domingo, 26 de abril de 2026

OUÇA e LEIA - Ringo Starr de volta com disco de inéditas - By Cláudio Teran


Todo Domingo é Total, das 7 às 9 da manhã, na Rádio Assunção Cearense!!! 

https://620am.com.br/

É Cláudio Teran quem comanda!!!

Mas todo Sábado é Cabal, pois Cláudio Teran nos conta as Beatles News, no Programa Submarino Angolano da LAC Luanda, às 13 horas BSB, 17 horas LDA!

Hoje, o astro principal é ringo, mas tem super novidades de Paul, e até de John

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para ouvir


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E leia a seguir!

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Ringo Starr de volta com disco de inéditas

 Entra A Hard day's Night com a Orquestra de George Martin

Alô amigos e amigas, Mergulhador Cláudio Teran chegando direto de Fortaleza, Ceará, Nordeste do Brasil, com as novidades do mundo Beatle, represadas.

Represadas, sim, pois muita coisa aconteceu nas últimas duas semanas, e a gente vai contar o que de mais relevante aconteceu. Bora? É hora de mergulhar...

 Entra Days We Left Behind com Paul McCartney

O novo disco de Paul McCartney está em pré-venda e tem múltiplos formatos. A versão em LP possui nada menos que 8 cores diferentes! E ainda existe um exemplar exclusivo da Third Man Records com capa branca e vinil na cor preta. A versão em capa dupla inclui uma colagem de fotos inéditas do arquivo de Paul.

Em paralelo a tudo isso, Paul e o produtor Adrew Watt participaram de um evento muito restrito de audição antecipada do disco Boys of Dungeon Lane. Receberam no estúdio de Watt em Los Angeles, nada menos que 30 fãs escolhidos por sorteio, no último dia 16 de Abril. Foram 90 minutos de exclusividade.

Enquanto o disco tocava, para os 30 sortudos, Paul falava, contava detalhes sobre cada uma das faixas, expondo sua motivação para compor a partir das memórias afetivas que tem de Liverpool e das coisas que viveu em sua cidade.

Audições antecipadas são uma bossa especial. Os sorteados participaram de um concurso na página oficial de Paul McCartney e receberam todas as instruções por email. Não foi permitido usar smart phone nem aparelhos de gravação. Quem entrou teve um momento especial e a chance rara de ouvir o disco antes.

Para quem achou pouco, vem aí mais uma audição antecipada do álbum Boys of Dungeon Lane. Organizada pela Amazon, acontecerá em Londres no dia 5 de Maio.

 Entra Returning Without Tears com Ringo Starr 

Ringo também realizou audição antecipada de seu novo álbum, em duas ocasiões. A primeira foi para músicos, artistas e convidados especiais da gravadora independente, Third Man Records. Estavam lá, John Mellencamp, Sean Penn, Jeff Bridges e outros. 

A segunda foi na quinta-feira, na loja Jacaranda Records, de Liverpool, para os fãs locais. Ringo participou por vídeo. O detalhe é que a Jacaranda está vendendo uma edição exclusiva do LP Long Long Road. O álbum vem dentro de uma luva de papelão que cobre a capa original. E inclui um cartão com foto de Ringo Starr.

 Entra Improvisation by Hofner 500/1 com por um músico desconhecido da fábrica Hofner após a restauração do baixo

Outro grande acontecimento das últimas duas semanas foi o documentário, The Hunt For Lost Bass. Produzido pela BBC, este filme conta os bastidores da caçada ao baixo Hofner perdido, na verdade roubado de Paul McCartney em 1972.

O roteiro é muito interessante, mostra a história por diversos ângulos até o desfecho, que se assemelha a um roteiro de ficção, só que aconteceu de verdade. Paul McCartney, Klaus Voorman e todos os envolvidos dão excelentes depoimentos, sem falar no ponto alto, a devolução do contrabaixo Hofner a Paul.

 Entra You've Got To Hide Your Love com The Beatles  Take de estúdio

No Brasil, a editora Belas Letras surpreendeu com um lançamento inesperado. Traduziu a biografia de Brian Epstein, A Celarful of Noise.

Com o título, Um Porão Cheio de Barulho, o livro fala das memórias de Brian quando descobriu os Beatles. O detalhe é que esse texto foi escrito em vida por Epstein, antes de seu prematuro falecimento em 1967 com apenas 32 anos de idade.

A pré-venda este em andamento. O livro chegará às lojas no dia 6 de Julho.

 Entra Love com John Lennon  - versão Meditação

No dia 17 de Abril, saiu o single com a versão meditação de LOVE. É uma colagem de sons baseada no clássico de John Lennon lançado em 1970 no álbum Plastic Ono Band. São 9 variações longas de LOVE, recriada em estúdio por Sean Lennon e Sam Gannon, montada sob densas camadas de sons e efeitos voltados para o relaxamento.

A bossa desse lançamento está no videoclipe. A versão de mais de seis minutos  lançada no You Tube foi feita a partir filmagens caseiras inéditas registradas no formato Super 8mm. Mostra John e Yoko em férias na Grécia e curtindo outros lugares.

A montagem foi feita por um aplicativo que permite às pessoas meditar ao som de música. Sean Lennon repete com LOVE o que já havia feito com Mind Games. As nove versões meditation de LOVE também foram transformadas em um álbum de vinil com mais de uma hora de duração. Vale a pena curtir isso? Experimente!

 Entra Gotta Sing Gotta Dance com Paul McCartney

Man on the Run em debate. Paul McCartney e o diretor Morgan Neville se encontraram no campus da Brown University, em Rhode Island (USA) para uma exibição privada do documentário seguida de uma conversa com estudantes. Foi no último dia 20 de abril com direito a várias perguntas do público.

