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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Qualquer semelhança

Eis a descrição de uma pessoa:
1.        Americano
2.       Nasceu numa cidade pequena de um estado do meio-oeste;
3.       Cantor;
4.       Compositor;
5.       Ícone cultural;
6.       Vendeu mais de 500 milhões de discos;
7.       Ganhador de vários Grammy's;
8.       Campeão das paradas em todo mundo, várias vezes;
9.       Tinha uma legião de fãs enlouquecidos;
10.    Era reverenciado como Rei;
11.     Fez filme em Hollywood;
12.    Inventou um novo estilo de dança; 
13.    Requebrava pernas como ninguém;
14.    Gostava de usar roupas brilhantes;
15.    Vivia cercado de seguranças;
16.    Causava tumulto onde passava;
17.    Esteve mergulhado em problemas pessoais e de saúde;
18.    Era viciado em remédios;
19.    Sua aparência física se deteriorou extremamente;
20.   Suas últimas aparições foram patéticas;
21.    Estava muito fora do peso;
22.   Morreu em casa, de ataque cardíaco;
23.   O episódio é envolto em mistério;
24.   Suspeita-se que seu médico ministrou elevada dose de medicamentos;
25.   Sua morte causou comoção em todo o planeta.
Sabe quem é? A resposta óbvia está ainda na boca do mundo inteiro:
           O grande Michael Jackson, o Rei do Pop.
Mas se você for ao detalhe, verá que tudo se aplica a um outro nome da música:
           O grande Elvis Presley, o Rei do Rock.

Ainda há uma outra semelhança pitoresca:
·         Elvis tinha uma mansão em Memphis, Tennessee, com o nome de Graceland, que, ainda hoje, é motivo de peregrinação, desde sua morte, em 1977;
·         Michael tinha uma mansão em Los Angeles, California, com o nome de Neverland, e que deverá ser também objeto de romaria até o fim dos tempos, caso ela não tenha que ser vendida para pagar dívidas (duvido!).
A se perguntar porque tantas grandes figuras têm tantos problemas com a fama e o dinheiro.
Abraço
Hémera Coincidência Ventura
P.S. Em tempo: A lembrança sobre as semelhanças, a morte por enfarto e as pernas requebrantes, devo à minha filha.
  Somente acrescentei outras 23.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson vs The Beatles

Hoje, pela manhã, em meio às notícias sobre o triste desaparecimento Michael Jackson, o Megale divulgou uma estatística segundo a qual ele teria vendido 750 milhões de discos (o que acredito!), muito à frente dos beatles, que teriam vendido 170 milhões e de Elvis Presley, que teria vendido 140 milhões.
Ao que eu respondi imediatamente:

Caro Megale
Também estou devastado pela perda do ídolo, admirava muito o lado artístico de Michael Jackson, mas vamos com calma nas comparações. Se não me engano, sem consultar nada, pois estou de Blackberry, há um verbete de Guinness, com mais de 15 anos de publicação, que elege os Beatles como a maior entidade vendedora de discos, tendo ultrapassado a marca do bilhão. O que não tira o feito do astro desaparecido. Estou muito triste pelo passamento de Michael, que iluminou o mundo desde criança. Pena que tenha terminado em meio a controvérsias.
Interessante que, apesar da admiração, há mais de 10 anos não ouvia um disco dele, até ..... o último fim de semana, quando viajei para Tiradentes (viu, Boechat!) e escolhi, dentre os 6 CDs eleitos para me distrair enquanto dirigia, o disco Bad de Michael Jackson!!!!
Os outros foram Prelude (de Eumir Deodato), o Bolero de Ravel, Time Out (de Dave Brubeck), e coletâneas do Aerosmith e The Who!
Que coisa!
Depois dizem que não existem pressentimentos!
Abraço
Homero Muito Triste Ventura
Rio de Janeiro

