domingo, 22 de março de 2026

OUÇA e LEIA - Today, 40 minutes for Yesterday

Cliquem no Play verdinho!

  e acompanhem o escrito, logo a seguir

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   Olá, amigos do Submarino Angolano!!!

Aqui é Homero Ventura, directo do Brasil

Seguimos a acompanhar o que aconteceu há 60 anos na vida dos Beatles…

Entra HELP!

Maio de 65 terminou e os Beatles já haviam acabado de filmar o 2º filme para a telona, HELP!, em dois meses e meio de rodagem. E já haviam gravado um Lado Inteiro do LP com a trilha sonora que apareceu no filme, e 5 canções de seu Lado B. Faltavam duas!

Na noite daquele produtivo 14 de junho, começariam a gravar a 3ª canção de Paul no mesmo dia. Ela seria a última original Lennon McCartney de HELP! Mas ela viria bem diferente das demais…. Como uma novidade no mundo do rock.

Yesterday (by Paul McCartney)

Paul se lamenta: 'Ontem, meus problemas pareciam tão distantes, agora parece que eles vieram pra ficar. Oh eu acredito no passado. Agora não sou metade do homem que costumava ser!'  

É inacreditável como uma canção tão linda, com letra tão marcante, apareceu na vida dos Beatles!  Paul sonhou com a melodia, mas levou mais de ano para terminá-la, primeiro com o temor de que seria um plágio, de tão bela que era, depois, porque não conseguia livrar-se da letra do primeiro verso, que viera logo na manhã pós-sonho, que ele fez só pra marcar as notas: Scrambled eggs ...  oh, my baby, how I love your legs .... A segurança de que não havia copiado a melodia de ninguém veio de apresentá-la a seus pares e a George Martin e a alguns amigos.

A letra que enterrou os ovos mexidos veio somente depois que John sugeriu que o título deveria ser uma palavra só, e Paul  teve a luz: Yesterday!

Com isso na cabeça, Paul viajou pra Portugal com Jane, sua namorada, nos primeiros dias de junho de 65 e, já na estrada do aeroporto de Lisboa até Albufeira, onde se hospedaria na casa de um amigo, escreveu a letra num envelope! E lá, pediu o violão emprestado e escreveu o resto.

Mas, o que será que levou Paul a fazer uma letra tão triste, tão magoada com o abandono do seu amor, já que estava muito bem com sua namorada Jane Asher, que inclusive o acompanhava na viagem a Portugal? Bem, dizem os patrulheiros de plantão, numa lenda urbana, da Urbe de Liverpool, que ela teria sido inspirada em um antigo amor, uma certa Iris Caldwell, ainda da época do Cavern Club.

Entra Some Other Guy, do Cavern Club,

Depois de namorar George Harrison, ela se enamorou de Paul em 1962, ainda antes do 1º disco, mas rompeu com ele sem falar o motivo. Paul soube pela mãe dela que foi por ele ser ser muito insensível. O episódio teria sido o seguinte: Ringo contou aos outros, na presença de Iris, que havia chegado atrasado para o ensaio pois havia atropelado um cachorro, e disse não o ter socorrido para não chegar ainda mais atrasado, e Paul teria apoiado a atitude de Ringo. Iris abandonou o local sem dizer palavra, e nunca mais viu Paul. Só que não tinha cachorro nenhum na história … era lorota de Ringo, porque sabia do amor dela pelos animais. Só que isso não ficou esclarecido. Paul nunca ouviu da boca dela o motivo real do rompimento, e agora, quase 3 anos depois, escrevia ali, a partir da ponte: …

Ela foi, por que,

Eu não sei, não me falou

Disse algo mau?

Quero o amor que se acabo-o-o-ou

Ontem… eu sabia como era o amor
Vou sumir, não tenho mais valor
E vou curtir a minha dor

m-m-m-m-m-m-m-m

  

Entra I Saw Her Standing There ao vivo. 

