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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Habemus Capam #5 ou mais uma fumacinha branca no Concílio da Korkovado

Neste post, eu conto sobre os sonhos e as lutas de meus filhos.
http://blogdohomerix.blogspot.com.br/2013/10/dois-filhos-duas-obras-duas-lutas-dois.html

E eles tem sido a principal razão de minha atuação no Facebook e da manutenção deste blog, infelizmente com cada vez menos acessos...

Por conta deles, esta é já a 5ª vez que anuncio uma capa.

A 1ª foi em 2011, com a 1ª Edição de A Arma Escarlate, o 1º livro de minha filha. Um ano depois, veio a 2ª, do mesmo livro, e a 3ª foi a capa de Super Supérfluo, o disco do Los Bife, 1ª banda de meu filho, e em 2013 veio a 4ª, a capa de Quebra Azul, 1º disco da 2ª banda dele, a Baleia. A 5ª é agora com o 2º livro de Renata!!!

Nossa, é tanto ordinal que acabo me confundindo. 

Vamos organizar (pra quem não conhece, há links disponíveis, em vermelho):


Capa Filho Produto Nome Banda
Renata Livro A Arma Escarlate    N.A.
Renata Livro A Arma Escarlate      N.A.
Felipe Disco Super Supérfluo Los Bife
Felipe Disco Quebra Azul Baleia
Renata Livro A Comissão Chapeleira    N.A.


Pois é, vem aí o segundo livro da saga A Arma Escarlate. 

A fumacinha branca apareceu na chaminé do Concílio Korkovado.


A galera da Armada Escarlate no Facebook estava ansiosa.

Em breve, ela anuncia a sinopse.

E aí eu coloco aqui.

O livro será lançado na Bienal de São Paulo

De 22 a 31 de agosto, no Anhembi.

Ela estará lá todos os dias.

Ela adora Bienais.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

BEATLES em HAMBURGO

Texto de Renato Quaresma
Imagens de Homerix


Como se sabe, os Beatles foram forjados como banda graças às apresentações ao vivo que fizeram no início dos anos 60, na cidade de Liverpool, com destaque para os shows no Cavern Club (foram 292 apresentações no período de 21 de fevereiro de 1961 a 3 de agosto de 1963), e na cidade de Hamburgo, mais precisamente no distrito de St Pauli.


Segue abaixo um resumo das 5 passagens dos Beatles, na fase pré beatlemania (lembrando que no auge da fama os Beatles se apresentaram na cidade em 26/06/1966), por Hamburgo.


Convém destacar inicialmente que no fim dos anos 50 / início dos anos 60, a Avenida Reeperbahn, localizada no distrito de St Pauli, na cidade de Hamburgo, tinha a fama de ser o local mais depravado do mundo, em razão das diversas casas de streap-tease em funcionamento, inferninhos e etc..., com frequência de prostitutas e de jovens, pode-se dizer muito alucinados. A Reeperbahn, que ainda hoje é famosa pela sua vida noturna, porém não tão agitada como naquela época, é uma avenida larga, situada à margem direita do Rio Elba, e que conta com diversas ruas transversais, dentre elas a famosa Grosse Freihert, no seu lado norte. 


1ª passagem dos Beatles por Hamburgo

Locais dos shows:

The Indra – Grosse Freihert nº 64

·         Kaiserkeller – Grosse Freihert nº 36


   Empresariados por Allan Williams, que acertou um contrato para shows com o famoso dono de casas noturnas de Hamburgo, Bruno Koschmider, os Beatles, ainda com Pete Best na bateria e Stu Sutcliffe, chegaram de trem a Hamburgo pela primeira vez no dia 1º de outubro de 1960.


Eles entraram na cidade pela Monckebergstrasse (rua arborizada com lojas e cafés), passaram pelo Lago Alster (lago que tinha barcos a remo e cisnes), pela Rathaus (Prefeitura e Parlamento), pela praça do mercado e Igreja de São Miguel, até chegarem à Reeperbahn.
As apresentações dos Beatles estavam programadas para o The Indra, que era uma casa de streap tease, com um pequeno bar e de péssima aparência. Os Beatles permaneceram por lá por muito pouco tempo, pois o próprio Koschmider decidiu fechá-lo em função dos protestos dos vizinhos, inclusive com batidas policiais, em razão do som barulhento emitido pelos Beatles.

