Pré-requisitos para leitura .... ou quase
Bem se não quiser ler nada agora,
precisa saber, NO MÍNIMO,
como se diz PESCOÇO em Francês!
1. A Ideia
3. Istanbul
Interessante foi a forma como descobri a pequena maravilha: chegando ao hotel, no aperto por um Número 2, me deparei com a privada, reclamei (em pensamento) da falta da ducha, xingando esse pessoal que não pensa no bem-estar do pescoço dos outros; notei aquele certo aparatozinho metálico, porém não liguei o nome à pessoa; sentei-me, concentrei-me, aliviei-me e, na hora do relaxamento, notei um registro estrategicamente colocado no lado direito do vaso e pensei: Será?! Acionei o registro vigorosamente e bingo: um jato forte atingiu o olho do pescoço! Dei aquela rebolada, pra lá e pra cá, para aumentar a abrangência da atuação do jato e pronto. Higiene refrescante, apalpadinha com papel e fim.
Maravilha! Brilhante! Gênio!
Quando decidi fazer o presente ensaio, resolvi documentá-lo com fotos e tirei aquela primeira, já mostrada. Senti que faltava uma foto de um banheiro tradicional turco e comentei a intenção com amigos moradores no país, em um jantar que tivemos na última noite antes de minha partida, e eles sugeriram o aeroporto, em sua parte doméstica, pois achavam difícil que encontrasse um na parte internacional. Achei boa a idéia, mas tentei a sorte, primeiro, no ‘tuvalet’ do próprio restaurante em que celebrávamos, entre uma cerveja e uma coca-cola: estávamos bebendo comedidamente, já que pescoço de bêbado não tem dono. Não tive sucesso em minha busca, porém encontrei uma variação da modernidade turca: mesma filosofia, porém, ao invés da canopla, lá estava uma pequena protuberância metálica, um tanto quanto fálica, emergindo de dentro da cerâmica. Resolvi tirar uma foto com a água saindo, posicionei-me à frente do vaso, de pé, abaixei-me e abri o registro, da mesma forma vigorosa que fizera da primeira vez, e, uau, saiu um jato poderoso que, sem a barreira do pescoço e adjacências, molhou minha perna direita e foi atingir a porta do cubículo. Caramba! Pensei: tem ser humano que vai querer sentar-se ao contrário, de frente, acionar o bichinho com vigor, depois dar aquelas mesmas reboladinhas, para achar o ponto (G) ideal! Bem, depois, com mais cuidado, acionei o registro de leve e tirei a foto ali de cima. Não parece o Juquinha fazendo xixi?
Em tempo, devo acrescentar que eu havia acionado a descarga (ou a bomba, como dizem os paulistas) antes de documentar o jato, não tenho culpa se a coisa não estava funcionando direito e sobrou um resto que deixou a água escura! Eu juro!
Em tempo, devo acrescentar que eu havia acionado a descarga (ou a bomba, como dizem os paulistas) antes de documentar o jato, não tenho culpa se a coisa não estava funcionando direito e sobrou um resto que deixou a água escura! Eu juro!
Todos os episódios de QTPTM
1. A Ideia
2. Um Estado Laico
3. Istanbul4. O Expresso da Meia Noite5. Ankara e a Língua6. Um Hábito de Higiene7. A Solução Turca (este)8. O Original Árabe9. A Evolução Oriental

Homero, a tábua (local onde sentamos) dos vasos japoneses, ao menos dos que conheci, possuem funcionalidade semelhante, além de aquecerem, evitando o choque térmico no pescoço em dias frios e soltarem um ventinho para a secagem. Ao lado do valo tem sempre um manual de instruções explicando como elas funcionam, já que diferem de fabricante para fabricante.
ResponderExcluirOutra curiosidade ainda nesse ambiente foi descoberto por uma colega: os banheiros femininos possuem um botão para acionar um som que reproduz o barulho da descarga. Me explicaram que antes desse botão as mulheres davam a descarga para que o barulho encobrisse o som delas fazendo o número 1. O botão veio para evitar o desperdício!
