusa, sabe-se lá como, depois de conhecê-la melhor um ano antes, na casa do Cid, seu vizinho da João Guerra, onde jogávamos Sueca, um delicioso jogo de baralho em duplas. Não a conhecera ali, pois ela já estava no radar há alguns anos, quando a via com seu namorado de então, no Colégio Santista.

Será que eu sabia que seria um namoro firme? 

Era meu primeiro namoro... será que eu ia acertar assim logo de cara e encontrar a mulher de minha vida? Até então, minha perspectiva era a de um futuro solitário, com um belo cachorro a meu lado... era mesmo!

Era um namoro de fins-de-semana, pois eu cursava a Escola Politécnica da USP, em São Paulo, onde morava numa República com outros cinco santistas, então aquelas noites paulistanas eram sempre de expectativa pelo fim das aulas de sexta-feira, quando pegaria meu Passat pra descer a Serra do Mar, as famosas curvas da Estrada de Santos, após as quais eu invariavelmente estacioná-lo-ia na João Guerra para vê-la, só indo pra minha casa tarde da noite. E sábado e domingo, íamos à praia, coisa que eu nunca fazia, mesmo morando em frente! Uma das muuuitas coisas que ela me ensinou a gostar.... quer dizer .... carnaval ela não conseguiu ... mas eu ia sempre com ela nos bailes do Atlético.

Será que passava por meus pensamentos que aqueles encontros de fins-de-semana passariam a ser mensais, depois da formatura, quando morei um ano em Salvador, mudando de profissão (de Engenheiro Civil a Engenheiro de Petróleo), e quando a saudade era suportada por longas e diárias cartas, onde eu contava detalhes de meu dia-a-dia baiano, incluindo aqueles longos fins-de-semana sem ela? 

O namoro suportaria isso?

Hoje é 7 de agosto!

A resposta?

Parecia que sim, afinal, tornamo-nos noivos, num daqueles retornos mensais, também num agosto, e a um ano da grande data de nossas vidas, quando ela adentrou, maravilhosa, a nave central da Basílica Maior de Santo Antônio do Embaré, a principal igreja de Santos (na verdade, a igreja se chama Basílica Menor, mas mudou de patamar, depois da passagem dela)!!

Lá se vão 44 anos!

E, logo após a lua-de-mel, no Sul, viria uma grande mudança! Eu ia tirar a grande alegria da casa de Dona Mira e Seu Antônio, para morar a 500 km dali, e eles ficariam sem ela, cuidando do Carlinhos, meu querido e especial cunhado. Será que isso estava em meu subconsciente naquele 5 de agosto? 

Será que isso daria certo?

Deu, sim, voltávamos frequentemente a Santos, e muitas vezes, buscávamos todos para ficarem com a gente aqui no Rio, era uma festa, especialmente após a chegada de Renata, e depois de Felipe... pena que vovô Antônio aproveitou pouco tempo do sonhado neto. E então, vieram Dona Mira e Carlinhos morar perto da gente, no mesmo prédio, três andares abaixo, depois mudamos para três andares acima, e veio a proposta para mudarmos para oito mil quilômetros dali. 

Será que isso teria a mínima chance de funcionar?

Funcionou, fomos, e voltamos 4 anos depois, e ano seguinte estávamos os seis juntos num mesmo teto, mais um tempo passou, e se foi o querido Carlinhos, e outro tempo depois, nossa querida Dona Mira, e ficamos, aposentados, e junto com filhos e Luna e Apollo, curtindo essa vida, bem felizes.

Tudo deu certo! 

... agora, com algumas atualizações...
  • O filho saiu de casa...
  • Voltei a trabalhar...
  • Apollo se foi, lindo!
  • A filha também se foi!
  • E levou Luna com ela!

Mas decerto que nem de longe imaginava tudo isso aquele universitário de 20 anos, um dia depois de encontrar o amor de sua vida!!

Decerto que não...

Colégio Santista - Fator crítico de sucesso

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