Com isto, Koschmider transferiu-os para outra casa de shows de sua propriedade: o Kaiserkeller. No Kaiserkeller, que era uma casa um pouco melhor do que o The Indra, os Beatles teriam que dividir as apresentações com outra banda de Liverpool, a Rory Storm and The Hurricanes (banda que estava contratada para se exibir no local), cujo baterista era Ringo Starr.
As apresentações dos Beatles normalmente aconteciam seis vezes por semana, das 7 hrs da noite até às 5 hrs da manhã.

Foto de Astrid, no Parque Dom
Foi no Kaiserkeller que os Beatles conheceram três importantes figuras que marcaram as suas vidas: Klaus Voorman (se tornou baixista e contribuiu em discos solo dos Beatles, com destaque para o primeiro álbum solo de John Lennon, além de desenhar a capa do álbum Revolver), Astrid Kirchherr (futura namorada de Stu, primeira fotógrafa dos Beatles, e segundo a lenda, a responsável pela mudança no corte de cabelo dos Beatles) e Jurgen Vollmer. Cabe aqui ressaltar que as famosas fotos que Astrid tirou dos Beatles em Hamburgo, aconteceram no Parque Municipal Dom, localizado próximo à Reeperbahn.

Devido a problemas no palco (o palco era de madeira depositado sobre engradados de cerveja), que quebrou, ao que tudo indica propositadamente pelos Beatles e pela banda de Rory Storm, os shows das duas bandas foram provisoriamente suspensos.
Na verdade, os Beatles estavam de olho em uma nova casa de shows muito melhor do que o Kaiserkeller, montada pelo empresário Peter Eckhorn, inaugurada em 21 de outubro tendo como grande atração o rockeiro Tony Sheridan. A casa de shows se chamava Top Ten e ficava localizada na própria Reeperbahn (comenta-se que os Beatles, sempre que podiam, davam uma escapada até a Top Ten para assistir aos shows de Tony Sheridan).

Mesmo sem poderem legalmente, já que o contrato deles com Koschmider impediam que eles tocassem em uma casa de shows em um raio de 5 Km do Kaiserkeller, os Beatles acertaram um contrato com Eckhorn para a realização de shows no Top Ten, para acompanharem Tony Sheridan. Inconformado, Koschmider tomou providências. Em 20 de novembro, a polícia pediu o passaporte de George Harrison, que era menor de idade. Com isto, ele foi deportado, e em 24 horas teve que deixar Hamburgo e voltar para Liverpool. Mesmo sem George, os outros Beatles decidiram continuar em Hamburgo, já que na visão deles, para tocar com Sheridan não precisavam de guitarrista solo. Mais uma vez a polícia impediu. Graças a uma ação de Koschmider, Paul McCartney e Pete Best foram acusados em 1º de dezembro de tentarem incendiar o local em que os Beatles se hospedavam, o Bambi Kino (o Bambi Kino era um cinema poeira, localizado na Paul-Roosen Strasse, nº 33, próximo ao local dos shows)  e também foram deportados. Não sobrou outra alternativa para John e Stu senão a de retornarem a Liverpool também.

Estava assim encerrada a primeira e desastrosa visita dos Beatles à Hamburgo.

2ª passagem dos Beatles por Hamburgo

Local dos shows:

·         Top Ten – Reeperbahn nº 136


Apesar dos problemas, não se pode negar que os Beatles fizeram sucesso nas apresentações em Hamburgo, e agora empresariados por eles mesmos (Allan Williams foi dispensado), na verdade por Pete Best, foram efetivamente contratados por Peter Eckhorn para finalmente se apresentarem com Tony Sheridan no Top Ten (George já tinha completado 18 anos e Koschmider havia retirado as denúncias contra Paul e Pete).



Os Beatles se apresentaram no Top Ten de 1º de abril até 1º de julho de 1961, por 92 noites. Nesta temporada, os Beatles ficaram hospedados no sótão do Top Ten.

Cabe lembrar que antes de voltarem à Hamburgo, os Beatles já se apresentavam no Cavern Club, cuja estréia com casa lotada e por um cachê de 3 Libras, ocorreu no dia 21 de fevereiro de 1961, com um show na hora do almoço.