 Entra Days We Left Behind com Paul McCartney

Mais Paul McCartney! Ele soltou, no meio da semana, um vídeo de pouco mais de três minutos mostrando bastidores da apresentação nos 50 anos da Apple. É possível ver brevíssimos trechos do show e coisas filmadas no backstage. Paul é visto interagindo com o CEO, Tim Cook, e visitando a sede da poderosa big tech.

 Entra Instant Karma com John Lennon

E atenção: estréia nos cinemas mundiais, incluindo Brasil e Angola, a versão restaurada dos concertos One to One de John Lennon & Yoko Ono. Um trecho da apresentação ao de “Instant Karma!” foi lançado como prévia do filme-concerto e antecipa o que veremos. A exibição inclui várias telas ao mesmo tempo, e isso permite ver a ação por completo, e de uma forma como jamais vimos antes.

 Entra 
I Don’t See Me In Your Eyes Anymore com Ringo Starr

Ringo Starr realizou uma série de aparições para divulgar seu novo álbum, cujo lançamento oficial aconteceu na virada de quinta para sexta-feira, dia 24, quando Long Long Road ficou on line em todas as plataformas de streaming.

Mais Ringo Starr. 

 Entra Why com Ringo Starr

Foi uma semana super agitada para ele. Participou de podcasts, falou para jornais e revistas, e deu entrevistas muito interessantes, uma delas para o apresentador Jimmy Kimmel, da Rede ABC dos Estados Unidos. Outra entrevista bacana foi conduzida por seu produtor, T Bone Burnett, também em podcast. Quem quiser ver ou rever pode, está tudo ancorado no You Tube.

 Entra You and I (Wave of Love) com Ringo Starr

O que dizer do novo álbum? É uma continuação de Look Up, mantendo a pegada country. A produção de T Bone Burnett insere um veterano como Ringo no ambiente do country moderno e urbano feito por uma nova geração de artistas.

Vocês não perguntaram se eu gostei, eu mesmo respondo: Eu adorei o disco e estou ouvindo bastante!

Ringo ainda nos presenteou com um videoclipe muito bem editado da faixa título Long Long Road, que o mostra dirigindo um Cadillac enquanto passeia por sua própria história. É emocionante e vale a pena ver. Está disponível no You Tube. Aqui no Submarino Angolano você ouve o novo som de Ringo Starr...

 Entra Long Long Road com Ringo Starr


sábado, 25 de abril de 2026

O Projeto By Homerix


PBH Song Count: 15
Este Projeto By Homerix não tem qualquer fim lucrativo. 
Tem caráter meramente lúdico.
Serve apenas ao intuito de mostrar que sempre é possível fazer versões fiéis das canções dos Beatles, com  métrica e rima adequadas ao efeito.
Os áudios aqui veiculados foram gravados e editados em ambiente amador por sobre instrumental extraído das canções originais.
Eles são destinados ao público leitor do Blog do Homerix, e NÃO DEVEM ser veiculados em qualquer ambiente público no Brasil.

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O Projeto By Homerix tem a intenção de produzir versões plausíveis de todas as canções originais lançadas pelos Beatles... dentre elas, algumas que tiveram já versões livres em português, porém a maioria delas sem NADA A VER com o original.

É um projeto HOMÉRICO, em ambos os sentidos da palavra. A dificuldade de se encaixar a objetividade da língua inglesa, povoada de monossílados, em versões na nossa língua, onde di, tri, e polissílabos imperam, e ainda com rimas, sempre que possível, nos mesmos lugares em que ELES rimaram, tem sido e vai continuar a ser um belo desafio. Outro desafio será, às vezes, cantar no mesmo tom da canção, afinal quem nasceu pra Homerix não pode pleitear o alcance de um John, Paul ou George.... Ringo vai ser mais fácil, hehehehe!!

Estou adorando a ideia!!!

Vou deixá-las registradas aqui...

E começo com a última delas, a de Nº 14

Dpeois, quando chegar a 15ª, eu passo a 14ª para a ordem cronológica.


15. Te Ama, que fiz para She Loves You

(Lennon/McCartneysingleAgo.1963, Jul.1964 no LP Beatles Again, Brasil),

Da letra, gostei de algumas soluções e palavras que são menos usadas, como mazela, fariseu e até mesmo escambau, esta última uma gíria, bem colocada. Foi o que deu pra fazer... hehe 
No áudio, tive dificuldade de fazer o agudo de Paul, então fiz a 1ª voz na mesma base da 2ª, que é John quem faz. Fiquei feliz em acertar a 6ª de Sol (Mi), que George entoava no 4º Sim, estendido, da introdução e do final.
Falei pro Felipe afinar e ele disse que não precisou, estava certinho

                     Não encontrei qualquer versão no Brasil

Eis aqui minha versão:

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projeto-by-homerix-te-ama-ouca-e-leia.html 

https://blogdohomerix.blogspot.com/2026/04/projecto-by-homerix-e-so-amor-ouca-e.html

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Vamos à Ordem Cronológica Histórica do Projeto By Homerix!

A primeira canção a merecer essa atenção foi I Need You de George Harrison. Eu estava a produzir o áudio sobre ela, sua gravação, suas entranhas, quando de repente surgiu sua Ponte em Português... ficou muito bom... vi que levava jeito pra coisa... compus o resto da letra.

Estava plantada a semente...

1. Preciso de Ti, que fiz para I Need You

(George Harrison, LP HELP!, Ago.1965, Dez.1965 Brasil),

Apenas a 2ª  de 21 canções que George compôs durante a carreira dos Beatles, e que foi para o Lado A, do LP e para o filme de mesmo nome. E ele teria mais uma no Lado B do LP. Exibida em 7 de junho de 2025 no Submarino Angolano.

Houve no Brasil uma versão boa, Te Adoro, de 1966, com os .Golden Boys.

