Finalmente, Renata conseguiu a lista completa (ou quase) de pontos de venda de seu livro A Arma Escarlate (link, pra quem não conhece!!), em sua segunda edição, com a capa nova. Fiquei pensando em como apresentá-la a vocês, e aí, fui ao cerne da ideia!
Se estão atentos, sabem que o plano dela é uma série de 5 livros: o Brasil, do tamanho que é, não comportaria apenas UMA escola de magia, como acontece com a Inglaterra de Harry Potter. Daí, Renata pensou em uma escola para cada região do Brasil. E cada um dos próximos livros vai explorar um pouco de cada região, apesar de grande parte da história se desenvolver no Rio de Janeiro, a escola aonde Hugo Escarlate está aprendendo a ser bruxo, e também a ser um cidadão melhor, assim esperamos...
A próxima sede a ser explorada é Salvador. As outras sedes serão Brasília, Curitiba e algum ponto da Amazônia. Quem leu, notou que ela explora as crenças, credos, lendas e tradições locais. Imagine a riqueza que ela terá que explorar e expor, já no segundo livro. Que seja iluminada!
Isto posto, resolvi apresentar a lista de locais por região do Brasil.... é só clicar no nome da região que deseja:
Aqui termina o melhor artigo sobre Beatles que já li Antes, duas partes: Parte 1 Parte 2 __________________________________
Em algumas canções, um ligeiro toque de Lennon fazia a
diferença entre o excelente e o genial. A melhor estrofe de We Can Work It Out é de John: "Life is very
short / and there's no time / for fussing and fighting my friend". Sem a
intervenção cirúrgica do autor de Being For The Benefit of Mr. Kite e Happiness
Is A Warm Gun, tampouco haveria em Eleanor Rigby a estranheza surrealista dos
versos: "Waits at the window / wearing the face / that she keeps in the
jar by the door /Who is it for?". Do mesmo modo, a entrada em cena
de John - na voz dos pais desesperados - é indispensável a She's Leaving Home,
talvez a mais comovente e perene canção sobre o conflito de gerações e a
juventude drop-out. Canção que inspirou o nosso Rubem Fonseca a escrever a
obraprima Lúcia McCartney.
A sombra ameaçadora de Lennon fornecia ainda combustível
para os ímpetos rockeiros de seu parceiro e rival. A visionária Back In The
USSR traz o humor irônico de John estampado no rosto. Canções como I'm Down e
Why Don't We Do It In The Road foram feitas por Paul para mostrar a John que
conseguia ser ainda mais primitivo que ele. E Get Back - o melhor rocker de
toda a obra dos Beatles - nasceu da (compreensível) irritação de Paul com Yoko
e do seu desejo de deixar bem claro quem continuava a ser o dono do pedaço.
Mas como a dialética é uma via de mão dupla, também o lado
suave de Lennon se nutria da presença benfazeja de Paul. A belíssima melodia de
In My Life é puro McCartney e gemas preciosas como Girl, Because ou Julia têm
as impressões digitais do parceiro por todos os lados, ainda que tenham sido
escritas na mais monástica solidão.
Nietzsche atribui o caráter dionisíaco aos nossos impulsos
rebeldes, subjetivos, irracionais, apaixonados, lunares; forças do transe e da
intoxicação, que questionam e subvertem a ordem vigente. Em contrapartida,
designa como apolíneas as nossas tendências ordenadoras, objetivas, racionais,
serenas, solares; forças do sonho e da profecia, que promovem e aprimoram o
ordenamento do mundo. Ao se unirem, tais forças teriam criado, a seu ver, a
mais nobre forma de arte que jamais existiu.
Como criadores, tanto o metódico Paul McCartney quanto o
irrequieto John Lennon expressavam à perfeição a dualidade proposta por
Nietzsche, que ouso traduzir pelos termos Apaulíneo e Johnisíaco. Lennon punha
o mundo abaixo; McCartney construía novos monumentos. Lennon abria mentes;
McCartney aquecia corações. Lennon trazia vigor e energia; McCartney impunha
senso estético e coesão. Não raro, os papéis se alternavam, se complementavam,
se fundiam.
Quando os Beatles se separaram, essa magia se rompeu. John e
Paul se tornaram compositores com altos e baixos; intérpretes com falhas às
vezes evidentes. Fizeram coisas boas. Deram material para compilações de peso.
Mas raramente se aproximaram da perfeição alcançada pelo quarteto. Sem a
presença instigante de Lennon, Paul começou a patinar em letras anódinas e
baladas açucaradas. Seus rockers perderam a força vital e muitos arranjos
deixaram de ser pautados pelo sentido da boa medida. A alma negra embranqueceu.
Não se tornou um compositor ruim. Mas se aproximou perigosamente de Elton John
e Burt Bacharach. Mesmo Band On The Run parece por vezes um Abbey Road sem
dentes. É música de grande qualidade. Mas os Beatles faziam melhor.