Agora confirmei: na verdade, o número dos Beatles passa do 1,5 Bilhão de discos vendidos, segundo o Guinness Book of Records.
Claro que estatísticas são estatísticas, há fonte e fontes, enfim, números podem divergir. Há quem alegue que os Beatles eram 4, Michael era 1, então, per capita .... enfim, o choro é livre!
E nessa linha da redução a uma mesma base, como o tal 'descontando a inflação...' que se usa muito quando se quer comparar números passados e presentes, não se pode esquecer fatos importantes:
1.        Contagem de discos vendidos depende da época: vender 1 milhão de discos, como Elvis, no final da década de 1950 vale mais do que vender 1 milhão de discos no final da década de 1960, como os Beatles, que por sua vez vale mais do que vender 1 milhão de discos no começo da década de 1980, com Michael Jackson. A população mundial vai crescendo exponencialmente, as técnicas e tecnologias de divulgação vão se aprimorando, a televisão chegando a bilhões de pessoas, e por aí vai;
2.       A carreira de Elvis durou mais de 20 anos, de 1956 a 1977, quando morreu; a carreira de Michael Jackson durou quase 40 anos, desde 1970 (no Jackson Five a 2009, quando morreu; a carreira dos Beatles durou menos de 8 anos, desde outubro de 1962, lançamento do primeiro compacto, com Love Me Do e P.S. I Love You, até o álbum Let It Be, lançado em maio de 1970, um mês depois do fim da banda.

Enfim (terceira vez que uso, coisa feia!), tudo descontado, não se pode esquecer o legado que deixou Michael Jackson, que, felizmente, deverá ser lembrado pelo lado positivo, do astro pop, grande compositor e intérprete, que revolucionou a música, e porque não dizer, a dança.
Certamente, suplantará o lado negativo, controverso (nunca comprovado), que marcou os seus últimos 10 anos de vida!
Muito mais coisa boa a lembrar do que coisa ruim!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

O roqueiro e o violinista

Na dança dos chapéus, entre o roqueiro e o clássico, entre o bar e a igreja, Felipe toca guitarra e violino.

Com o chapéu clássico, ele participa do Grupo Vibrato, que dispõe de variadas configurações de orquestra de câmara para prover música para eventos.

Aliás, no momento, com o baterista do Los Bife de baixo quebrado, o chapéu roqueiro está dependurado no armário.

No caso de saberem de alguma pessoa que esteja organizando um casamento, uma festa, um coquetel, e que tenha interesse em oferecer boa música clássica aos convidados, indiquem o Grupo Vibrato como opção, conforme o cartão abaixo!

 


Abraço

Homero Agenciando Ventura

terça-feira, 16 de junho de 2009

Jessica Returns

Meu pequeno artigo suscitou muitas respostas, inclusive de gente que há tempos não 'aparecia', o que me deixou muito satisfeito.

Veio opinião inclusive de 'universitários' convocados por alguns correspondentes, o que veio aumentar a minha lista!

Listo nesta mensagens as sugestões apresentadas, sem juizo de valor. As indicações passam por instrumentistas brasileiros, músicos estrangeiros fenomenais que eu conheço, outros que eu tenho vergonha de não conhecer, mas graças a este esforço de pesquisa, vou conhecer finalmente.

E até Snoop Dogg apareceu, e eu nem mesmo sei do que se trata!

Houve quem indicasse clássicos como Bolero, Danúbio Azul, e eu aproveitei para dar o seguinte depoimento:
Sabe, Bolero esteve para entrar na lista, mas decidi não colocar clássicos. Ouvi Bolero em LP, quando criança, milhares de vezes, gastei várias agulhas! E foi um dos primeiros CDs que comprei (logo depois de Abbey Road), em orquestra regida por Von Karajan. Emociono-me a cada vez que a ouço, aquele começo leve, quase inaudível, aquele crescendo com cada vez mais instrumentos, primeiro um violino, depois dois, depois milhares, é o que parece, alternadamente com os metais, outros milhares, aquele repique ao fundo, TaTaTaTaaaa TaTaTaTaaaa TaTaaa, cada vez mais alto, parece um exército chegando ao longe, a gente ouvindo os soldados cada vez mais perto, até chegar perto do clímax, quando a coisa muda de tom, majestoso, anunciando a vitória que está próxima, ou a chegada do exército vitorioso, não sei qual era a intenção de Maurice Ravel ao compor sua obra-prima, mas como ele era francês, sempre imagino o exército de Napoleão. Seguro que é a clássica que mais gosto, principalmente por gostar de todo e cada minuto da obra. Claro que admiro Mozart, Beethoven, Strauss e outros, mas se ouvir a composição toda, sempre há altos e baixos. No Bolero, não, a gente gosta de tudo, vai ficando cada vez mais arrepiado (como estou neste momento ao escrever e lembrar).

Enjoy!!!


Homero Divulgador Musical Ventura


Houve também indicação de trilhas sonoras, como por exemplo, The Good The Bad and The Ugly, Somewhere In Time, Indiana Jones, Blade Runner e até o meu querido James Bond Theme, mas acho que não cabe aqui, assim como os clássicos.
Bem, eis a lista, neste link.
Pena que a canção que mais apareceu foi "Várias".
Se quiser aumentá-la, às ordens!!!!

