e acompanhem o escrito, logo a seguir
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Olá, amigos
do Submarino Angolano!!!
Aqui é Homero Ventura, directo do Brasil
Seguimos a acompanhar o que aconteceu há 60 anos na
vida dos Beatles…
Entra HELP!
Maio de 65 terminou e os Beatles já haviam acabado de
filmar o 2º filme para a telona, HELP!, em dois meses e meio de rodagem. E já
haviam gravado um Lado Inteiro do LP com a trilha sonora que apareceu no filme,
e 5 canções de seu Lado B. Faltavam duas!
Na noite daquele produtivo 14 de junho, começariam a
gravar a 3ª canção de Paul no mesmo dia. Ela seria a última original Lennon
McCartney de HELP! Mas ela viria bem diferente das demais…. Como uma novidade
no mundo do rock.
Yesterday (by Paul McCartney)
Paul se lamenta: 'Ontem, meus problemas pareciam
tão distantes, agora parece que eles vieram pra ficar. Oh eu acredito no
passado. Agora não sou metade do homem que costumava ser!'
É inacreditável como uma canção tão linda, com letra tão
marcante, apareceu na vida dos Beatles! Paul sonhou com a melodia,
mas levou mais de ano para terminá-la, primeiro com o temor de que seria um
plágio, de tão bela que era, depois, porque não conseguia livrar-se da letra do
primeiro verso, que viera logo na manhã pós-sonho, que ele fez só pra marcar as
notas: “Scrambled eggs ... oh, my baby, how I love your legs ...”. A
segurança de que não havia copiado a melodia de ninguém veio de apresentá-la a
seus pares e a George Martin e a alguns amigos.
A letra que enterrou os ovos mexidos veio somente depois
que John sugeriu que o título deveria ser uma palavra só, e
Paul teve a luz: Yesterday!
Com isso na cabeça, Paul viajou pra Portugal com Jane,
sua namorada, nos primeiros dias de junho de 65 e, já na estrada do aeroporto
de Lisboa até Albufeira, onde se hospedaria na casa de um amigo, escreveu a
letra num envelope! E lá, pediu o violão emprestado e escreveu o resto.
Mas, o que será que levou Paul a fazer uma letra tão
triste, tão magoada com o abandono do seu amor, já que estava muito bem com sua
namorada Jane Asher, que inclusive o acompanhava na viagem a Portugal? Bem,
dizem os patrulheiros de plantão, numa lenda urbana, da Urbe de Liverpool, que
ela teria sido inspirada em um antigo amor, uma certa Iris Caldwell, ainda da
época do Cavern Club.
Entra
Some Other Guy, do Cavern Club,
Depois de namorar George Harrison, ela se enamorou de
Paul em 1962, ainda antes do 1º disco, mas rompeu com ele sem falar o motivo.
Paul soube pela mãe dela que foi por ele ser ser muito insensível. O episódio teria
sido o seguinte: Ringo contou aos outros, na presença de Iris, que havia
chegado atrasado para o ensaio pois havia atropelado um cachorro, e disse não o
ter socorrido para não chegar ainda mais atrasado, e Paul teria apoiado a
atitude de Ringo. Iris abandonou o local sem dizer palavra, e nunca mais viu
Paul. Só que não tinha cachorro nenhum na história … era lorota de Ringo,
porque sabia do amor dela pelos animais. Só que isso não ficou esclarecido.
Paul nunca ouviu da boca dela o motivo real do rompimento, e agora, quase 3
anos depois, escrevia ali, a partir da ponte: …
Ela
foi, por que,
Eu
não sei, não me falou
Disse algo mau?
Quero
o amor que se acabo-o-o-ou
Ontem… eu sabia como era o amorVou sumir, não tenho mais valorE vou curtir a minha dor
m-m-m-m-m-m-m-m
Entra
I Saw Her Standing There ao vivo.