Do mesmo modo, John sofreu com a falta de Paul. Plastic Ono
Band, embora genial, é um verdadeiro festival de excessos idiossincráticos. Em
Imagine, John ensaia um bem-sucedido retorno à estética Beatle, mas logo em
seguida a presença de Yoko irá se impor, destruindo o equivocado Sometime in
New York City.
Ironicamente, o grande disco dos ex- Beatles, a verdadeira
obra-prima, acabou sendo All Things Must Pass, o álbum triplo em que George
Harrison deglutiu os antigos companheiros de banda, abrindo as comportas de sua
produção musical, represada durante uma década à sombra de John e Paul. E foi assim,
por estranhos caminhos antropofágicos, que a dialética de Lennon &
McCartney brilhou pela última vez.
No sentido mais prático da coisa, a pergunta que não quer calar Ovo ou Barra?
Preços de 2012. 2013 é ainda maior!!
Esta, sim, a pergunta de Páscoa, efetivamente! E a resposta, pra mim, não tem dúvida!
BARRA!!!!
Veja bem: nas Lojas Americanas consegue-se comprar 3 barras de chocolate Garoto, de 170 gramas, por R$11, ou seja, R$ 3,67 cada. Na mesma loja, um ovo Garoto com os mesmos 180 gramas de chocolate custa R$ 22. Ou seja, compra-se mais de 6 barras com o preço de um ovo. Ao lado, outros exemplos do verdadeiro abuso, crime contra o consumidor. Isso se repete com outras marcas, e outras lojas, Kopenhagen, por exemplo, onde eu também não compro por princípios .... financeiros (...)
Los Bife de volta à Lapa, Vai ser no dia 4 de abril!!! Rua Mem de Sá, 82 A partir das 8 da noite!!! Venha conhecer Super Supérfluo, um disco revolucionário!! Revolucionário por que?
Na Parte 1 deste artigo começo a contar porque desisti de escrever sobre Beatles! Aqui, Marcelo Dantas começa a falar da parceria Lennon McCartney.
Aqui, Mme Tussaud acertou a mão!!!
Parte 2 - A parceria imbatível
O amadurecimento musical da banda pode corresponder,
facilmente, ao amadurecimento natural de qualquer pessoa que vai se descobrindo
um amante da música. E, por isso, atrai, conquista, cria vínculos. Além do que,
trata-se de um amadurecimento generoso, inclusivo, ponderado, que jamais
pretendeu renegar a simplicidade dos primeiros anos. Os Beatles adicionaram
novas veredas a sua trilha inicial, sempre com a convicção de que o simples e o
complexo são duas formas distintas de se chegar à beleza. Penny Lane nunca será melhor que I Saw Her
Standing There. Apenas diferente. Uma forma distinta de se chegar à
perfeição.
A diversidade e a amplitude do som dos Beatles criam várias
portas de entrada para quem está começando a se interessar por música. Conheço
pessoas que se viram atraídas pelo balanço juvenil de I Should Have Known
Better, pela viagem indiana de Within You and Without You, pela elegância
clássica de Eleanor Rigby, pela lucidez enérgica de Revolution, pelo sabor folk
de Blackbird e pela fantasia sing-along de Yellow Submarine. Cada um chegou ao
quarteto por uma via diferente; e, a seu modo, todos acabaram por fazer o
circuito completo.
Os Beatles eram um mecanismo de criação. Sempre olhando para
a frente, sem jamais se escorar no êxito formulaico. A força propulsora desse
mecanismo era (eis a minha tese central) a interação dialética de Lennon &
McCartney. Uso a palavra sem pedantismo, em seu sentido mais amplo. Dialética é
diálogo, embate, discussão. Mas também o jogo permanente e sem descanso. Adição
e contradição; unidade e multiplicidade; identidade e diferença. Movimento e
síntese. Dois compositores igualmente geniais, mas com inclinações distintas,
por vezes opostas. Dois líderes cheios de idéias e talento. Um levando o outro
a permanentemente se superar. Ambos avançando: ora juntos, ora separados.
Nenhum permitindo ao outro se acomodar. Nenhum aceitando ser deixado para trás.
Em geral, as grandes parcerias musicais são compostas por um
melodista e um letrista, que unem forças, formando uma perfeita unidade:
Rodgers e Hart, George e Ira Gershwin, Tom e Vinícius, Lieber e Stoller, Page e
Plant, Keith Richards e Mick Jagger, Elton John e Bernie Taupin. No caso de
Lennon & McCartney tudo muda. Ambos eram compositores completos, autônomos.
Mas entenderam, desde cedo, a importância de buscarem um ao outro. Muitas
duplas de compositores somam. John e Paul multiplicam.