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/projecto-by-homerix-preciso-de-ti-ouca.html

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2. No Anoitecer, que fiz para The Night Before 

(Lennon/McCartney, LP HELP!, Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil)

Adorei a solução para o nome, até mais poética!!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/09/no-anoitecer-versao-homerix-para-night.html 

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3. Ocê Gosta Muidimim, que fiz para You Like Me Too Much 

(George Harrison LP HELP!, Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil)

Aqui a 2ª canção de George num mesmo álbum. A obsessão em colocar a fala igualzinha em português fez-me recorrer ao mineirês, ali no refrão que não é refrão, e depois extrapolei para o resto da versão, especialmente ao descrever que a moça "cascô fora"!!!!!!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/ouca-e-leia-oce-gosta-muidi-mim-by.html 

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4. Tu Tens que Esconder Teu Amor, que fiz para You've Goto To Hide Your Love Away 

(Lennon/McCartney LP HELP!, Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil)

Aqui, fiquei até constrangido em ter uma versão tão pesada logo em seguida à versão em mineirês, que ficou superdivertida.

Tive dificuldades, tanto na voz grave.... difícil buscar a nota mais baixa, assim como foi difícil atingir a nota suprema da voz aguda, tive que recorrer ao falsete!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/youve-got-to-hide-your-love-away-john.html 

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E agora, as duas apresentadas no sábado 25, último do mês de outubro, não por acaso, duas das versões que mais me incomodavam, há 60 anos, ou quase, por sua incompatibilidade com a letra original!

5. Até O Fim, que fiz para I Should Have Known Better 

(Lennon/McCartney, LP A Hard Day's Night!, Jul.1964 UK - Jan.1965 Brasil)

Posso dizer que salvei a Menina Linda (Renato e Seus Blue Caps, Jan.1965) daquele tarado. Sei que Renato Barros admitidamente nada sabia de inglês, mas decerto poderia ter evitado fazer aquele hino à pedofilia. Hoje, jamais seria gravada!!!

Na minha versão, fiquei feliz em como traduzi o sentimento do rapaz, que parecia enfeitiçado pela garota, envolvido que estava pela magia do seu beijo. Namorava uma bruxinha do amor, e não sabia!!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/ate-o-fim-by-homerix-lennon.html

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6. Não Quer Saber Mais De Mim que fiz para Ticket To Ride 

(Lennon/McCartney, LP A Hard Day's Night Ago.1965 KK, Dez.1965 Brasil),

A original conto a  história do rapaz que perde sua garota.

O tal Anthony Middleton, que com esse nome devia saber algum inglês, poderia bem ter feito algo melhor do que aquela ficção do sujeito levando seu "broto" à praia, ao Corcovado, ao cinema, mas tinha Gente Demais (The Youngsters, Jan.1966) pra namorar. 

Na minha versão, conto a história do rapaz que  está vendo seu amor indo embora, tenta convencê-la do contrário, mas vê que "já era" e que ela nã "não tá mais nem aí" pra ele, aliás fiquei bem feliz de usar estas duas expressões no vernáculo popular brasileiro!

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/10/nao-quer-saber-mais-de-mim-by-homerix.html 

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7. Diga-me O Que Vê, que fiz para Tell Me What You See

(Paul McCartney, LP HELP!, Ago.1965, cmpacto duplo em Jan.1966 Brasil),

Aqui, fui buscar a solução para uma das rimas numa palavra pouco comum (léu), mas confesso que tive problema no vocal. Primeiro, a harmonia vocal de Paul estava além de meu alcance vocal, então eu preferi fazer a harmonia na 2ª voz na oitava menor, mais grave. Ficou estranho, sei, mas foi o que se pôde fazer. E então, nessa oitava mais baixa, eu tinha dificuldade de alcançar a gravíssima primeira nota dos versos, daí pedi ao Felipe que usasse o Auto Tune, aquela ferramenta que não deixa os cantores cantarem desafinados!!! 

Não houve no Brasil versão para Tell Me What You See. Eis a minha:  

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projecto-by-homerix-diga-me-o-que-ve.html 


8. Tu Vais Perder Teu Bem, que fiz para You´re Going to Lose That Girl

(John Lennon, LP HELP!, Ago.1965, Dez.1965 Brasil),

Na letra, investi em várias licenças poéticas, mas sempre mantendo o sentido da letra original... isso possibiltou ampliar as possibilidades do duelo vocal de Jonh com Paul/George (a-do-rei o "Depois não diga que eu não avisei!") e colocar um pitoresco conjunto de rimas em Ó (só - bocó - pó - dó). No vocal, gravei 3 vozes, mas não consegui fazer a harmonia de Paul lá no alto, então o fiz na oitava mais grave! 

Houve no Brasil uma versão de You're Goint To Lose That Girl, do nosso valoroso Renato e Seus Blue Caps. Foi em 1966 e chamou-se Meu Primeiro Amor. Como já se vê pelo nome, não houve a preocupação em manter a fidelidade à letra original. Na gravação, nota-se que modificam a ponte, o solo da guitarra está mais fraquinho, mas está valendo!!! Renato Barros e seu grupo foram muito importantes para a Jovem Guarda!!. 

Eis a minha:  

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projeto-by-homerix-tu-vais-perder-teu.html


10. HELP!, que fiz para HELP!

(Lennon/McCartney, LP HELP!, Ago.1965, Dez.1965 Brasil),

Na introdução, mantive a interjeição de socorro em inglês, mas na letra, traduzi pro AJUDE e SOCORRA. 

No áudio, ADOREI foi fazer as harmonias de Paul e George, ponto alto da canção. Desta vez não tive qualquer dificuldade, claro que usando o registro baixo de minha voz, sem aventuras lá no alto!!! 

Não consegui encontrar nenhuma outra versão de HELP! em português 

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/11/projeto-by-homerix-te-ama-ouca-e-leia.html 


11. Te Pego, que fiz para I'll Get You

(Lennon/McCartneysingleAgo.1963, Jul.1964 no LP Beatles Again, Brasil),

Na letra, adorei pegar o "Te Pego no Final", apesar de ter uma conotação mais sexual por aqui do que o o Get you da original.