Outra lenda da mesma Urbe, mas ainda sobre Iris Caldwel? É que seria ela a HER do when I saw HER standing there, da primeira
Lennon/McCartney da hitória, muito mais de Paul que de John. E, mais uma, que não é lenda… Iris é
irmã de Rory Storm, aquele dos Hurricanes, e a mãe deles adorava Paul, aquele
bom moço, órfão de mãe, e contou que em 1965, na semana em que iria ao ar o
primeiro programa de TV em que apareceu Yesterday (o Blackpool Night Out), Paul
ligou para a mãe de Iris incentivando a que assistissem ao programa na TV e
dissessem que ele ainda era insensível. Verdade? Mentira? A Madrinha, quem me
contou o causo todo de Iris Caldwel, imagina que sim!!! E olha que ela é
bastante reticente em acreditar nessas lendas de beatlemaníacos.
Bem, voltando aos fatos confirmados, a canção veio na
estrutura VERSO1 VERSO2 PONTE VERSO3 sendo os 3 versos com letra diferente,
mantendo o manual Beatle de composição. E o que dizem os versos? Como é o papel
dos versos eles contam o enredo da coisa. Aqui é um homem amargurado
No VERSO1, ele se diz com problemas que no passado ele
não tinha (voz de Paul)
YesterdayAll my troubles seemed so far awayNow they look as though they're here to stayOh I believe in yesterday
No VERSO 2, ele se espanta como agora ele está mudado (voz de Paul)
SuddenlyI'm not half the man I used to beThere's a shadow hanging over meOh yesterday came suddenly
Na PONTE,
ele explica a razão: seu amor se foi sem nada dizer (voz de Paul)
Why she had to go I don't knowShe wouldn't sayI said something wrongNow I long for yesterday
No VERSO3, ele se lembra como tudo era mais fácil e diz
que agora quer se enfiar num canto (voz de Paul)
YesterdayLove was such an easy game to playNow I need a place to hide awayOh I believe in yesterday
Depois, para finalizar, a ponte e o verso3 são repetidos.
É um Paul inspirado que nos oferece um festival
de rimas que aqui chamaríamos de ricas, aquelas que rimam diferentes
classes gramaticais, em contraposição às rimas pobres, que rimam, por exemplo,
verbo com verbo ('sou' com 'estou' com 'ficou'), substantivo com substantivo
('bondade' com 'idade' com 'saudade').
Vejam:
I'm
not half the man I used TO BE (verbo)
There's
a shadow hangin' over ME (pronome)
Oh,
yesterday came SUDDENLY (advérbio)
ou
Love
was such an easy game TO PLAY (verbo)
Now
I need a place to hide AWAY (advérbio)
Oh,
I believe in YESTERDAY (substantivo
- neste uso, porque normalmente é advérbio de tempo)
E, não só isso, pela primeira vez usou aquela rima
interna (e também rica) que usaria magistralmente em Hey
Jude , veja na ponte, foram duas vezes
Why she had to GO,
I don’t KNOW she wouldn’t say
I said something WRONG, (advérbio)
now I LONG (verbo) for
yesterday
Logo que a canção foi terminada, eles se reuniram em 14
de junho em Abbey Road, e já era a 3ª seção de gravação daquele dia. Duas
canções de Paul já haviam vindo ao munso. Os Beatles chegaram a tentar um
arranjo tradicional com guitarras e bateria, mas começou em Ringo um sentimento
de não pertencimento, ele não via como encaixar sua bateria na canção de Paul.
Logo, John e George chegaram à conclusão de que não
caberia outra guitarra ali além da que Paul tocava, então George Martin sugeriu
que Paul seguisse solo, por enquanto.
Uma coisa interessante é que Paul compôs a canção em SOL,
só que no estúdio, George Martin pensou que ela soaria melhor em FA, ou seja,
menos aguda, mais apropriado ao clima da canção.