 

Outra lenda da mesma Urbe, mas ainda sobre Iris Caldwel? É que seria ela a HER do when I saw HER standing there, da primeira Lennon/McCartney da hitória, muito mais de Paul que  de John. E, mais uma, que não é lenda… Iris é irmã de Rory Storm, aquele dos Hurricanes, e a mãe deles adorava Paul, aquele bom moço, órfão de mãe, e contou que em 1965, na semana em que iria ao ar o primeiro programa de TV em que apareceu Yesterday (o Blackpool Night Out), Paul ligou para a mãe de Iris incentivando a que assistissem ao programa na TV e dissessem que ele ainda era insensível. Verdade? Mentira? A Madrinha, quem me contou o causo todo de Iris Caldwel, imagina que sim!!! E olha que ela é bastante reticente em acreditar nessas lendas de beatlemaníacos.

Bem, voltando aos fatos confirmados, a canção veio na estrutura VERSO1 VERSO2 PONTE VERSO3 sendo os 3 versos com letra diferente, mantendo o manual Beatle de composição. E o que dizem os versos? Como é o papel dos versos eles contam o enredo da coisa. Aqui é um homem amargurado

No VERSO1, ele se diz com problemas que no passado ele não tinha (voz de Paul)

Yesterday
All my troubles seemed so far away
Now they look as though they're here to stay
Oh I believe in yesterday

No VERSO 2, ele se espanta como agora ele está mudado (voz de Paul)

Suddenly
I'm not half the man I used to be
There's a shadow hanging over me
Oh yesterday came suddenly

Na PONTE, ele explica a razão: seu amor se foi sem nada dizer (voz de Paul)

Why she had to go I don't know
She wouldn't say
I said something wrong
Now I long for yesterday

No VERSO3, ele se lembra como tudo era mais fácil e diz que agora quer se enfiar num canto (voz de Paul)

Yesterday
Love was such an easy game to play
Now I need a place to hide away
Oh I believe in yesterday

Depois, para finalizar, a ponte e o verso3 são repetidos.

É um Paul inspirado que nos oferece um festival de rimas que aqui chamaríamos de ricas, aquelas que rimam diferentes classes gramaticais, em contraposição às rimas pobres, que rimam, por exemplo, verbo com verbo ('sou' com 'estou' com 'ficou'), substantivo com substantivo ('bondade' com 'idade' com 'saudade').

Vejam:

I'm not half the man I used TO BE (verbo) 

There's a shadow hangin' over ME  (pronome) 

Oh, yesterday came SUDDENLY  (advérbio) 

ou

Love was such an easy game TO PLAY  (verbo) 

Now I need a place to hide AWAY  (advérbio) 

Oh, I believe in YESTERDAY  (substantivo - neste uso, porque normalmente é advérbio de tempo) 

E, não só isso, pela primeira vez usou aquela rima interna (e também rica) que usaria magistralmente em Hey Jude , veja na ponte, foram duas vezes

Why she had to  GO,  

I don’t KNOW she wouldn’t say

I said something WRONG,  (advérbio) 

now I LONG (verbo) for yesterday 

Logo que a canção foi terminada, eles se reuniram em 14 de junho em Abbey Road, e já era a 3ª seção de gravação daquele dia. Duas canções de Paul já haviam vindo ao munso. Os Beatles chegaram a tentar um arranjo tradicional com guitarras e bateria, mas começou em Ringo um sentimento de não pertencimento, ele não via como encaixar sua bateria na canção de Paul.

Logo, John e George chegaram à conclusão de que não caberia outra guitarra ali além da que Paul tocava, então George Martin sugeriu que Paul seguisse solo, por enquanto.

Uma coisa interessante é que Paul compôs a canção em SOL, só que no estúdio, George Martin pensou que ela soaria melhor em FA, ou seja, menos aguda, mais apropriado ao clima da canção.

