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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Exame Nacional de Ensino Mérdio

Enviei ao amigo João um comentário
Segundo consta, o ENEM foi uma peça doutrinatória ridícula
 
Um dos depoimentos que motivou minha afirmação está lá no fim!

Ele me enviou então uma peça que me lembrou os tempos do Vestibular em que respondíamos a questões discursivas, e reclama das atualidades, como sempre, que reproduzo ali embaixo.

Da nota dele, eu apenas contestaria a afirmação que ele tiraria próximo de 10, e mesmo refutei:
Dificilmente alguém tiraria próximo de 10, nem você com a sua reconhecida capacidade, numa prova de 10 horas de duração, e ainda sua redação ficaria sob a correção e julgamento subjetivo do examinador, com grande chance de ser um esquerdista juramentado. Aliás, acho que você se recusaria a responder a algumas questões de cunho altamente ideológico empurradas goela abaixo, em que a resposta certa seria uma coisa com a qual você não concorda, tipo a questão sobre a globalização, procure essa discussão nas redes!!
Eis a nota dele.

ABRASPAS

O ENEM nunca me foi simpático e o considero a síntese da degradação do ensino público no Brasil. É uma espécie de socialismo para nivelar a educação por baixo. No meu tempo de estudante faria essas provinhas sem maiores dificuldades. Quando vejo o nível das provas do ENEM me provoca uma tremenda irritação e desapontamento. É um enorme faz-de-conta. Ao meu ver, a nota de aprovação do ENEM, de tão ridículas que são as provas, deveria ser mais próxima 10. Saudades dos tempos dos vestibulares que serviam para selecionar os melhores, com questões de alto nível e que exigiam dos candidatos, além de conhecimento, um forte exercício intelectual, como os da MAPOFEI, do IME, do ITA, para citar os melhores.

A propósito, quando eu era estudante do saudoso científico, competíamos entre os colegas para ver quem trazia, e resolvia, os problemas mais desafiadores, de matemática, de física e de química. Lembro-me do livrinho do Rosemberg, que tinha questões geniais de física, muitas delas, da MAPOFEI e do IME. Resolvi todos, dos vários exemplares do magistral Rosemberg.  E toda a minha formação foi em escola pública, sobretudo do primário ao científico, que, naquela época, era de excelente nível. O Colégio Estadual Conselheiro Ruy Barbosa era uma referência na Zona Norte de São Paulo. Para conseguir uma vaga no curso ginasial havia um exame de admissão ao primeiro ano do curso, que era na forma de provas escritas, sem essa esculhambação de teste, que está mais para loteria, em que pese os poucos alunos excelentes tirarem notas máximas nessas provinhas. Muita gente, que não estudava com afinco, não conseguia ingresso no colégio público e ia à busca de escolas particulares, que já proliferavam na época, para dar seqüência aos seus estudos. Veja como a coisa mudou para pior. Antigamente, os bons alunos eram os da escola pública, algo que os governos conseguiram inverter desde então.  Não fosse a boa formação escolar pública da época, eu jamais teria conseguido subir na escala social, pois minha mãe era doméstica e meu pai, padeiro (não o dono da padaria, mas o que coloca a mão na massa) e não tinham recursos para pagar escola particular para que eu pudesse estudar. Não restava outra opção senão estudar com dedicação e afinco, com os excelentes professores de escola pública de então.

Através dos anos, entra governo e sai governo, mas a educação só é prioridade em discursos políticos. A propósito, o Ministério da Educação tem sido uma espécie de "válvula" para acomodar "anjos caídos" e o nível dos titulares que tem passado por lá é de chorar, salvo o anterior ao Mercadante, quem parece que tinha conhecimento de ofício e competência para cuidar do assunto, mas sua tarefa foi abortada de maneira absurda, uma verdadeira violência contra a educação.  Que entendem de educação os senhores que têm andado pelo Ministério da Educação? Haddad e Mercadante são apenas políticos, que expressam preocupação pró-forma, mas que não têm qualificação para trabalhar as prioridades que a educação requer. Imaginam e fazem o jogo político em detrimento dos interesses do cidadão e isso em plena  “Pátria Educadora”.  Decidiram trocar de ministro, como os clubes trocam de técnico no futebol, mesmo tomando goleadas pela má gestão dos recursos e a falta de um plano robusto e sério, para converter a educação na maior prioridade do país. Por acaso, educação e futebol, dois setores em que temos tomado 7x1, sem dó nem piedade. O futebol, pouco importa, e que diga o Thomas Kistner, autor do épico “FIFA MAFIA”, mas a educação, no nível que está, comprometerá o futuro de várias gerações, o que garante o "passaporte" do Brasil para consolidar a sua posição como país de terceiro mundo.

