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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Husband friendly... bela definição!!!


Na última quinta-feira, fomos a uma noite de autógrafos na Saraiva do Rio Sul.

Logo depois, não poderíamos deixar de dar uma passadinha na Zara, logo ao lado. Foram poucos minutos, o suficiente para me lembrar de uma fala do amigo Nagle no Facebook, muito bem sacada. Ele diz:
Na Zara com a Fá para comprar um presente.
Definitivamente a Zara não é uma loja "husband friendly". Não tem um mísero banquinho para os acompanhantes masculinos esperarem sentados.
Pra piorar, a loja é grande e com uma variedade enorme de artigos o que faz com que a procura pelo item a ser comprado demoooore.
TODOS os homens na loja com cara de tédio mortal, zanzando pela loja feito uns zumbis, com peças de roupa penduradas nos ombros, verdadeiros cabides ambulantes. 
Existem outras, claro, que oferecem uma poltroninha, ás vezes uma jujuba, um cafezinho, até mesmo um capuccino, espetacular para aqueles momentos, em que eu invariavelmente fico aqui, escrevendo!!!

A incompatibilidade de homens com shopping-centers é mesmo universal.

Quando Neusa vai sair com esse objetivo e diz pra mim: 
"Quer alguma coisa do shopping?
Eu respondo:
"Quero sim!!!  Distância!!!"

Só pra ilustrar o post, lembro um desenho altamente definidor da situação... Em tempo, o texto erroneamente escrito não foi elaborado por mim!!!



6 comentários:

  1. Caro Homero, a história não terminou aí. Cansado, sentei numa mesa/mostruário de vidro. Imediatamente apareceu uma "gerente" para me dar uma bronca e dizer que eu não podia sentar ali.
    Argumentei que uma loja daquele tamanho não tinha um banquinho, um pufe sequer. Ao que me foi explicado que isso é proposital! É para os maridos esperarem do lado de fora, no corredor do shopping! Talvez para não darem palpite e não atrapalharem.
    Mas não são só os maridos os malvindos. Qualquer acompanhante é considerado "persona non grata" pela Zara. Filhos e filhas não adolescentes, mães ou avós, idosos em geral, RUA!




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  2. que é isto, te vejo passeando em "shoppings" todo final de semana...hahaha

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  3. Caro Homero, a história não terminou aí. Cansado, sentei numa mesa/mostruário de vidro. Imediatamente apareceu uma "gerente" para me dar uma bronca e dizer que eu não podia sentar ali.
    Argumentei que uma loja daquele tamanho não tinha um banquinho, um pufe sequer. Ao que me foi explicado que isso é proposital! É para os maridos esperarem do lado de fora, no corredor do shopping! Talvez para não darem palpite e não atrapalharem.
    Mas não são só os maridos os malvindos. Qualquer acompanhante é considerado "persona non grata" pela Zara. Filhos e filhas não adolescentes, mães ou avós, idosos em geral, RUA!




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  4. Kkk, meu marido se identificou muuuuito com essa história! Acho que vou começar dar mais prioridade a lojas que sejam "husband friendly" pra não perder a companhia do meu amado cabide ambulante durante as compras... ;) Um abraço!

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  5. Homerix,

    A disponibilidade do banquinho ou similar, pode ajudar a tornar esses ambientes mais amigáveis. Entrementes, há pontos de irritação nos "shoppings", no Brasil, a começar pela denominação. Por quê em inglês? Por quê não utilizar expressões no idioma pátrio, tal como centro comercial ou algo assim? Entre outras expressões em inglês ou mesmo outros idiomas que proliferam nesses ambientes. Outro, é a prática de muitos comerciantes, de não identificar seus produtos em vitrines, prateleiras e similares com os preços, o que inibe as comparações e a objetividade dos clientes, seja do gênero que for. Se não houver etiqueta com os preços, então nem entro numa determinada loja objeto do eventual interesse que eu possa ter, pois, certamente, me forçarão a comprar algo que não necessito, o que me irrita profundamente.

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