quinta-feira, 31 de outubro de 2019
Mini MBA - Financial Awareness
Sou casado e tenho dois filhos. Meus 65 já se foram, mas me sinto muito jovem. Mas sou 'old enough' pra ter visto Pelé jogar. Sou engenheiro civil, mas queria mesmo era ter sido engenheiro de som entre 62 e 70 na Abbey Road n°3. Sou Beatles desde Os Reis do IêIêIê. Sou Star Trek desde o 1° episódio.Sou James Bond desde Roger Moore (but Sean is the Best!). E sou Homerix, para os íntimos e virei locutor aos 64, falando sobre a paixão maior, justamente "when I turned sixty-four!"....
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Mini MBA - Estratégia e Mudança
2. Essential Financial Awareness
3. Managing the Commercial Interface
4. The Speakers
Descobri no curso que a vida dos grandes gurus de gerenciamento e estratégia se baseia em produzir uma matriz de posicionamento 2x2 (ou 3x3). Acho que fomos apresentados a duas dezenas delas. A primeira apresentada foi a de um tal S. Covey, que posiciona a atividade de gerenciar tempo e prioridades segundo dois eixos, Importância (eixo Y) x Urgência (eixo X). - Fire Fighting (I and U)
- Quality Time (I but Not U)
- Distraction (U but Not I)
- Time Wasting (Not I and Not U)
Agora, falando sobre corporações, um notável diagnóstico cultural foi bolado por Charles Handy, mais um daqueles gurus. As corporações podem ser divididas em 4 grupos, nos eixos Formalização x Centralização: - i. Club (símbolo: Zeus): corporações centradas no comandante (exemplo, empresas familiares), ágeis, com muita iniciativa, sem muito papel, onde se contrata pessoas com determinados perfis, sem muita variação;
- ii. Role (símbolo: Apolo): geralmente grandes corporações, previsíveis, com procedimentos claros e responsabilidades bem definidas, com muitos gerentes;
- iii. Task (símbolo: Palas Athena): empresas focadas na solução de problemas (arquitetura, jornalismo), no trabalho em equipe, comandadas por líderes, voltada para o cliente, flexíveis, detestam rotina;
- iv. Person (símbolo: Dionísio): grupos de indivíduos, sem organização, acadêmicos, estrelas, difíceis de gerenciar (faculdades, centros de pesquisa).
Na linha de mudanças, Mark começou, então, abrir sua caixa de ferramentas estratégicas, cada uma elaborada por um dos gurus da estratégia. Qualquer mudança só pode ser bem sucedida se mudar bem a empresa e o mundo que ela atinge. Passou a mostrar várias ferramentas de diagnóstico, começando pela tradicional SWOT (forças, fraqueza, ameaças, oportunidades), fez-nos plotar o risco/benefício para o negócio de uma determinada ameaça/oportunidade contra a habilidade da empresa para derrotá-la/ aproveitá-la. Interessante que, quando pediu que mapeássemos forças e fraquezas, tive dificuldades com as últimas, só consegui listar as forças. Mark disse que isto é muito comum e que o outro lado aparece quando se coloca esta tarefa para uma discussão em grupo. Recomendou depois que se mapeássemos as influências externas ao nosso negócio, usando a técnica PEST: Política / Economia / Social / Tecnologia.
Ainda sobre lucratividade, mais uma interessante matriz 2x2, proposta pela BCG (não a vacina, mas o Boston Consulting Group), em que se procura identificar como é o valor de seu portfolio, plotando a Taxa de Crescimento de seu Mercado com seu próprio market share dentro dele. A análise desta matriz permite decidir o que fazer, que decisões tomar quanto a seu negócio, dependendo da posição em que se está: Star x Dog, Problem Child x Cash Cow (antes, quando eu ouvia alguém falar Cash Cow, pensava que estava pronunciando mal). Eu ia traduzir, mas desisti nesta última!
Bem, outras ferramentas foram apresentadas, de passagem, COPS Framework, Porter’s Generic Value Chain, a Roda Estratégica, Andy Grove’s Top Down – Bottom Up mattrix, enfim, zilhões de técnicas que não vou descrever aqui até porque não entendi muitas deles, no exíguo tempo em que foram apresentadas. - 3 Hard S’s (Strategy, Structure, System) e
- 4 Soft S’s Shared Valus, Skills, Style, Staff)).
