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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Arcos da Lapa nº 11, Centro

Lindo arco-íris surgiu aqui no centro do Rio

Parece que a ponta do arco-íris morre exatamente num endereço
que está começando a ficar famoso...

Arcos da Lapa nº 11, Centro


Esta vem a ser a 1ª frase do 1º Capítulo de 'A Arma Escarlate', de minha filha Renata.

Estranho o endereço, né? É o que também acha Idá Aláàfin, um personagem do livro, que o procura desesperadamente, como porta de salvação de sua vida, remetido que foi para lá por uma carta que recebeu da maneira mais inusitada possível...

Curioso? Leia o livro!!!

Aliás, se está curioso mesmo, siga lendo o post...

O livro? Vai bem, obrigado, mas segue seu caminho difícil. Está terminando a 1ª Edição. Tem sido bem recebido por todas as idades. Muitas resenhas positivas, mas ainda falt AQUELA resenha DAQUELE crítico literário DAQUELE veículo de comunicação. Se souber de algum caminho que se chegue a ELE, me avise!!

Além das boas resenhas, Renata vem recebendo pelo Facebook, muitas demonstrações de carinho. Gente que declara ser o melhor livro que leu, gente que manda desenhos dos personagens, sugestões de capa, enfim. E até gente que agradece por Renata existir!

Veja só esta última, que apareceu no Facebook.

E a garota disse:

"Lendo seu livro, Renata,
 tive que parar várias vezes para dizer isso!!

Obrigado!!!"
Ainda curioso com aquela história dos Arcos?

Posso matar parte de sua curiosidade!

Aqui, um trecho do Capítulo 1 de A Arma Escarlate: A Noite do Camaleão

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Arcos da Lapa, no 11.
Arcos da Lapa, no 11... Idá repetia mentalmente, ainda ofegante.

Que tipo de endereço era aquele? Os arcos da Lapa eram um monumento, não uma rua.
Caminhando um pouco trôpego, tentava ignorar a ardência nas pernas. Os cortes tinham voltado a sangrar e a mochila pesava mais do que nunca em suas costas, apesar de não comportar mais do que alguns cadernos. Já passava das quatro da madrugada, mas os bares permaneciam abertos nas ruas imundas do centro da cidade. Pessoas cantavam e dançavam nas calçadas, esbaldando-se em fritura e cachaça, soltando gargalhadas como se nada no mundo as preocupasse.
Em um dia normal, Idá até poderia ter considerado juntar-se à bagunça.
Mas aquele não era um dia normal e Idá não estava no clima para festejos. Como poderia estar?
Seguindo pelo meio da avenida, tentava transferir a tensão para a moeda de prata que revirava entre os dedos. Era uma moeda bastante grande, com um sujeito gordo e esquisitão estampado em ambas as faces. O rosto lhe era familiar, mas não se lembrava onde o vira antes.
Também, pouco importava. A moeda era só uma desculpa idiota para ele pensar em outra coisa.
O que diabos ele estava fazendo ali? Era maluquice!
Aquela carta tinha tudo para ser uma armadilha. Uma armadilha meticulosamente planejada para arrastá-lo a um lugar escuro e deserto onde pudessem dar cabo dele sem muitas testemunhas.
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O resto .... só lendo!!!

Quer saber mais sobre o livro?

     Neste link:

7 comentários:

  1. Olá Homero! Eu li o livro da Renata e é realmente muito bom. Intrigante. Altíssimo nível. Li alguns do Harry Potter... não todos.... não tive tempo.... mas recomendo a Arma Escarlate. Gostei do Ítalo. Bom garoto. E Hugo ainda tem potencial para fazer muita bagunça.... aguardo o Escarla II. Abzs! Silvia

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  2. Homerix... meu sonho de uma noite de verão é passa-lo "inside" do arco na lapa!!!
    Paulus

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  3. Ainda não li, estou muito curiosa.

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  4. Pois é, a 1ª edição já tá acabando e muito bem recebida! Tomara que a 2ª venha logo e acabe ainda mais rápido, espalhando essa linda cor escarlate por todo o Brasil!

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  5. Parabéns Homerix "Babão" Ventura! Conseguiu ver (e fotografar!) o fim do arco iris onde "começa" a saga do grande Hugo... Idá...

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  6. Como não "babar" tendo uma filha como a Renata??!! Parabéns pela filha !!
    E quem ainda não leu A Arma Escarlate, acordem e leiam!!!

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  7. Tenha certeza da veracidade da citação:
    "Primeiro a chuva, depois o arco íris. A ordem é esta"...

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