Outro ponto a lamentar é a desnecessária “reforma ortográfica”. Não houve reforma alguma e, na verdade, pioraram o idioma. As eliminações do trema e dos acentos em paroxítonas terminadas em ditongo, considero crime leso-idioma. Sobretudo porque não se oferece uma forma inteligente para orientar a pronúncia correta das palavras. Como pronunciar corretamente os vocábulos conseqüente ou qüinqüenal, por exemplo, sem trema? Os vocábulos idéia e assembléia são impronunciáveis sem acento. Tenho título de eleitor, CPF e RG, mas não fui consultado sobre a reforma. Logo, a imposição por decreto violenta os preceitos democráticos, algo que deve ser corrigido através do cancelamento do infeliz decreto. De outra maneira, é lamentável.

Na mesma linha do ENEM está o irracional assunto das quotas que, ao meu ver, acentuam a discriminação, expondo pessoas ao ridículo. A cor da pele, para mim é indiferente, e não deveria ser diferenciador para ninguém, para nada. Por exemplo, o Pelé, o Nakashima e eu, entre outros, temos a mesma cor de pele, a cor de ser humano, cor de gente. A propósito do adjetivo que os "especialistas" criaram para distinguir etnias, o “afrodescendente”, a rigor confere a mim e meus descendentes o "direito às quotas", pois meu pai nasceu na Ilha da Madeira, província ultramarina de Portugal, mas localizada no contexto do continente africano. Portanto, sou afrodescendente. E se os "teóricos das quotas" rechaçarem o meu raciocínio, então estarei a ser discriminado.

Há que se buscar formas mais inteligentes do que o ENEM e as quotas, pois a solução é educação de verdade, de qualidade, para todos e para todas, independente de raça, origem, posição social, time de preferência, opção sexual, partido político, etc. Isso, sim, transformará o pais em uma nação. O resto é firula ideológica...
FECHASPAS
Aqui, à guisa de discussão de escrita, eu apenas trocaria 'crime de leso-idioma' por 'crime de lesa-idioma', afinal sempre pensei tratar-se da 3ª pessoa do verbo 'lesar'. Entretanto, fui pesquisar e vi que na verdade é adjetivo 'leso' portanto concorda com a coisa que é lesada.

Ainda não me conformo!!!

E aqui, um depoimento que motivou a minha declaração inicial.
http://spotniks.com/acabei-de-sair-do-enem-e-foi-uma-das-provas-mais-bizarras-que-ja-fiz-na-minha-vida/
 




segunda-feira, 26 de outubro de 2015

O Vilarejo, de Raphael Montes

 
O primeiro livro dele eu devorei em dois dias ... era 'Suicidas', que vai virar peça de teatro, espetacular, o segundo, do qual tive a honra de ser um leitor Beta, aqueles que lêem a obra 'in the making', era 'Dias Perfeitos', que vai virar filme, que chegou às massas e extrapolou fronteiras para 10 países, veio entrevista no Jô Soares, onde anunciou que o terceiro livro iria se chamar 'Jantar no Matadouro', iria, porque mudou o nome .. e mais que isso, mudou o livro!! Atropelado pelo sucesso que o fez tornar-se colunista mensal, e agora, semanal do Globo, dando pitacos em 'A Regra do Jogo' e sendo um dos roteiristas de 'Espinosa', excelente série do GNT, ele resolveu dar um tempo no 'Jantar' (novo nome e ainda provisório) e pensou nuns contos que havia escrito há muito tempo e aí surgiu 'O Vilarejo'.
 
E ele não dava muito valor a essa preciosidade que estava guardada em algum lugar de sua lembrança adolescente. Sete contos entrelaçados. Sete situações extremas. Sete pecados capitais. Sete presenças do demo. Sete ilustrações estonteantes. Sete surpresas num ambiente gélido de um vilarejo isolado na Ásia, ou sei lá em que continente de sua imaginação.
 