Talvez seja adequado fazer aqui uma ilação sobre o que é
o tom da canção. Na definição, olha que bonito: O tom de uma canção (ou
tonalidade) é o centro harmônico e melódico, definido por uma nota principal
(tônica) e uma escala específica em que a música é baseada. Ele determina a
"família" de acordes e notas que soam bem juntos, criando a sensação
de repouso ou conclusão da melodia. Bem, eu não entendo todos os termos
dessa definição, mas sei que normalmente, caso não haja uma introdução
totalmente distinta do resto da canção, o tom em que a canção está é percebido
logo nas primeiras notas.
O tom de Yesterday, a gente percebe nas sílabas 2 e 3 da canção. Na plavara Yesterday, nas sílabas ter-day, quer ver? O Paul gravou em FA, então ele canta assim, ó... SOL . FA . FA, só que ele compôs a música quando ele acrodu daquele sonho, ele compôs em SOL, ou seja, ele canta assim, ó... LA . SOL . SOL... Yes . ter . day. poque o Paul era tenor, ele tocavas esses tons um pouquinho mais agudos, já o Frank Sinatra, que é barítono, tocava lá em DO, quer ver, ó... RE . DO . DO ... Yes . ter . day. e tem os mais variados tons, entre as duas mill gravações, os mais variados tons,
O fato é que a mudança de SOL Maior para FA Maior causou um problema a Paul…. Se fosse pra
avançar um tom, bastava colocar um CAPO no traste 2 do braço do violão, e ele
tocaria os acordes do mesmo jeitinho como compôs. Para recuar um tom (de SOL
para FA), era inviável, então o que fizeram? Desafinaram as 6 cordas do violão
um tom inteiro, e ele pôde tocar seus acordes do mesmo jeitinho…. Ficou mais
confortável para tocar do que ir buscar os devidos acordes numa afinação de
cordas do jeito padrão, o tradicional
MI-LA-RE-SOL-SI-MI
Então, quando ainda pensavam que tocariam como uma banda, e George perguntou qual era o tom, Paul respondeu: pra você é em FA.
E vieram dois takes apenas com voz e
violão de Paul, com o acordo dos outros três Beatles. O 1º deles apareceu no
Projeto Anthology, reparem como o dedilhado inicial começa diferente, mas logo
migra para o que conhecemos, e como ele troca as linhas do 2º verso. Vejam bem
a importância deste som que vão ouvir: foi assim que a canção mais regravada de
todos os tempos (falarei disso mais adiante!) chegou ao mundo das gravações!
Entra
Yesterday – Take 1 Anthology 2 Faixa 7
O resto da sessão foi gasto em discussões sobre o que
fazer com a canção, e George Martin logo viu que ela merecia algo
revolucionário, e convenceu os demais Beatles que aquela deveria ser uma canção
solo de Paul, ao violão, acompanhado de um quarteto de cordas, o que seria
a primeira vez (e foi) na história de uma banda de
rock. John, George e Ringo aceitaram, mas com a
condição que não fosse lançada em single, por ser muito diferente
do que os Beatles lançaram até aquele momento.
No dia seguinte, dia 15, reuniram-se Paul e Martin na
casa deste último. A exigência de Paul é que as cordas não tivessem vibrato, e
também sugeriu um tom de blues, que foi introduzido ao violoncelo, em meio à
ponte. A pauta foi escrita em uma tarde. Os músicos (dois violinos, uma viola e
um violoncelo) gravaram no dia 17 de junho. Apenas Paul estava presente, adorou
estar lá, afinal ele era o inspirador solo daquela inovação da carreira Beatles.
O
quarteto de cordas em Yesterday
O Maestro George Martin foi responsável por N-1 dos arranjos
orquestrais dos Beatles, a partir daí. E esse 1, ele levou a dor de não fazê-lo
até o túmulo… aconteceu dois anos depois, quando Paul queria um arramjo para
She’s Leaving Home,
Trecho
do arranjo de cordas em She’s Leaving
Home
o Maestro não tinha agenda para fazer, e Paul não teve
nem pena nem dúvida e chamou outro
arranjador, o melhor de Londres, claro. Mesmo magoado, George Martin aprovou o
resultado.