No áudio, foram 4 vocais meus, o John Base, o Paul grave, o Paul Agudo e o George na ponte. Tive que me esgoelar para fazer o Paul Agudo, mas foi o que deu pra fazer. DEixei porque ficou diverido ver meu esforço!!

Não tenho noção se houve versão dela no Brasil

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/12/projeto-by-homerix-te-pego-ouca-e-leia.html


12. Encontrei um Rosto, que fiz para I've Just Seen A Face

(Paul McCartneyLP HELP!, Ago.1965, Jun.1974 Brasil re-edição HELP Origina),

Não tive maiores esforços para cantar, nem para buscar a traduçºao, não tem nenhum ponto de destaque

Houve duas versões dela no Brasil: 

  1. Bitkids, uma banda de meninos, meninos mesmo, o mais velho tinha 17 anos, que apareceu em 1995 e sumiu dois anos depois. Gravaram apenas um disco, com capa imitando With The Beatles, e entre as canções, a maioria versões de Beatles estava Mary
  2. E  descobri ainda uma outra, de 1999, de uma banda chamada Tequila Baby, um punk rock chamado Caindo, bem doidinho!

Nenhuma delas tinha nada a ver com a original, mas estamos aí para corrigir

https://blogdohomerix.blogspot.com/2025/12/projeto-by-homerix-ive-just-seen-face.html

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13. Ontem, que fiz para Yesterday

(Paul McCartneyLP HELP!, Ago.1965, e apenas em Out.1966, no Brasil, num compacto duplo juntamente com outras 3 canções do HELP! original),

Na letra, procurei, como sempre, deixar o máximo obediente à letra original... tive dificuldade justamente na frase final, I Believe in Yesterday, mas foi o que pude fazer.

Já na cantoria, tive que apelar. Não consegui cantar em Fa Maior, o tom de Paul. Minha oitava grave não atingiu a gravidade do início, e minha oitava aguda ficava horrorosa para atingir a agudice de Paul. Então, Felipe produziu um instrumental em Sol Maior, e eu cantei naminha oitava grave, mesmo assim, foi difícil. 

Houve uma boa versão de Yesterday, no Brasil, que foi cantada por Agnaldo Timóteo, feita pelo grande versionista Rossini Pinto!

Eis aqui minha versão:

https://blogdohomerix.blogspot.com/2026/04/projecto-by-homerix-ontem-ouca-e-leia.html  


14. É Só Amor, que fiz para It's Only Love

(John Lennon, LP HELP!, Ago.1965, e apenas em Out.1966, no Brasil, num compacto duplo juntamente com outras 3 canções do HELP! original),

Na letra, procurei, como sempre, deixar o máximo obediente à letra original... só que não cumpri a promessa de rimar nas mesmas posições que o autor... era imposs´vel encontrar fonemas em português para as 26 ocorrências de "ai" em inglês... aliás nem tentei, mas procurei ser... plausível no significado!

Já na cantoria, foi tranquilo, usei meu modo grave e deu certo, nem precisei do falsete no final. 

Não encontrei registro de versão brasileira oficialmente gravada para It's Only Love

Eis aqui minha versão:
https://blogdohomerix.blogspot.com/2026/04/projecto-by-homerix-e-so-amor-ouca-e.html

 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Vinte e Uns de Abril

Nesta época, todo ano me lembro de um post meu de 14 anos atrás em que falo de um acúmulo de feriados 'por esses dias'.  Normalmente,  são 'pontes' em profusão, como se chama corporativamente o dia de trabalho enforcado entre um e outro feriado ou sábado ou domingo, uma 'verdadeira festa' para a improdutividade... 
Neste 2026, a festa dos trabalhadores cansados vai ser em duas semanas, nesta com feriados na 3ª e na 5ª, podendo o trabalhador esolher entre 3 datas para fazer a ponte, 2ª, 4ª ou 6ª, por que não todas? Na seman seguinte ainda vem o brinde de um 1º de maio perfetiamente encaixado numa sexta-feira.... Haja produtividade!
Na época de pandemia, tanto fez se era feriado ou não, já estava todo mundo em casa, ou deveria estar, quem pôde, enfim, mas as datas foram celebradas, claro.

Bem, voltemos!

Sobre o primeiro daqueles 'Uns' do título, em anos normais, ele tinha dois motivos que sempre me marcaram. O 21 de abril de minha infância ficou marcado pela imagem de um dentista heróico sendo enforcado como exemplo e esquartejado pela Corte Portuguesa, e tendo suas partes espalhadas pela cidade e sua cabeça barbuda fincada num poste. Até hoje, a imagem impressiona!

O 21 de abril adulto veio quando conheci minha primeira e única futura sogra, que certamente teria festa amanhã, e que eu celebrei durante quase 40 anos. Neste ano de 2026, ela faria a bonita idade de 104 anos, sendo 55 de dedicação a um filho doente. Desde 2016, ela está em outro plano junto ao filho querido, que se fora em 2008. A data do documento dela era 22 de abril, mas sempre celebramos junto do Tiradentes. E sempre recebemos, comovidos, mensagens de amigos que se lembram dela, uma verdadeira heroína! 

Obrigado, Dona Mira,  por ter feito parte de minha vida!

Mesmo lá em cima, ela deve ainda gostar de ouvir música. 

Portanto, maestro, Música Pra Vovó!!! 

A data também celebra, desde 1961, o aniversário da capital federal, Brasília, magnificamente projetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, na forma de um avião, em que a cabine de comando une os três poderes, que deveriam trabalhar juntos mas independentes, mas hoje em dia sendo vilipendiados...