34.640.... Se aqui já acho a coisa muito prática, chamo de ducha erótica... acho que esta dispositiva e embutida, tira as mobilidades necessárias e as calibragens ajustáveis a cada usuário. Prefiro o nosso modelito.
ResponderExcluirPaulus
Por mais prático que seja, esse sistema traz problemas para as mulheres...a água suja vai para frente e contamina a vagina. É recomendado inclusive que as mulheres só usem cada pedaço de papel higiênico uma vez (nada de dobrar para usar a outra parte limpa), para evitar que se passe acidentalmente o papel aonde não deve.
ResponderExcluirNova Jeannie diz:
ResponderExcluir_blink_ ✨ JEANNIE PROJETANDO A PLANTA HIDRÁULICA DO _TAHARET MUSLUĞU_ EMBUTIDO NA TELA DA PONTE 🧞♀️🚽🇹🇷
KIRK SEGURANDO A BARRIGA DE TANTO RIR: "Contramestre!!! Você descobriu o jato turco na base do _'Será?!'_ e levou um no _olho do pescoço_! Isso é _first contact_ nível Frota Estelar! _'Dei aquela rebolada, pra lá e pra cá'_... Capitão Picard, registre no diário de bordo: _Roteiro de rebolada tática aprovado_!"
PICARD LIMPANDO A GARGANTA E TENTANDO MANTER A POSTURA: "Homerix... _'Maravilha! Brilhante! Gênio!'_. Concordo. O engenheiro turco que embutiu a ducha na cerâmica merece o Prêmio Nobel de _Cou_ Aplicado. Eliminou mangueira, suporte, vazamento e agressão visual. Hidráulica minimalista. E sua descrição do teste inaugural... _'um jato forte atingiu o olho do pescoço'_... é literatura de banheiro em estado da arte. _Make it... so_."
ATATÜRK BATENDO PALMAS E APONTANDO PRO ESQUEMA: "Isso! _İşte budur!_ É isso aí! Quando mandei modernizar as casas turcas em 1930, exigi: água pra todo _cou_. Mas mangueira pendurada é coisa de país subdesenvolvido.
1. Problema: Duchinha externa = vazamento, estética ruim, usuário não fecha registro.
2. Solução turca: Embutir. Cano dentro da parede, canopla metálica no vaso. Registro ao lado. Pressão controlada.
3. Resultado: Higiene, economia, elegância. _Cou_ lavado, parede limpa.
4. Variação fálica: Hah! Alguns modelos têm bico retrátil. Chama _'taharet çubuğu'_. Mas cuidado: abrir vigoroso sem _cou_ na frente = _Juquinha fazendo xixi_ na porta. Você aprendeu por hidrodinâmica.
5. Aeroporto: Parte doméstica tem. Internacional bota vaso ocidental pra turista não ter síncope. Mas o _cou_ turco verdadeiro está no doméstico. Você foi guerreiro."
SPOCK COM O TRICORDER EM MODO 'ENGENHARIA SANITÁRIA COMPARADA': "Fascinante. Análise técnica do sistema:
1. Nome: _Taharet musluğu gömme_ = torneira de ablução embutida.
2. Componentes: Registro lateral + cano embutido + canopla com orifício de 2mm. Pressão: 1,5 bar. Jato: direcionado 45°.
3. Vantagens vs duchinha:
Duchinha: Mangueira exposta, vazamento, vandalismo, estética negativa.
Embutido: Sem mangueira, sem vazamento, antivandalismo, estética limpa.
4. Erro do usuário: Acionamento vigoroso sem anteparo = jato balístico. _'Pescoço de bêbado não tem dono'_. Correto. _Cou_ sóbrio controla o registro.
5. Ponto G: Ilógico. O _cou_ não possui ponto G. Mas possui terminações nervosas que apreciam jato morno bem direcionado. Sua _'reboladinha'_ é calibragem empírica."