Talvez seja adequado fazer aqui uma ilação sobre o que é o tom da canção. Na definição, olha que bonito: O tom de uma canção (ou tonalidade) é o centro harmônico e melódico, definido por uma nota principal (tônica) e uma escala específica em que a música é baseada. Ele determina a "família" de acordes e notas que soam bem juntos, criando a sensação de repouso ou conclusão da melodia. Bem, eu não entendo todos os termos dessa definição, mas sei que normalmente, caso não haja uma introdução totalmente distinta do resto da canção, o tom em que a canção está é percebido logo nas primeiras notas.

O tom de Yesterday, a gente percebe nas sílabas 2 e 3 da canção. Na plavara Yesterday, nas sílabas ter-day, quer ver? O Paul gravou em FA, então ele canta assim, ó... SOL . FA . FA, só que ele compôs a música quando ele acrodu daquele sonho, ele compôs em SOL, ou seja, ele canta assim, ó... LA . SOL . SOL... Yes . ter . day. poque o Paul era tenor, ele tocavas esses tons um pouquinho mais agudos, já o Frank Sinatra, que é barítono, tocava lá em DO, quer ver, ó... RE . DO . DO ... Yes . ter . day. e tem os mais variados tons, entre as duas mill gravações, os mais variados tons,

O fato é que a mudança de SOL Maior para FA Maior causou um problema a Paul…. Se fosse pra avançar um tom, bastava colocar um CAPO no traste 2 do braço do violão, e ele tocaria os acordes do mesmo jeitinho como  compôs. Para recuar um tom (de SOL para FA), era inviável, então o que fizeram? Desafinaram as 6 cordas do violão um tom inteiro, e ele pôde tocar seus acordes do mesmo jeitinho…. Ficou mais confortável para tocar do que ir buscar os devidos acordes numa afinação de cordas do jeito padrão, o tradicional  MI-LA-RE-SOL-SI-MI

Então, quando ainda pensavam que tocariam como uma banda, e George perguntou qual era o tom, Paul respondeu: pra você é em FA.

E vieram dois takes apenas com voz e violão de Paul, com o acordo dos outros três Beatles. O 1º deles apareceu no Projeto Anthology, reparem como o dedilhado inicial começa diferente, mas logo migra para o que conhecemos, e como ele troca as linhas do 2º verso. Vejam bem a importância deste som que vão ouvir: foi assim que a canção mais regravada de todos os tempos (falarei disso mais adiante!) chegou ao mundo das gravações!

Entra Yesterday – Take 1 Anthology 2 Faixa 7

O resto da sessão foi gasto em discussões sobre o que fazer com a canção, e George Martin logo viu que ela merecia algo revolucionário, e convenceu os demais Beatles que aquela deveria ser uma canção solo de Paul, ao violão, acompanhado de um quarteto de cordas, o que seria a primeira vez (e foi) na história de uma banda de rock. John,  George e Ringo aceitaram, mas com a condição que não fosse lançada em single, por ser muito diferente do que os Beatles lançaram até aquele momento.

No dia seguinte, dia 15, reuniram-se Paul e Martin na casa deste último. A exigência de Paul é que as cordas não tivessem vibrato, e também sugeriu um tom de blues, que foi introduzido ao violoncelo, em meio à ponte. A pauta foi escrita em uma tarde. Os músicos (dois violinos, uma viola e um violoncelo) gravaram no dia 17 de junho. Apenas Paul estava presente, adorou estar lá, afinal ele era o inspirador solo daquela inovação da carreira Beatles.

O quarteto de cordas em Yesterday

O Maestro George  Martin foi responsável por N-1 dos arranjos orquestrais dos Beatles, a partir daí. E esse 1, ele levou a dor de não fazê-lo até o túmulo… aconteceu dois anos depois, quando Paul queria um arramjo para She’s Leaving Home,

Trecho do  arranjo de cordas em She’s Leaving Home

o Maestro não tinha agenda para fazer, e Paul não teve nem pena nem dúvida e chamou outro arranjador, o melhor de Londres, claro. Mesmo magoado, George Martin aprovou o resultado.

