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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Dante XXVII – Minha Experiência Dantesca

Acabei a Divina Comédia de Dante.... e publiquei em alguns Cantos.


Os capítulos anteriores estão acessíveis nos links abaixo (clicar no nome)

Canto I - O Desafio
Canto II - A inspiração e o legado
Canto III - O Início da Jornada
Canto IV - Arquitetura do Inferno
Canto V - Inferno - As Transgressões
Canto VI – Inferno - Penas da Incontinência
Canto VII - Inferno - Penas da Violência e Bestialidade
Canto VIII – Inferno - Penas da Fraude Simples - Parte I
Canto IX – Inferno - Penas da Fraude Simples - Parte II
Canto X – Inferno - Penas da Traição
Canto XI - Arquitetura do Purgatório
Canto XII – Purgatório – Arrependimento e Severidade
Canto XIII – O Portal do Purgatório
Canto XIV – Purgatório - As Penas do Orgulho
Canto XV – Purgatório - O Pai Nosso de Dante
Canto XVI – Purgatório – Inveja e Ira
Canto XVII – Purgatório – Preguiça e Avareza
Canto XVIII – Purgatório – Gula e Luxúria
Canto XIX – No Paraíso Terrestre
Canto XX – A Arquitetura do Paraíso
Canto XXI - Paraíso - Lua, Mercúrio, Vênus
Canto XXII – Paraíso – Sol e Marte
Canto XXIII – Paraíso – Júpiter e Saturno
Canto XXIV – Paraíso – Estrelas Fixas
Canto XXV – Paraíso – Primum Nóbile e Inteligências Angélicas
Canto XXVI – Paraíso – Rosa Mística e Empíreo



Canto XXVII – Epílogo

A Divina Comédia do Homerix
Foi meu maior projeto deste ano,
E eu celebro com muitos pic-pic-pics.

Dediquei-lhe um esforço espartano.
O primeiro Canto em 20 de maio
Foi só um desafio entre hermanos

Que admiram dos versos o balaio.
Mas logo vem a ideia da resenha,
Quando então eu disse: “Daqui não saio!”

E quando nessa floresta se embrenha,
É difícil encontrar a saída,
Ainda mais ao descobrir-se a senha

Dessa linda encadeação incontida
De versos criada pelo Poeta,
Que deixo em maiúscula merecida!

Para não deixar a coisa incompleta,
Com Canto de Inspiração e Legado,
Contextualizei de forma direta

O cenário lá por ele enfrentado.
Depois, emendei 24 Cantos,
Com tudo irmanamente demarcado:

Cada Livro recebeu igual tanto,
Pra mim, a jornada foi um encanto,

Cada canto eu findava em sorriso,
Fiquei em Dante feliz e imerso,
Para ser um pouquinho mais preciso,

Foram mil trezentos e cinqüenta versos.
Teve dois cantos que começam a viagem
E os dois que fecham o universo,

Este aqui e mais um em homenagem
Ao nobre valoroso tradutor.
No começo da minha ‘reportagem’

Optei por ajustar o seletor
Para uma abordagem pragmática,
Para não derrubar o firme andor,

Embrenhando na discussão dogmática.
Resolvi centrar nas informações
De disposição mais direta e prática.

O que mais se viu foram punições
Aos pecados mortais e capitais,
E virtudes e localizações

Das gentes que ficaram nos anais
Da História Antiga e religiosa,
Nas arquiteturas sensacionais,

Descritas de forma prodigiosa
Pelo Poeta-mor da Cristandade.
Foi-me tarefa muito saborosa

Caminhar por maldades e bondades,
Bem ou mal punidas ou premiadas.
No que concerne à atratividade

Do sentido das palavras cantadas,
Lembrei “Notícia ruim vende mais”
Que se diz da imprensa exagerada.

Constatei semelhanças pontuais,
Pois que atrai mais ler sobre penas
Do que sobre bênçãos celestiais.

Espero ter agradado às antenas
De meus atentos leitores queridos,
Vou até rezar algumas novenas.


Obrigado pelos tempos fluídos.



Próximo Capítulo (e último)


Canto XXVIII – Nota AO Tradutor

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