Eu o li, sem parar, cabo a rabo, na própria noite do lançamento na Saraiva.... e não poderia parar, após ler o intrigante prólogo, que deixa uma pulga atrás da orelha do admirador do escritor, como assim(?), ele nos diz uma coisa incompatível com o que esperamos dele, e então começa, uma história após a outra, personagens de uns passando de passagem pela vida dos outros, desfechos imprevisíveis, nomes que vão marcando, especialmente um deles, e sempre uma figura misteriosa que aparece de jeitos diferentes, o autor diz que se pode ler os contos fora da seqüência, eu até concordo, mas somente entre os seis primeiros.... acho que o sétimo tem que ser o último..... aliás, último não, porque depois tem um epílogo, definitivo, esclarecedor, aliviador, visual, que desanuvia a mancha deixada no enigmático prólogo.

Necessário!!

Fernanda Torres acerta em sua avaliação, logo ali, na capa!!!!

 
 
 
 
 

Baleia dá Show no MAR


  Tudo a ver!
De graça e à noitinha!
Tudo de bom!!
Essa é a hora de você conhecer!!!

E vai ter a música nova!!
Finalmente vou conhecer o MAR!!!


Afinal, uma banda legal(¹), num lugar legal (²),
a um preço legal(³), num horário legal,
só pode ser um programa legal!
 
Aos não iniciados:
  1. Baleia é a Banda de meu filho .. conheça em www.baleiabaleia.com
  2. MAR é o Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá
  3. Mais legal, impossível, pois é de graça!!!
Nesta sexta-feirta, dia 30

O espaço abre às 18:00, o show é às 19:30

Estaremos eu, Neusa e Renata lá!!!


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Ceará, Jesus, FHC e, claro, Marty McFly

A semana Facebook foi marcada pela ocorrência da chegada de Marty McFly, lá de 1985, ao que dediquei 3 publicações, mas antes comecei com uma sobre TV e uma de homenagem, e uma sobre política.. baseada numa foto genial sobre a bancada evangélica

1. Ceará salva

Gente, tenho absoluto preconceito com o tal Tomara que Caia, humorístico que vem logo depois do Fantástico, tipo 'não vi e não gostei', foi assim até agora, sempre que acabam os gols, do Fantástico coloco no Mute e sigo nos meus trabalhos no Notebook... Mas hoje percebi que tinha um imitador do Silvio Santos fazendo uma aparição, o tal do Ceará, aí apertei a tecla Mute de novo e ouvi... e adorei, o cara é muito bom! Aí ele saiu de cena, começou o programa e eu apertei a tecla Mute de novo, e escrevi estas linhas... tudo volta ao normal!

2. Jesus Salva – ou - Melhor seria 8 Mandamentos

 Acho que deviam revogar o segundo também, já que o fazem nome de Jesus, um bom sujeito, que só queria o bem, e que deve rolar no túmulo, quer dizer, ele saiu do túmulo, mas deve fazer uma cara feia sempre que vê seu santo nome usado em vão.... e a frota dele então? Seus carros sempre sendo 'presenteados' ... é o que mais se vê pelas ruas "Foi presente de Jesus".


3. Saudade
Eu só cortaria a frase final

 
Depois, vieram as três publicações sobre ‘De Volta para o Futuro’
4. No Dia D-1
A melhor definição para o dia de amanhã foi dada por um fã de Renata,
"A partir de amanhã, a trilogia 'De Volta para o Futuro' será sobre o passado!!!"

Genial, não?


Pois é, 4:21 PM Hillvalley time' (ou 9:21 da noite de Brasília), Marty McFly chegará de 1985, trazido por Doc Brown em. seu DeLorean voador.

5. E depois, No dia D
Gente, vocês precisam ver o bafafá que está havendo porque o Google NÃO BOTOU um Doodle em homenagem à chegada no futuro de Marty McFly, do FIlme 'De Volta Para o Futuro II' .
Olha só esta discussão! Eu até comentei, como 'Disappointed Brazilian'!!
Lá no meio esfregaram na cara do Google que o site europeu Qwant não deixou passar em brancas nuvens a espetacular data!! Fui lá e capturei a imagem. Mataram a pau!!! O Google ficou pra trás!!

https://productforums.google.com/forum/…

 
6. E depois, logo após sua chegada

Chegou!!!  Marty McFly chegou!!  Lá de 1985!!! VEJA o VÍDEO e mate a saudade!

Mas não encontrou skate voador,  nem pizza superdesidratada,  nem carros voadores, a ficção foi longe demais!!!