O fato é que o arranjo  de Yesterady ficou maravilhoso, o destaque vai para  a linha do violoncelo melancólico que vamos ouvir agora isolado, pelas Artes de Magias do Comandante Paulo Seixas.

O violoncelo melancólico de Yesterday

 John até aplaudiu quando a 'blue note' sugerida por Paul apareceu! Ela fica ali após “she wouldn’t say” na segunda ponte

Why she had to go I don’t know, she wouldn´t say

Em entrevistas posteriores, George Martin definiu seu arranjo para Yesterday como NAIVE… adoro essa palavra em inglês, que é de origem francesa, até porque se fala, do mesmo jeito que se escreve, com as vogais iguaizinhas às do nosso português! NAIVE é INGÊNUO, ele quis dizer. Claro que ele fez isso comparando os outros brilhantes arranjos que fez das canções dos Beatles, quee passaram de 10.

Depois, veio o único overdub, do vocal dobrado de Paul em um trecho da ponte! Não houve harmonias, é sempre a voz pura e maviosa de Paul McCartney.

A voz dobrada de Paul

Yesterday entrou no Lado B do LP HELP!, não fazendo parte da trilha sonora do filme. Ela iria terminar o álbum, mas John, George e Ringo consideraram esquisito um disco de rock terminar com uma balada, então colocaram na posição 14 o cover de Larry Williams que haviam gravado para o mercado americano, Dizzy Miss Lizzy.

Entra o início de Dizzie Miss Lizzie

Ao vivo? Sim, Os Beatles a tocaram muitas vezes entre 65 e 66, mais exactamente, 56 vezes…

Na primeira vez, foi bem divertido, no ABC Theater em Blackpool, no litoral oeste da Inglaterra, em que George diz que a próxima canção seria de um jeito que eles nunca haviam feito antes e anuncia “For Paul McCartney of Liverpool, Opportunity Knocks que era um programa de calouros da TV inglesa, foi sensacional a tirada do Quiet Beatle, Quiet nada!!! Aí, ele e John deixam o palco, mas Ringo fica, quietinho, na bateria! Paul canta, ao violão, junto com a orquestra, gravada, aplausos no final, e tal, e John retorna com um buquê de flores, que lindo, Paul pega as flores pelo cabo, mas John sai com o buquê e Paul fica com o cabo na mão, John volta, ajeita o microfone e diz: That was wonderfull, Ringo! Ironia, teu nome é John Lennon!!!

Yesterday – Ao Vivo em Blackpool Anthology 2 Faixa 11

No começo, eles fizeram apenas a versão Paul Only, mas com todos os demais saindo do palco, como no Ed Sullivan Show, onde George apresentou Paul, e ele, John e Ringo abandonaram o palco, e Paul canta, com seu violão na afinação alterada um tom a menor, acompanhado pela orquestra gravada.

Já nos shows de 1966, optaram por fazer uma apresentação da banda e John, George e Ringo acompanham Paul, mas num arranjo em G (SOL Maior), que era o tom em que Paul compôs a canção, então, nessas ocasiões, seu violão estava na afinação original, como podemos ouvir aqui em essa na Alemanha, na sua última turnê européia

Yesterday ao vivo, com os demais. George apresentando em alemão

Ainda no capítulo AO VIVO, Paul, na carreira solo, cantou-a centenas de vezes, mais exactamente, 628 vezes até hoje, constituindo-se na 7ª canção mais tocada, em lista encabeçada, claro, por Hey Jude, que foi tocada 717 vezes!!

Entra Act Naturallly, com Ringo

Nos EUA, onde eles não tinham muito controle sobre o lançamento de suas canções, ela foi, sim, lançada como single, tendo Act Naturally, com Ringo, no Lado B, e foi logo ao 1° Lugar, sendo a quinta de seis canções consecutivas dos Beatles a ocupar aquele posto naquele glorioso ano.

As outras eram I Feel FineEight Days a WeekTicket to RideHelp! e We Can Work It Out!