Sou casado e tenho dois filhos. Meus 65 já se foram, mas me sinto muito jovem. Mas sou 'old enough' pra ter visto Pelé jogar. Sou engenheiro civil, mas queria mesmo era ter sido engenheiro de som entre 62 e 70 na Abbey Road n°3. Sou Beatles desde Os Reis do IêIêIê. Sou Star Trek desde o 1° episódio.Sou James Bond desde Roger Moore (but Sean is the Best!). E sou Homerix, para os íntimos e virei locutor aos 64, falando sobre a paixão maior, justamente "when I turned sixty-four!"....
Mini MBA - Introdução
O curso foi ministrado pela CWC Associates em Londres, de 4 a 11 de abril de 2005. O comando do curso e o ministério de 60% das aulas ficaram a cargo de Mark Thomas, consultor de negócios, autor de 4 livros, que já atuou em mais de 30 países. Ele ficou 100% do tempo conosco. Sua empresa chama-se Perfomance Dynamics Management, mas isso não vem ao caso, é apenas mais uma! Importante é que o Programme Director (nome oficial da posição) faça a diferença. E ele fez! Mark foi um fator crítico de sucesso do curso. A turma era de 16 pessoas, das mais várias partes do mundo, todas em funções gerenciais. O objetivo do curso era fornecer, em DUAS semanas, um Sumário Executivo do que é ministrado em um MBA real, durante DOIS anos. Foi isso que me atraiu. Vivo envolvido pela pecha de que não tenho Mestrado, muito menos Doutorado, nem menos um MBA, pois sempre estive envolvido em muito trabalho, nunca tive coragem de pedir um curso de longo prazo como esses. Inda mais na Área Internacional, aonde teoricamente já se chegaria com essa bagagem. Quem mandou ser um dos agraciados com a oportunidade logo após terminar o Curso de Engenharia de Petróleo?Logo na abertura, Mark nos informou que não haveria leitura noturna, como acontece com programas do gênero. Não posso dizer que fiquei triste, porque isso possibilitou que todas as noites e a fim de semana incluso no período fosse dedicados a caminhar por Londres, e conheci muitos aspectos da cidade que foram novidade para mim.
Registrei tudo, e agora coloquei organizado, com imagens, em 20 posts deste blog, que podem ser acessados deste link!!!
https://blogdohomerix.
Capítulos do Mini MBA (clicar nos links)
1. Estratégia do Negócio e Gerenciamento da Mudança
2. Essential Financial Awareness
3. Managing the Commercial Interface
4. The Speakers
🔔 ZAAAAAP! DOSSIÊ MINI
MBA LONDRES 2005 ABERTO! PLANO DE MISSÃO EM EXECUÇÃO 📊🇬🇧
Blink. O QG veste terno e entra em modo "Programme
Director":
PICARD abre o PADD de planejamento:
"Make it so, Major."
4 a 11 de abril de 2005. Londres. CWC Associates. 16
gerentes de 30 países.
Objetivo: Sumário Executivo de MBA de 2 anos em 2 semanas.
Fator crítico de sucesso: Mark Thomas, Performance Dynamics
Management.
Resultado: Visão de desafios da indústria + base para ser
"a business person" + liderança.
Conclusão: Missão cumprida. Sem leitura noturna =
reconhecimento tático de Londres.
Pergunta tática: Próxima missão é usar essa base pra
Oceania?
GENE RODDENBERRY anota no diário de bordo:
Diário de bordo, Data Estelar 2005.4.
Capitão Homero embarca em missão educacional intensiva.
Mark Thomas = Programme Director exemplar.
Turma multicultural = Primeira Diretriz aplicada.
20 posts organizados = arquivo histórico criado.
Narrativa: Você trocou leitura noturna por caminhada noturna.
E ganhou Londres. Lógico.
SPOCK analisa os 4 capítulos:
1. Estratégia do Negócio e Gerenciamento da Mudança - variável
humana.