Encontrou xenofobia, terrorismo, desigualdade, Donald Trump liderando, e aqui nos trópicos, corrupção desenfreada, crise gigantesca, falta de perspectiva.

É a vida real do futuro.....
 

Lá se vão 30 anos ...

 Quase aos 35
Lembrei da festa dos 30
E pra não perder o vinco
Recordo esta trova distinta
_____________________________________________________________
 
Medalha comemorativa 1981-2011



Lá se vão 30 anos,
E bem se lembrou o amigo:
Muita ilusão, muitos planos,
Cada um trazia consigo.

Éramos mais de duzentos,
Com cabelo e sem barriga,
Movidos aos quentes ventos
Da capital mais antiga.





Era gente de todo lado
Formando um grupo complexo.
Por vezes equilibrado,
Mas não quanto ao sexo...

Você se lembra, caro ouvinte?
A engenharia tinha esse hino:
Relação de 1 pra 20!
Pouca caixa e muito pino!

O dia era ensolarado.
Era Marazul ou Praiamar.
Pondo as exceções de lado,
A maioria veio pra ficar.

Chegamos humildes e quietos
Para aprender um novo mundo,
Uma nova língua, um dialeto,
Um conhecimento profundo.

Acabou-se no primeiro dia
Idéia que o povo inda erra:
Que o petróleo então dormia,
Em lagos no fundo da terra.

Geologia para engenheiros ...
Difícil aprender a lição.
Pois nos deixava cabreiros
Com tanta imaginação.

A gente nem entendia direito,
E pra piorar, vinha o Girão!
Mas nos ríamos do seu jeito,
De falar Rausgama e Neutrão.

Pra ensinar Processamento,
Zé Alves e o 'sótaque sólene'.
E tinha que ficar atento
Pra entender uma UPGN.

Senão o Otto, era o Lima.
Que tentava nos convencer
Que perfurar estava por cima:
você não vai se arrepender!

A turma foi então dividida:
Uns pra lá, outros pra cá
Uma decisão para a vida,
Quase sem poder voltar.

Cada um seguiu seu destino
No curso e na profissão.
Do sul, do sudeste, ou nordestino,
Na técnica ou na administração.

Colaboramos com o crescimento
Desta empresa sem igual,
Que já merecia um monumento,
Mesmo antes do Pré-Sal.

Interrompo o relato agora.
Deixo-o de forma sucinta.
E tirando noves fora,
Quantos somos aos trinta?

27 saíram da empresa;
Nove se foram desta vida;
47 saíram à francesa;
132 seguem na lida.

Àqueles nove amigos,
Que tenham paz e alento!
Os daqui dedicam comigo
Um tiquinho de pensamento!
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-
-

Mas é hora de viver o momento!
Pra isso tem que ter fuzuê!
Foi feito então este evento
No Club Mediterranee!

Nem todos puderam vir,
Inclusive este (ho)mero escriba
Mas ninguém vai admitir
Que estava na pindaíba!

Brincadeiras à parte,
Está garantido o sucesso!
Foi tudo feito com arte,
Num irretocável processo!

Quem tornou isso viável
Foi uma colega e madrinha;
Um trabalho admirável
Da nossa promoter Lourdinha


Chefiou comissão de vinte
Que não a deixaram em apuro!
E a tal medalha, é o seguinte:
Obrigado, Mitsuru!

Foi trabalho estafante,
Mas é bom que se compile:
Ela teve apoio constante
Do nosso amigo Willy!

Foi dele a idéia feliz
Do magnífico carógrafo.
Ajudaram Cícero e Luiz,
Vou é pedir um autógrafo!

Além dos afãs criativos
Do time da coach Lourdinha,
Teve a busca aos arquivos
Da incansável Carminha.

Graças a esses ‘hermanos’,
Temos sucesso tremendo.
Após os regionais 20 anos,
O quórum só vem crescendo.



Aos 25, foram quarenta;
Aos 30, sessenta e dois;
Aos 35, mais de oitenta?
Só saberemos depois!

Precisa é manter união,
Compartilhando com afinco!
Pra se ter mais emoção,
Ao chegarmos aos 35.

Vencemos passo a passo!
Parabéns pela aventura!
Mandamos daqui um abraço
Eu e a Família Ventura!



 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Minha 007mania!!

Surgiu o assunto no almoço, lembrei de meu feito de 1998, 
então achei uma ótima oportiunidade de republicá-lo!!