E, lá do outro lado do Atlântico, a Rainha da Inglaterra completaria 100 anos no mesmo 21 de abril, mas ela se foi em 2022, depois de ter trabalhado com 16 Primeiros Ministros, e conhecido 13 presidentes americanos, tendo presenciado o início e o fim de guerras (infelizmente se foi antes de ver o fim desta insanidade no Leste Europeu, mas se foi antes da outra, no Oriente Médio), tendo presenciado o início e o fim dos Beatles (porém não viu o fim dos Stones, nem de Keith Richards), e passado ao largo de quaisquer pandemias, e sobrevivido até a um obituário equivocado da Folha de São Paulo nesta mesma época cinco anos atrás).

Eu, na minha condição de beatlemaníaco explícito, jamais poderia deixar de celebrar também um 21 de abril muito especial. Foi em 1990, foi no Maracanã, e EU ESTAVA LÁ!  Sim, no 1º show de Paul McCartney no Brasil, que garantiu a ele um lugar no livro dos recordes, com 184 mil pagantes num show de artista solo!!!


O segundo dos 'uns' também vem da infância, e vem um uma rima histórica: no ano 1500, em 22 de abril, Pedro Álvares Cabral 'descobriu' o Brasil. Ele e os portugueses que lhe seguiram nos impuseram uma colonização de exploração, expatriando nossas riquezas por séculos a fio, que rima, com Brasil e Abril. Mas fora isso, fizeram um bom trabalho expandindo nossas fronteiras e criando este país continental e varonil, que rima com os outros três em nosso céu cor de anil. Em tempo, esse dia nunca foi feriado, nunca entendi o porquê! Nos Estados Unidos e outros países latinoamericanos, é celebrado o Columbus Day, o famoso 12 de outubro (a descoberta se deu em 1492), que aqui também é feriado, por outro motivo. As aspas ali de cima são porque, hoje em dia, se contesta esse 'descobrimento', já que aqui quando chegaram, encontraram os índios, digo, indígenas. Pode ser que a data seja até modificada para 'invasão'.

E o 3º dos 'UNs' também é feriado, mas só aqui no estado do Rio de Janeiro, que tem São Jorge como padroeiro, e em uns poucos outros estados. Sinceramente, muito respeito pela devoção, mas não dá pra admitir que se deixe de trabalhar mais um dia por causa disso. Coisa de deputado estadual vagabundo, assim como a corja que o aprovou, comandados por pai e filho que foram investigados e presos. Um deles até já morreu.

O Santo Guerreiro, que também é venerado na umbanda, como Ogum, padroeiro de cidades, como Moscou, Barcelona e Beirute, e de países, como Inglaterra, Etiópia Geórgia, e, claro, Portugal, o país que é a inspiração também dos outros dois Vinte e Uns.

E 22 também é o Dia da Terra, sim, o Terra Planeta, instituído pela ONU em 2009 pela preservação de nosso astro natal.

Eu poderia incluir nas vizinhanças também o Dia do Índio, digo, do Indígena mas ...
o problema é o seguinte: 
19 não é 20 (hehehe). 

.. então, não se encaixa nos Vinte e Uns.

Vamos ficando por aqui!

Um abraço

Homerix Celebrando o Feriadão Ventura

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Projecto By Homerix - É Só Amor - OUÇA e LEIA



Do original

It's Only Love

(by John Lennon) 

E pra ouvir a canção

clique no Play Verdinho



 E siga acompanhando as letras

Na  Original <<>> Na versão Homerix

It's Only Love… É Só Amor

I get high when I see you go by… Fico bem ao ver você passar
my oh my… a brilhar
When you sigh, my, my inside just flies… Borboletas cá dentro a voar
Butterflies… Sem parar
Why am I so shy when I'm beside you? … Fico até sem jeito do seu lado

It's only love and that is all… É só amor e nada mais
Why should I feel the way I do? … por que me sinto assim no ar?
It's only love, and that is all… é só amor e nada mais
But it's so hard loving you… mas é tão duro te amar!


Is it right that you and I should fight… Será certo a gente só brigar
Every night? … sem pensar?
Just the sight of you makes nighttime bright… só te olhar me lembra um luar
Very bright… luminar
Haven't I the right to make it up girl? … Não tenho o direito de te ter mais?

It's only love and that is all… é só amor e nada mais
Why should I feel the way I do? … por que me sinto assim no ar?
It's only love, and that is all… é só amor e nada mais
But it's so hard loving you… mas é tão duro te amar
Yeah it's so hard loving you… sim é tão duro te amar te amaaar


terça-feira, 14 de abril de 2026

OUÇA e LEIA It´s Only Love and that is all


 Esta é mais uma edição do Papo do Contramestre, 

a conversar sobre The Beatles, suas canções, suas vidas 

quadro do programa Submarino Angolano, 

da Rádio LAC, Luanda Antena Comercial, 95,5 FM

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CLICK NO PLAY VERDINHO


View on Vocaroo >>

PRA IOUVIR O QUE VEM A SEGUIR!

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  Olá, amigos do Submarino Angolano!!!

Aqui é Homero Ventura, directo do Brasil

Seguimos a acompanhar o que aconteceu há 60 anos na vida dos Beatles…

Entra HELP!

Era junho de 65 e os Beatles já haviam acabado de filmar o 2º filme para a telona, HELP! E já haviam gravado um Lado Inteiro do LP com a trilha sonora que apareceu no filme, e 5 canções de seu Lado B. Faltavam duas!

Era 15 de junho, e o plano era atacar uma nova composição de John!

 

It´s Only Love  by  John Lennon


John discute: 'Por que sou tão tímido quando estou ao seu lado? É só amor, e isso é tudo. Por que deveria me sentir do jeito que sinto? É só amor e isso é tudo mas é tão difícil amar você!'