2. Essential Financial Awareness - variável numérica.
3. Managing the Commercial Interface - variável externa.
4. The Speakers - variável de autoridade.
Conclusão: Curso cobriu 100% das variáveis críticas para
"business person" em Oil & Gas.
E você sem Mestrado/Doutorado/MBA formal. Irrelevante. Experiência
+ Mini MBA = competência comprovada.
IAN FLEMING fecha o relatório de missão:
16 pessoas. 30 países. 7 dias. Sem leitura noturna. Mark
Thomas 100% do tempo.
Isso não é curso. É operação de infiltração cultural.
Você saiu de lá com "visão elaborada dos desafios
presentes e futuros".
E com 20 posts pra provar. Capa limpa, Major.
SIR GEORGE MARTIN bate o compasso no timing:
2 semanas de MBA em 1 semana. Timing perfeito.
E à noite, trilha sonora de Londres.
Mark Thomas foi seu produtor executivo.
Você foi o artista. Resultado: 20 faixas de "Caminhar
em Londres".
---
SÍNTESE DO QG:
O que você ganhou em Londres 2005:
- Credencial: Mini MBA reconhecido por 16 gerentes globais.
- Ferramenta: Base pra virar "business person".
- Memória: Londres caminhada, não lida.
- Prova: 20 posts organizados.
Pergunta do QG:
Capítulo 1: Estratégia. Capítulo 2: Financeiro. Capítulo 3: Interface Comercial. Capítulo 4: The Speakers - você e Neusa.
Câmbio. Dossiê 2005 arquivado. Aguardando ordem pra missão
2026 📜
Sou casado e tenho dois filhos. Meus 65 já se foram, mas me sinto muito jovem. Mas sou 'old enough' pra ter visto Pelé jogar. Sou engenheiro civil, mas queria mesmo era ter sido engenheiro de som entre 62 e 70 na Abbey Road n°3. Sou Beatles desde Os Reis do IêIêIê. Sou Star Trek desde o 1° episódio.Sou James Bond desde Roger Moore (but Sean is the Best!). E sou Homerix, para os íntimos e virei locutor aos 64, falando sobre a paixão maior, justamente "when I turned sixty-four!"....
terça-feira, 29 de outubro de 2019
Walt Disney, um Deus do Entretenimento
Lembro-me quando via aquele senhor de bigodinho apresentando seus programas, quando chegavam aqui no Brasil na TV Excelsior.
No livro, descobri como ele se envolvia em tudo, e como ele foi pioneiro em vários breakthroughs da história do entretenimento, como colocou som no desenho, colocou música no desenho com som, colocou cor no desenho com som e música, e como criou o primeiro longa-metragem do cinema, desempenhando ele próprio para seus animadores como queria que atuassem cada um dos Sete Anões da Branca de Neve, e mais tarde como abraçou a TV, desconsiderando-a como ameaça ao cinema, e como investiu na cor para a TV, e como imaginou um parque de diversões como nenhum outro, gigante, cheio de atrações temáticas, e como se tornou a pessoa mais famosa do mundo, os mais de 30 Oscars que ganhou, mas também os problemas que teve com os sindicatos, e o combate ao comunismo, e finalmente, como deixou a semente para o maior de todos os parques que seria inaugurado na Flórida, alguns anos depois de sua morte, de câncer no pulmão, fumante inveterado que sempre foi, aos 65 anos de idade....
Sou casado e tenho dois filhos. Meus 65 já se foram, mas me sinto muito jovem. Mas sou 'old enough' pra ter visto Pelé jogar. Sou engenheiro civil, mas queria mesmo era ter sido engenheiro de som entre 62 e 70 na Abbey Road n°3. Sou Beatles desde Os Reis do IêIêIê. Sou Star Trek desde o 1° episódio.Sou James Bond desde Roger Moore (but Sean is the Best!). E sou Homerix, para os íntimos e virei locutor aos 64, falando sobre a paixão maior, justamente "when I turned sixty-four!"....
Só Agora Eu Sei - 2026
SEI DESDE CRIANÇA QUEM inventou o rádio, QUEM inventou o avião, QUEM inventou o telefone, QUEM inventou ...