Dois fatos importantes aconteceram durante esta temporada. A primeira foi a saída de Stuart Sutcliffe da banda. Stu, após uma apresentação no Top Ten, comunicou aos outros Beatles que estava deixando a banda para viver com Astrid, e não retornaria a Liverpool (Stuart se matriculou na Hochschule, uma escola de artes de Hamburgo, semelhante à Liverpool College of Art, onde ele havia conhecido John Lennon). Ao deixar os Beatles, Stu entregou o seu contrabaixo para Paul McCartney, que ele entendia ser o beatle mais preparado para tocar tal instrumento.



Com Tony Sheridan em My Bonnie
O segundo fato marcante ocorreu já no final desta temporada em Hamburgo (final de junho), que foi a entrada dos Beatles pela primeira vez em estúdio, para gravarem como banda de apoio no disco de Tony Sheridan, que seria lançado pouco tempo depois pela Polydor, sob a tutela de Bert Kaempfert. Foi em uma sessão de gravação nesta época que a lendária interpretação de Tony Sheridan, com acompanhamento dos Beatles, para a música My Bonnie, foi materializada.

3ª passagem dos Beatles por Hamburgo

Local dos shows:

·         Star Club – Grosse Freihert nº 39


Já empresariados por Brian Epstein (Brian assinou contrato com os Beatles em 3 de dezembro de 1961), e com o single My Bonnie lançado na Inglaterra (5 de janeiro de 1962), os Beatles retornavam à Hamburgo, desta vez para tocarem no Star Club, casa de propriedade de Manfred Weiessleder. Para quem havia tocado no The Indra, Kaiserkeller e Top Ten, o Star Club, que foi inaugurado em 13 de abril de 1962 para receber uma programação de rock liderada pelos Beatles, era um paraíso. Com capacidade para 2000 pessoas, os Beatles permaneceram lá por quase 2 meses, de 13 de abril até 31 de maio de 1962.



Stuart e Astrid
Porém um fato muito triste ocorreu logo na chegada dos Beatles a Hamburgo. Brian decidiu não acompanhar os Beatles na viagem, pois estava trabalhando na tentativa de conseguir um estúdio que quisesse gravá-los (eles haviam sido reprovados pela gravadora Decca na audiência realizada em 1º de janeiro). Para amenizar a situação, Brian decidiu que eles viajariam para Hamburgo de avião. Foi uma festa, pois somente Paul já havia viajado de avião antes. Ao chegarem ao aeroporto de Hamburgo, eles avistaram Astrid Kirchherr, mas não viram Stuart Sutcliffe. Ali, no saguão do aeroporto, Astrid comunicou-os que Stu havia falecido no dia anterior, vitimado possivelmente por um derrame cerebral.



No início os Beatles sentiram muito, mas a carreira deles estava em jogo, e isto era prioritário. A boa notícia viria pouco tempo depois, com eles ainda em Hamburgo. No dia 9 de maio, Brian os comunicou que eles iriam fazer um teste na gravadora Parlophone, em junho, assim que retornassem.



Os Beatles retornaram de Hamburgo no dia 2 de junho, e o teste na Parlophone ocorreu no dia 6 de junho de 1962.



4ª passagem dos Beatles por Hamburgo

Local dos shows:

·         Star Club – Grosse Freihert nº 39


A 4ª passagem dos Beatles por Hamburgo para mais uma temporada no Star Club pode-se dizer que foi diferente das 3 anteriores. Em primeiro lugar a duração foi bem menor (1 a 14 de novembro de 1962). Eles ficaram hospedados em um hotel simples, porém de boa qualidade, que foi o Hotel Germania, situado na Detlev-Bremer Strasse, 8.



Esta, de certo ponto, mordomia se deveu a alguns fatos relevantes que aconteceram com os Beatles entre a 3ª e a 4ª viagem deles até Hamburgo.



O primeiro fato relevante foi a substituição de Pete Best por Ringo Starr na bateria. Pete foi informado por Brian Epstein no dia 16 de agosto que estava fora dos Beatles (até hoje, nas entrevistas que vem prestando ao longo dos anos, Pete não sabe explicar concretamente por que foi demitido dos Beatles).