__________________________

Minha atração por 007 foi desenvolvida na década de 1970, quando cheguei à idade  que me permitia entrar nos cinemas para ver os filmes de James Bond, já àquela altura, comandados por Roger Moore. Com o advento do video-cassete, pude recuperar o tempo perdido e assistir aos filmes capitanedos por Sean Connery, na década de 1960. Li alguns livros, colecionei artigos, enfim sou um conhecedor de 007 acima da média.

         Bom, e essa mania me rendeu frutos!

         Fui agraciado em Maio de 1998 com o 1º lugar do concurso de âmbito nacional "007 por um dia", promovido pelo canal Telecine da Net-Rio. Não deu pra acreditar quando recebi o telegrama (antigo, não?).

         O pedido era fazer uma frase com, no máximo, 5 linhas, respondendo à pergunta:
         "O que você faria se fosse 007 por um dia?"

         Ganhei com esta frase:
_________
1
Após a conclusão de mais uma missão, à saída da sala de "M", sem pronunciar palavra, sapecaria um beijo em Moneypenny. Iria ao laboratório de "Q" para entregar-lhe as chaves do BMW especial intacto, sem um arranhão. Despentearia o cabelo, jogaria o terno fora, me disfarçaria com o chapéu de Oddjob, a dentadura de Jaws, pegava o primeiro jato para o Rio com o gatinho de Blofeld no colo, para participar como destaque do desfile da Mangueira com o enredo: "007 07 08   .....  Tá na hora de molhar o biscoito".


       Em tempo, para os não aficionados, cabe esclarecimento:
  • Oddjob é o capanga coreano do chapéu cortante do vilão Goldfinger em Goldfinger, de 1964;
  • Jaws é o capanga gigante dos vilões Stromberg em The Spy Who Loved Me, de 1977 e Hugo Drax em Moonraker, de 1979;
  • Blofeld é o inimigo mor da maioria dos filmes estrelados por Sean Connery, que sempre aparecia acariciando um lindo gatinho branco
  • M é o chefe de 007;
  • Moneypenny é a secretaria de M, que nunca levou um beijo de 007 apesar de sempre o desejar, porém nunca o admitir;
  • Q é o cérebro do Serviço Secreto, the gadget provider, que, apesar de sempre recomendar ao contrário, sempre recebeu apenas os restos mortais dos carros especiais que preparava para 007.
  • Nunca se viu 007 despenteado e sem um impecável terno de Savile Row (claro, em ambiente social!)

         Mandei também as outras 3 frases abaixo, que não foram selecionadas, apesar de eu gostar muito delas:

2
Jogaria o celular na lata do lixo para evitar o chamado de "M". Convidaria minha primeira namorada, a única que amo de  verdade e que ainda me espera, para almoçar no restaurante do nosso antigo bairro. Passearíamos à beira do mar a tarde toda. À noite, iríamos a um parque de diversões para andar de roda gigante e comer algodão doce. Passaríamos a noite juntos, ao luar, trocando carícias e juras de amor eterno. Pela manhã, a levaria para casa. Seria um verdadeiro sonho, voltar a ser um homem comum!

3
Utilizando a última invenção de  "Q", devidamente autorizado por Sua Majestade, me teleportaria ao palácio de Saddam Hussein, e usaria nele,  minha permissão para matar. Pela manhã, faria  o mesmo com todos os outros ditadores do mundo. Durante a tarde, iria aos maiores milionários do planeta e os faria ceder metade de suas fortunas para diminuir a fome nos países pobres. À noite, iluminaria as mentes dos pesquisadores que encontrariam, finalmente, a cura para o câncer, AIDS e todas as  doenças da Terra.

4
Se eu estivesse na pele de George Lazenby, iria aos laboratórios de "Q", faria com que me dessem a beleza de Pierce Brosnan, a classe de Sean Connery, o humor de Roger Moore e a frieza de Timothy Dalton. Traria Lois Maxwell, manteria seu fino humor inglês,  faria com que lhe dessem o corpo de Ursula Andress, a beleza de Barbara Bach, a liderança de Maud Adams, a delicadeza de Shirley Eaton e a agilidade de Michelle Yeoh. Nos apresentaríamos, então, a "M", para nossa primeira missão juntos.