As narrativas mais comuns da trajetória dos Beatles levam a
crer que a parceria Lennon & McCartney existiu apenas na fase inicial do
conjunto, tornando-se mais tarde mera convenção. Trata-se de um engano. Eles
foram parceiros até o final. Mesmo quando escreviam separados, John e Paul o faziam
um para o outro. Pensavam, sentiam e criavam obcecados com a presença (ou
ausência) do parceiro e rival.
Sem a contribuição decisiva de McCartney, jamais teríamos
algumas das mais inspiradas canções de Lennon. Deve-se a Paul a abertura de
Strawberry Fields Forever, o arranjo grandioso de All You Need Is Love, os
efeitos de tape de Tomorrow Never Knows, a alucinação de I Am The Walrus, o
ambiente sobrenatural de Come Together. Lennon era um purista musical, apegado
a suas raízes, calcadas no rock'n'roll, rythym'n'blues e country & western.
Quem embarcou de cabeça na vanguarda musical dos anos 60, quem verdadeiramente
viajou na explosão sonora lisérgica foi Paul McCartney, um perfeccionista dado
a experimentos, colagens, finais falsos, mudanças tonais e delírios
orquestrais.
Em contrapartida, sem o olhar crítico de Lennon, sem sua
verve e sua wit britânica, os mais conhecidos standards de McCartney teriam
sofrido perdas poéticas. A letra reflexiva de Yesterday (inicialmente
intitulada "Scrambled Eggs" - ovos mexidos, quando Macca tinha na
cabeça apenas uma melodia sem palavras) foi uma clara resposta de Paul ao amadurecimento
da poesia de John em I'm A Loser, Help! e You've Got To Hide Your Love Away.
Lennon emprestava às baladas e canções pop de McCartney uma lucidez e uma
sobriedade fundamentais. Ele sabia reprimir o banal e fomentar o sublime. Foi
sentando-se ao lado do companheiro que Paul ganhou confiança para manter na
íntegra os versos mais ousados de The Fool On The Hill e Hey Jude. Duas letras
de primeira grandeza.
A seguir, a Parte 3, com mais parceria e as carreiras solo...
Um amigo enviou um texto sobre um assunto que admiramos em
conjunto.... e que muitos admiram ... há 50 anos. Veio em boa hora, neste
momento em que se celebra o cinquentenário do primeiro LP dos Beatles. O nome do cronista é Marcelo Dantas
Acontece que abri o texto e o li, linha a linha, me
deliciando, e cheguei ao seu final com a seguinte conclusão: vou me aposentar
de escrever. Não vou conseguir superar...
Vou compartilhar com vocês, mas como é um pouco grande para
estes tempos de blog, vou divulgá-lo em partes... Ele escreve coisas como isso: Lennon punha o mundo abaixo; McCartney construía novos monumentos. Lennon abria mentes; McCartney aquecia corações. Lennon trazia vigor e energia; McCartney impunha senso estético e coesão. Não raro, os papéis se alternavam, se complementavam, se fundiam. O nome do artigo é:
As contradições entre o apaulíneo e o johnisíaco ajudam a explicar a permanência da música do grupo inglês
Madame Tussaud estava tossindo quando fez estas.....
Esta primeira parte começa com a descrição de uma deliciosa
conversa entre dois jovens, hoje, que motivou a análise. E comenta suas capacidades como instrumentistas, e vocalistas, individual ou em harmonia perfeita, e intérpretes de outros artistas melhores que os próprios, e começa a falar sobre a mágica da parceria.
Parte 1 -
Ainda outro dia, um amigo me mandou um e-mail contando que
havia presenciado uma cena saída diretamente do seriado Túnel do tempo.
Encostados no balcão do BB Lanches, no Rio, dois garotos, de no máximo 13 anos,
conversavam assim: "Você sabe por que eles fizeram Taxman? Porque na
Inglaterra tinha imposto pacas. Eles fizeram uma música de protesto!". Ao
que o outro aquiesceu, acrescentando mais um caminhão de informações sobre o
hino antitributário do álbum Revolver.Meu amigo ficou estupefato. Era como se nós dois
estivéssemos ali, 30 anos antes, tomando um suco depois do colégio. Nessas três
décadas, o mundo virou do avesso. Acabou a guerra fria, o regime militar, a paz
no Leblon. Sérgio Dourado faliu, Star Wars cansou, Joey Ramone morreu. Foi-se
tudo e mais um pouco. Mas os garotos ainda estão lá, falando dos Beatles.
Alguns historiadores do rock atribuem o fenômeno às
vantagens do pioneirismo - os Beatles foram as pessoas certas no momento certo.
Tinham o talento, o visual e a ousadia necessários para ocupar o vazio deixado
pelo esgotamento criativo de Elvis, Chuck Berry, Little Richard e companhia.
