segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ainda Frases

'Mandaram o polvo Paul escolher entre Dilma e Serra .... ele preferiu a morte'      Do Twitter - estou evitando falar no assunto, eu  tenho o meu candiddato, mas esta é digna de nota...





'Nem clube nem seleção é lugar de pregação!'
     De Mano Menezes, mostrando que desta vez, estamos no rumo certo...


Ontem, em programa do PFC, entrevistaram Clodoaldo, Coutinho e Pepe. Na pergunta final, um pedido para definir o Rei Pelé com uma palavra....
Clodoaldo (14 anos no Santos): 'Humildade'Coutinho (14 anos no Santos): 'Fora do Comum'Pepe (16 anos no Santos): 'Extraterrestre'


Ressalto o tempo de carreira dos grandes craques, todas num mesmo clube, coisa impossível de acontecer hoje.


Falando em frases, quem ainda não leu, dá uma espiada no que falaram sobre ELE, aí neste link: http://blogdohomerix.blogspot.com/2010/10/pele-week-end.html

Lembro-me de um locutor da TV Tupi chamado Walter Abraão que, a partir de uma certa época, não narrava mais o nome de Pelé. Era apenas 'ELE'.


Saudade ...

Homero Encerrando o Ciclo Pelé Ventura (será?)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Maradona-da

Outubro está me saindo um mês especial. Depois dos 70 anos de Lennon e de Pelé, tem os cinquentinha de Maradona, no sábado, dia 30.

Infelizmente, parece que vai terminar no domingo com nada a comemorar.....

Pensando bem, desse pibe, também não vou celebrar coisa nenhuma, pois ele conseguiu compensar uma carreira brilhante nos campos com uma vida lamentável fora deles, culminando com uma exclusão de uma Copa do Mundo por doping, péssimo exemplo para um povo que o idolatra, de olhos fechados. Quando se curou do vício (aparentemente), e comandou um programa de TV, quem ele chamou para dar audiência, na estréia? Pelé. E o Rei esteve lá, amigavelmente, para dar uma força, conversaram, até fizeram embaixadinhas com a cabeça (neste link). E o que fez Maradona depois? Não demorou muito e já soltava o verbo contra o Rei, e continua assim até hoje. Falta de agradecimento e de respeito. Aliás, naquele programa, em um outro dia, ele mostrou que o brilhantismo da carreira não foi imaculado, confessando com desdém, em meio a gargalhadas, que jogou calmante na água dos jogadores brasileiros naquele jogo da Copa de 1990. Isso sem contar o ataque a jornalistas com espingarda de chumbo em sua fazenda. Um horror!

Enfim, marado-nada a comemorar!

Que se exploda aquele neckless prick cheirador e mal-educado!

Prefiro lembrar de outro aniversário de 50 anos, o meu próprio, em 4 de janeiro de 2008.

O ano de 1958 foi pródigo em nascimentos de celebridades, além de mim (HeHeHe):
na música, Madonna, Michael Jackson, Cazuza (celebro a música);
no cinema, Tim Burton, Michelle Pfeiffer, Sharon Stone, Gary Oldman;
no jornalismo, Christiane Amanpour, Pedro Bial (celebro o jornalista);
na TV, Maitê Proença, Cássia Kiss, Edson Celulari;
na política, ninguém menos que Marina Silva.
Estou bem acompanhado.

Na verdade, 1957 e 1959 devem ter outros tantos, mas não interessa....

Meu primeiro ano como cinquentão foi bem triste, afinal, perdi meu cunhado querido, uma luz que iluminava nossa casa, mas no dia em que completei os meus 50, estava bem feliz, apesar de preocupado com o pouco tempo de vida que me restava, segundo o IBGE.

Como sempre, materializei o momento em texto, e compartilhei com alguns amigos à época.

Compartilho agora (ou de novo) com você: Hoje é um dia especial
 
Homero Com Nada a Comemorar Ventura

domingo, 24 de outubro de 2010

Pre-Show Frustration

Dear fellows,

As preparation for one more McCartney moment in my liffe, the show is Sao Paulo, I finally opened my box McCartney Years..

Other McCartney moments were:
  1. As a Beatles fan since I was six, when I chose as birthday present an album for its fun cover of four lads on funny face expressions -  A Hard Day's Night, that in Brazil had the name 'Os Reis do YeYeYe';
  2. As a McCartney solo career fan, I followed every moment, with or withou Wings, with or without Linda;
  3. I was one of the 183,000 witnesses of his world record in Maracana Stadium, 1990;
  4. My whole family in Compaq Center, Houston, 2002, Back In Us Tour, great emotion
  5. The box was purchased more than two years ago, but only now I found the moment to check in video all great moments I had on disc.

I read the texts, the cronology, and finally put the DVD 1 on board.

Very good, but 40 minutes later, it reached to the end. STRANGE!
I went to the set list and verified that 5 songs were not performed. TOO BAD!
I tried the Commentaries, and sadly, ONLY ONE song was there, Tug of War. SHAME!
Then I tried the Extras. NOTHING!
Tried everything again, cleaned the disk. FLOP!!!

What should I do? I have no plans to go to Houston again, furthemore, I don't have the receipt any longer.

What should you do for me?

My Best Regards


Homero Ventura
Rio de Janeiro

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Trapacear, comer, rezar, amar e dormir

O primeiro verbo do título refere-se ao cerne, ao âmago, ao modus operandi do filme 'Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme'.

Afora as belíssimas atuações de Michael Douglas (Gekko), Carey Mulligan (a filha) e Shia Labeouf (o genro), e da magnífica cena inicial, quando Gekko recebe os pertences que entregara ao entrar na prisão 8 anos antes, o resto é uma sucessão de trapaças, fortunas perdidas e ganhas, boatos mentirosos (pleonasmo?), tudo movido a dinheiro, que como diz o título, nunca dorme. Prefiro dormir tranquilo, todas as noites, a viver num ambiente daqueles... Como já dizia o Elclesiastes no Velho Testamento, 2.300 anos atrás, 'Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça' ... aprendi com Max Gehringer.


Os próximos três verbos do título desta mensagem são o exato nome de um filme de Julia Roberts, também em cartaz, baseado em um livro homônimo, autobiográfico, de uma americana que vai buscar o seu 'eu' (ai!) na Itália, Índia e Bali, aonde vai praticar os três verbos, respectivamente.

O último verbo representa o que fiz em alguns momentos do filme acima. Muito arrastado, pouco explicado, monótono. Como sempre, o livro é muuuito melhor que o filme, como me disseram alguns que experimentaram as duas experiências. Para piorar, foram convocar um espanhol para fazer o papel de um brasileiro. Quando o cara falava 'português', a gente mal conseguia entender. Muito melhor seria colocar um brasileiro. Bons atores há muitos. Acho que o complicador é a língua. É difícil achar ator com inglês fluente. e isso era necessário para o filme pegar nos EUA. Rodrigo Santoro poderia ser um bom nome, afinal já atuou em Hollywood, se bem,que, nos papéis que fez, se elaborou mais que três frases, tudo somado, foi muito.... Ao menos sabemos que ele estudou no 'Wise Up'. O problema é que ele seria jovem para o papel. Pensamos em Antônio Fagundes, mas já passou da idade. Sobrou pra José Mayer...

Afinal, se é Mayer .... é bom, a máxima do Manoel Carlos....

Homero Verbalizando Ventura


OUÇA e LEIA - Uma carta para Paul e Beatles 65

    The Beatles In My Life: Ser Beatlemaníaca Este é o 11º programa mensal especial do Submarino Angolano,  em que Virgínia Abreu de Paula...