Que fase, hein?!! 

Sabe que esse lançamento nos EUA, com Yesterday indo ao topo, possibilitou que ela estivesse presente no fenomenal CD 1, que teve enormes vendas em 2001. Se não fosse isso, Yesterday estaria fora, pois não foi um single na Inglaterra, ora veja.


A repercussão foi a melhor possível e impossível e inimaginável. Logo após o lançamento, vários cantores a gravaram, e essa contagem só foi subindo ao longo dos anos e décadas, e ela é a mais regravada canção da história da música popular, com números variando entre 2.000 e 3.000, a depender da fonte, contando as versões instrumentais e orquestradas.

Essas versões vieram quase sempre com duração aumentada, dos 2 minutos e 5 segundos da original pra até quase 4 minutos, algumas estendidas com longas introduções e tempo mais lento, e também vieram em diferentes tons e ritmos e acompanhamentos, mas vale o registro.

Dentre os mais afamados, temos

Frank Sinatra, o maior de todos, que a cantou em DO Maior 

  Yesterday All my troubles seemed so far away

Elvis Presley, o Rei, em Mi Maior 

Now they look as though they're here to stay

John Denver em Do Maior, 

Oh I Believe in Yesterday

Johnny Mathis em DO Maior 

Suddenly I'm not half the man I used to be

Ray Charles em FA Maior apenas ele, entre os homens, no registro igual ao de Paul

There's a shadow hanging over me

Marvin Gaye em DO Maior 

Oh yesterday came suddenly

Shirley Bassey em LA Maior 

Why she had to go I don't know HE wouldn't say

The Supremes, com Diana Ross, em SI Bemol 

I said something wrong Now I long for yesterday

Neil Diamond em SI Bemol 

Yesterday Love was such an easy game to play

Sarah Vaugn, grande fã, que também veio igual a Paul, em FA Maior

Now I need a place to hide away

Dionne Warwick em SOL Maior 

Oh I believe in yesterday

Willie Nelson, rei do Country, em DO Maior 

Why she had to go I don't know She wouldn't say

Trini Lopez, Latinos, Presente em RE Maior 

I said something wrong Now I long for yesterday

e no Brasil, claro, também,

Martinha, com uma excelente versão, veio em LA Maior 

Yesterday Love was such an easy game to play 
 
Vanusa em DO Maior 

Now I need a place to hide away

Elis Regina, apenas ao vivo, mas vale o registro 

Oh I believe in yesterday hum hum hum

e até Agnaldo Timóteo gravou uma versão, boa versão, vozeirão impecável, chamada ... Ontem!!! E a gravou em FA maior, igual ao Paul

Versão de Agnaldo Timóteo - Ontem - na íntegra

A repercussão atingiu também os prêmios, ganhou o Ivor Novello Award como Oustanding Song of The Year, mas o prêmio não veio do outro lado do Atlântico. O primeiro Grammy de Song of The Year  dos Beatle veio apenas no ano seguinte, com Michelle. Yesterday concorreu, mas perdeu para The Shadow of Your Smile, cantada por Tony Bennet

Para completar, um caso pitoresco. Houve um momento, em que eles estavam tão indefinidos se iriam lançar ou não a canção, que ela foi oferecida a um certo Chris Farlowe, que A RECUSOU POR SER MUITO LENTA!

Decerto ganhou o título de Homem de Visão de 1965 

Bem, depois de ouvirmos voz, violão e cordas UMA COISA DE CADA VEZ

Vamos ouvir TUDO AO MESMO TEMPO AGORA

Venha agora, junto com Paul, e somente Paul, lamentar o amor perdido yesterday!

Entra Yesterday Original

Comandante, tenho uma sugestão adicional para este último reesalto

Existe uma música  genial dos Titãs, na verdade, do genial Arnaldo Antunes, de 1988, cuja letra é constituída apenas desses duas frases… Se quiser, tira o áudio de lá!

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