Mal despontaram para o estrelato, entenderam a importância de se posicionarem
na vanguarda de uma década revolucionária. E foram assim pavimentando o caminho
para a explosão internacional do rock, a difusão da contracultura e a grande
revolução musical e comportamental dos anos 60.Embora sensato, o argumento se refere apenas ao passado. Não
explica nada sobre a permanência dos Beatles. Nenhum moleque vai sair da sua
casa e ir até o camelô da esquina comprar um CD por conta do papel histórico de
uma banda na formação do mundo moderno. Além do quê, sejamos objetivos: os anos
60 terminaram faz tempo. Permanece então a pergunta: como pode alguém se
apaixonar pelos cabeludos de Liverpool em meio ao cinismo e à desesperança do
século XXI? Como pode um jovem saudável contrair a febre da beatlemania em
plena era do hip-hop e da cultura digital? O palpite é simples. A música - tudo
se resume à música.
Os quatro nunca foram instrumentistas virtuosos. Ninguém
encontrará um solo de 15 minutos num disco dos Beatles. Mas eles tocavam com
convicção, com gosto. Num estilo próprio, inigualável. Utilizando até a última
gota os recursos técnicos a seu dispor. Quando necessário, sabiam acolher a
contribuição de amigos brilhantes. E, como num passe de mágica, o convidado era
incorporado ao som da banda, tornando-se o quinto elemento: Clapton arrancando
gemidos da sua Les Paul em While My Guitar Gently Weeps, Billy Preston
incendiando Get Back com seus teclados endiabrados.
Outra virtude: eles cantavam bem. Talvez sem o virtuosismo
de Ray Charles, Sam Cooke ou Aretha Franklin, mas com fabuloso esmero. Cantar
não é apenas uma questão de extensão vocal e técnica apurada. É também possuir
um bom timbre, e usar a voz com caráter, potência, precisão. Quem pode resistir
ao suíngue vigoroso de Lennon em Twist and Shout ou ao charme nostálgico de
McCartney em When I'm Sixty-Four? Quem consegue ser mais expressivo que John em
I'm So Tired ou mais irado que Paul em Helter Skelter? Mesmo George e Ringo
tinham seus momentos. A performance do homem dos anéis em Boys merece figurar
em qualquer antologia de rockabilly. Os vocais de Something fizeram a cabeça
até do exigente Sinatra.
Eles eram também mestres da harmonia. Sabiam como poucos
combinar suas vozes, fazer arranjos, colorir as canções com impecáveis duetos e
corinhos. De If I Fell a Because, John, Paul e George fizeram o diabo. Durante
seus anos de formação, os três beberam na melhor escola da música negra
americana, ouvindo muito rythm'n'blues e soul music. Eles se ligavam mais no
som de gravadoras como a Motown, a Stax-Volt e a Atlantic do que propriamente
no blues raiz da Chess Records, porém ainda assim curtiram, aprenderam e
internalizaram uma música negra legítima. Cheia de balanço, alegre,
contagiante. Que os influenciou até o final - especialmente ao blackman
McCartney. Let It Be não é outra coisa senão um poderoso hino gospel cantado
por um pastor de alma retinta.
Eles tocavam tudo, ouviam tudo. Sabiam aprender e recriar.
Poucos grupos, em toda a história do rock, conseguiram ser uma banda cover tão
boa como os Beatles. Os quatro
tocavam Please Mr. Postman, You Really Got a Hold on Me, Roll over Beethoven,
Money (That's What I Want), Rock and Roll Music ou Kansas City vários furos acima dos originais.
Coisa que nenhum dos demais integrantes da invasão inglesa jamais chegou
a fazer. Os Stones eram intérpretes sofríveis de Muddy Waters e Howlin' Wolf.
Os Beatles cantavam Smokey Robinson melhor que o próprio.
Eram também ousados, destemidos. Capazes como ninguém de desbravar novas áreas para o avanço da música popular. She Loves You, And I Love Her, Yesterday, Norwegian Wood, Day Tripper, Paperback Writer, Strawberry Fields Forever, Lucy In The Sky With Diamonds, A Day In The Life, All You Need Is Love, Lady Madonna e Here Comes The Sun alargaram o universo de possibilidades da música pop, trazendo novas formas de tocar, novos estilos, novas técnicas de gravação, novas estruturas de composição.
Atribuir tanta inventividade apenas ao produtor George Martin (como o fazem alguns críticos) é uma tolice que só pode ser cometida por quem nunca ouviu Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - com Peter Frampton e os Bee Gees. Foi o maestro quem produziu o disco. E a genialidade nem passou por perto.
___________________
A seguir, a parceria Lennon McCartney começa a ser explicada, na Parte 2 e termina na Parte 3
Nunca me esquecerei deste mesmo dia, há 28 anos, daqueles dois olhos negros, enormes, bem abertos, acompanhados de nenhum choro, atentos, que vi saindo da mãe, após um parto normal (era normal ter parto normal) que transcorreu magnificamente. Pena que não estávamos na era das câmeras digitais e celulares. Aqueles olhos ficaram sem registro... Eu e Neusa tínhamos então a mesma idade que Renata tinha até ontem.