No dia 19 de agosto, Ringo faz a sua primeira apresentação com os Beatles no Cavern Club. Com Ringo na bateria os Beatles melhoravam a sua performance.



Nos dias 4 e 11 de setembro os Beatles finalmente gravam o seu primeiro disco, o single Love me do / PS I Love You, nos estúdios da Parlophone em Abbey Road, com produção de George Martin, lançado em 5 de outubro.



Finalmente, 3 dias antes da viagem para Hamburgo, em 28 de outubro, os Beatles fizeram consagradora apresentação  no Empire Theatre, principal casa de shows de Liverpool.



5ª passagem dos Beatles por Hamburgo

Local dos shows:

·         Star Club – Grosse Freihert nº 39


Já gozando de um relativo prestígio na Inglaterra (em Liverpool eles já eram considerados  a melhor banda da cidade) e já tendo gravado as músicas do segundo single (Please please / Ask me why em 26 de novembro), os Beatles retornam ao Star Club em Hamburgo para realizarem mais uma curta temporada (18 a 31 de dezembro).



Eles ficaram hospedados no Hotel Pacific, em Neuer Pferdemarkt, 30.



Foi nesta temporada no Star Club em Hamburgo (a data não é precisa) que Adrian Barber (uma espécie de assistente de palco da boate), a pedido de Ted Taylor, líder da banda Dominoes que também se apresentava no Star Club, efetuou, com um gravador Grundig caseiro, a histórica gravação de uma das apresentações dos Beatles. Ted Taylor afirmou que John Lennon concordara com a gravação, em troca do pagamento por Taylor das cervejas consumidas pela banda.



Após intenso trabalho de limpeza, já que a qualidade do som era precária, as 30 músicas gravadas por Taylor e adquiridas não se sabe bem como por Paul Murphy, foram editadas em um histórico álbum duplo lançado em 8 de abril de 1977 pelo selo Lingasong, sem a autorização dos Beatles.



Estes acabaram se tornando os únicos registros em áudio que se tem conhecimento de uma apresentação dos Beatles em Hamburgo, na fase pré-beatlemania.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Holanda, um país de sonho

Depois de um capítulo perfeito de Império, com mais imagens lindas e músicas idem e situações inteligentes, vem o melhor Globo Repórter que eu vi em muitos anos.

A Holanda! 


Que país é aquele!?


as tulipas e as bicicletas, 

     o queijo e a laranja, 
          os diques e os moinhos, 
               os canais e os barcos
                    os mares e as marés, 
                         a droga e o sexo, 
                              as focas e os pássaros. 

E nem se falou do futebol, que aprendemos a admirar por aqui....


Merece ser visto e revisto!!!



quinta-feira, 24 de julho de 2014

Falar sobre o quê?

Shopping, testando as poltronas das lojas husband friendly, hora de dedilhar, mas.. 

Sobre o quê?

Assunto não falta!

A Copa acabou, 
o futebolzinho voltou, 
o Dunga também (??!!), 
o Flamengo lanternou,
o Cruzeiro disparou,
o vôlei surpreendeu,  
o Massa se ferrou, 

a Dilma caiu (*),
a oposição subiu,
a bolsa também,
a inflação cresceu,
a produção caiu,
a Argentina afundou,
o Congresso branqueou,
a Santa Casa fechou
o Brasil parou,
o Hamas atacou,
Israel revidou,
o avião caiu,
o míssil abateu,
a Rússia se envolveu,
o mundo estremeceu,
dia de Jack (Bauer) acabou,  
O Globo falou bem da Baleia
a Veja recomendou
Costa Concórdia flutuou, 
o Paul McCartney voltou,
o Ringo Starr ficou mais velho,  
O Rebu começou,
Em Família já foi tarde, 
O Império me pegou
O curso Beatles começou
a Sininho foi presa,
a advogada asilou,
deputada deu fuga,
a saidinha matou,
o filho que morreu,
foi o pai que planejou,
o prédio desabou,
o bombeiro salvou,
o policial descarregou,
a câmera filmou,
o hospital não atendeu,
o impaciente morreu,
e também o João Ubaldo,
e o Armando Marques,
e o Osmar de Oliveira,
e o Johnny Winter,
e o James Garner,
e o Ariano Suassuna,
e 298 viajantes,
e outros 47,
e outros 116,
e 720 no Oriente Médio,
o Planeta dos Macacos estreou,
e eu não fui, 
mas fui ao Grande Hotel Budapeste, 
que gostei,
mas não resenhei, 
pois sem vontade fiquei.