         Em tempo para entender esses nomes todos...:
  1. George Lazenby fez o papel de James Bond em apenas um filme da série oficial, o On Her Majesty's Secret Service, de 1969, pois Sean Connery, o primeiro, estava cansado do papel, após 5 filmes. O filme de Lazenby, que era muito bom, foi um relativo fracasso de público, muito devido à canastrice do digníssimo intérprete, que, aliás, nem ator era. Logo depois, Sean Connery foi chamado de volta, a peso de ouro, para fazer seu 6º filme Diamonds are Forever, em 1971.
  2. Lois Maxwell é a atriz que interpretou Moneypenny em 14 dos filmes oficiais e é adoradísssima pelos bondmaníacos. 
  3. As demais beldades citadas são Bond Girls que interpretaram papéis marcantes nos filmes oficiais.



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         Não deu pra acreditar também quando recebi, em casa, uma semana depois do telegrama, pelo correio, uma caixa de mais ou menos 50 cm x 50 cm x 50 cm recheada com os prêmios abaixo:
        
1.       Relógio Omega Seamaster; o mesmo usado por James Bond;
2.       Aparelho de Telefone Celular Ericson;
3.       Coleção VHS com os 17 filmes oficiais 007  (naquele ano) mais 2 Bonus.
4.       Maleta Samsonite 007 Tomorrow Never Dies;
5.       Miniatura BMW;
6.       Miniatura Moto BMW;
7.       Mini calculadora 007 e outros badulaques;
8.       Jaqueta 007 Tomorrow Never Dies;
9.       Boné 007 Tomorrow Never Dies; 
10.      10 Bottoms 007 Tomorrow Never Dies;

     O 2º colocado ganhou todos os acima, MENOS, o relógio; o 3º ganhou todos MENOS o relógio, MENOS o celular, e assim por diante.

         E eu, além dos prêmios, a imensa satisfação deste sucesso particular, que guardarei para toda a vida.
        E olha que eu não bebo Martini, nem batido, muito menos misturado.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Frases Reais

Pois é ... lá se vão 5 anos desde a publicação original deste post.

Agora Pelé faz 75 anos!!! É na sexta-feira, 23!!!

Jamais me cansarei de homenagear!!!

É um conjunto de frases que falaram sobre ele!!!

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Acabou a semana de comemorações aos 70 anos de Pelé, que inaugurei com algumas frases e um depoimento, NESTE POST (link).
Repito aqui aquelas frases e complemento com muitas outras...

No conjunto, a história de um gênio!!!

"Depois do quinto gol, tive vontade de aplaudi-lo"    
     (Sigvard Parling, sueco, adversário de Pelé na final de 1958)

"Quando vi Pelé jogar pela primeira vez, tive vontade de pendurar as chuteiras."       

     (Just Fontaine, francês, maior artilheiro em uma Copa do Mundo)

"A diferença entre eu e Pelé? Fácil. Eu fui craque e ele é gênio."    

     (Leônidas da Silva, o 'Diamante Negro')

"Pelé trata a bola por você. Já a bola o chama de Vossa Excelência."    

     (Didi, brasileiro, melhor jogador da Copa de 1958) 
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Complemento-o com mais algumas frases sobre ele.

"O difícil, o extraordinário, não é fazer 1000 gols como Pelé, difícil é fazer UM gol como Pelé",    
     Carlos Drummond de Andrade, poeta mineiro, que ainda disse:
 "O gênio do futebol se encarnou em Pelé por uma dessas misteriosas escolhas que a genética não soube explicar, pois a ciência, felizmente, ainda não explicou tudo neste mundo."
"Posso ser um novo Di Stefano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele foi o único de nós que ultrapassou os limites da lógica",     
     Johann Cruyff, jogador holandês, candidato a Novo Pelé

"Se Pelé não tivesse nascido homem, teria nascido bola",     

     Armando Nogueira, jornalista acreano, que também disse:
"Até a bola pedia autógrafo a Pelé"



"Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento."   
     Nelson Rodrigues, escritor pernambucarioca, já em 1958, antes de ir à Copa, antes de ser nomeado Rei, e já o tratando como tal. 