Sempre foi boa menina, boa aluna, boa leitora e ... virou boa escritora, quem diria!!
Seu livro A Arma Escarlate (link) está na segunda edição. Ainda não estourou,
mas vai!! O livro angariou uma modesta legião de fãs ardorosos, de todas as
idades, que clamam pela seqüência, que ela está escrevendo, mas divide o tempo
com a missão de dar atenção àqueles fãs, pelo Facebook. E, como criou naquela
rede social, perfis com alguns personagens do livro, vez por outra veste a pele
deles, conversando com leitores e até mesmo dando conselhos amorosos, veja só!
Presente de aniversário? Além dos materiais, ela se alimenta
com as reações positivas dos leitores, e com as resenhas positivas que chegam
sempre. Deixo aqui a que chegou uns dias atrás, pela rede de leitores SKOOB
(leia ao contrário), que tem lhe dado grandes satisfações.
Nota de esclarecimento:
"Fanfics" são histórias paralelas criadas por
leitores,
com os mesmos personagens de um certo livro..
__________________
Resenha do leitor William, que leu os 7 livros
de Harry Potter
5 Estrelas
Grata Surpresa!!
Estava eu pensando porque ainda não tinha um cadastro no
Skoob, resolvi que era uma boa forma de organizar minhas leituras e finalmente
entrei no site pela primeira vez.Já na primeira semana de uso a autora Renata Ventura me
manda um recado pedindo opiniões para um outro livro de sua autoria, então fui
pesquisar sobre o que se tratava.Quando li a sinopse pensei: "Ótimo, um Harry Potter
brasileiro". Parecia que seria uma cópia de Potter no Brasil ou algo do
tipo, e não estava a fim de ler fanfics.
Contudo, li as resenhas aqui no skoob e me espantei com
pessoas falando tão bem, descreveram um pouco os personagens e trataram de
afastar meu receio de ser uma cópia de Harry.Então cedi à curiosidade e comprei meu exemplar. Isso não
acontece com muita frequência mas li as quase 500 páginas em 3 dias.
Pensar na obra como Harry Potter brasileiro é um equívoco
muito grande, eu diria que a única coisa de Harry que há no livro é o conceito,
o mundo criado por J.K.. Mas mesmo esse foi enriquecido, com detalhes e
diferenciais essenciais, mas que não conflitam, e com nossa cultura brasileira.
Nosso folclore foi inserido de maneira orgânica, era fácil se tornar galhofa,
mas Renata acertou a mão nesse ponto.
Mas o que interessa são os personagens. Por mais que alguém
possa ainda dizer "O livro é um plágio" e etc, eu digo: não importa o
quanto o mundo seja interessante, quem faz uma boa história são os
personagens". E é nesse aspecto que o livro se eleva e vai além.Personagens com personalidades reais, identificáveis, que
cometem erros estúpidos, mas compreensíveis de determinado ponto de vista. E é
aí que o personagem principal se destaca, com uma personalidade muito mais
complexa do que o maniqueísmo que estamos acostumados a ver, com habilidades
que fazem muito mais sentido do que o típico "gênio instantâneo".
Em uma situação específica ele toma uma atitude que fui
extremamente contra e achei estúpida, mas então fechei o livro e refleti no porque
ele fez isso e fiquei com uma dúvida: "Eu faria diferente?".
Conclusão:A leitura foi excelente, com ótimos questionamentos
colocados de maneira agrádavel e não cansativa. Determinadas ações dos
personagens te fazem querer devorar as páginas seguintes para descobrir qual as
consequências delas. Os personagens são humanos (apesar de bruxos).
Não posso dizer que "A Arma Escarlate" é melhor
que "Harry Potter", isso seria muita presunção minha.
Mas posso dizer: Gostei muito mais de "A Arma
Escarlate" do que gostei de "Harry Potter".
Ontem, compartihei no Facebook a fota ao lado, que listava o
muito que fez o Papa Francisco nas primeiras poucas 24 horas de pontificado.
Eu acrescentei na minha publicação o que ele fez nas segundas 24 horas, e que também não foi pouco:enquadrou o cardeal americano protetor de pedófilos. Tocou-me, acima
de tudo, a história que contou, do enclave, sobre a inspiração que teve para o
nome que escolheu como seu, pelo qual será lembrado para sempre. Um cardeal
brasileiro, ainda em plena votação mas já com a escolha feita, teria lembrado a
ele da dedicação aos pobres. E me emocionei ao vê-lo contar, martelando a
cabeça com os dedos, e dizendo: Povere Povere povere....