E agora, Homerix?


Pois é, a vontade.... 


Ando meio sem vontade.... Vou falar sobre nada!!!

Mesmo falando sobre tudo...

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Curso sobre Beatles, na Casa do Saber


E é ótimo saber sobre Beatles!
Eu poderia ser instrutor, mas para os normais ...
... a splendid time is guaranteed for all!!!
 A Casa do Saber é na Av. Epitácio Pessoa, 1164 - Lagoa, Rio de Janeiro



terça-feira, 22 de julho de 2014

1000 Avaliações no Skoob


Foi Alessandra Almeida, de Abaetetuba, Pará, quem fez a milésima avaliação de A Arma Escarlate no Skoob! Vá você também lá www.skoob.com.br

E foi uma 5 Estrelas!!


E ainda coroou com esta bela resenha!!



Belo e Brutal
N ha palavras para descrever esse livro ele e maravilhoso e instigante te prende e como uma droga vc lê o primeiro capitulo e n consegue mais parar e quando termina vc sempre vai querer mais
Hugo ele e fascinante e se parece tanto comigo em alguns aspectos que me surpreende.
Renata Ventura sabe te prender com magia e mitologia e ao msm tempo te chama atenção para problemas sociais que ha no nosso pais e mal posso esperar pela continuação então Dona Renata n demore para lançar a continuação pois estou viciada nesse livro...

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Ora Veja Baleia!!!

Quando peguei a Veja Rio pra procurar a indicação, fui direto ao final, pra ver uma inserção lá no meio de dezenas, na seção de Shows.
Não achei!!
Voltei ao começo e fui folha por folha.
Estava logo na Página 8, no 'Veja Recomenda'!!!!
Ora Veja!!!
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Nome em ascensão na cena musical carioca, o grupo lançou seu disco de estreia, Quebra Azul, em formato digital no fim do ano passado. Agora, as oito faixas do álbum se materializaram em um CD — bem-vindo cartão de visita para a turnê por seis capitais que a banda enfrenta a partir de agosto. Outro sinal do bom momento vivido pelo sexteto é a apresentação de quinta (24), no Circo Voador, como atração de encerramento na primeira noite do festival de música independente WebFestValda. As oito canções do álbum serão defendidas no palco pelos irmãos Gabriel e Sofia Vaz (vocais), mais Cairê Rego (baixo), David Rosenblit (piano e teclado), Felipe Ventura (guitarra e violino) e João Pessanha (bateria). O peso das interpretações ao vivo realça a originalidade de belas composições, entre o pop elegante e a MPB, a exemplo de Furo 2 (Sangue do Paraguai), cortada por arranjos vocais intrincados, Breu e In. Jiraya destaca-se por outra razão: com sua sonoridade de cantiga contemporânea, aliada à letra que menciona figurinhas, bonecos do Comandos em Ação e o personagem japonês do título, pega pela nostalgia marmanjos ali perto dos 30 anos. Completa o programa uma surpreendente colagem de Noite de Temporal, de Dorival Caymmi, com Little by Little, do Radiohead. A mistura refere-se aos primórdios do Baleia, quando o repertório da turma reunida em 2010 trazia hits como What Goes Around Comes Around, de Justin Timberlake, e Toxic, de Britney Spears, em roupagem de jazz. 18 anos.


Circo Voador (2 000 lugares). Arcos da Lapa, s/nº, Lapa, ☎ 2533-0354. Quinta (24), a partir das 21h. R$ 4,00. Desconto de 50% com a apresentação do e-flyer ou 1 quilo de alimento não perecível. Bilheteria: a partir das 12h/19h (ter. e qua.); a partir de 12h (qui.). IC. www.circovoador.com.br.

O Império começou muito bem!!!

Direção, Fotografia, Desempenho, Roteiro, e Trilha Sonora

Tudo perfeito!

Olha, que começo promissor!!!