Ouvidor defende Petrobras

Faço rápida menção a um artigo publicado pelo primo Ouvidor da Folha a respeito da Petrobras, que anexo, para referência. Versa favoravelmente à empresa sobre a absurda polêmica causada pela sua decisão em divulgar em seu blog, as perguntas feitas pelas instituições jornalísticas já com as respectivas respostas, antes da publicação oficial.
Ou seja, imprensa séria existe!

Homero Um Pouco Aliviado Ventura

sábado, 13 de junho de 2009

Frases Possíveis

Estava pensando nquela frase que deve estar na cabeça de Jack Bauer, naqueles dias em que conhecemos sua via, na série 24 Horas.

Afinal, vemos cada segundo de sua agiatada vida em defesa do mundo.
Daí, comecei a pensar outras frases que poderiam sair de outras bocas. Comecei com gente fictícia, personagens de filmes, histórias em quadrinhos, e cheguei a gente real, como políticos, artistas, esportistas, enfim. A criatividade acabou! Agora, passo para você!
Proponho então um pequeno jogo. Procure fazer a associação entre as frases do lado esquerdo e as 'gentes' do lado direito que poderiam muito bem tê-las proferido, em algum momento das vidas delas, reais ou virtuais! Já preenchi o primeiro quadradinho, com a frase de Jack Bauer!
Diga-me quantas conseguiu descobrir! E adicione alguma que lembrar!
Espero que se divirta!


Hoje, eu não devia ter saído da cama!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Hoje, eu não devia ter saído da cama!

.... pensou Jack Bauer ......
Estamos em meio à 7ª temporada brasileira de 24 Horas, uma das séries de maior sucesso da TV americana. E, claro, estou grudado na Fox, Canal 50, toda terça-feira às 22 Horas (ou seria 24?)
É a única série que acompanho!
O que me levou a assistir à 1ª Temporada, em 2003, foi a curiosidade pelo formato: são 24 episódios, cada um com uma hora de duração, acompanhando exatamente, on-line, tempo real, minuto a minuto, um dia intenso do super-agente Jack Bauer e seus colegas da UCT- Unidade Contra Terrorismo- de Los Angeles. Envolvia muita tecnologia de espionagem, um Big Brother de primeira, localização por satélite, com sensores de calor para perceber movimentações dentro de edificações, sistema de informações com velocidade WARP, acessadas em poucos segundos, e celulares poderosíssimos. O que seria deles se não fossem os celulares?!
E a série me pegou de jeito!
Nas seis temporadas que já vimos, Jack Bauer salvou a vida de dois presidentes americanos, viu sua mulher ser assassinada por uma agente dupla, a filha sequestrada, foi obrigado a matar dois amigos por um objetivo maior, viu o próprio pai matar o irmão (os dois não eram coisa que prestasse), salvou Los Angeles de ataques químicos, e atômicos, desbaratando redes árabes, colombianas, chinesas (e até mesmo americanas), de terroristas, traficantes e fanáticos, enfim, uma saraivada de emoções que nem o Rei suportaria.
Mas Jack Bauer é o cara!

Na atual temporada, ele não está em Los Angeles, mas em Washington, e não tem o apoio da UCT, que foi fechada pelo governo devido a alguns métodos de persuasão usados para obter informação de bandidaços explícitos. Mas continua ajudando o país, e seu Presidente, desta vez uma Presidenta. E aqui apresenta-se uma constante da série: uma crítica ao comando do maior país do mundo. Os dois mandatários mor salvos por Jack são negros, sorry, Afro-Americans, super gente fina e corretos até a última gota, enquanto que os presidentes brancos são mancomunados com a indústria bélica, sendo que um deles, 171 safado, acaba sendo desmascarado e preso por Jack e sua trupe. E a mulher-presidente também não joga água fora da bacia. Percebe alguma ligação com a realidade americana de hoje e da última administração?
Estamos no meio da temporada, mas já dá pra dizer que é alucinante, melhor que as duas últimas, mas a única pena é não ouvir-se mais o ring-tone da UCT, marca registrada da série..
Pensando nas alucinâncias de um dos episódios, logo após o seu final, pensei na frase do título, que bem poderia estar no pensamento de Jack, em algum momento de introspecção que ele deve ter, que ele Precisa Ter, que ele TEM QUE TER, ao longo dos seus agitados dias, enquanto salva o mundo, mas que a gente nunca testemunha: um estágio no banheiro, por exemplo, uma parada para um sanduíche, uma coca-cola, ou mesmo um espirro! Nada disso se viu em nenhum dos 6,5 dias de sua vida que conhecemos!