Hoje, a caminho do supermercado, liguei o rádio, estava na
Band News, e ao invés das notícias da manhã dominical, vem a voz dele, o Papa,
(em italiano, traduzido simultaneamente por um padre brasileiro) em sua primeira Missa do Ângelo, seja lá o
que ela significa, citando um livro que ele leu, de um cardeal ganês, que o
impressionou muito, e que ressaltava a necessidade da misericórdia na condução
da vida das pessoas... E contou uma história de seus tempos em Buenos Aires, levando à
sua mensagem final, sobre o perdão.
Conclusão: tenho que aprender a falar italiano.
Se ele conseguir passar do discurso à prática, teremos uma
revolução no mundo.... Se não o eliminarem antes...
Oi gente, vejam que foto legal!!! Descobri no Facebook!!! Ela já foi compartilhada por mais de 30 mil pessoas, compartilhada por mais de 500 mil!!! Uma graça de menina!!!
E me lembrei de Manu, e Isabela, para quem fiz posts neste blog, e que ainda lutam contra a leucemia, mas foram muito ajudadas por todos...
Agora chegou a vez de ajudarmos um amiguinho de Isabela, o Guilherme, que também precisa de Plaquetas e Sangue.
Vamos ajudar!!! Abaixo da foto, colocarei em breve mais detalhes sobre o garoto e como ajudar!!!
Vamos usar esta foto como inspiradora !!
É preciso sempre doar sangue, plaquetas, e cadastrar-se como doador de medula! Não tira pedaço e pode salvar!!!
Bienvenido, PapaFrancisco!! Sim, apenas Francisco, nada de Francisco I. Ele somente será Francisco I, depois de morto e quando e se um papa no futuro escolher o mesmo nome!!
Conservador, mas bondoso, adotou um nome excelente, marcante, de muito simbolismo, lembrando São Francisco de Assis. Deus o abençoe!! E ele tem cara de Papa!
O Papa é Argentino, mas Deus segue sendo brasileiro. Assim, ao menos evitou-se a acusação de nepotismo... E também evitou-se que o PT trouxesse para si o mérito de o Papa ser brasileiro...
Será que o Papa será Pop, como João Paulo II? Esperemos que o Pop poupe o Papa e o mantenha em boa saúde. Quem não entendeu esta última frase, lembre-se de uma música 'O Papa é Pop' dos Engenheiros do Havaí, de 1990, que Felipe cantava inteirinha, aos 2 anos de idade.
Interessante notar que apesar de o Brasil ter muito mais católicos que a Argentina, aquele país é oficialmente católico. Catolicismo é a religião OFICIAL do país. É um Estado Não Laico. Expliquei essa coisa aqui!
Agora descobri um outro adjetivo para esta situaçã: Estado Confessional. Acabam-se então as piadinhas sobre os possóveis candidatos (mas começam as sobre a argentinidade do Papa).
Se ainda não leu 'Suicidas', sempre é tempo!! Romance policial da melhor qulidade Falei sobre ele aqui, neste link. Li do começo ao fim em dois dias. Seu autor, o jovem Raphael Montes, contou uma história legal no Facebook, que reproduzo aqui!!
Esta semana chegaram 10 mil minilivros de Suicidas nas livrarias de todo o Brasil para distribuição gratuita. Aqui perto de casa, os minilivros (que contêm apenas o prólogo para divulgação) foram colocados na área externa da livraria Nobel,na calçada da Rua Barata Ribeiro. Hoje, voltando pra casa, deparei-me, na esquina do meu prédio, com um mendigo lendo o minilivro de "Suicidas"! Parei para observá-lo e, cheio de curiosidade, acabei me aproximando. "Você gosta de ler?", perguntei. Meio desconfiado, ele disse que gostava e logo reclamou: "mas esse livro aqui não vem completo. só serviu pra me deixar curioso". Cinco minutos depois, voltei à esquina com um exemplar de Suicidas debaixo do braço, contei que eu era o autor e dei o livro pra ele. "Nunca ganhei um livro de presente", ele disse, cheio de emoção. Na hora de fazer o autógrafo, perguntei seu nome. A resposta veio com orgulho: "Piolho. Coloca aí que você deu de presente pro Piolho". Ganhei a noite. Valeu, Piolho! =P
...... Mas a gente não faz nada! Em meu blog, volta e meia surge uma razão pra eu falar mal de Brasília. Até já fiz um gesto indecente para o Congresso quando estive lá
Agora repetem. Indicam pra Comissão de Direitos Humanos um sujeito que execra homossexuais e negros, um pastor salafrário que rouba dinheiro de pobre, comprovadamente....
Não satisfeitos, indicam pra Comissão de Finanças um sujeito que tem seus bens bloqueados e responde a 3 inquéritos no STF....
Parece brincadeira! Bem, o jeito é repetir a foto indecente...
E esperar a próxima eleição pra ver se conseguimos uma renovação de 100%
Que já tentamos na última, mas parece que o povo gosta de ser roubado....