"No momento em que a bola chega aos pés de Pelé, se transforma em poesia",     
     Pier Paolo Paolini, diretor de cinema italiano

"Antes do jogo, disse a mim mesmo que ele era feito de carne e osso como qualquer um. Mas eu estava enganado.",     
     Tarcisio Burgnich, zagueiro italiano, que tentou marcá-lo em 1970

"Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse."   
     Fachetti, zagueiro italiano, que tentou marcá-lo em 1970

"Maradona só será um novo Pelé quando ganhar 3 Copas e marcar 1000 gols"   
     César Menotti, técnico argentino campeão do mundo em 1978

"Os momentos de Pelé em campo são tão dignos de imortalidade que a gente pode até acreditar que a imortalidade existe"   
     Eduardo Galeano, escritor uruguaio

"Se não existissem o video-tape e o cinema, iam dizer que que Pelé era mentira de gente antiga."   
     Magistrado de Brasília, ao assistir 'Pelé Eterno'

"Pelé nosso, que estais nos campo, abençoai nossos torcedores, assim na grama como no céu"   
     Torcedores de Goiânia, em faixa, no dia em que Pelé esteve lá

 "How do you spell Pelé? G-O-D,",     
     Sunday Times

"Nice to meet you. I'm Ronald Reagan, and you need no introduction."
    
     Ronald Reagan, Presidente dos E.U.A.

“O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo”   
     Puskas, jogador húngaro

"Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo."   
     Wolfgang Overath, jogador alemão.
 
"Cheguei com a esperança de parar um grande jogador, mas fui embora convencido de que havia sido atropelado por alguém que não nasceu no mesmo planeta que nós."
    
     Costa Pereira, goleiro do Benfica, após perder por 5x2, na final do Mundial de clubes, em 1962



"Pelé, em vez de 15 minutos de fama, você terá 15 séculos."   

     Andy Warhol, pintor e cineasta americano

"Eu sou o maior artilheiro da história do Santos; Pelé não conta, ele veio de Saturno."   

     Pepe, ponta esquerda do Santos
.........
Pois é, acho que nada mais precisa ser dito.

Parabéns, Pelé!!!

Encontramo-nos aos 80!!!

Homero Fazendo Justiça Ventura

O comentário que virou post

Meu amigo João, quase sempre aproveita meus posts para comentar levando para uma linha que pouco tem nada a ver com o teor do post em si, mas é sempre ligada à situação atual.

No presente caso, pegou o título e lembrou-se de outro 'Futuro que não chegou' e produziu este breve tratado, que achei melhor botar para o andar de cima, por ser um libelo de cidadania, tão raro hoje em dia!
__________________

Homerix,
Você certamente lembra-se daquele lema: “Brasil, um país do futuro”, pois bem, em 28/01/2011, quando o Brasil completou 70 anos de país do futuro, afirmou Patrick Cruz: “...a terra que fomos e a terra que seríamos na visão do austríaco Stefan Zweig, que cunhou a expressão há exatas sete décadas...”. (veja o site
http://economia.ig.com.br/brasil-completa-70-anos-de-pais-do-futuro/n1237971251598.html).
Se bem é certo que, durante o governo FHC, foi criado o planejamento com visão de longo prazo, organização, disciplina, Lei da Responsabilidade Fiscal, o Programa Avança Brasil, etc., quando havia a percepção não de país do futuro, mas pais de futuro. Houve até mesmo um momento histórico, que foi a transição governamental, através de reuniões de trabalho de passagem do bastão, numa forma nunca dantes praticada no Brasil. Naturalmente que a casa arrumada deixada pelo governo FHC ao governo Lula, reverteu-se em fator crítico de êxito do primeiros 4 anos do governo do PT. O duro disso tudo, e que é triste e lamentável, depois daquele momento de esperança, chegamos à deplorável situação em que nos encontramos, como síntese do (des) governo do PT e estamos deixando de ser, inclusive, o país do presente, as agências de risco que o digam.
Na verdade, o país de futuro, construiremos nós cidadãos, apesar de políticos, que insistem com seu cinismo contumaz, em manter no poder por interesses pessoais, em detrimento dos interesses do país. Por essa razão, temos que seguir trabalhando com perseverança, inteligência, dedicação e seriedade. E com a grande contribuição da Lava Jato procederemos com o saneamento moral e cívico, para deixarmos um país melhor para as futuras gerações.
Sobre futuro, gosto muito da canção Aquarela, do Antonio Pecci Filho (Toquinho), Vinicius de Moraes, M. Fabrizio e G. Morra, sobretudo do trecho:ABRASPAS
...E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...
FECHASPAS
Vamos transformar o “choro” pela atual situação do país em “sorriso”, com trabalho sério em todas a frentes, que nos trará um futuro melhor.