Se eu fosse você, não perderia!

Homero Com Jack e Não Abro Ventura

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sr. Barock ... ou seria ... Sr. Spack?

Star Trek teve 5 séries na TV: a original, a Nova Geração, Deep Space 9, Voyager e Enterprise.
Sou fissurado na primeira, admiro a segunda e nunca vi nada das últimas. 
Como fã, comprei há tempos uma caixa de fitas VHS (ainda existe a mídia!) com os episódios-piloto das quatro primeiras séries.
Nessa onda Star Trek que vivo hoje, revi o piloto da Clássica (aliás, os dois), vi pela primeira vez o da Nova Geração, e o da Voyager, chamado 'The Caretaker'.
Muito bons os dois novos!
A nave Voyager é comandada pela Comandante Janeway, provavelmente a primeira mulher a comandar uma nave estelar. E logo em sua primeira missão, a nave cai numa armadillha que a leva a um quadrante nunca antes atingido, a 70.000 anos-luz de distância.
Nenhuma alusão a Tico e Teco, por favor!
Com certeza, ela acabou indo (literalmente) aonde nenhum homem jamais esteve, obedecendo fielmente ao mote criado por Gene Rodenberry.
E a série toda trata das tentativas de encontrar o caminho de volta.
Interessante observar que o tal Caretaker é uma entidade que toma conta de uma população que vive no subterrâneo de um planeta que perdeu as condições de vida na superfície devido a quê? A um grande aquecimento global! Profético, não?
Bem, tudo isso é para comentar um dos tripulantes da Voyager, um vulcano, portanto totalmente lógico, racional e de orelhas pontudas.
Até aí tudo bem, mas a novidade é que ele é negro!!!
Seu nome é Tuvok.
Como quase todo vulcano que eu conheci no maravilhoso mundo trekker, ele tem um nome curto, terminado em 'k'.
Veja:
1.      Spock,      o grande Spock, apresentação não necessária;
2.      Sarek,      o pai do grande Spock, que conhecemos na série clássica;
3.      Sybok,      o irmão do grande Spock, que conhecemos no quinto filme no cinema;
4.      Saavik,     o caso do grande Spock, uma tenente que conhecemos nos primeiros quatro filmes no cinema. Diz a lenda que o grande Spock visitou Saavik, no sentido bíblico, como parte do processo de recuperação de sua memória, no final do terceiro filme. Danadinho!

E o fato de Tuvok ser um vulcano 'afro-americano' veio a mim justamente numa semana em que soube de uma interessante comparação que se faz na mídia americana: Sr. Spock com Barack Obama.
Segundo esses especuladores, Obama é a personificação de Spock!
Senão, vejamos:
1.         Obama é filho de mãe americana e pai de outro mundo, o mundo africano;
2.         Spock é filho de mãe americana e pai de outro mundo, literalmente;
3.         Ambos cresceram em conflito interno sobre sua origem;
4.         Ambos abraçaram, em um ponto de sua vida,  um culto religioso em busca de purificação;
5.         Ambos circulam magnificamente entre raças diferentes com desenvoltura e são considerados embaixadores da diversidade racial;
6.         Ambos têm rosto anguloso.
7.         Ambos têm orelhas grandes!

Aliás, o ponto 5 foi magnificamente demonstrado recentemente, no discurso de Obama no Cairo, se bem que num tipo de diversidade que é pouco discutida na série, a diversidade religiosa.
Outro dia, em uma entrevista em que saudou a todos com a saudação vulcana 'Live Long And Prosper', Obama declarou ser fã da série desde criancinha, e que assistiu, e aprovou, o novo Star Trek!
Ou seja, Obama é trekkie!
Não é à toa que é um cara legal!!
E, pra finalizar, tem um nome curto, terminado em 'k'!!!


Tudo a ver!


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Los Bife na PUC

Hoje, a banda Los Bife toca no CRA-A da PUC às 7:30, mas ele pediu pra não divulgar.
Diz que o som pode não ser bom, o lugar deve ser pequeno, e o público só de jovens estudantes!
Então, se você conhece estudantes da PUC, avise-os!
Com certeza, entrarão no crescente grupo de fãs do Los Bife.
Eu serei um velho que estará lá!!!
Abraço
 Homero Fã Número 1 Ventura