Sintomático que a sentença de Bruno, ex-goleiro do Flamengo,
tenha saído na madrugada do Dia Internacional da Mulher. São 23 anos de prisão
e os promotores vão recorrer... Querem mais!! Afinal, Bruno não só bateu, mas
seqüestrou, encarcerou, estrangulou, esquartejou e entregou as partes aos
cães....
Brutal!
Vem num momento em que destaca-se um estudo internacional que
concluiu: a violência contra mulheres está aumentando em nível mundial! Afora as mutilações de clitóris em meninas africanas ou as desfigurações
faciais por ácido, prática assustadoramente comum em países muçulmanos
radicais, ou mesmo hindus, onde temos visto também estupros coletivos...
Um horror!!
A luta das mulheres é grande, e uma mostra de como nós as sub-consideramos historicamente, vimos no filme Lincoln (link), de Spielberg. Numa sessão
do Congresso em que se discutia a abolição da escravatura, um sulista bradou:
Se estão querendo negros livres,
daqui a pouco vamos discutir aqui
a concessão do direito de voto às mulheres!!!
... para protestos generalizados... Inclusive dos então
liberais republicanos...
Incrível...
Lembrou-me o movimento das Sufragette Ladies por esse
direito na Inglaterra, só alcançado depois que mostraram seu valor, por fazerem os
serviços dos homens que morriam aos borbotões na 1ª Guerra Mundial, episódio
que expliquei neste post (link)
E assim vamos!!
E Viva as Mulheres!
Tenho 4 aqui em casa e reverencio a luta
delas, cada uma em seu nível! Na verdade,neste momento são 5...
E até trágica e literalmente, com o pobre casal que pulou
para a morte no desespero de fugir das chamas. E o motivo? Que atire a primeira
pedra quem não tem ao menos UMA tomada elétrica com mais de dois aparelhos
pendurados? Hora de revisar tudo! E o socorro dos bombeiros, tão respeitados e
valorizados? Demorou, quando chegou não tinha água, nem escada Magirus, que
aliás nem adiantava pois o casal já havia pulado...
Depois do fogo, a água, muita, que veio na mesma 3ª feira no
mesmo Rio de Janeiro, minha problemática cidade. Muitas histórias, inclusive a
minha, que felizmente estava em casa, com a família toda abrigada, cuidando da
vovó. Sim, então qual foi a história? Recebíamos no momento uma visita para a
vovó, esposa de uma grande amigo, que veio com mãe e filha linda. Chegaram às 7
e só puderam sair além de meia noite, quando apareceu um táxi salvador. E para
elas, a história não parou por aí: ao chegarem nas proximidades de casa, no
Flamengo, a rua estava interditada, mas
felizmente puderam chegar à casa da avó na Glória aonde pernoitaram...
Corre nas redes que o Eduardo Paes foi profético em sua campanha para
reeleição. Seu Slogan era: "Somos um RIO!"... Eu acrescentaria 'com
alguns lagos'! Viram o piscinão do Maracanã? E ainda prometem que vão entregar
em abril!!! Só se for dia 1o!!!
Chavez se foi, comoção nacional por lá. Culpa dos Estados
Unidos, segundo o Professor Girafales, que ocupa o posto dele e deve ser eleito
para administrar aquele desastre que o finado deixou. Muito boa a capa do Meia
Hora de ontem. O Sr. Madruga, digo Sr. Maduro, realmente é a cara do Girafales.
Chavez, o comediante mexicano, fez e faz ainda muito sucesso em reprises pelo
mundo e é cultuado por jovens na faixa de idade de meus filhos. E está bem
vivo, como garante a manchete!! Lá no fim, a citada capa do Meia Hora
Chorão, do Charlie Brown Júnior? Não lhe admirava nem a arte (como é que vendeu 5 milhões de discos?) nem as atitudes (agressões a colegas de profissão). Mas espero que supere o período de umbral que terá (é para lá que vão os suicidas - sim, o que ele fez é considerado suicídio na espiritualidade) e consiga ser iluminado.
Noutro dia, um amigo, grande incentivador meu e de meus
filhos em suas incursões artísticas, aconselhou que Renata também enveredasse
por temas sérios em seus livros, reconhecendo nela capacidade para tal
incursão. Reconheci um certo preconceito contra livros de fantasia.
Eu lhe disse que terá que se esperar pelo
término deste projeto, que tem quatro continuações, e mais um potencial livro
com a história do vilão que persegue Hugo, que aliás ainda nem apareceu.