Em vez de mandar o elenco pra algum lugar hollywoodiano, tipo Istanbul, Machhu Picchu, Paris, desta vez a Globo mandou protagonista e a filha chegam de helicóptero a um dos locais mais espetaculares do Brasil mesmo, o Monte Roraima (ao menos é o que parece!). Uma locação impressionante. Ângulos de filmagem perfeitos, música de fundo épica, com guitarra estilo David Gilmour. Depois, o passado, com o começo da vida do sujeito, em mais ótimos diálogos e desempenhos, ele traindo o irmão com a cunhada,   ao som de Paralamas (Aonde Quer Que Eu Vá) e Bread (Everything I Own ....só quem é da minha idade vai saber, década de 70). Mais cenas ótimas, e finalmente vem a música da novela, que vai acompanhar-nos por 6 a 8 meses ....

Surpresa!!!! 

Aquele riff!!! e depois
'Picture yourself in a boat on a river, with tangerine trees in marmalade skies... somebody calls you, you answer quite slowly, the girl with caleidoscope eyes...)
Isso mesmo, Lucy In The Sky With Diamonds!!!  Quem não conhece, está aqui abaixo!!!



Pena que  não com os Beatles, mas está ótimo!!!

E a cada intervalo, na ida e na volta, vem aquele mesmo riff, que me arrepia só de ouvir.

O resto do capítulo continuou surpreendente!! Que cena a da morte do mentor, da passagem de bastão, e mais fotografia linda e mais música ESPETACULAR!!


SOCORRO!!!! 
O Império me pegou!!!

(e sim, acabaram botando gente em Genebra!! Perdoável!!)


domingo, 20 de julho de 2014

Homeribernando


Shopping, testando as poltronas das lojas husband friendly, hora de dedilhar, mas.. 

Sobre o quê?

Assunto não falta!
 

A Copa acabou, 
o futebolzinho voltou, 
o Dunga também (??!!), 
o Flamengo lanternou,
o Cruzeiro disparou,
o vôlei surpreendeu,  
o Massa se ferrou, 
a Dilma caiu (*),
a oposição subiu,
a bolsa também,
a inflação cresceu,
a produção caiu,
a Argentina afundou,
o Congresso branqueou,
o Hamas atacou,
Israel revidou,
o avião caiu,
o míssil abateu,
a Rússia se envolveu,
o mundo estremeceu,
o dia de Jack (Bauer) acabou,  
O Globo falou bem da Baleia
o Costa Concórdia flutuou, 
o Paul McCartney voltou,
o Ringo Starr ficou mais velho,  
O Rebu começou,
Em Família já foi tarde, 
O Império me pegou, 
a Sininho foi presa,
a advogada asilou,
a deputada deu fuga,
a saidinha matou,
o filho que morreu,
foi o pai que planejou,
o prédio desabou,
o bombeiro salvou,
o policial descarregou,
a câmera filmou,
o hospital não atendeu,
o impaciente morreu,
e também o João Ubaldo,
e o Armando Marques,
e o Osmar de Oliveira,
e o Johnny Winter,
e o James Garner,
e 298 viajantes,
e 29 israelenses,
e 20 x + palestinos,
 
o Planeta dos Macacos estreou,
e eu não fui, 
mas fui ao Grande Hotel Budapeste, 
que gostei,
mas não resenhei, 
pois sem vontade fiquei.

E agora, Homerix?


Pois é, a vontade.... 


Como alguns sabem, ando desanimado. Já pensava em hibernar no início da Copa, mas aí o João (sempre ele, e só ele) perguntou: não vai escrever sobre a Copa? Foi o suficiente para eu me empenhar em escrever o Diário todo santo dia, em post único, visitado 1000 vezes, aparentemente muito, mas com pífias 30 visitas ao dia, e com número de comentários idem, 33 no total.

Vou continuar, sim, mas muito menos, num ritmo tartarúgico-baiano, olhe lá meu Rei, se bem que estou revendo seriamente esse preconceito com os irmãos da Boa Terra... Quem sabe uma vez por semana e olha lá. Bem, claro que se houver alguma divulgação dos trabalhos de meus filhos, eu apareço. Ou pra um tema muuuito palpitante. E claro, também, para alguma campanha beneficente, aliás, tenho duas já prontas no blog...

Sei que não é a minha primeira 'despedida', mas sigo tentando. E desta vez é uma desacelerada...

Fui!

Homero Sílvio Caldas Ventura

(*) na intenção de voto