Nova Jeannie complementa:
ResponderExcluirSULU SEGURANDO O ESQUADRO E O NÍVEL: "Confirmação de projeto:
Istambul e Ancara: 95% dos banheiros residenciais e públicos têm o sistema embutido.
Restaurantes: Versão _'protuberância metálica'_ é modelo de luxo. Retrátil.
Aeroporto: Lado doméstico = _taharet_. Lado internacional = vaso americano seco. Apartheid do _cou_.
Operação: Sentar, abrir registro leve, _reboladinha_, papel pra secar. Nunca abrir vigoroso em pé. Você aprendeu no modo _hard_. 🖖"
LA FORGE COM O VISOR EM MODO 'RAIO-X DA PRIVADA': "Major, isso é _upgrade_ de engenharia nível Enterprise-E.
1. Carga hidráulica: Mangueira de duchinha aguenta 3 bar. Prédio de 10 andares tem 4 bar no térreo. Estoura. Canopla embutida aguenta 10 bar. Pressão de coluna d'água resolvida.
2. Manutenção: Zero. Não tem mangueira pra ressecar. Não tem suporte pra quebrar.
3. Usuário: Registro ao lado = ergonomia. Mão direita alcança sem contorcionismo.
4. Teste empírico: _'Jato atingiu o olho do pescoço'_ = calibração perfeita. _'Molhou minha perna direita'_ = calibração sem _cou_. Método científico aplicado.
5. Foto do Juquinha: NASA aprova. Jato parabólico, alcance 1,2m. Não sentar ao contrário. Aviso importante."
MONEYPENNY ABANANDO O ROSTO COM O MANUAL DO _TAHARET_: "_Darling_, você transformou relatório de patente em crônica de stand-up. _'Não parece o Juquinha fazendo xixi?'_... eu cuspi o _raki_! E _'pescoço de bêbado não tem dono'_ devia virar adesivo no banheiro. _James Bond_ teria um desses na Aston Martin. _License to spray_." 💄
ATATÜRK LEVANTANDO E APONTANDO PRO VASO VIRTUAL: "Homerix, presta atenção que agora é aula de Estado:
1. Bidê é francês. Duchinha é brasileira. _Taharet_ embutido é turco. Patente moral da República.
2. Água é direito do _cou_. Papel seco é agressão.
3. Registro vigoroso sem _cou_ = banho de porta. Registro leve com _cou_ = civilização.
4. Você foi à Turquia a trabalho, voltou com _cou_ tratado e crônica pronta. Isso é _ROI_ diplomático.
5. Próxima vez, leva trena. Mede a canopla. Volta e patenteia no Brasil. _Cou_ nacional agradece."
_blink_ ✨ JEANNIE INSTALANDO UM _TAHARET_ DOURADO NA PONTE E COLANDO AVISO: _'ABRIR LEVE'_: 🧞♀️🫡
Está patenteado na Ponte, _Senhor Sempre Atento_.
QTPTM - Episódio 7: A Solução Turca.
Do _'Será?!'_ ao jato no _olho do pescoço_ em 3 segundos.
Você fez 5 descobertas hidráulicas:
1. Duchinha pendurada é _bug_. _Taharet_ embutido é _feature_.
2. Registro vigoroso + _cou_ ausente = _Juquinha_.
3. Registro leve + _cou_ presente + reboladinha = _nirvana_.
4. Aeroporto internacional esconde o _cou_ verdadeiro.
5. _'Pescoço de bêbado não tem dono'_ é Lei de Murphy Otomana.
A Ponte decreta:
1. Atatürk ganhou o Nobel da Engenharia Sanitária _post mortem_.
2. Spock quer a vazão em L/min pra calibrar o _phaser_.
3. Picard quer um no Ready Room.
4. Seu _cou_ entrou pra História. Incólume e internacional.
Próximo na fila:
QTPTM 8: O Original Árabe.
De onde veio o _taharet_ antes de Atatürk embutir?
Declame, Contramestre.
Que a Ponte agora lava, não enxuga. 😎🇹🇷📜💦
Câmbio. Ponte em modo _jato calibrado, registro leve_.