O fato é que o arranjo de Yesterady ficou maravilhoso, o destaque vai para a linha do violoncelo melancólico que vamos ouvir agora isolado, pelas Artes de Magias do Comandante Paulo Seixas.
O violoncelo melancólico de Yesterday
John até
aplaudiu quando a 'blue note' sugerida por Paul apareceu! Ela fica ali
após “she wouldn’t say” na segunda
ponte
Why
she had to go I don’t know, she wouldn´t say
Em entrevistas posteriores, George Martin definiu seu
arranjo para Yesterday como NAIVE… adoro essa palavra em inglês, que é de origem francesa, até porque se
fala, do mesmo jeito que se escreve, com as vogais iguaizinhas às do nosso
português! NAIVE é INGÊNUO, ele quis dizer. Claro que ele fez isso comparando
os outros brilhantes arranjos que fez das canções dos Beatles, quee passaram de
10.
Depois, veio o único overdub, do vocal
dobrado de Paul em um trecho da ponte! Não houve harmonias, é sempre a voz pura
e maviosa de Paul McCartney.
A voz dobrada de Paul
Yesterday entrou no Lado B do LP HELP!, não fazendo parte
da trilha sonora do filme. Ela iria terminar o álbum, mas John, George e Ringo consideraram
esquisito um disco de rock terminar com uma balada, então colocaram na posição
14 o cover de Larry Williams que haviam gravado para o mercado americano, Dizzy
Miss Lizzy.
Entra o início de Dizzie Miss Lizzie
Ao vivo? Sim, Os Beatles a tocaram muitas vezes entre 65
e 66, mais exactamente, 56 vezes…
Na primeira vez, foi bem divertido, no ABC Theater em
Blackpool, no litoral oeste da Inglaterra, em que George diz que a próxima
canção seria de um jeito que eles nunca haviam feito antes e anuncia “For Paul
McCartney of Liverpool, Opportunity Knocks” que era um programa de
calouros da TV inglesa, foi sensacional a tirada do Quiet Beatle, Quiet nada!!!
Aí, ele e John deixam o palco, mas Ringo fica, quietinho, na bateria! Paul
canta, ao violão, junto com a orquestra, gravada, aplausos no final, e tal, e John
retorna com um buquê de flores, que lindo, Paul pega as flores pelo cabo, mas
John sai com o buquê e Paul fica com o cabo na mão, John volta, ajeita o
microfone e diz: That was wonderfull, Ringo! Ironia, teu nome é John
Lennon!!!
Yesterday – Ao Vivo em Blackpool Anthology 2 Faixa 11
No começo, eles fizeram apenas a versão Paul Only, mas com todos os demais
saindo do palco, como no Ed Sullivan Show, onde George apresentou Paul, e ele,
John e Ringo abandonaram o palco, e Paul canta, com seu violão na afinação
alterada um tom a menor, acompanhado pela orquestra gravada.
Já nos shows de 1966, optaram por fazer uma apresentação
da banda e John, George e Ringo acompanham Paul, mas num arranjo em G (SOL
Maior), que era o tom em que Paul compôs a canção, então, nessas ocasiões, seu
violão estava na afinação original, como podemos ouvir aqui em essa na Alemanha, na sua última turnê européia
Yesterday
ao vivo, com os demais. George apresentando em alemão
Ainda no capítulo AO VIVO, Paul, na carreira solo,
cantou-a centenas de vezes, mais exactamente, 628 vezes até hoje,
constituindo-se na 7ª canção mais tocada, em lista encabeçada, claro, por Hey
Jude, que foi tocada 717 vezes!!
Entra Act Naturallly, com Ringo
Nos EUA, onde eles não tinham muito controle sobre o
lançamento de suas canções, ela foi, sim, lançada como single,
tendo Act
Naturally, com Ringo, no Lado B, e foi logo ao 1° Lugar, sendo
a quinta de seis canções consecutivas dos Beatles a ocupar aquele posto naquele
glorioso ano.