Gravada após as filmagens do longa-metragem, em 15 de junho de 1965, na 11ª e penúltima sessão de gravação para o álbum HELP!, a canção foi feita sob encomenda para completar as 14 necessárias.  Ela é desprezada pelo autor. John considerava sua letra abominável! Por que será? Será por causa da brincadeira poética de rimar 26 vezes o som do fonema  “ai”, gerado em palavras como ‘right’, ‘beside’, ‘butterflies’, ‘why’, ‘shy’, ‘time’, ao longo dos versos e pontes? É, pode ser, mas eu e milhares milhões de fãs adoramos a brincadeira. 

É uma perfeita DR em que John discute o relacionamento, declarando sua adoração no 1º verso “

When you sigh, my mind inside just flies,

onde até sente as  borboletas no estômago,

When you sigh, my, my inside just flies Butterflies

mas depois migra para uma autocomiseração na 1ª ponte

Why am I’m so shy when I’m beside you?

Deixando o 2º verso para uma reclamação

Is it right that you and I should fight every night?”,

E mais uma adoração

Just the sight of you makes nighttime bright Very bright

E na 2ª ponte, um pleito por seus direitos de apaixonado

Haven't I the right to make it up, girl?

pra depois chegar ao refrão sentido, descobrindo a razão pra todo esse sofrimento

 It's only love and that is all, how should I feel the way I do, ....

but it's so hard loving you!

yes it's so hard loving you, lo!.

OU SEJA, É APENAS AMOOOOOOR!!!

Eu, de minha parte, acho perfeita! 

E fico com pena de que John tenha desistido de um verso adicional, que ficava entre os dois versos conhecidos… ele usava outro fonema pra rimar, brilhantemente

Era mais ou menos assim

Can´t explain or name, I think it’s pain, but again

I’m ashamed the flame of love is maimed, now and then

I’ll complain in vain, but I’ll still love you

A estrutura da canção é bem didática, note que é verso-ponte-refrão, duas vezes

Os Beatles desprestigiavam refrões, a grande maioria de suas canções era apenas com versos e pontes! Aqui temos presentes as 3 peças estruturais!

Note como as pontes têm uma frase só, e é uma ligação, como toda ponte que se preze, entre a proposição do verso e a conclusão do refrão! 

Em seguida, a fórmula se repete com mais um verso e mais uma ponte, ambos com exaltações e lamentações diferentes, e a repetição do refrão. Simples e brilhante!

Vamos à sua gravação naquelas quase 4 horas de estúdio em sessão vespertina, do dia 15 de junho. Foram 6 takes, dois dos quais falharam, um por erro de John, outro por erro de Ringo.

Musicalmente, a base é John no violão 12 cordas, grave,

O violão grave de John

George em outro violão clássico, mas em timbre mais agudo,

O violão agudo de George

Paul no baixo, seu querido Hofner, que foi roubado na época do Wings e recuperado 50 anos depois, episódio que até gerou um documentário, que sairá em breve, disse-nos o Mergulhador

O baixo de Paul

Ringo na bateria.

A bateria de Ringo

No projeto Anthology ORIGINAL, veio à tona o Take 2, uma versão linda, onde se notam bem os violões nos quatro compassos da introdução, e também a bateria de Ringo no hi-hat (o nosso chimbal) e na borda da caixa, ao longo de toda a canção, delicie-se! 

Take 2 Anthology 1995

Nos overdubs, Ringo acrescenta um pandeiro, e George, aquelas magníficas passagens de guitarra de cinco notas descendentes.

As 5 notas descendentes de George

E elas vêm ao mundo incrementadas pela passagem num Leslie speaker, que passaria a ser usada em muitas canções, não somente sobre guitarra, mas também, piano, bateria e até voz, que foi aliás o efeito que se ouve na voz de John em Tomorrow Never Knows.

John também acrescenta stacattos, aquelas puxadas na guitarra, nos versos, três a cada compasso. Um efeito fantástico!

Os stacattos de John 

E é de John, aliás a única voz que se ouve em It's Only Love, sendo que ele dobra a própria voz no refrão, 

O refrão

e ainda oferece um falsete perfeito na conclusão, "... loving youuu -uuuuu- uuuubrilhante

E tudo finaliza numa conclusão parecida com a introdução, um pouquinho estendida!  Aliás, quando ouvirem a versão oficial, em estéreo, prestem atenção que o ouvido direito ouve todos os overdubs listados, desligue o ouvido esquerdo e encante-se!

Mesmo sem darem muito valor à canção, o conjunto ficou ótimo, mas não o suficiente para motivá-los a tocarem-na ao vivo. Se outras canções melhores ficaram de fora dos shows, esta, então, muito menos valorizada, claro que nunca viu a luz do sol num palco qualquer da vida.  

Os americanos nem a conheceram na mesma época que o resto do mundo, porque a Capitol Records lançou, no Lado B do álbum HELP!, canções instrumentais que apareciam no filme.

It´s Only Love viria a ser lançada no Rubber Soul americano no final do ano, outra confusão ABSURDAAAAAA que fizeram no catálogo oficial. Os Beatles não gostavam nadinha do que faziam do outro lado do Atlântico. Por isso que eu nem perco tempo com aquela salada  americana.

Entra I Feel Fine

Aliás, tampouco nós, brasileiros, tivemos a honra de conhecer It's Only Love em nosso álbum HELP! Lançado pela EMI Odeon, o Lado B era outra salada!!! Bem temperadinha, afinal foi ali que eu conheci I Feel Fine, mas foi uma salada!!! Nem Yesterday veio!! Essas duas vieram num EP lançado meses depois do LP junto com outras duas do álbum. Felizmente, no Brasil, essa foi a última vez que essa salada brasileira aconteceu.. a partir de Rubber Soul, obedecemos aqui ao catálogo britânico.