E eu disse também que Renata não espera o fim da série sobre
Hugo Escarlate para falar sério. Ela preza por incluir temas 'sérios' em seus
escritos, e os leitores de A Arma Escarlate vêm reconhecendo e exaltando sua
presença e as lições embutidas no livro de fantasia. Uma maneira de passar
mensagens de um jeito indireto, lúdico. Já falei sobre isso em A Arma nas
Escolas! Vê só quantos são os temas abordados no livro:
Drogas, vício e tráfico
Desigualdade social
Racismo
Preconceitos de classe
Bullying e respeito
Cultura brasileira (incluindo lendas, trejeitos, o famoso
"jeitinho brasileiro", e uma discussão sobre isso ser ou não positivo
para o Brasil)
Colonização cultural (os brasileiros costumam gostar só do
que vem do estrangeiro e nunca valorizam a própria cultura e a própria produção
cultural
Corrupção (na política e na vida em geral)
Violência (e como reagir ou não reagir a ela)
Resolução de conflitos (e suas várias modalidades)
Renata? Vai bem, obrigado, escrevendo o Livro 2, mas sua
dedicação diminuiu nestas duas últimas semanas por conta do revezamento e
preocupações para acompanhar Dona Mira no hospital.
Neste fim-de-semana, ela estará em Londrina, convidada que
foi para dar uma palestra e autografar livros num evento de Anime, o Dreams
World 2013.
Quem tiver conhecidos nas imediações, avise!!!
Amigos, estarei aí em Londrina (Paraná) neste fim de semana,
sábado (dia 9) e domingo (dia 10), no evento DREAMS WORLD 2013(!), autografando
meu livro "A Arma Escarlate"!Quem quiser bater um papo comigo e ter seu livro autografado,
é só aparecer por lá! :-)
Abertura dos
Portões:........11:00h
Encerramento
do Evento:....21:00h
Valor dos ingressos:
Ingresso antecipado:.....R$ 8,00
Ingressos na hora:........R$ 10,00
Local: Colégio Pontual - Londrina - Rua Tupi, 455 Centro
Pedi então que Felipe me fizesse uma seleção de discos que ele achasse, da sua cabeça, que eu deveria ouvir. A única coisa que eu pedi foi que colocasse também Mamonas Assassina, afinal estava com saudade, ainda mais quando lembraram-se daquela genial e efêmera banda ao ouvir Los Bife (link). Fiquei muito orgulhoso. Eles mesmos são fãs, mas se enxergam muito menos, apesar do bom humor e irreverência. Eles até fazem um excelente cover de 'Uma Arlinda Mulher'. Lembra dos Mamonas? Aqui neste link, uma boa análise de uma amigo do Facebook!
Bem isto posto, chegou-me às mãos um pen-drive, com a seguinte set list: Caetano Veloso, Céu, Cícero, Crioulo, El Efecto, Foo Fighters, Frank Zappa, Ganeshas, Genesis, Lucas Santana, Mallu Magalhães, Mamonas Assassinas, Marcelo Geneci, Moreno +2, Otto, Punch Brothers, Robert Plant, Rodrigo Campos, Siba, Tom Zé, Tulipa Ruiz.
Que tal? Tirando os gringos, e Caetano e Tom Zé, o que vocês conhecem? Aliás, mesmo entre os gringos, duvido que conheçam todos eles!!
Bem, depois comento um que outro da lista. Antecipo que o disco que gostei mais, como um todo, foi o do Tom Zé, o último dele, chamado Tropicália Lixo Lógico, muito legal!!! O cara tem 80 anos e uma mente jovem, louca!!!
Quero aqui, sim, discutir o título deste post!!! Ele apareceu no meu Media NAV (sim, ele mostra os títulos das canções, o que é ótimo) e eu fiquei sem entender. Convido-vos então a ter a mesma surpresa que eu, ao ouvir a música, e me encantar com o ritmo, um épico nordestino misturado com rock pesado, e rir muito, ao descobrir o resto do nome, aquilo que vinha depois do 'E'.....
Ouviu? Não, então pare, e volte aqui quando puder ouvir!!!
O que acharam?
Eu digo: G E N I A L !!!
Acho que Raul Seixas assinaria letra e múscia, com prazer!!
Veja bem, o disco é de 2012 e eu nunca ouvi falar. A banda chama-se El Efecto e eu nunca ouvi falar. O disco, que se chama Pedras e Sonhos, tem outras muito legais, como a Canção de Ninar (hehe), sempre com muito humor e ironia, Adeus Adeus ironiza as igrejas que clamam o diabo que têm por aí!!! E tem uma dupla, com prelúdio e tudo, falando sobre escravidão!! Bom mesmo!!! Ritmos múltiplos numa mesma canção, bons vocais, boa harmonia (uma delas me lembrou 'Bohemian Rhapsody', do Queen! O que eu quero ressaltar é: por que uma banda com uma música perfeita como essa não atinge a grande mídia? Eles têm qualidade!!!
Que droga!!! Na lista acima, conheci outros artistas, também muito bons, Ganeshas, Marcelo Geneci, Siba, Crioulo, Moreno (filho de Caê) que igualmente não aparecem na TV. A mesma TV que cultua camaros amarelos, amores com chocolate, e ai ai ai ai ai ai assim você mata a música.....