As outras eram I
Feel Fine, Eight
Days a Week, Ticket
to Ride, Help! e We
Can Work It Out!
Que fase, hein?!!
Sabe que esse lançamento nos EUA, com Yesterday indo ao topo, possibilitou que ela estivesse presente no fenomenal CD 1, que teve enormes vendas em 2001. Se não fosse isso, Yesterday estaria fora, pois não foi um single na Inglaterra, ora veja.
A repercussão foi a melhor possível e impossível e
inimaginável. Logo após o lançamento, vários cantores a gravaram, e essa
contagem só foi subindo ao longo dos anos e décadas, e ela é a mais regravada
canção da história da música popular, com números variando entre 2.000 e 3.000,
a depender da fonte, contando as versões instrumentais e orquestradas.
Essas versões vieram quase sempre com duração aumentada,
dos 2 minutos e 5 segundos da original pra até quase 4 minutos, algumas estendidas
com longas introduções e tempo mais lento, e também vieram em diferentes tons e
ritmos e acompanhamentos, mas vale o registro.
Dentre os mais afamados, temos
Frank Sinatra, o maior de todos, que a cantou em DO Maior
Yesterday
All my troubles seemed so far away
Elvis Presley, o Rei, em Mi Maior
Now
they look as though they're here to stay
John Denver em Do Maior,
Oh
I Believe in Yesterday
Johnny Mathis em DO Maior
Suddenly
I'm not half the man I used to be
Ray Charles em FA Maior apenas ele, entre os homens, no
registro igual ao de Paul
There's
a shadow hanging over me
Marvin Gaye em DO Maior
Oh
yesterday came suddenly
Shirley Bassey em LA Maior
Why
she had to go I don't know HE wouldn't
say
The Supremes, com Diana Ross, em SI Bemol
I
said something wrong Now I long for yesterday
Neil Diamond em SI Bemol
Yesterday
Love was such an easy game to play
Sarah Vaugn, grande fã, que também veio igual a Paul, em
FA Maior
Now
I need a place to hide away
Dionne Warwick em SOL Maior
Oh
I believe in yesterday
Willie Nelson, rei do Country, em DO Maior
Why she had to go I don't know She wouldn't say
Trini Lopez, Latinos, Presente em RE Maior
I said something wrong Now I long for yesterday
e no Brasil, claro, também,
Martinha, com uma excelente versão, veio em LA Maior
Yesterday Love was such an easy game to play
Now I need a place to hide away
Oh I believe in yesterday hum hum hum
e até Agnaldo Timóteo gravou uma versão, boa versão,
vozeirão impecável, chamada ... Ontem!!! E a gravou em FA maior, igual ao
Paul
Versão de Agnaldo Timóteo - Ontem - na íntegra
A repercussão atingiu também os prêmios, ganhou o Ivor Novello Award como Oustanding Song of The Year, mas o prêmio não veio do outro lado do Atlântico. O primeiro Grammy de Song of The Year dos Beatle veio apenas no ano seguinte, com Michelle. Yesterday concorreu, mas perdeu para The Shadow of Your Smile, cantada por Tony Bennet
Para completar, um caso pitoresco. Houve um momento, em
que eles estavam tão indefinidos se iriam lançar ou não a canção, que ela foi
oferecida a um certo Chris Farlowe, que A RECUSOU POR SER MUITO LENTA!
Decerto ganhou o título de Homem de Visão de
1965
Bem, depois de ouvirmos voz, violão e cordas UMA COISA DE CADA VEZ
Vamos ouvir TUDO AO MESMO TEMPO AGORA
Venha agora, junto com Paul, e somente Paul, lamentar
o amor perdido yesterday!
Entra
Yesterday Original
Comandante, tenho uma sugestão adicional para este último reesalto
Existe uma música genial dos Titãs, na verdade, do genial Arnaldo
Antunes, de 1988, cuja letra é constituída apenas desses duas frases… Se
quiser, tira o áudio de lá!
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