Entra It's Only Love instrumental com a Orquestra de George Martin

George Martin, o produtor dos Beatles, não foi chamado a conduzir a orquestração do filme, preterido que foi por um americano,  mas não perdeu tempo: acabou lançando, em setembro de 65, ou seja um mês depois do lançamento original, um ábum com versões orquestrais de 11 das 12 canções originais do lançamento oficial britânico e uma delas foi It’s Only Love. Apenas nos EUA… pra esfregar na cara dos americanos!... o lançamento na Inglaterra foi meses depois.

Intessante que It’s Only Love é apresentada no álbum com o complemento (It’s a Nice Hat), que era o título de trabalho dela, antes de John decidir-se pelo óbvio título original. Como tudo que George Martin fazia, é perfeita, ouçam!!

Segue It's Only Love instrumental 

Posso afirmar que It’s Only Love fecha, para John Lennon, sua fase de compositor romântico bobinho.

No LP Seguinte, Rubber Soul, ele falaria sobre meninas, sim, mas numa relação mais conflituosa,

como em GIRL, 

Entra Girl

mais picante, como em Norwegian Wood,

 Entra Norwegian Wood,

e eu diria, mais violenta, como em Run For Your Life….

 Entra Run For Your Life,

Depois, seriam 3 longos anos quase sem menções ao sexo oposto, voltando em 69 com três pérolas de amor intenso como

Don’t Let Me Down, 

 Entra Don't Let Me Down

Because 

 Entra Because

e I Want You 

 Entra I Want You

Bem, agora venha junto com John and the other Beatles concluir que

 É só amor e nada mais

Por que me sinto tão assim?


É só amor e nada mais

Mas é tão duro te amar

é tão duro te amar

te amaaaar

It´s Only Love, by John Lennon

sábado, 11 de abril de 2026

Quando Bob Dylan ACHOU que John Lennon ROUBOU uma canção dele ANTES de lançá-la

Meu primo gênio Carlinhos, de quem eu já falei repetidas vezes, é assinante do New York Times e volta e meia me manda artigos que falam sobre Beatles. Todos sempre ótimos, e quase sempre eu já sabia do que se tratava, e tal. Nestes dias, ele me mandou mais um, mais uma vez ótimo, mas desta vez contando um episódio INÉDITO pra mim. E Sensacional!!!



A montagem acima, eu extraí de um filmezinho logo no começo do artigo. A cena é extraída de um documentário sobre Bob Dylan, lá de 1966. O diálogo da cena é surreal, e requer uma explicação dos antecedentes, que o articulista fornece em detalhes.

Agora deixo o artigo com vocês. Transcrevi pois não tenho o direito de mandar o link

Eu apenas destaquei em 

negrito itálico centrado vermelho grande 

os trechos cruciais do evento!

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On the night of May 26, 1966, the Beatles entered EMI Studios on Abbey Road to work on their most ambitious album yet, “Revolver.” Three miles away, their friend Bob Dylan stepped onto the stage of the Royal Albert Hall.

Blade-thin, on the verge of exhaustion, Dylan, 25, was nearing the end of a grueling world tour, his first with a band, during which he’d been the target of frequent boos and occasional death threats. Many fans felt betrayed by this new Dylan, a wild-haired character with an electric guitar who wouldn’t play his old protest songs. On this night in London, he and his fellow musicians received “the harshest reaction yet,” according to the guitarist Robbie Robertson.

Around 1 a.m., John Lennon, 25, made his way from Abbey Road to the May Fair Hotel. That was where Dylan was staying with his band and a documentary film crew that was tracking him, onstage and off.

Lennon and his fellow Beatles had spent a lot of time at Dylan’s suite in recent weeks. They avoided the film crew as they smoked pot with their host and listened to tracks from “Revolver” and Dylan’s soon-to-be-released album, “Blonde on Blonde.” On this night at the May Fair, however, Lennon said yes, albeit reluctantly, when Dylan asked him to appear in a scene.

“He said, ‘I want you to be in this film,’” Lennon recalled. “And I thought: Why? What? He’s going to put me down!”

At daybreak, they were dressed sharp for their debut as co-stars — Lennon in a blazer over a turtleneck, Bob in a dark jacket and stiff-collared shirt. As they rode in the back of an Austin Princess limousine, the filmmaker D.A. Pennebaker trained his lens on them from the passenger seat. Lennon was stiff. Dylan was jittery.

Speaking of the limo ride a few years later, Lennon said that he and Dylan were “on junk” — slang for heroin. That contradicts other statements made by Lennon, who would say he didn’t try the drug until 1968. It also goes against what we see in the roughly 20 minutes of footage: Lennon appears sober, or close to it; Dylan slurs his words on occasion and becomes nauseated.

A snippet of the scene would appear in “Eat the Document,” a documentary that had its debut in 1972 and has rarely been screened since. The complete limo-ride footage, in all its awkward glory, later leaked out of the Dylan camp and became a cult item, traded as a bootleg among collectors before it surfaced online. Some writers have described it as the kind of thing that would appeal to only the most ghoulish fan, given its ghastly portrayal of its subjects.

When I first came upon it many years ago, it made me cringe. But after I had gone deep into my own private Dylan-Beatles rabbit hole, trying to determine exactly how they had influenced each other, I returned to this scene, watching a pristinely restored version on a hot July afternoon in the coolness and quiet of the Bob Dylan Center in Tulsa, Okla., where it is one of more than 100,000 items in a voluminous archive.

Ego Equals?

The Beatles became Dylan fans in January 1964, when they were staying at the George V in Paris during a three-week residency at the Olympia Theater. In their time away from the stage, they listened again and again to Dylan’s first two albums.

At the same time, the Beatles’ first No. 1 hit in America, “I Want to Hold Your Hand,” was inescapable. When Dylan heard it on New York’s pop radio stations, he wasn’t impressed. He told a friend, the journalist Al Aronowitz, that the Beatles were for “teeny-boppers.” Aronowitz, an unlikely Beatles fan at age 35, tried to tell him how wrong he was.

A few weeks later, after more than 70 million Americans had watched the Beatles on “The Ed Sullivan Show,” Dylan had a sudden change of heart. It happened in Colorado, when he was on a cross-country road trip. The Beatles were blasting out of the car radio, hit after hit, and their music now struck him with force.

"Did you hear that?” he said, according to his then road manager, Victor Maymudes. “Man, that was great!” Dylan would later elaborate on what he was thinking in that moment: “I knew they were pointing the direction of where music had to go.”

While interviewing the Beatles for a magazine story, Aronowitz told Lennon he should get to know Dylan, adding that he could arrange a meeting. Lennon begged off, saying he had to wait until he considered himself Dylan’s “ego equal.”

By summer’s end, the adulation had left Lennon feeling more self-assured. He called Aronowitz from the Delmonico Hotel in Manhattan, where the Beatles were staying, and said he was ready.

That night, in a hotel-room get-together that would go down in rock lore, the Beatles and Dylan got high and laughed till dawn.

Hide Your Love

By the end of 1964, the Beatles no longer seemed like cheeky moptops. The cover of their new album, “Beatles for Sale,” a moody affair with folk accents, presented them as weary, melancholy, serious. Maureen Cleave of The London Evening Standard speculated on the reason for the change. “One might hope that John Lennon soon ceases to be so influenced by Bob Dylan,” she wrote in a mixed review.

In an interview with Melody Maker, Lennon revealed that Dylan had inspired him to write “I’m a Loser,” the raw second track of “Beatles For Sale.” An earlier song, “A Hard Day’s Night,” he added, had been in the Dylan vein before it was “Beatle-fied.”

As the world’s most popular group left behind the hormonal enthusiasm of its early hits, Dylan decided to enlist some musicians to help him record a new song, “Subterranean Homesick Blues,” at a Manhattan studio.

This was a big move for someone who had presented himself as a solo troubadour in the tradition of Woody Guthrie. But he was ready to act on his Beatles epiphany, ready to challenge the notion that the mere presence of an electric guitar and drums on a song meant it had to deal with lightweight concerns.

With “Subterranean Homesick Blues,” he laid four rapid-fire verses overflowing with absurd aphorisms and social commentary onto the bones of a rock ’n’ roll hit he had loved as a teenager, Chuck Berry’s “Too Much Monkey Business.”

Weeks later, Lennon started writing his most intimate song yet, “Norwegian Wood (This Bird Has Flown).” Its chords came straight out of folk. The lyrics were also something new for him, belonging to the adult realm of after-hours regret. A first-person narrator tells of his furtive visit to a woman’s flat. They talk “until two,” when she says she must work in the morning, meaning he’s not welcome to join her in bed.

By the time of the Beatles’ next recording session, in February 1965, Lennon had another Dylan-style song ready to go: “You’ve Got to Hide Your Love Away.” It wasn’t lost on his colleagues, what he was up to. “I asked him not to sound too much like Dylan,” the producer George Martin said.

No. 1

Two months later, fans swarmed Dylan on his arrival at London Airport (now Heathrow). It wasn’t quite Beatlemania, but there were a few screams, and officers in bobby helmets stepped in when the mob clawed at his hair and clothes.

Between concerts, Dylan (who declined requests for an interview about his relationship with the Beatles through a spokesman) spent time with the Beatles at the Savoy hotel. He also visited Lennon at his mansion in Surrey, where they wrote and recorded a song together, according to an interview Dylan gave in 1985. That song, which may be lost, has yet to turn up on any bootleg or archival release.

In August, the Beatles returned to New York to play Shea Stadium. On their first night in town, Dylan arrived at their suite in the Warwick Hotel. They lit up joints and listened to an acetate disc of his forthcoming album, “Highway 61 Revisited,” in which he further committed himself to rock. Two nights later, after the Shea concert — the first stadium show headlined by a pop act — Dylan returned to the Warwick to celebrate the Beatles’ triumph.

Their influence on each other was now making itself known to the world. Dylan’s latest single, “Like a Rolling Stone,” and the Beatles’ new one, “Help!”, went to No. 1 on U.S. charts.

Lennon and McCartney soon got busy writing for the next Beatles album, “Rubber Soul.” The batch included something new for them — two songs that had nothing to do with romantic love, “Nowhere Man” and “The Word.”

Around the same time, Dylan was trying to come up with another hit. For inspiration, he turned to a song written by Lennon and McCartney, “I Wanna Be Your Man,” a catchy rocker that had been released as a Rolling Stones single and a Beatles album track. Dylan filled the verses with surreal imagery, making the case that a pop song didn’t have to be saddled with unimaginative lyrics. He called it “I Wanna Be Your Lover.”

The Beatles album “Rubber Soul” came out a few weeks later. When Dylan heard the second track, “Norwegian Wood,” he felt things had gone too far. He would have to respond.

‘Fourth Time Around’

The muse visited him Feb. 14, 1966, at a recording studio in Nashville. With a pen and a yellow legal pad, Dylan wrote furiously while the hired musicians bided their time. This was “Fourth Time Around,” his pointed reply to “Norwegian Wood.”

Like the song that had given rise to it, “Fourth Time Around” describes a romantic visit gone awry. For the music, Dylan mimicked the melody and meter of “Norwegian Wood.”

Al Kooper, a musician who took part in the session, noticed the likeness right away. “I said, ‘It sounds so much like “Norwegian Wood,”’” he recalled in a 1987 interview. “And he said, 

OUÇA e LEIA - ONE TO ONE NOS CINEMAS - By Cláudio Teran

Todo Domingo é Total, das 7 às 9 da manhã, na Rádio Assunção Cearense!!!  https://620am.com.br/ É Cláudio Teran quem comanda!!! Mas todo Sáb...